Pela primeira vez, todos os alunos de escolas públicas de ensino médio iniciaram o ano letivo com livros didáticos de português e matemática. São 12,5 milhões de livros distribuídos para sete milhões de estudantes de 13.200 escolas. Para atender a todos os municípios brasileiros, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) também está fornecendo 6,4 milhões de dicionários para as escolas públicas do ensino fundamental (17 milhões de alunos). Os dicionários são adequados à faixa etária e à série em que as crianças estão matriculadas. 
 
Neste mês, o Ministério da Educação distribuiu 306 mil acervos de livros de literatura para 136.389 escolas. São cerca de seis milhões de livros com títulos de poesia, contos, crônicas, teatro, textos de tradição popular, mitologia, lendas, fábulas, entre outros gêneros. A definição do quantitativo de exemplares a ser adquirido é feita pelas escolas, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de educação. 
 
O programa é mantido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com recursos financeiros do Orçamento Geral da União e da arrecadação do salário-educação. Para atender a todos os municípios do país, a distribuição dos livros é feita pelas editoras às escolas, por meio de contrato entre o FNDE e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. 
 
Período de utilização – Cada aluno tem direito a um exemplar das disciplinas de língua portuguesa, matemática, ciências, história e geografia, que serão estudadas durante o ano letivo. Além desses livros, os alunos da primeira série recebem um dicionário da língua portuguesa e, por opção do professor, uma cartilha de alfabetização. Confeccionado com uma estrutura física resistente, o livro deve ser reutilizado, no mínimo, por três anos consecutivos, beneficiando mais de um estudante nos anos subseqüentes, exceção feita à cartilha de alfabetização e aos livros de 1ª série. 
 
Os livros chegam às escolas entre outubro e o início do ano letivo. Nas zonas rurais, as obras são entregues na sede das prefeituras ou das secretarias municipais de educação, que devem entregar os livros às escolas localizadas nessas áreas.  
 

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