Um dos maiores programas do mundo de compra de livros não didáticos, o brasileiro PNBE vai ao divã na próxima sexta. O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Henrique Paim Fernandes, diz que vinha ouvindo críticas constantes a esse programa, iniciado em 1998, na gestão FHC. “Diante da divergência a respeito da sistemática de compras, o fundo resolveu rever essa sistemática.“
Na sexta ele se reúne com Gabriel Chalita, representando os secretários estaduais de educação, e com Adeum Hilário Sauer, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Mais adiante virão representantes de autores e editores.
Daniel Silva Balaban, um dos diretores do FNDE, diz que o fulcro da questão é complementar a distribuição de livros com a “implementação de políticas de estímulo à leitura“. Os editores acompanham de olhos abertos. As compras do governo representam 60% do mercado.
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