Assessores do ministro da Cultura, Juca Ferreira, estão debruçados sobre pelo menos três alternativas para restabelecer a institucionalidade perdida com o fechamento da Secretaria Nacional do Livro e Leitura depois da morte do poeta Waly Salomão, o último a ocupá-la. Além da Secretaria Nacional do Livro e Leitura, como pedem as lideranças do mundo do livro, eles estudam outras duas alternativas jurídicas: uma com o formato de fundação e outra na forma de um instituto.
A boa notícia: o ministro, que há anos dizia ser favorável a buscar alguma forma de reparar o erro cometido, está mais do que convencido de que é preciso, agora, botar a mão na massa e fazer acontecer.
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