{"id":718,"date":"2004-06-08T11:39:00","date_gmt":"2004-06-08T14:39:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/06\/08\/lei-do-livro-divide-mercado-editorial-brasileiro\/"},"modified":"2004-06-08T11:39:00","modified_gmt":"2004-06-08T14:39:00","slug":"lei-do-livro-divide-mercado-editorial-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/lei-do-livro-divide-mercado-editorial-brasileiro\/","title":{"rendered":"Lei do Livro divide mercado editorial brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>Com 1,92 m de altura e 100 kg, Pedro Corr\u00eaa do Lago \u00e9 uma met\u00e1fora ambulante de seu pr\u00f3prio estilo. Adotando a linha \u201ctrator\u201c, o presidente da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional tem mudado a cara da vetusta institui\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, angariado antipatias.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Estas n\u00e3o surgem tanto pelas altera\u00e7\u00f5es que v\u00eam sendo feitas na FBN desde janeiro de 2003, quando Corr\u00eaa do Lago assumiu, mas pelos superpoderes desse carioca de 46 anos. Com a morte do poeta Waly Salom\u00e3o em maio do ano passado, a Secretaria do Livro e da Leitura foi extinta e suas atribui\u00e7\u00f5es passaram para a Biblioteca Nacional. Hoje, Corr\u00eaa do Lago \u00e9 a voz do governo quando o assunto \u00e9 literatura.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cO problema \u00e9 saber se os poderes pertencem ao cargo ou ao Pedro, que \u00e9 muito centralizador. Se ele sair, como fica? As decis\u00f5es sobre livro no Brasil precisam ter uma continuidade\u201c, diz um editor, pedindo anonimato.\u00a0<\/p>\n<p> Se os editores ainda n\u00e3o batem abertamente de frente com Corr\u00eaa do Lago, um dos motivos \u00e9 a expectativa em torno da Lei do Livro. Aprovada no Senado em 31 de outubro de 2003, a Lei 10.753 precisa ser regulamentada por decreto presidencial. E o governo determinou que o presidente da FBN conduza a regulamenta\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Not\u00f3rio batalhador pela lei, o Snel (Sindicato Nacional dos Editores do Livro) demonstra preocupa\u00e7\u00e3o por n\u00e3o estar sendo ouvido. \u201cSoube por um e-mail que o f\u00f3rum da regulamenta\u00e7\u00e3o \u00e9 a Biblioteca. N\u00e3o me furto a conversar com qualquer interlocutor, mas a discuss\u00e3o precisa ser ampla e transparente\u201c, afirma o presidente do Snel, Paulo Rocco.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cEstamos fazendo consultas \u00e0s associa\u00e7\u00f5es do setor, recolhendo sugest\u00f5es, j\u00e1 tem muita gente se mexendo\u201c, diz Corr\u00eaa do Lago.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Um dos artigos da lei que o Snel n\u00e3o admite \u00e9 o que prev\u00ea que todos os contratos firmados entre autores e editoras sejam registrados na FBN. \u201cO presidente da Biblioteca saber\u00e1 de tudo o que acontece no mercado. Isso \u00e9 um absurdo\u201c, diz um editor.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com a suspens\u00e3o pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola), Corr\u00eaa do Lago tamb\u00e9m responde pelo \u00fanico programa federal para compra de livros paradid\u00e1ticos em 2004: o Fome do Livro. Ser\u00e3o comprados, neste ano, 700 exemplares de cada um dos 2.500 t\u00edtulos escolhidos. At\u00e9 2006, o objetivo \u00e9 alimentar com acervos 1.200 novas bibliotecas, passando todo munic\u00edpio brasileiro a ter uma.\u00a0<br \/> Em todas as suas a\u00e7\u00f5es, Corr\u00eaa do Lago diz buscar que \u201ca Biblioteca tenha uma presen\u00e7a maior no p\u00fablico\u201c. Essa seria a justificativa para realizar eventos n\u00e3o diretamente ligados ao acervo da institui\u00e7\u00e3o, como a exposi\u00e7\u00e3o comemorativa dos 60 anos de Chico Buarque, que ser\u00e1 aberta no fim de junho.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201c\u00c9 um reconhecimento simb\u00f3lico da contribui\u00e7\u00e3o do Chico ao trabalho da palavra no Brasil. Para mim, esse \u00e9 um papel da Biblioteca\u201c, diz Corr\u00eaa do Lago. \u201cE tem um sentido estrat\u00e9gico, porque, por causa da exposi\u00e7\u00e3o, pessoas novas conhecer\u00e3o nosso acervo.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Muitos dos seus projetos possuem o mesmo objetivo. Por exemplo: quando acabarem as obras do quarto andar, ele abrigar\u00e1 a mostra \u201cTesouros da Biblioteca\u201c, para que o p\u00fablico veja itens raros como a B\u00edblia de Mog\u00fancia, de 1462. E ainda neste ano ser\u00e1 aberta uma sala-biblioteca com cara de livraria: as pessoas poder\u00e3o ler os livros dispon\u00edveis ali sem burocracias.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Corr\u00eaa do Lago tamb\u00e9m tem mexido no or\u00e7amento de R$ 34,6 milh\u00f5es da Biblioteca para realizar a\u00e7\u00f5es que tenham mais impacto. Por exemplo: em vez de v\u00e1rios pr\u00eamios liter\u00e1rios, como era no passado, agora s\u00f3 existe o Pr\u00eamio Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional, que dar\u00e1 R$ 80 mil ao autor do melhor livro do ano.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cA Biblioteca tem uma marca muito boa, mas estava dormente\u201c, acredita Corr\u00eaa do Lago. Ele procura se policiar, porque declara\u00e7\u00f5es suas j\u00e1 geraram atos de desagravo a Eduardo Portella, professor e imortal da ABL (Academia Brasileira de Letras) que presidiu a FBN de 1997 a 2003.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cEu desejo ao meu sucessor que consiga mais do que eu consegui. Sei que fiz o que eu podia e que n\u00e3o houve in\u00e9rcia alguma\u201c, afirma Portella, citando a informatiza\u00e7\u00e3o por que passou a Biblioteca e a vinda de intelectuais como Susan Sontag e Carlo Ginzburg.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Reformas\u00a0<br \/> \u00c9 n\u00edtido que Corr\u00eaa do Lago quer adaptar a FBN a seu estilo. Reformou o estatuto, mudou o organograma, demitiu cerca de 200 pessoas e tem aberto diversos caminhos para que dinheiro privado entre no caixa.\u00a0<br \/> Ele assume que, al\u00e9m do seu temperamento, tanta voracidade se explica pelo desejo de reverter a imagem, difundida no meio editorial, de que \u00e9 \u201cuma raposa no galinheiro\u201c. Corr\u00eaa do Lago \u00e9 um dos maiores colecionadores de documentos, fotos e livros raros do pa\u00eds, al\u00e9m de ser dono de uma editora (a Capivara) em sociedade com a mulher, Bia Fonseca, filha do escritor Rubem Fonseca.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cEu tamb\u00e9m achei que teria momentos de recreio na Biblioteca, porque amo e conhe\u00e7o muito esse acervo. Mas s\u00f3 tive tr\u00eas recreios, de duas horas cada, porque n\u00e3o paro de trabalhar\u201c, diz ele. \u201cE \u00e9 a Bia quem est\u00e1 cuidando da Capivara, que est\u00e1 proibida de propor projetos para captar recursos p\u00fablicos.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Editores contestam patroc\u00ednio da FBN \u00e0 Flip<\/B> <BR> DA SUCURSAL DO RIO .<BR><BR>  A segunda edi\u00e7\u00e3o da Flip (Festa Liter\u00e1ria Internacional de Parati) s\u00f3 acontecer\u00e1 em julho, mas j\u00e1 \u00e9 palco de uma pol\u00eamica que envolve Pedro Corr\u00eaa do Lago. A Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional ser\u00e1 uma das patrocinadores do evento, com R$ 300 mil, e est\u00e1 convidando editores, agentes liter\u00e1rios e jornalistas estrangeiros.<BR><BR> Tradicionalmente, a FBN financia o caminho inverso: leva brasileiros para feiras e sal\u00f5es internacionais do livro. .<BR><BR>  \u201cEram trens da alegria, estandes nababescos, e o retorno era muito pequeno\u201c, afirma Corr\u00eaa do Lago. \u201cTrazendo um formador de opini\u00e3o para ficar cinco dias em Parati, num evento sensacional, e mais dois no Rio, ele nunca mais vai se esquecer do Brasil.\u201c .<BR><BR>  A FBN levar\u00e1 para a Flip amostras traduzidas de livros nacionais nunca lan\u00e7ados em pelo menos uma de tr\u00eas l\u00ednguas: ingl\u00eas, franc\u00eas e espanhol. Se uma editora estrangeira se interessar por um dos t\u00edtulos, o tradutor escolhido receber\u00e1 da FBN uma bolsa de US$ 3.000 (cerca de R$ 9.000). .<BR><BR>  Essa iniciativa \u00e9 apoiada por editores ouvidos pela Folha. Mas o patroc\u00ednio revolta os que chamam a Flip de \u201cuma festa da Companhia das Letras\u201c. Luiz Schwarcz, dono da editora, \u00e9 um dos respons\u00e1veis pela Flip, e na primeira edi\u00e7\u00e3o seus autores (e seus recursos) predominaram. .<BR><BR>  \u201cCertas pessoas precisam moderar o ci\u00fame\u201c, critica Corr\u00eaa do Lago. \u201cE a Biblioteca s\u00f3 est\u00e1 patrocinando porque a festa ficou mais ecum\u00eanica, com autores de mais editoras\u201c, assegura. .<BR><BR>  A FBN estar\u00e1 presente na Feira de Frankfurt, em outubro, e na Bienal do Livro do Rio, em abril de 2005, mas com menos recursos. Isto n\u00e3o agrada ao Snel, respons\u00e1vel pela Bienal. .<BR><BR>  \u201cAcho que nada deve ser feito em detrimento de outra coisa. N\u00e3o se pode p\u00f4r todos os ovos numa cesta. Devemos somar, porque a Flip e a Bienal s\u00e3o eventos distintos\u201c, diz Paulo Rocco. .<BR><BR>  Outro ponto sens\u00edvel \u00e9 o desejo de Corr\u00eaa do Lago de ver a FBN editando cada vez mais livros, e n\u00e3o s\u00f3 em parcerias com editoras privadas. \u201cA Biblioteca deve colaborar com a ind\u00fastria editorial, e n\u00e3o concorrer com ela\u201c, diz o ex-presidente Eduardo Portella. .<BR><BR>  Corr\u00eaa do Lago n\u00e3o v\u00ea problemas em buscar recursos por meio da Lei Rouanet para editar obras como \u201cGuerra do Paraguai &#8211; Mem\u00f3rias &#038; Imagens\u201c e \u201cVik Muniz &#8211; Obra Incompleta\u201c. \u201cSe eu n\u00e3o fizesse esses livros, ningu\u00e9m ia fazer. A Biblioteca deve tomar a iniciativa nas edi\u00e7\u00f5es ligadas a seu acervo, e n\u00e3o ficar esperando propostas\u201c, defende. .<BR><BR>  Tamb\u00e9m ao contr\u00e1rio de Portella, que n\u00e3o se envolvia na capta\u00e7\u00e3o de recursos privados (\u201cN\u00e3o sou um homem de neg\u00f3cios\u201c), Corr\u00eaa do Lago liga freq\u00fcentemente para empres\u00e1rios. A revista \u201cNossa Hist\u00f3ria\u201c, por exemplo, que tem vendido cerca de 50 mil exemplares nas bancas, existe gra\u00e7as a recursos do banqueiro Alo\u00edsio Faria (ex-Real, hoje banco Alfa). (LFV)   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 1,92 m de altura e 100 kg, Pedro Corr\u00eaa do Lago \u00e9 uma met\u00e1fora ambulante de seu pr\u00f3prio estilo. 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