No comando da principal entidade de trabalhadores do mercado editorial brasileiro – o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Editoras de Livros, Publicações Culturais e Categorias Afins do Estado de São Paulo –, José Carlos Bortolato está convencido de que as políticas públicas têm ampliado o acesso ao livro e à leitura nos últimos anos no Brasil.Mas propõe que os empregados das editoras tenham mais acesso à cultura e, particularmente, aos livros.
No comando da principal entidade de trabalhadores do mercado editorial brasileiro – o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Editoras de Livros, Publicações Culturais e Categorias Afins do Estado de São Paulo –, José Carlos Bortolato está convencido de que as políticas públicas têm ampliado o acesso ao livro e à leitura nos últimos anos no Brasil.Mas propõe que os empregados das editoras tenham mais acesso à cultura e, particularmente, aos livros.
Em entrevista exclusiva à Agência Brasil Que Lê, Bortolato defende uma proposta concreta para ajudar a incrementar o negócio do livro no País: diz que o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e entidades do mercado deveriam aproveitar a criação do Vale Cultura e iniciar já campanhas para que os beneficiados utilizem o bônus de R$ 50,00 também para comprar livros. No link “Leia Mais” você confere a entrevista completa.
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