Enquanto a maioria dos estudantes do ensino médio já começam a entrar no clima de férias, um grupo de 200 adolescentes vai começar amanhã uma maratona de provas que não têm nada a ver com o vestibular. Eles participam da 3ª Olimpíada Internacional de Jovens Cientistas, que acontece pela primeira vez no Brasil, reunindo jovens de 30 países, como Camboja, Moldávia, Sri Lanka, Azerbaijão e Cazaquistão. Os concorrentes farão três provas (entre amanhã e sábado), com questões de química, física e biologia.
“O legal de participar de olimpíadas é conhecer gente e aprender coisas novas, porque o conteúdo que cai na prova é diferente daquele que estudamos na sala de aula“, diz o estudante Gabriel Costa Leite, 14.
Um dos 12 participantes brasileiros, Gabriel se dedica ao balé nas horas vagas e, quando crescer, quer ser professor universitário de física. Para fazer a prova, ele teve de dedicar algumas horas extras ao estudo, além de prestar mais atenção nas aulas. Mas, se você pensa que a rotina dos garotos em São Paulo será apenas dedicada aos estudos, está enganado. Churrasco, parques de diversão e muitos passeios culturais, como visitas a museus, também estão no roteiro dos competidores.
“O evento não tem só estudo, tem diversão também. É uma festa“, diz o professor Ozimar Pereira, organizador da olimpíada em São Paulo.
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