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MEC e outros 11 órgãos assinam Pacto Nacional pela Primeira Infância

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, assinou junto a outros representantes de órgãos e entidades o Pacto Nacional pela Primeira Infância. O objetivo é traçar um diagnóstico da situação da atenção às crianças de 0 a 6 anos no país, bem como capacitar profissionais envolvidos no Marco Legal da Primeira Infância e implementar as boas práticas da legislação sancionada em 2016.

A cerimônia ocorreu na Escola Superior do Tribunal de Contas da União (TCU), na manhã desta terça-feira, 25 de junho. As atividades seguem ao longo do dia, no Seminário do Pacto Nacional pela Primeira Infância.

Representantes dos Três Poderes e da sociedade civil somarão esforços, coordenados pelo Conselho de Justiça (CNJ), para assegurar os direitos das crianças previstos no marco legal. A proposta vai ao encontro de uma das principais diretrizes do MEC: o foco na educação básica.

“Como nação, a gente vive um momento muito difícil fiscal. Onde vamos colocar nossos recursos escassos? E eu acho que a sinalização desse pacto está muito clara: a prioridade, neste momento, para esta nação, é a primeira infância”, disse Abraham Weintraub.

Ao MEC, assim como a outros órgãos participantes, caberá fomentar e divulgar as ações a serem realizadas pelo pacto. Assim como assegurar apoio logístico ao CNJ e presença de profissionais dos quadros do ministério em seminários e cursos de capacitação presencial.

Além do MEC, assinaram o pacto:

• Conselho Nacional de Justiça (CNJ), coordenador do pacto;

• Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);

• Câmara dos Deputados;

• Controladoria Geral da União;

• Ministério da Cidadania;

• Ministério da Justiça e Segurança Pública;

• Ministério da Saúde;

• Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos;

• Tribunal de Contas da União (TCU), anfitrião do evento;

• Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);

• Colégio dos Defensores Públicos Gerais.

Marco Legal da Primeira Infância – Sancionado em 2016, o Marco Legal da Primeira Infância deixou expressas ações voltadas para melhorar a vida de crianças de 0 a 6 anos. Entre elas estão:

• garantir o direito de brincar;

• priorizar qualificação de profissionais para cuidar das especificidades da primeira infância;

• reforçar a importância do atendimento domiciliar, especialmente em condições de vulnerabilidade;

• envolver as crianças de até 6 anos na formulação de políticas públicas.

O pacto assinado nesta terça serve para reforçar a legislação vigente desde 2016.

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