O bom momento vivido pelo mercado editorial leva grandes e tradicionais editoras do país a projetar expansão de dois dígitos neste ano. Empresas como Record, L&PM e Sextante projetam aumento de 10% nas vendas e há casos em que o resultado esperado é ainda maior. A Nova Fronteira, do grupo Ediouro, espera encerrar o ano com expansão superior a 50%.
O desempenho sustenta-se por uma combinação de fatores positivos: estabilidade da economia, crescimento da renda, desenvolvimento de novos canais de distribuição e lançamento de edições mais econômicas, com ênfase nos livros de bolso.
Com produtos mais baratos, as editoras se aproximam dos consumidores que não são habituais freqüentadores de livrarias. É este mesmo público que lota os pavilhões da XIII Bienal Internacional do Livro, que se realiza no Riocentro até domingo.
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