{"id":701,"date":"2004-06-28T10:38:00","date_gmt":"2004-06-28T13:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/06\/28\/so-1-3-do-ensino-particular-e-adequado\/"},"modified":"2004-06-28T10:38:00","modified_gmt":"2004-06-28T13:38:00","slug":"so-1-3-do-ensino-particular-e-adequado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/so-1-3-do-ensino-particular-e-adequado\/","title":{"rendered":"S\u00f3 1\/3 do ensino particular \u00e9 adequado"},"content":{"rendered":"<p>O diagn\u00f3stico do quadro prec\u00e1rio da educa\u00e7\u00e3o brasileira costuma ser feito olhando-se s\u00f3 para as escolas p\u00fablicas. No entanto dados tabulados a pedido da Folha pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira), do MEC, mostram que a situa\u00e7\u00e3o dos alunos de escolas privadas no ensino b\u00e1sico tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 satisfat\u00f3ria. <\/p>\n<p>  Apenas 27,6% dos alunos da rede privada que fizeram as provas de matem\u00e1tica e de l\u00edngua portuguesa do Saeb (exame do MEC que avalia a qualidade da educa\u00e7\u00e3o) tiveram desempenho considerado adequado pelo minist\u00e9rio. Comparando com o desempenho da rede p\u00fablica, o resultado pode parecer uma maravilha -a porcentagem de alunos no n\u00edvel adequado nas p\u00fablicas foi de 3,7% no teste de l\u00edngua portuguesa e de 2,1% no de matem\u00e1tica. \u00a0<\/p>\n<p>  Para o presidente do Inep, Eliezer Pacheco, por\u00e9m, os resultados s\u00e3o preocupantes: \u201cOs alunos de escolas particulares, em sua maioria, t\u00eam muito mais acesso a bens culturais do que os da rede p\u00fablica. Se a clientela desses estabelecimentos \u00e9 de pessoas de n\u00edvel socioecon\u00f4mico muito mais favor\u00e1vel ao aprendizado, esse resultado \u00e9 motivo de preocupa\u00e7\u00e3o\u201c. <\/p>\n<p>  Para Pacheco, \u00e9 preciso sempre levar em considera\u00e7\u00e3o na compara\u00e7\u00e3o do resultado entre col\u00e9gios p\u00fablicos e particulares que o perfil do aluno \u00e9 muito diferente. \u201cA desigualdade no rendimento dos alunos das \tp\u00fablicas e das privadas \u00e9 muito mais reflexo da realidade econ\u00f4mica do que indicador de um n\u00edvel de aprendizado. A maior parte do aprendizado \u00e9 explicada por fatores extra-escolares\u201c, diz. <\/p>\n<p>  Os resultados do Saeb, divulgados neste m\u00eas, mostraram que, pela nota m\u00e9dia obtida na prova de l\u00edngua portuguesa dos alunos de todas as redes da 4\u00aa s\u00e9rie do ensino fundamental, a maioria \u00e9 capaz de achar informa\u00e7\u00f5es expl\u00edcitas em textos narrativos mais longos e em an\u00fancios de classificados, mas n\u00e3o compreende textos mais complexos e informativos. \u00a0<\/p>\n<p>  Para o educador Ruben Klein, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida quanto ao fato de o n\u00edvel socioecon\u00f4mico do estudante explicar boa parte do sucesso ou do fracasso escolar.<\/p>\n<p>   Ele diz, por\u00e9m, que an\u00e1lises feitas nos resultados do Saeb de anos anteriores mostram que o desempenho do aluno da rede privada \u00e9 melhor mesmo quando s\u00e3o comparados estudantes com o mesmo n\u00edvel socioecon\u00f4mico. <\/p>\n<p>  Todos os educadores ouvidos pela Folha lembram que \u00e9 preciso ter em mente que, mesmo no setor privado, as escolas podem ser muito diferentes. H\u00e1 desde escolas que atendem s\u00f3 uma elite econ\u00f4mica at\u00e9 institui\u00e7\u00f5es que cobram mensalidades bem mais baratas, tentando atrair pais insatisfeitos com a rede p\u00fablica. <\/p>\n<p>  Rose Neubauer, ex-secret\u00e1ria estadual da Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo e pesquisadora do Instituto Protagonistes, diz que a troca da escola p\u00fablica por uma privada de mensalidade muito baixa pode\tn\u00e3o resultar na melhoria do aprendizado. \u201cQuando o ensino privado \u00e9 muito barato e ainda tem que ter lucro, pode n\u00e3o ser melhor do que o da rede p\u00fablica.\u201c <\/p>\n<p>  Mas ela diz que h\u00e1 fatores que podem fazer do ensino privado melhor do que o p\u00fablico mesmo em escolas mais baratas. \u201cUm professor da rede p\u00fablica pode faltar a v\u00e1rias aulas e, mesmo assim, dificilmente ser\u00e1 mandado embora. Na rede privada, isso \u00e9 mais dif\u00edcil de acontecer.\u201c <br \/> \u00a0<br \/> Para Ruben Klein, mesmo nas escolas mais caras h\u00e1 alunos com bom e mau desempenho: \u201cMesmo nas escolas boas, nem todo mundo sabe matem\u00e1tica da maneira como ela \u00e9 exigida. Tanto \u00e9 assim que nem todos os alunos, mesmo dos melhores col\u00e9gios, passam no vestibular\u201c. <\/p>\n<p>  O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de S\u00e3o Paulo, Jos\u00e9 Augusto Mattos Louren\u00e7o, contesta o resultado: \u201cN\u00e3o acredito que a escola particular esteja num patamar t\u00e3o baixo como o demonstrado. Mesmo assim, \u00e9 preciso levar em conta que h\u00e1 escolas com tecnologia de ponta e outras que n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de oferecer essa estrutura aos alunos\u201c. <\/p>\n<p>  Para Neubauer, \u00e9 preciso discutir se os padr\u00f5es de desempenho considerados adequados pelo Saeb n\u00e3o s\u00e3o quase imposs\u00edveis de serem atingidos. Pacheco, do Inep, defende o n\u00edvel de dificuldade da prova: \u201cEsse rigor \u00e9 um instrumento importante para a melhoria da qualidade do ensino\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Elite brasileira tamb\u00e9m tem resultado fraco<\/B> \u00a0<br \/> Folha de S\u00e3o Paulo, da Sucursal do Rio\u00a0<br \/> \t\t\u00a0<br \/> A compara\u00e7\u00e3o do desempenho de estudantes da elite brasileira com o de alunos mais ricos de pa\u00edses desenvolvidos \u00e9 outro indicador que mostra que o ensino b\u00e1sico recebido pelas classes mais altas no Brasil pode deixar muito a desejar. <\/p>\n<p>  Estudo divulgado em 2000 pelo pesquisador Creso Franco, do Departamento de Educa\u00e7\u00e3o da PUC do Rio, mostrou que os alunos mais ricos do Brasil tinham desempenho inferior aos de maior renda da Espanha, EUA, R\u00fassia, Fran\u00e7a, Portugal, Cor\u00e9ia do Sul e M\u00e9xico. <\/p>\n<p>  A compara\u00e7\u00e3o do desempenho foi feita a partir dos resultados do Pisa (Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de \tAlunos), exame internacional realizado pela OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico) que permite confrontar as notas de alunos que fizeram um mesmo teste em v\u00e1rios pa\u00edses. <\/p>\n<p>  O estudo mostrou que o Brasil teve o menor percentual de alunos da elite com notas que os colocam nos dois n\u00edveis mais avan\u00e7ados de aprendizado do Pisa (h\u00e1 seis n\u00edveis). S\u00f3 21% dos alunos mais ricos no Brasil estavam nesses dois n\u00edveis. Fran\u00e7a (57%), Cor\u00e9ia do Sul (55%), Estados Unidos (53%), Portugal (48%), Espanha (46%), R\u00fassia (33%) e M\u00e9xico (27%) tiveram desempenho superior. <\/p>\n<p>  Para fazer a \tcompara\u00e7\u00e3o, Franco separou o grupo dos estudantes brasileiros que fazem parte dos 7% de maior renda da amostra (o mesmo corte foi feito no M\u00e9xico) e comparou com o grupo de estudantes que comp\u00f5em os 25% mais ricos dos pa\u00edses desenvolvidos. <\/p>\n<p>  A fatia da elite no Brasil e no M\u00e9xico \u00e9 menor (7%) do que nos demais pa\u00edses comparados (25%) para evitar distor\u00e7\u00f5es. Como em pa\u00edses desenvolvidos h\u00e1 um maior n\u00famero de pessoas com padr\u00e3o de vida elevado, a compara\u00e7\u00e3o do mesmo percentual poderia ser desfavor\u00e1vel para Brasil e M\u00e9xico porque, nesses dois pa\u00edses, haveria muito mais estudantes de menor renda entre os 25% mais ricos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> <B>Ranking confirma desempenho ruim <\/B>\u00a0<br \/> Folha de S\u00e3o Paulo, da Sucursal do Rio\u00a0<br \/> \t\t\u00a0<br \/> Dados de um ranking de escolas elaborado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) com base no desempenho dos col\u00e9gios em seu vestibular confirmam a tese de que estudar numa escola privada n\u00e3o significa, necessariamente, que o aluno ter\u00e1 uma educa\u00e7\u00e3o melhor do que a que receberia na rede p\u00fablica. <\/p>\n<p>  A UFRJ costumava divulgar um ranking elaborado a partir da nota m\u00e9dia dos estudantes de cada escola em seu vestibular. O \u00faltimo ranking a ser divulgado em seu site \u00e9 referente a 2000 e mostra que a maioria das escolas que mais aprovam \u00e9 privada. O levantamento mostrou tamb\u00e9m, no entanto, que h\u00e1 um n\u00famero significativo de col\u00e9gios pagos entre as \u00faltimas colocadas. <\/p>\n<p>  Das 20 \tinstitui\u00e7\u00f5es com melhor desempenho, 18 s\u00e3o particulares. Essas escolas s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es privadas com mais tradi\u00e7\u00e3o e que atendem, com raras exce\u00e7\u00f5es, apenas a elite econ\u00f4mica e intelectual carioca. <\/p>\n<p>  A an\u00e1lise das 20 escolas com pior desempenho mostra que metade delas tamb\u00e9m \u00e9 privada, incluindo as quatro \u00faltimas colocadas. Essas institui\u00e7\u00f5es tiveram em 2000 desempenho no vestibular muito inferior do que a m\u00e9dia das escolas p\u00fablicas. Nesse ano, 283 institui\u00e7\u00f5es tiveram alunos inscritos no vestibular da UFRJ. <\/p>\n<p>  Para o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Rio de Janeiro, Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Teixeira, a desigualdade entre as escolas particulares n\u00e3o acontece apenas numa mesma cidade, \tmas tamb\u00e9m nacionalmente. <\/p>\n<p>  Estudantes de tr\u00eas escolas particulares do Rio poder\u00e3o come\u00e7ar o ano estudando f\u00edsica por um assunto diferente. Se trocarem de escola no meio ano, provavelmente ficar\u00e3o com um d\u00e9ficit em algum assunto. Essa diferen\u00e7a acontece numa mesma cidade, mas, tamb\u00e9m, entre Estados\u201c, diz Teixeira, que defende a exist\u00eancia de um conte\u00fado m\u00ednimo para todos os alunos do pa\u00eds que d\u00ea espa\u00e7o \u00e0s diferen\u00e7as regionais. <\/p>\n<p>  Teixeira afirma tamb\u00e9m que h\u00e1 uma parcela significativa de estudantes da rede privada que tem o mesmo perfil do aluno da escola p\u00fablica. S\u00e3o estudantes que, com muita freq\u00fc\u00eancia, s\u00e3o transferidos da escola privada para a p\u00fablica e vice-versa.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Reprovado no Saeb passa no Saresp <\/B>\u00a0<br \/> Folha de S\u00e3o Paulo ,Cl\u00e1udia Collucci e F\u00e1bio Takahashi \u00a0<br \/> \t\t\u00a0<br \/> Apenas 1,8% dos alunos do 3\u00ba ano do ensino m\u00e9dio estadual de S\u00e3o Paulo tem desempenho considerado adequado em l\u00edngua portuguesa, segundo dados do Saeb 2003 (avalia\u00e7\u00e3o nacional do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o). <\/p>\n<p>  Para o Saresp 2003 (avalia\u00e7\u00e3o feita pelo governo de S\u00e3o Paulo), mais de 70% dos alunos da mesma s\u00e9rie tiveram bom desempenho: 70% acertaram mais de 50% das 45 quest\u00f5es das provas objetivas e 78% tiveram nota acima de 5 na prova de reda\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>  Ainda que o n\u00famero de alunos avaliados e a metodologia dos exames sejam diferentes, o que impossibilita compara\u00e7\u00f5es, a discrep\u00e2ncia entre os resultados \u00e9 muito grande, na opini\u00e3o dos educadores da pr\u00f3pria rede. <\/p>\n<p>  As diferen\u00e7as se repetem nas demais s\u00e9ries avaliadas pelos dois sistemas. \u201cOs professores ficaram muito surpresos com os resultados do Saresp. Parece o mundo da fantasia\u201c, diz \tCarlos Ramiro de Castro, presidente da peoesp (sindicato dos professores da rede estadual). Para ele, os n\u00fameros do Saeb est\u00e3o mais pr\u00f3ximos da realidade das salas de aula do ensino b\u00e1sico. <\/p>\n<p>  A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Educa\u00e7\u00e3o afirma que n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lida a compara\u00e7\u00e3o entre os dois exames, por possu\u00edrem m\u00e9todos e aferi\u00e7\u00f5es diferentes. A divulga\u00e7\u00e3o do Saresp foi parcial, restringindo-se aos resultados positivos do teste. <\/p>\n<p>  At\u00e9 2003, o Saeb foi aplicado para cerca de 300 mil alunos em todo o pa\u00eds, por amostragem, na 4\u00aa e 8\u00aa s\u00e9ries do ensino fundamental e na 3\u00aa do ensino m\u00e9dio (dos sistemas p\u00fablico e particular). <\/p>\n<p>  J\u00e1 o Saresp, feito pela Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas ao custo de R$ 9,9 milh\u00f5es, foi realizado por 4.274.404 alunos (89,4% do total) de todas as s\u00e9ries do ensino b\u00e1sico do Estado. N\u00e3o foi informada qual a distribui\u00e7\u00e3o dos\talunos nas faixas de aproveitamento. Os dados apresentados juntaram os alunos que acertaram de 50% a 100% da prova. Segundo o secret\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o, Gabriel Chalita, a metodologia utilizada foi op\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas. \u00a0<\/p>\n<p>  O diretor de educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do Inep (instituto de pesquisas do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o), Carlos Henrique Ara\u00fajo, classificou como \u201chorr\u00edvel\u201c os resultados apresentados pelos alunos do ensino m\u00e9dio de S\u00e3o Paulo no Saeb. <\/p>\n<p>  Para atingir o est\u00e1gio adequado na 3\u00aa s\u00e9rie do ensino m\u00e9dio, o estudante precisa acertar 350 pontos, dos 500 do total (70%). Nesse n\u00edvel, o aluno sabe distinguir, por exemplo, opini\u00f5es diferentes em dois textos sobre o mesmo tema. <\/p>\n<p>  \u201cN\u00e3o dever\u00edamos ter aluno no cr\u00edtico e muito cr\u00edtico. Nessa situa\u00e7\u00e3o, eles n\u00e3o absorveram quase nada do aprendizado\u201c, diz.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diagn\u00f3stico do quadro prec\u00e1rio da educa\u00e7\u00e3o brasileira costuma ser feito olhando-se s\u00f3 para as escolas p\u00fablicas. No entanto dados tabulados a pedido da Folha pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira), do MEC, mostram que a situa\u00e7\u00e3o dos alunos de escolas privadas no ensino b\u00e1sico tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 satisfat\u00f3ria. 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