O corte de R$ 3 bilhões em despesas discricionárias do MEC (Ministério da Educação), anunciado pelo Ministério do Planejamento, não afetará os programas da pasta.
O ministro Fernando Haddad, que está em Recife para participar da cerimônia de abertura do ano letivo da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), reafirmou que as ações previstas serão executadas.
Despesas discricionárias são aquelas em que o governo tem poder de deliberação sobre sua execução, de acordo com as prioridades, podendo ser objeto de contingenciamento. Por exemplo : gastos com diárias, passagens, compra de material e contratação de serviços.
De acordo com o MEC, do total a ser cortado, cerca de R$ 2 bilhões são de emendas parlamentares. A pasta vai analisar quais tipos de despesa terá que cortar para fazer a economia referente ao R$ 1 bilhão restante. O orçamento do MEC previsto para 2011 era de R$ 69 bilhões.
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