{"id":827,"date":"2005-03-09T18:11:00","date_gmt":"2005-03-09T21:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2005\/03\/09\/como-lidar-com-o-plagio-em-sala-de-aula\/"},"modified":"2005-03-09T18:11:00","modified_gmt":"2005-03-09T21:11:00","slug":"como-lidar-com-o-plagio-em-sala-de-aula","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/como-lidar-com-o-plagio-em-sala-de-aula\/","title":{"rendered":"Como lidar com o pl\u00e1gio em sala de aula"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais ou menos dez anos surgiu um fen\u00f4meno chamado Internet. E com ela a facilidade de se copiar material para a elabora\u00e7\u00e3o de trabalhos escolares, uma pr\u00e1tica conden\u00e1vel mas, nem sempre, f\u00e1cil de identificar. No entanto, \u00e9 necess\u00e1rio lembrar que desde que existem publica\u00e7\u00f5es &#8211; sejam livros, jornais, revistas, etc. &#8211; houve a possibilidade de c\u00f3pia. A rede mundial de computadores e a Inform\u00e1tica ao alcance das pessoas apenas facilitou esse processo. A Internet \u00e9 uma grande biblioteca na qual qualquer pessoa pode colocar um texto. Assim, como na biblioteca, \u00e9 necess\u00e1rio que as pessoas saibam como se virar l\u00e1 dentro, como olhar as refer\u00eancias de um livro, de revistas, como utilizar o material dispon\u00edvel e como manipul\u00e1-lo, j\u00e1 que isso tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio no plano virtual. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201c\u00c9 preciso difundir uma cultura de que c\u00f3pia n\u00e3o se permite. O pl\u00e1gio existe, isso \u00e9 algo fraco n\u00e3o s\u00f3 culturalmente, mas tamb\u00e9m juridicamente no Brasil\u201c, aponta o professor do departamento de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da UnB (Universidade de Bras\u00edlia) Carlos Pio, que h\u00e1 quatro anos descobriu pl\u00e1gio com a ajuda da Internet em trabalhos de 11 alunos da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e os reprovou. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com a possibilidade de simplesmente mandar imprimir ou copiar eletronicamente um texto que est\u00e1 na tela do monitor &#8211; e que provavelmente apareceu ap\u00f3s uma breve pesquisa em sites de busca como o Google -, o trabalho que o estudante deveria empenhar para realizar uma pesquisa escolar, leitura e escrita acaba sendo deixado de lado, j\u00e1 que a praticidade desse meio permite resultados muito r\u00e1pidos sem grande esfor\u00e7o. O problema \u00e9 que tal pr\u00e1tica \u00e9 errada e ilegal, j\u00e1 que a propriedade intelectual \u00e9 sempre protegida, tanto pela lei como pelos princ\u00edpios \u00e9ticos e profissionais. Mas, como os professores devem trabalhar essa quest\u00e3o em sala de aula? Como devem orientar seus alunos? \u201cUma das alternativas \u00e9 que o professor trabalhe com conceitos, como a \u00e9tica e moral com seus alunos\u201c, aconselha a professora do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSCar (Universidade Federal de S\u00e3o Carlos) Regina Maria Sim\u00f5es Puccinelli Tancrede. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Al\u00e9m disso, o professor n\u00e3o deve simplesmente pedir determinado trabalho, dizer o tema e n\u00e3o dar nenhuma orienta\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio ensinar como se faz uma pesquisa na Internet, quais s\u00e3o os sites com conte\u00fado confi\u00e1vel, pois, segundo um levantamento recente feito pela Escola do Futuro da USP e pela intranet educacional Ensino.net, 10% dos sites brasileiros que se posicionam como conte\u00fado educativo, cultural ou art\u00edstico s\u00e3o de m\u00e1 qualidade. Ensinar como se colocam refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas em um trabalho, explicar as diferen\u00e7as entre cita\u00e7\u00e3o e par\u00e1frase, discutir a quest\u00e3o da propriedade intelectual, quais s\u00e3o os princ\u00edpios \u00e9ticos que est\u00e3o envolvidos na quest\u00e3o do pl\u00e1gio, tudo isso \u00e9 fundamental para despertar nos alunos a vontade de fazer um trabalho.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cAl\u00e9m disso, os professores devem ter o costume de ler os trabalhos que recebem. Eu desconfio que h\u00e1 por parte do professor um pacto de mediocridade. Quer dizer, o professor finge que ensina e corrige e o aluno finge que aprende\u201c, opina Pio. Regina considera que se o professor for bem informado, vai conseguir dar informa\u00e7\u00f5es adequadas aos alunos. \u201cSe o professor n\u00e3o estiver acostumado a ler o trabalho dos alunos, a discutir e a comparar o trabalho de um com outro, ele vai ser enganado, talvez\u201c, aponta a professora da UFSCar. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>No flagra<\/B> &#8211; Pio diz que desenvolveu algumas t\u00e9cnicas durante os anos de doc\u00eancia na corre\u00e7\u00e3o dos trabalhos. \u201cQuando o professor se dispuser a ler atentamente aquilo que recebe &#8211; o que \u00e9 cada vez mais dif\u00edcil tendo em vista o n\u00famero de trabalhos que o professor tem de ler -, ele vai percebendo intuitivamente alguns elementos que facilitam muito a descoberta do pl\u00e1gio: se o trabalho est\u00e1 muito bom, n\u00e3o tem cita\u00e7\u00e3o nenhuma; se for muito gen\u00e9rico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quilo que foi pedido; se tiver diferen\u00e7a de qualidade na escrita, na reda\u00e7\u00e3o, um trecho com portugu\u00eas muito bom outro com o portugu\u00eas muito ruim; e, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, diferen\u00e7a nas fontes, o que \u00e9 muito \u00f3bvio, mas acontece. Ent\u00e3o, essas coisas chamam a aten\u00e7\u00e3o\u201c, explica. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A Internet tamb\u00e9m \u00e9 uma excelente amiga na hora de se descobrir um pl\u00e1gio. Caso o professor desconfie de algum par\u00e1grafo do trabalho, \u00e9 s\u00f3 escrever as principais palavras ou as mais rebuscadas em algum site de busca que ele trar\u00e1 frases que contenham os termos. Pio conta que foi exatamente isso que fez com os trabalhos dos seus 11 alunos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. \u201cPenso que o professor tem uma grande responsabilidade na forma\u00e7\u00e3o do aluno com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 essa busca de refer\u00eancias e de pesquisas na Internet\u201c, opina Regina. Para o professor da UnB, o mercado de trabalho trata de corrigir esses estudantes que cometem pl\u00e1gio. O pl\u00e1gio \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de fragilidades, mas h\u00e1 grada\u00e7\u00f5es nessa viola\u00e7\u00e3o de direito autoral ou de \u00e9tica. \u00c9 importante diferenciar uma c\u00f3pia cometida por um calouro em um trabalho de curso de um aluno de mestrado ou doutorado que apresenta uma disserta\u00e7\u00e3o final copiada, escrita por outra pessoa ou sem indica\u00e7\u00e3o de fonte. Sem d\u00favida, este \u00faltimo \u00e9 muito mais grave.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Legalmente falando&#8230;<\/B>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A quest\u00e3o do pl\u00e1gio \u00e9, das rela\u00e7\u00f5es do direito autoral, a mais dissimulada \u00e9 mais dif\u00edcil de se constatar, porque n\u00e3o \u00e9 uma c\u00f3pia, \u00e9 uma imita\u00e7\u00e3o disfar\u00e7ada. \u201cO pl\u00e1gio, na verdade, nada mais \u00e9 do que voc\u00ea pegar o trabalho alheio, dar uma mascarada e com isso tirar proveito da propriedade intelectual de algu\u00e9m\u201c, explica o l\u00edder do projeto do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio e advogado especialista em direito autoral e propriedade intelectual, Eduardo Senna.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No meio acad\u00eamico, o pl\u00e1gio \u00e9 muito comum com trabalhos e mesmo monografias. Por\u00e9m, o advogado acredita que al\u00e9m da quest\u00e3o das monografias e do pl\u00e1gio por parte do aluno, isso est\u00e1 englobado de uma maneira geral na quest\u00e3o da discuss\u00e3o do direito autoral dentro das universidades. \u201cIsso vem desde as c\u00f3pias de livros nas bibliotecas, o que n\u00e3o deixa de ser uma viola\u00e7\u00e3o do direito autoral que n\u00e3o \u00e9 coibida, at\u00e9 esse ponto de trabalhos copiados, que tamb\u00e9m acabou sendo algo inserido na nossa cultura\u201c. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em geral, o professor quando detecta o pl\u00e1gio de um aluno d\u00e1 zero. N\u00e3o se pensa em partir para as medidas legais, apesar de elas existirem. \u201cO pl\u00e1gio \u00e9 uma viola\u00e7\u00e3o ao direito autoral. Pl\u00e1gio, ao contr\u00e1rio de contrafa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 crime, e n\u00e3o pode ser punido com a\u00e7\u00e3o penal, mas, sim, com a\u00e7\u00e3o c\u00edvel\u201c, explica Senna. O aluno que comete pl\u00e1gio estaria sujeito \u00e0s seguintes san\u00e7\u00f5es legais: uma indeniza\u00e7\u00e3o por dano patrimonial, uso indevido da obra; e uma indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral pela mesma raz\u00e3o, isso por conta da subdivis\u00e3o do direito autoral em patrimonial e moral. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cNem a universidade nem o professor podem entrar com uma a\u00e7\u00e3o contra o aluno. O dono da obra \u00e9 quem pode processar. Por isso que \u00e9 muito dif\u00edcil de coibir isso e a hist\u00f3ria fica s\u00f3 no meio acad\u00eamico\u201c, ressalta o advogado. A t\u00e9cnica mais correntemente usada para a detec\u00e7\u00e3o de pl\u00e1gio na literatura \u00e9 a das linhas assim\u00e9tricas, que nada mais \u00e9 do que colocar os textos um ao lado do outro e ver se eles t\u00eam partes id\u00eanticas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cSe voc\u00ea tem um texto de dez par\u00e1grafos e seis deles s\u00e3o id\u00eanticos ou muito parecidos com outro &#8211; que mudaram com maquiagem -, pode-se afirmar, com razo\u00e1vel certeza, que houve pl\u00e1gio\u201c, verifica Senna. O advogado lembra que n\u00e3o se protegem id\u00e9ias, apenas a exterioriza\u00e7\u00e3o delas. Portanto, nada impede que em um universo de milh\u00f5es e milh\u00f5es de pessoas, duas pessoas tenham a mesma id\u00e9ia, e isso n\u00e3o implica em pl\u00e1gio.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais ou menos dez anos surgiu um fen\u00f4meno chamado Internet. 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