Só neste ano, a Ediouro já anunciou a criação da Pixel (voltada para HQs), a absorção da Geração Editorial (livros de reportagens) e, neste mês, a associação com a gigante Thomas Nelson, que nos EUA é conhecida pelo segmento religioso, mas aqui vai ser responsável pelos títulos de auto-ajuda e negócios da editora.
Jorge Rodrigues Carneiro, presidente do grupo, disse à Folha que “por acaso, os três negócios aconteceram na mesma época, mas todos têm a mesma lógica“. Para ele, a entrada das estrangeiras “é uma competição saudável que pode beneficiar a todos“. (MS)
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