{"id":7271,"date":"2017-03-08T15:19:27","date_gmt":"2017-03-08T18:19:27","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/ausencia-de-historia-e-geografia-no-novo-ensino-medio-gera-apreensao\/"},"modified":"2017-03-08T15:19:27","modified_gmt":"2017-03-08T18:19:27","slug":"ausencia-de-historia-e-geografia-no-novo-ensino-medio-gera-apreensao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/ausencia-de-historia-e-geografia-no-novo-ensino-medio-gera-apreensao\/","title":{"rendered":"Aus\u00eancia de hist\u00f3ria e geografia no novo ensino m\u00e9dio gera apreens\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O fato de a lei da reforma do ensino m\u00e9dio, sancionada no \u00faltimo dia 16, pelo presidente Michel Temer, n\u00e3o explicitar a obrigatoriedade das disciplinas hist\u00f3ria e geografia tem gerado fortes cr\u00edticas entre profissionais da \u00e1rea.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A aus\u00eancia chegou a ser classificada pelo historiador Ronaldo Vainfas, em artigo publicado no GLOBO, como uma \u201caberra\u00e7\u00e3o\u201d. Ao protesto de Vainfas, soma-se uma carta aberta publicada pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Hist\u00f3ria (Anpuh), em que a entidade cobra a \u201cclara defini\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria como componente curricular obrigat\u00f3rio no ensino m\u00e9dio\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Na nova lei, apenas matem\u00e1tica, portugu\u00eas e ingl\u00eas s\u00e3o consideradas disciplinas obrigat\u00f3rias. O texto determina, por outro lado, que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino m\u00e9dio \u2014 documento que definir\u00e1 quais conhecimentos devem ser ensinados em todo o pa\u00eds aos alunos daquela etapa escolar \u2014 inclua obrigatoriamente \u201cestudos e pr\u00e1ticas\u201d de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, artes, sociologia e filosofia. Hist\u00f3ria e geografia, entretanto, n\u00e3o s\u00e3o mencionadas. A BNCC est\u00e1 em discuss\u00e3o desde 2015, mas ainda n\u00e3o foi conclu\u00edda.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Na carta divulgada pela Anpuh, a associa\u00e7\u00e3o aponta \u201cfortes incertezas\u201d sobre a presen\u00e7a da disciplina no ensino m\u00e9dio, uma vez que a BNCC ainda n\u00e3o foi apresentada. J\u00e1 Vainfas classificou a Base Nacional, a partir das vers\u00f5es provis\u00f3rias j\u00e1 apresentadas, como \u201cchavista e xen\u00f3foba` \u2014 na mais recente vers\u00e3o, os principais eixos tem\u00e1ticos s\u00e3o a Hist\u00f3ria das Am\u00e9ricas, Hist\u00f3ria mundial do s\u00e9culo XX e Hist\u00f3ria do Brasil republicano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u2014 N\u00e3o estou dizendo que a hist\u00f3ria deva ser ensinada sem conflito, sem cr\u00edtica, mas o que a Base indica \u00e9 uma vis\u00e3o preconceituosa em rela\u00e7\u00e3o ao Ocidente, manique\u00edsta entre o bem e o mal. \u00c9 uma perspectiva militante \u2014 reclama Vainfas, lamentando uma falta de aten\u00e7\u00e3o do governo com a mat\u00e9ria. \u2014 \u00c9 algo inacredit\u00e1vel a retirada da obrigatoriedade no ensino m\u00e9dio: se feita, vai dissolver a carreira dos historiadores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Para o historiador Daniel Aar\u00e3o Reis, da Universidade Federal Fluminense (UFF), a disciplina deve permanecer obrigat\u00f3ria e caminhar para o conhecimento para al\u00e9m das hist\u00f3rias do Brasil e da Europa \u2014 sem, por\u00e9m, recorrer ao que chama de vis\u00e3o \u201cterceiro-mundista\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u2014 A hist\u00f3ria faz parte do curr\u00edculo h\u00e1 d\u00e9cadas, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil mas no mundo. [A retirada da obrigatoriedade] Foi uma medida dr\u00e1stica e equivocada, e espero que possa ser corrigida \u2014 lamenta Reis, que tamb\u00e9m n\u00e3o concorda com a tem\u00e1tica inicial proposta pela BNCC. \u2014 A cr\u00edtica ao europocentrismo \u00e9 v\u00e1lida, mas n\u00e3o com uma reivindica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do \u201cterceiro-mundismo\u201d, uma ideologia velha que migrou para o Brasil. A proposta inicial da Base ficou muito marcada por isso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">MEC ASSEGURA INCLUS\u00c3O DOS CONTE\u00daDOS<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A secret\u00e1ria-executiva do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), Maria Helena Guimar\u00e3es de Castro, garante que o conte\u00fado de hist\u00f3ria n\u00e3o ficar\u00e1 de fora dos componentes curriculares obrigat\u00f3rios da BNCC do ensino m\u00e9dio. Embora o documento ainda esteja em discuss\u00e3o, Maria Helena destacou que a presen\u00e7a da hist\u00f3ria \u00e9 imprescind\u00edvel:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u2014 \u00c9 o componente curricular mais central na \u00e1rea de ci\u00eancias humanas. Ent\u00e3o, com certeza, estar\u00e1 na parte obrigat\u00f3ria da Base Nacional e tamb\u00e9m na parte eletiva, caso o aluno queira se aprofundar na \u00e1rea de ci\u00eancias humanas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Maria Helena lembra, por\u00e9m, que a Base Nacional Comum Curricular n\u00e3o trar\u00e1 \u201cdisciplinas\u201d, mas sim \u201ccomponentes curriculares obrigat\u00f3rios\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u2014 Essa ideia de disciplina est\u00e1 em desuso no mundo. Veja o curr\u00edculo da Finl\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, Canad\u00e1. Na Fran\u00e7a, houve uma dificuldade enorme de professores entenderem que as compet\u00eancias s\u00e3o transversais. \u00c9 uma quest\u00e3o de nomenclatura \u2014 destaca ela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">NOVA VERS\u00c3O DA PROPOSTA DE BASE NACIONAL<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Ap\u00f3s conseguir a aprova\u00e7\u00e3o da reforma do ensino m\u00e9dio no Congresso, o MEC retomou a elabora\u00e7\u00e3o da Base Nacional e definiu um cronograma para entregar o texto ao Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (CNE) at\u00e9, no m\u00e1ximo, agosto deste ano. A Base j\u00e1 havia passado por discuss\u00f5es nos estados, com o conselho de secret\u00e1rios estaduais e municipais de Educa\u00e7\u00e3o, quando o governo decidiu paralisar a sua elabora\u00e7\u00e3o at\u00e9 que a lei fosse aprovada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Agora, o MEC trabalha na terceira vers\u00e3o do texto, que passar\u00e1 por leitores cr\u00edticos, e, depois, ser\u00e1 enviada ao CNE, que ter\u00e1 de aprov\u00e1-la para em seguida ser homologada pelo ministro da Educa\u00e7\u00e3o. Como as duas vers\u00f5es apresentadas at\u00e9 ent\u00e3o geraram cr\u00edticas, em especial devido ao conte\u00fado abordado, o MEC afirmou que o documento est\u00e1 sendo aperfei\u00e7oado para a pr\u00f3xima apresenta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O pr\u00f3prio presidente da comiss\u00e3o do CNE destacada para elaborar a Base Nacional, Cesar Callegari, considera um erro a nova lei n\u00e3o explicitar a obrigatoriedade tanto de Hist\u00f3ria quanto de Geografia. Assim como a secret\u00e1ria-executiva do MEC, ele destaca que o ensino dessas disciplinas n\u00e3o ser\u00e1 retirado do ensino m\u00e9dio porque a BNCC garantir\u00e1 que elas fa\u00e7am parte dos curr\u00edculos. Mas considera importante, que, ainda assim, elas estejam mencionadas no texto da lei e n\u00e3o dependam unicamente da Base Nacional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u2014 Assim como ficou decidido que sociologia e filosofia ser\u00e3o inclu\u00eddas obrigatoriamente, hist\u00f3ria e geografia deveriam ter recebido esse mesmo tratamento. Do jeito que est\u00e1, elas ficaram fora do texto da reforma, e, por isso, no meu entender, a lei falhou \u2014 avalia ele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O professor Marcus Dezemone, coordenador de ci\u00eancias humanas do col\u00e9gio Mopi, no Rio de Janeiro, espera que a lacuna sobre a obrigatoriedade das disciplinas seja preenchida em breve.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">\u2014 Hist\u00f3ria e a geografia permitem exerc\u00edcios de reflex\u00e3o que s\u00e3o muito importantes no ensino m\u00e9dio, um momento de amadurecimento. Desconhe\u00e7o outro pa\u00eds que as tenha suprimido de sua lei de ensino. Nem na ditadura no Brasil, mesmo com algumas mudan\u00e7as, elas foram suprimidas \u2014 lamenta Dezemone, tamb\u00e9m professor de hist\u00f3ria na UFF e na Uerj.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fato de a lei da reforma do ensino m\u00e9dio, sancionada no \u00faltimo dia 16, pelo presidente Michel Temer, n\u00e3o explicitar a obrigatoriedade das disciplinas hist\u00f3ria e geografia tem gerado fortes cr\u00edticas entre profissionais da \u00e1rea.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-7271","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Aus\u00eancia de hist\u00f3ria e geografia no novo ensino m\u00e9dio gera apreens\u00e3o &raquo; 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