{"id":8303,"date":"2018-04-10T14:58:54","date_gmt":"2018-04-10T17:58:54","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/base-curricular-do-ensino-medio-pode-ampliar-desigualdades-entre-estados-dizem-especialistas\/"},"modified":"2018-04-10T14:58:54","modified_gmt":"2018-04-10T17:58:54","slug":"base-curricular-do-ensino-medio-pode-ampliar-desigualdades-entre-estados-dizem-especialistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/base-curricular-do-ensino-medio-pode-ampliar-desigualdades-entre-estados-dizem-especialistas\/","title":{"rendered":"Base Curricular do ensino m\u00e9dio pode ampliar desigualdades entre estados, dizem especialistas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino m\u00e9dio elaborada pelo governo federal pode ampliar a desigualdade nos estados. Para o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), a proposta aumenta a possibilidade de escolhas dos alunos e d\u00e1 um padr\u00e3o nacional aos curr\u00edculos.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">De acordo com os especialistas, a principal quest\u00e3o \u00e9 que, ao contr\u00e1rio da BNCC para o ensino fundamental, o texto final com as diretrizes para o ensino m\u00e9dio n\u00e3o apresenta em detalhes as habilidades que devem ser ensinadas nos itiner\u00e1rios formativos propostos. Na avalia\u00e7\u00e3o deles, a aus\u00eancia de dados espec\u00edficos pode fazer que estados acabem adotando caminhos diferentes nos curr\u00edculos, o que pode aumentar a diferen\u00e7a entre as escolas pelo pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A \u00faltima vers\u00e3o da base foi entregue pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) ao Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (CNE) na ter\u00e7a-feira (3). Agora, o documento vai passar por audi\u00eancias e debates antes de ser finalizado. Depois disso, ele ser\u00e1 votado no conselho e homologado pelo minist\u00e9rio. (<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/educacao\/noticia\/com-base-curricular-do-ensino-medio-so-portugues-e-matematica-serao-obrigatorios-nos-tres-anos-e-enem-pode-mudar-a-partir-de-2020.ghtml\">Veja o que deve mudar com a base curricular do ensino m\u00e9dio<\/a>.)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Leia a seguir os coment\u00e1rios a respeito da base do ensino m\u00e9dio enviados ao G1 por especialistas de diversas entidades ligadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o no Brasil:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Cesar Callegari, conselheiro do CNE<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cCom a entrega da BNCC do ensino m\u00e9dio o MEC confirma sua vis\u00e3o reducionista dos direitos de aprendizagem dos jovens brasileiros. Escolas far\u00e3o o poss\u00edvel, nem sempre o necess\u00e1rio. Tendem a realizar o que couber em apenas 1800 horas.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;Quais os conte\u00fados de qu\u00edmica, f\u00edsica, hist\u00f3ria, geografia, filosofia, educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, arte, Sociologia, ficar\u00e3o de fora por n\u00e3o serem mais obrigat\u00f3rios? Quantos professores ficar\u00e3o sem aula? Ao n\u00e3o dizer nada sobre os itiner\u00e1rios, isso ficar\u00e1 ao Deus dar\u00e1.&#8221;<\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;Ao CNE incumbe agora reparar esses defeitos ouvindo a sociedade, inclusive os estudantes.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Gabriel Corr\u00eaa, gerente de Pol\u00edticas Educacionais do Todos Pela Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">\u201cA Base do Ensino M\u00e9dio entregue ao Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (CNE) est\u00e1 estruturada de forma a estimular que as compet\u00eancias e as habilidades sejam trabalhadas nas escolas de forma interdisciplinar, o que \u00e9 bastante positivo e alinhado aos desafios contempor\u00e2neos. No entanto, por ser mais gen\u00e9rico, o documento amplia os desafios de implementa\u00e7\u00e3o. E esse \u00e9 um ponto de muita aten\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 na implementa\u00e7\u00e3o que a pol\u00edtica d\u00e1 certo ou n\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O debate em torno da \u00e1rea converge para esse modelo mais flex\u00edvel e mais interdisciplinar, mas, vale ressaltar, o CNE ainda vai promover diversas audi\u00eancias p\u00fablicas para debater a Base, o que provavelmente trar\u00e1 mudan\u00e7as. Esse processo \u00e9 fundamental para que o documento seja aprimorado e para que a participa\u00e7\u00e3o de atores imprescind\u00edveis, como os professores, seja assegurada.&#8221;<\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;A Base do Ensino M\u00e9dio lista compet\u00eancias espec\u00edficas das \u00e1reas de conhecimento, que tamb\u00e9m devem nortear para os itiner\u00e1rios. No entanto, como essas compet\u00eancias s\u00e3o amplas e gen\u00e9ricas e h\u00e1 o risco de que a implementa\u00e7\u00e3o seja desigual entre os Estados, ampliando as desigualdades que j\u00e1 existem no Ensino M\u00e9dio. Para evitar que isso ocorra, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), em parceria com o CNE e o Conselho Nacional de Secret\u00e1rios de Educa\u00e7\u00e3o (Consed), tem de construir pol\u00edticas de implementa\u00e7\u00e3o que apoiem a elabora\u00e7\u00e3o desses curr\u00edculos.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;A BNCC do Ensino M\u00e9dio \u00e9 um passo importante para enfrentar desafios relevantes desta etapa. Por um lado, no que se refere ao enfrentamento das altas taxas de evas\u00e3o e abandono, na medida em que investe em torn\u00e1-la mais adequada aos anseios dos jovens e \u00e0s exig\u00eancias do mundo contempor\u00e2neo. Por outro lado, ao se organizar por compet\u00eancias e habilidades priorizando olhares interdisciplinares para aumentar a qualidade do processo de ensino e, sobretudo, a aprendizagem dos estudantes.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;Ao mesmo tempo, temos pontos de aten\u00e7\u00e3o. Em particular, ser\u00e1 preciso investir na forma\u00e7\u00e3o inicial e continuada dos professores, na garantia da oferta de distintos itiner\u00e1rios de estudo para efetiva escolha dos estudantes, na adequa\u00e7\u00e3o das avalia\u00e7\u00f5es em larga escala, como Enem e demais exames de acesso \u00e0s universidades, mas, acima de tudo, toda a aten\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser dada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es objetivas e aos incentivos adequados para sua implementa\u00e7\u00e3o nos Estados.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>M\u00f4nica Gardelli Franco, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e A\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria (Cenpec)<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;Ainda n\u00e3o houve debates suficientes, nem sobre a reforma do Ensino M\u00e9dio, contemplada por esta proposta de Base, nem sobre o documento apresentado ontem pelo MEC. Esse debate com especialistas, gestores, professores, alunos e com a sociedade civil dever\u00e1 ser estabelecido agora pelo Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o e \u00e9 fundamental para o aprimoramento do documento e tamb\u00e9m para que se responda \u00e0s in\u00fameras d\u00favidas deixadas pela pr\u00f3pria reforma do Ensino M\u00e9dio. No nosso entender, este processo daria maior legitimidade e tamb\u00e9m maior qualidade \u00e0 Base.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O documento apresentado contempla alguns dos debates sobre o Ensino M\u00e9dio que v\u00eam sendo feitos por especialistas h\u00e1 alguns anos, como a possibilidade de inova\u00e7\u00e3o e flexibiliza\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o curricular do Ensino M\u00e9dio, possibilitando op\u00e7\u00f5es de escolha aos estudantes e uma organiza\u00e7\u00e3o mais interdisciplinar, por \u00e1reas de conhecimento. Contudo, sua realiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 limitada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es limitantes encontradas hoje nas redes de ensino e na estrutura de forma\u00e7\u00e3o de professores, que hoje, no Brasil, \u00e9 feita por disciplina. Sabemos, por exemplo, que existem regi\u00f5es com dificuldades em ter professores de determinadas disciplinas. Nesse contexto, os itiner\u00e1rios ser\u00e3o determinados pelo interesse dos alunos ou pela disponibilidade dos professores e das escolas?&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O pressuposto do documento \u00e9 que os estados ter\u00e3o autonomia para elaborar os curr\u00edculos dos diferentes itiner\u00e1rios formativos previstos pela reforma do Ensino M\u00e9dio, o que \u00e9 um princ\u00edpio interessante, mas que demanda muita aten\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o. Como as condi\u00e7\u00f5es de investimento e t\u00e9cnicas dos estados s\u00e3o muito diversas, o risco da falta de um documento nacional que oriente a constru\u00e7\u00e3o desses curr\u00edculos \u00e9 que o problema da desigualdade educacional, que j\u00e1 \u00e9 enorme entre as regi\u00f5es de nosso pa\u00eds, seja acirrada ainda mais. \u00c9 importante que o Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o avance na constru\u00e7\u00e3o de normativas para garantir os direitos de aprendizagem de todos.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;A proposta de Base do Ensino M\u00e9dio \u00e9 de que o professor ser\u00e1 capaz de promover a articula\u00e7\u00e3o entre as disciplinas, com suas especificidades, saberes pr\u00f3prios historicamente constru\u00eddos e a sua contextualiza\u00e7\u00e3o, para a apreens\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o na realidade, conforme previsto no parecer do Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o de 2009, mas o foco \u00e9 o desenvolvimento das habilidades, entendidas pela Base como as aprendizagens essenciais. &#8220;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;Caber\u00e1 \u00e0s redes estaduais de ensino fazer isso ao elaborar os seus curr\u00edculos, caso contr\u00e1rio o documento corre o risco n\u00e3o ser devidamente implementado, de n\u00e3o ter efeitos reais no dia a dia das salas de aula. Se a constru\u00e7\u00e3o desses objetivos de aprendizagem por disciplina n\u00e3o for bem orientada e compartilhada entre todas as redes, com apoio suficiente do governo federal, o risco \u00e9 que as desigualdades aumentem entre os estados. &#8220;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;Cabe ressaltar que \u00e9 muito importante que o Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o promova audi\u00eancias p\u00fablicas e outros processos participativos para o aprimoramento do documento. Para que uma Base seja capaz de impactar positivamente a qualidade do ensino, \u00e9 preciso que tenha legitimidade e que seja devidamente debatida com pesquisadores, gestores, professores, estudantes e com a sociedade em geral.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Heloisa Morel, diretora do Instituto Pen\u00ednsula<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O Instituto Pen\u00ednsula entende que a constru\u00e7\u00e3o da BNCC para o ensino m\u00e9dio \u00e9 um passo importante para a educa\u00e7\u00e3o. Os novos contextos buscam contemplar os interesses dos estudantes, o que deve diminuir a evas\u00e3o escolar, inclusive. Os professores precisam ser apoiados para trabalhar nesse modelo diferente e ser\u00e3o desafiados a focar em conte\u00fados estruturantes e essenciais ao curso.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O instituto acredita que \u00e9 importante extrapolar o modelo de disciplinas historicamente tradicional no Ensino M\u00e9dio. As escolas est\u00e3o mais conectadas aos conceitos disciplinares do que a ideia de compet\u00eancias e habilidades. Mudar esse paradigma \u00e9 uma reflex\u00e3o profunda que apenas se inicia nas diretrizes da BNCC. [&#8230;]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O formato proposto pela Base desta etapa de ensino de trabalhar com itiner\u00e1rios formativos \u00e9 uma novidade para o modelo educacional brasileiro. Ser\u00e1 preciso um esfor\u00e7o conjunto para oferecer modelos educacionais estruturados para esses of\u00edcios que o jovem vai escolher com a finalidade de facilitar e ajudar no seu futuro e no mundo do trabalho e da cidadania global. Mas ainda precisamos refletir sobre como ser\u00e1 a implementa\u00e7\u00e3o desta nova proposta antes da aprova\u00e7\u00e3o do documento. Na teoria, a proposta faz sentido. O processo para coloc\u00e1-la na pr\u00e1tica \u00e9 bastante desafiador, seja pela interpreta\u00e7\u00e3o do governo, prepara\u00e7\u00e3o dos professores, clareza para os alunos escolherem suas trilhas flex\u00edveis.&#8221;<\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">O modelo da Base \u00e9 composto por diretrizes que v\u00e3o nortear os curr\u00edculos que as redes de ensino desenvolver\u00e3o com autonomia. Para o Instituto, o ponto de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 como os docentes das trilhas flex\u00edveis v\u00e3o aplicar os seus conhecimentos tradicionalmente trabalhados em sala de aula no novo formato proposto e como eles v\u00e3o adaptar o conte\u00fado para uma carga hor\u00e1ria menor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O Instituto Pen\u00ednsula acredita que as faculdades de forma\u00e7\u00e3o de professores ter\u00e3o de redesenhar seus cursos conforme as novas demandas, pensando na forma\u00e7\u00e3o integral do futuro professor, envolvendo coopera\u00e7\u00e3o, criatividade, conectividade, criticidade e comunica\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Maria Helena Guimar\u00e3es de Castro, secret\u00e1ria-executiva do MEC<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">Maria Helena Guimar\u00e3es de Castro, secret\u00e1ria executiva do MEC, lembrou que as compet\u00eancias gerais apresentadas nesta ter\u00e7a s\u00e3o as mesmas que regem o ensino fundamental.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">&#8220;O que muda agora \u00e9 o olhar para as compet\u00eancias espec\u00edficas das \u00e1reas, que excluem as compet\u00eancias espec\u00edficas do componente&#8221;, explicou ela. &#8220;No ensino fundamental t\u00ednhamos compet\u00eancias espec\u00edficas de \u00e1rea e depois de componente, e agora n\u00e3o temos no ensino m\u00e9dio.&#8221;<\/span><br \/><span style=\"font-size: 12pt;\">A representante do MEC explica, ainda, que a Base procura &#8220;aprofundar teoria e pr\u00e1tica em todas as \u00e1reas, com \u00eanfase nas atitudes e valores que os alunos devem resolver, como adaptabilidade, trabalho em equipe e valores \u00e9ticos&#8221;.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino m\u00e9dio elaborada pelo governo federal pode ampliar a desigualdade nos estados. Para o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), a proposta aumenta a possibilidade de escolhas dos alunos e d\u00e1 um padr\u00e3o nacional aos curr\u00edculos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-8303","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8303","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8303"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8303\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8303"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8303"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8303"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}