Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) revelou que 77% dos estabelecimentos gráficos terceirizam algum tipo de serviço.
As terceirizações tanto abarcam atividades-meio quanto atividades-fim e abrangem etapas da cadeia de produção, de logística/transporte e de montagem e/ou manutenção de equipamentos. Proporcionalmente, as empresas que mais terceirizam são as de micro (78%) e grande portes (79%). Os motivos, certamente, são diferentes nos dois casos. “As microempresas, por definição, têm estruturas enxutas e terceirizam por falta de pessoal e para cortar custos, aponta o estudo. Já as empresas de maior porte buscam aumento de eficiência nos processos e redução de custos”, analisa o presidente da Abigraf, Levi Ceregato. Segundo a pesquisa, as principais razões para a terceirização incluem redução de custos (18%), ganho de agilidade (18%) e aprimoramento da qualidade do serviço (16%). Dentre as que não terceirizam, há receios de queda de qualidade (18%), insegurança jurídica (17%) e aumento de risco no processo produtivo (15%).
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