A relação dos brasileiros com o livro didático revela uma cultura do desperdício. Em países europeus e nas escolas públicas dos EUA, muitos estudantes passam a vida escolar inteira sem comprar quase nenhum livro didático, já que eles são cedidos pelas escolas e aproveitados ano a ano. Na rede particular brasileira, a filosofia de reaproveitamento não existe. O que muitos colégios têm feito é produzir seu próprio material didático – geralmente apostilas – e cobrar por elas. Nenhuma precisa ser fiscalizada pelo MEC. 
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