O orçamento do Ministério da Educação (MEC) para 2006 pode sofrer redução de R$1,4 bilhão. Contrariando as expectativas, a proposta orçamentária apresentada pela área econômica não prevê aumento dos investimentos. Além disso, os recursos destinados às despesas seriam reduzidos em R$294 milhões.
Até o final do mês, uma reunião entre técnicos dos Ministérios do Planejamento, da Fazenda e do MEC deve definir o montante que será destinado à pasta. O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que se houver impasse caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomar uma decisão.
Lula tem repetido nas últimas semanas que a Educação é prioridade no governo. Se confirmado, o corte inviabilizará alguns dos principais projetos do MEC. Entre eles, a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e a expansão do ensino superior público.
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