O ministro da Cultura, Gilberto Gil, participou hoje, no Riocentro, da abertura da 11ª Bienal do Livro do Rio, ao lado do ministro da Educação, Cristóvam Buarque, e da governadora do Rio, Rosinha Matheus.
Gil disse que uma feira como esta, além de incentivar o surgimento de novos leitores, aumenta os investimentos de produtores e editores de livros. Ele prometeu estudar, junto ao Governo Federal, uma forma de baratear o preço do livro.
Já o ministro da Educação, Cristovam Buarque, pediu aos editores que transformem a 11ª Bienal em uma fábrica de leitores. Ele fez o pedido durante a abertura da Bienal, que neste ano tem a expectativa de receber 500 mil pessoas, entre elas 200 mil crianças. O ministro defendeu também a participação das editoras de livro do programa de Erradicação do Analfabetismo no país.
Buarque também anunciou a criação, em 2004, de um programa de bibliotecas domésticas ou comunitárias. O projeto consiste em transformar casas particulares em bibliotecas. Os livros seriam fornecidos pelo governo federal. O ministro disse que o projeto ainda está em estudo, mas a meta é criar 100 mil bibliotecas comunitárias. O projeto é semelhante ao que foi criado em Brasília durante seu governo, quando foram implementadas 550 bibliotecas.
Buarque anunciou ainda que pretende ampliar o projeto de venda de livros e discutir o assunto com os editores.
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