{"id":769,"date":"2004-11-04T14:06:00","date_gmt":"2004-11-04T16:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/11\/04\/editoras-trocam-conteudo-por-mais-lucro\/"},"modified":"2004-11-04T14:06:00","modified_gmt":"2004-11-04T16:06:00","slug":"editoras-trocam-conteudo-por-mais-lucro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/editoras-trocam-conteudo-por-mais-lucro\/","title":{"rendered":"Editoras trocam conte\u00fado por mais lucro"},"content":{"rendered":"<p>O mote \u201clivro bom \u00e9 livro que vende\u201c virou regra no mercado editorial brasileiro. T\u00edtulos com excelentes conte\u00fados, mas que n\u00e3o trazem receita, est\u00e3o sendo descartados pelas editoras. O preciosismo perde lugar para a realidade imposta pelos n\u00fameros &#8211; a venda de exemplares saiu de 410 milh\u00f5es de exemplares, em 1998, para 255 milh\u00f5es no ano passado, uma queda pr\u00f3xima a 40% em cinco anos. \u201cN\u00e3o temos mais margem para errar com livros que d\u00e3o preju\u00edzo\u201c, diz Bernardo Gurbanov, vice-presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com a expectativa de manuten\u00e7\u00e3o das vendas neste ano e pressionadas pelo interesse crescente das companhias internacionais no mercado local, as editoras est\u00e3o buscando caminhos alternativos para ficar acima da m\u00e9dia do setor e crescer. As estrat\u00e9gias incluem desde a oferta de produtos mais baratos para quebrar a mais reconhecida barreira ao acesso \u00e0 leitura no pa\u00eds &#8211; a falta de renda dos consumidores -, at\u00e9 investimentos mais pesados em propaganda e diversifica\u00e7\u00e3o dos pontos de venda.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A ga\u00facha L&#038;PM, por exemplo, prev\u00ea um crescimento de 30% nas vendas de livros de bolso neste ano, para 1 milh\u00e3o de exemplares, gra\u00e7as \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de pontos de venda pouco convencionais, explica o diretor Paulo de Almeida Lima. S\u00e3o 2,5 mil espalhados pelo pa\u00eds -10 novos a cada semana -, desde as livrarias, que representam 60% do total, mas tamb\u00e9m bancas de revistas, farm\u00e1cias, lojas de conveni\u00eancia em postos de gasolina e at\u00e9 padarias e a\u00e7ougues.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O pre\u00e7o tamb\u00e9m ajuda. Os chamados \u201cpockets\u201c s\u00e3o menores, custam at\u00e9 70% menos do que os livros convencionais e representam 77% das vendas da editora, que coloca no mercado de cinco a seis novos t\u00edtulos por m\u00eas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Lima e representantes de outras editoras como Sextante, Ediouro, Melhoramentos e Bertrand Brasil reuniram-se na semana passada, em Porto Alegre, antes da abertura da 50\u00aa Feira do Livro, para discutir formas de alavancar o mercado do setor no 32\u00ba Encontro Nacional de Editores e Livreiros. Para a C\u00e2mara Brasileira do Livro, respons\u00e1vel pelo congresso, as vendas em 2004 devem interromper o ciclo de queda e se equiparar \u00e0s do ano passado, na faixa de 255,8 milh\u00f5es de exemplares.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Mesmo assim, j\u00e1 \u00e9 um bom resultado pois, em 2003, o volume comercializado havia recuado 20% em rela\u00e7\u00e3o a 2002, avalia a entidade. No ano passado, o faturamento das editoras brasileiras chegou a R$ 2,3 bilh\u00f5es (ante R$ 2,1 bilh\u00f5es no anterior), e o das livrarias, a cerca de R$ 1 bilh\u00e3o, calcula a C\u00e2mara. Do total, as compras governamentais de livros did\u00e1ticos responderam por 110,8 milh\u00f5es de unidades e uma receita de R$ 455,5 milh\u00f5es, com queda de 32% e crescimento de 19%, respectivamente, sobre os n\u00fameros de 2002. \u201cO livro sofre efeitos do fator estrutural, que \u00e9 a pequena quantidade de livrarias e bibliotecas, do fator cultural, com o baixo acesso \u00e0 leitura, e do fator econ\u00f4mico\u201c, afirma Marino Lobello, vice-presidente da CBL.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A carioca Sextante, focada nos segmentos de espiritualidade e auto-ajuda, emplacou o fen\u00f4meno de vendas do ano, \u201cO C\u00f3digo Da Vinci\u201c, com 250 mil exemplares comercializados desde mar\u00e7o e agora est\u00e1 trabalhando para manter o novo patamar com outros lan\u00e7amentos. O principal \u00e9 \u201cAnjos e Dem\u00f4nios\u201c, do mesmo autor do \u201cC\u00f3digo\u201c (Dan Brown), que saiu na \u00faltima semana com uma primeira edi\u00e7\u00e3o de 160 mil exemplares. \u201cTentamos nos posicionar no mercado como uma editora de livros acess\u00edveis no pre\u00e7o e no conte\u00fado e um pouco mais agressiva em marketing do que a m\u00e9dia do mercado\u201c, explica o diretor executivo Marcos da Veiga Pereira. Ele espera um incremento de at\u00e9 20% este ano nas vendas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A paulista Ediouro, que trabalha no segmento de \u201cinteresse geral\u201c, prev\u00ea um crescimento de 15% a 20% este ano e, para 2005, j\u00e1 planeja aumentar o n\u00famero de lan\u00e7amentos de oito para 14 por m\u00eas, adianta o diretor editorial e de marketing, Heitor Paix\u00e3o. Embora n\u00e3o tenha trabalhado com nenhum \u201cbest seller\u201c neste ano, as vendas m\u00e9dias t\u00eam garantido o alcance \u201cr\u00e1pido\u201c do ponto de equil\u00edbrio de cada edi\u00e7\u00e3o, explica o executivo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em novembro, a Ediouro tamb\u00e9m far\u00e1 o relan\u00e7amento da editora Agir, adquirida em 2002, com uma linha de novos autores mesclada com nomes tradicionais como Ariano Suassuna e Lima Barreto e cl\u00e1ssicos como \u201cO Pequeno Pr\u00edncipe\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A editora Melhoramentos, especializada em livros infantis, ilustrados e dicion\u00e1rios, prev\u00ea uma expans\u00e3o de 12% nas vendas este ano, para cerca de 8 milh\u00f5es de exemplares, informa o presidente do conselho de administra\u00e7\u00e3o, Alfredo Weiszflog. De acordo com ele, a empresa optou pelos livros de \u201cbaixo custo\u201c e n\u00e3o deixou de crescer nos \u00faltimos cinco anos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> As livrarias, que h\u00e1 dez anos concentravam 80% das vendas totais da empresa, hoje respondem por uma parcela de 50% e o restante divide-se entre supermercados, que trabalham com as linhas mais baratas, e o segmento \u201cporta a porta\u201c, explica o empres\u00e1rio. Para 2005, a Melhoramentos espera uma expans\u00e3o de mais 5% a 6% porque o mercado n\u00e3o deve manter o mesmo ritmo deste ano e as pr\u00f3prias compras governamentais, que respondem por menos de 20% dos neg\u00f3cios da empresa, devem entrar no ciclo de baixa.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na Bertrand Brasil, que pertence ao grupo Record, uma das estrat\u00e9gias \u00e9 aumentar a participa\u00e7\u00e3o de autores nacionais no cat\u00e1logo de livros de fic\u00e7\u00e3o e n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o. \u201cCome\u00e7amos a reverter os resultados negativos no segundo semestre deste ano e, em 2005, pretendemos alcan\u00e7ar o equil\u00edbrio\u201c, explica a diretora editorial Rosemary Alves.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com oito novos t\u00edtulos por m\u00eas no mercado, a editora lan\u00e7ou recentemente o \u201cDecifrando o C\u00f3digo da Vinci\u201c, de Simon Cox, com uma tiragem inicial de 10 mil exemplares e, desde l\u00e1, j\u00e1 sa\u00edram mais duas edi\u00e7\u00f5es de 5 mil cada. Segundo Rosemary, neste ano as vendas da empresa devem ser \u201cbem maiores\u201c do que em 2003.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Estrangeiras abrem espa\u00e7o para autor brasileiro\u00a0<\/B><br \/> <em>Valor Econ\u00f4mico &#8211; Daniela D\u00b4Ambrosio<\/em>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> As editoras estrangeiras t\u00eam planos ambiciosos para o Brasil. Dispostas a desenvolver o mercado local e apostar em autores brasileiros e n\u00e3o simplesmente em traduzir t\u00edtulos do exterior, essas empresas pretendem disputar a lideran\u00e7a do segmento onde atuam. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Depois da Santillana, divis\u00e3o do grupo de m\u00eddia espanhol Prisa que em 2001 comprou a Editora Moderna, duas outras espanholas chegam fortes ao pa\u00eds: a Planeta e a Edi\u00e7\u00f5es SM. \u201cS\u00e3o editoras j\u00e1 consolidadas em pa\u00edses de l\u00edngua espanhola e que agora querem explorar o enorme potencial do mercado brasileiro, que tem apenas 26 milh\u00f5es de leitores\u201c, afirma Marino Lobello, vice-presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A Planeta chegou ao Brasil no ano passado e j\u00e1 lan\u00e7ou cerca de 180 t\u00edtulos. Maior grupo de comunica\u00e7\u00e3o de l\u00edngua espanhola e o quinto maior no mundo &#8211; fora do Brasil, eles t\u00eam rede televis\u00e3o, jornais e r\u00e1dio -, a empresa pretende ficar entre as primeiras posi\u00e7\u00f5es no mercado brasileiro de obras de interesse geral. \u201cSomos l\u00edderes nos pa\u00edses onde estamos e queremos estar entre as primeiras posi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m no Brasil\u201c, afirma C\u00e9sar Gonzalez, diretor da Planeta.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A meta, segundo Gonzalez, \u00e9 atingir um patamar de cem novos t\u00edtulos por ano. \u201cO Brasil \u00e9 um mercado muito interessante para qualquer editora\u201c, avalia o executivo. Um de seus principais sucessos deste ano foi \u201cA Vida de Chico Xavier\u201c, que superou a marca de 100 mil exemplares vendidos. Com uma estrat\u00e9gia ambiciosa, a empresa espanhola conseguiu conquistar importantes escritores nacionais, como Zuenir Ventura, que deve lan\u00e7ar um livro no in\u00edcio de 2005, e Fernando Moares, que est\u00e1 preparando a biografia da ag\u00eancia W Brasil &#8211; ainda sem data definida para o lan\u00e7amento.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cEsses autores n\u00e3o t\u00eam contratos de exclusividade com as editoras como se pensava\u201c, explica Gonzalez. \u201cAs negocia\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas por projetos\u201c, completa. Al\u00e9m de um contrato vantajoso, para conquistar autores desse calibre a empresa oferece a possibilidade de publica\u00e7\u00e3o fora do Brasil. \u201cPodemos oferecer uma plataforma de lan\u00e7amentos para outros mercados e isso atrai autores de primeira linha\u201c, diz o diretor.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A Planeta tamb\u00e9m pretende lan\u00e7ar autores brasileiros ainda n\u00e3o conhecidos, mas com potencial de virar bons vendedores. Outra editora espanhola que resolveu desbravar o mercado brasileiro \u00e9 a Edi\u00e7\u00f5es SM, h\u00e1 60 no seu pa\u00eds de origem e que no ano passado teve um faturamento de 160 milh\u00f5es de euros.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Presente no Chile, M\u00e9xico e Argentina, a SM &#8211; especializada em publica\u00e7\u00f5es escolares (did\u00e1ticas e paradid\u00e1ticas) e literatura infantil e juvenil &#8211; chegou ao Brasil em agosto deste ano. A editora pretende investir R$ 30 milh\u00f5es nos quatro primeiros anos para consolidar sua presen\u00e7a no mercado brasileiro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cNosso objetivo \u00e9 dar um forte suporte ao trabalho do professor, o apoio a pesquisas educativas e o est\u00edmulo \u00e0 leitura\u201c, afirma Alexandre Faccioli, diretor editorial da SM no Brasil. At\u00e9 o final do ano, a empresa deve lan\u00e7ar 20 t\u00edtulos e, para 2005, a previs\u00e3o \u00e9 colocar 40 livros no mercado. \u201cNosso objetivo n\u00e3o \u00e9 ter uma presen\u00e7a t\u00edmida no Brasil\u201c, diz Faccioli. \u201cQueremos entrar na disputa para vender ao governo e ser uma das tr\u00eas maiores em livros did\u00e1ticos no Brasil.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A associa\u00e7\u00e3o com empresas brasileiras \u00e9 outra forma que as estrangeiras encontram para acessar o mercado nacional. H\u00e1 pouco mais de um m\u00eas, a Harbra fez uma associa\u00e7\u00e3o com a MM Editorial &#8211; empresa com sede comercial em Londres e sede editorial em Atenas &#8211; para a venda de livros de ensino da l\u00edngua inglesa. \u201cCom essa parceria ganhamos cinco anos em termos de produ\u00e7\u00e3o\u201c, afirma Maria Pia Castiglia, supervisora do departamento editorial. A Harbra atua na \u00e1rea de livros did\u00e1ticos e de interesse geral.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A partir desse acordo, nos pr\u00f3ximos anos, a Harbra planeja atuar tamb\u00e9m no Mercosul, Am\u00e9rica Central e M\u00e9xico. A expectativa de Maria Pia \u00e9 de um crescimento de 30% em d\u00f3lar para os pr\u00f3ximos tr\u00eas anos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Guanabara planeja crescer com did\u00e1ticos\u00a0<\/B><br \/> <em>Valor Econ\u00f4mico &#8211; Janaina Vilella<\/em>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> L\u00edder no mercado editorial da biomedicina, no Brasil, a Guanabara Koogan, prepara-se para disputar o segmento do ensino m\u00e9dio. A empresa reservou R$ 1 milh\u00e3o dos R$ 11 milh\u00f5es que pretende investir este ano, para o lan\u00e7amento de sete livros did\u00e1ticos. Segundo Mauro Koogan Lorch, presidente da editora, a expectativa \u00e9 que &#8211; com a nova s\u00e9rie &#8211; o faturamento aumente inicialmente 15%, passando dos R$ 30 milh\u00f5es registrados no ano passado para cerca de R$ 34,5 milh\u00f5es.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A editora atua no Brasil desde 1934 e h\u00e1 50 anos especializou-se no segmento de livros de medicina para o p\u00fablico universit\u00e1rio. \u201cSomos l\u00edderes h\u00e1 50 anos da fatia universit\u00e1ria biom\u00e9dica, que representa cerca de 600 mil novos alunos a cada ano\u201c, diz Lorch. \u201cVamos disputar o universo do ensino m\u00e9dio que, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep), tem nove milh\u00f5es de estudantes no pa\u00eds.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Preocupado com a invas\u00e3o de editoras estrangeiras no pa\u00eds, Lorch tamb\u00e9m anunciou, em maio deste ano, a compra da Medsi, terceira empresa do setor, especializada em livros profissionais. Sem mencionar n\u00fameros, Lorch afirmou que o valor do neg\u00f3cio ultrapassou o faturamento da Medsi, de 2003, de R$ 4 milh\u00f5es. Com 900 t\u00edtulos e a pol\u00edtica de lan\u00e7ar 200 novos t\u00edtulos\/ano, a editora est\u00e1 entre as dez maiores do mercado brasileiro e exporta atualmente cerca de R$ 2 milh\u00f5es para Portugal.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mote \u201clivro bom \u00e9 livro que vende\u201c virou regra no mercado editorial brasileiro. T\u00edtulos com excelentes conte\u00fados, mas que n\u00e3o trazem receita, est\u00e3o sendo descartados pelas editoras. 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