O espanhol Santillana fincou sua bandeira no Brasil em 2001, ao comprar uma das maiores editoras de livros didáticos do país, a paulista Moderna. Desde então, ampliou sua atuação através da criação ou aquisição de outras companhias. Hoje, o grupo soma seis empresas em território nacional e um investimento acumulado da ordem de US$ 130 milhões no mercado editorial brasileiro.
A investida não foi em vão. Em quase seis anos de negócio, o Brasil já responde por 15% da receita do Santillana e está no terceiro lugar no ranking de representatividade no faturamento do grupo — presente em 22 países. Mas já encosta na vice-liderança, ocupada atualmente pelo México.
“Muito provavelmente o Brasil será o segundo até o ano que vem“, diz Emiliano Martinez, presidente do grupo. O executivo estava em Brasília, para acompanhar o evento do Prêmio Vivaleitura, que incentiva o hábito da leitura no país e tem patrocínio da Fundação Santillana.
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