Na última edição da Flip, em julho, as entidades do livro criaram e assinaram o manifesto Brasil, Nação Leitora, em defesa da manutenção dos programas governamentais de compras de livros.
Na época, programas como o das compras para escolas e bibliotecas do governo de São Paulo já estavam suspensas e o Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) estava no balança-mas-não-cai. Pouco tempo depois, o secretário, em agosto, o secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, anunciou em uma reunião na qual estiveram presentes os presidentes das entidades do livro, que o programa estava suspenso em 2015 e que o PNBE Temático 2013, estimado em R$ 26 milhões, e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) 2014 (R$ 100 milhões), ambos já contratados, mas ainda não executados, não deverão deslanchar na sua totalidade. Esse cenário levou as entidades a criarem uma petição pública para manutenção dos programas governamentais de incentivo à leitura e alfabetização. Visitantes da Bienal, que segue em cartaz até o próximo dia 13, poderão assinar digitalmente o documento na Praça Nação Leitura, instalada no Pavilhão Verde (ruas N26/O22). O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), realizador da Bienal, deve informar no período da tarde desta terça-feira um balanço parcial de quantas assinaturas o documento obteve no primeiro final de semana da Bienal.
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