{"id":670,"date":"2004-07-27T10:49:00","date_gmt":"2004-07-27T13:49:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/07\/27\/lula-sanciona-lei-que-isenta-livros-do-pis-cofins\/"},"modified":"2004-07-27T10:49:00","modified_gmt":"2004-07-27T13:49:00","slug":"lula-sanciona-lei-que-isenta-livros-do-pis-cofins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/lula-sanciona-lei-que-isenta-livros-do-pis-cofins\/","title":{"rendered":"Lula sanciona lei que isenta livros do PIS\/Cofins"},"content":{"rendered":"<p>O presidente Lula sancionou na \u00faltima sexta-feira (23) a Lei 10.925\/2004, que reduz a zero a incid\u00eancia do PIS e Cofins sobre a importa\u00e7\u00e3o de diversos produtos, entre os quais livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos. A lei tamb\u00e9m determina a isen\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia da Cofins \u00e0 receita proveniente da venda de livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos no Brasil. A lei est\u00e1 publicada na Se\u00e7\u00e3o 1 da edi\u00e7\u00e3o de ontem (26) no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o. Veja abaixo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com a san\u00e7\u00e3o, os importadores, a partir de hoje, n\u00e3o ter\u00e3o que desembolsar os 9,25% a mais sobre o valor total da remessa na hora de retirar os livros na alf\u00e2ndega. Em agosto, est\u00e1 prevista a an\u00e1lise da medida que prev\u00ea a extens\u00e3o da al\u00edquota zero para a importa\u00e7\u00e3o de livros de outros g\u00eaneros, conforme ficou acordado na aprova\u00e7\u00e3o da Medida Provis\u00f3ria no Senado.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>LEI N\u00ba  10.925, DE 23 DE JULHO DE 2004<\/B>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Reduz as al\u00edquotas do PIS\/PASEP e da COFINS incidentes na importa\u00e7\u00e3o e na comercializa\u00e7\u00e3o do mercado interno de fertilizantes e defensivos agropecu\u00e1rios e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O PRESIDENTE DA REP\u00daBLICA \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Fa\u00e7o saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 1 o Ficam reduzidas a 0 (zero) as al\u00edquotas da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social COFINS incidentes na importa\u00e7\u00e3o e sobre a receita bruta de venda no mercado interno de:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I adubos ou fertilizantes classificados no Cap\u00edtulo 31, exceto os produtos de uso veterin\u00e1rio, da Tabela de Incid\u00eancia do Imposto sobre Produtos Industrializados &#8211; TIPI, aprovada pelo Decreto n o 4.542, de 26 de dezembro de 2002, e suas mat\u00e9rias-primas;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II defensivos agropecu\u00e1rios classificados na posi\u00e7\u00e3o 38.08 da TIPI e suas mat\u00e9rias-primas;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> III sementes e mudas destinadas \u00e0 semeadura e plantio, em conformidade com o disposto na Lei n o 10.711, de 5 de agosto de 2003, e produtos de natureza biol\u00f3gica utilizados em sua produ\u00e7\u00e3o;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> IV corretivo de solo de origem mineral classificado no Cap\u00edtulo 25 da TIPI;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> V produtos classificados nos c\u00f3digos 0713.33.19, 0713.33.29, 0713.33.99, 1006.20, 1006.30 e 1106.20 da TIPI;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> VI inoculantes agr\u00edcolas produzidos a partir de bact\u00e9rias fixadoras de nitrog\u00eanio, classificados no c\u00f3digo 3002.90.99 da TIPI;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> VII produtos classificados no C\u00f3digo 3002.30 da TIPI; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> VIII (VETADO)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Par\u00e1grafo \u00fanico. O Poder Executivo regulamentar\u00e1 a aplica\u00e7\u00e3o das disposi\u00e7\u00f5es deste artigo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 2 o O art. 14 da Lei n o 10.336, de 19 de dezembro de 2001, passa a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 14. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 3 o Aplicam-se \u00e0 nafta petroqu\u00edmica destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o ou formula\u00e7\u00e3o de gasolina ou diesel as disposi\u00e7\u00f5es do art. 4 o da Lei n o 9.718, de 27 de novembro de 1998, e dos arts. 22 e 23 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004, incidindo as al\u00edquotas espec\u00edficas:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I fixadas para o \u00f3leo diesel, quando a nafta petroqu\u00edmica for destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o ou formula\u00e7\u00e3o exclusivamente de \u00f3leo diesel;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II fixadas para a gasolina, quando a nafta petroqu\u00edmica for destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o ou formula\u00e7\u00e3o de \u00f3leo diesel ou gasolina.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 3 o O art. 3 o da Lei n o 10.485, de 3 de julho de 2002, passa a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 3 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II o caput do art. 1 o desta Lei, exceto quando auferida pelas pessoas jur\u00eddicas a que se refere o art. 17, \u00a7 5 o , da Medida Provis\u00f3ria n o 2.189-49, de 23 de agosto de 2001.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 5 o Os valores retidos na quinzena dever\u00e3o ser recolhidos ao Tesouro Nacional at\u00e9 o \u00faltimo dia \u00fatil da semana subseq\u00fcente \u00e0quela quinzena em que tiver ocorrido o pagamento \u00e0 pessoa jur\u00eddica fornecedora de autope\u00e7as.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 4 o Os arts. 2 o , 5 o -A e 11 da Lei n o 10.637, de 30 de dezembro de 2002, passam a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 2 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I nos incisos I a III do art. 4 o da Lei n o 9.718, de 27 de novembro de 1998, e altera\u00e7\u00f5es posteriores, no caso de venda de gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de avia\u00e7\u00e3o, \u00f3leo diesel e suas correntes e g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo &#8211; GLP derivado de petr\u00f3leo e de g\u00e1s natural;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> VIII no art. 49 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e altera\u00e7\u00f5es posteriores, no caso de venda de \u00e1gua, refrigerante, cerveja e prepara\u00e7\u00f5es compostas classificados nos c\u00f3digos 22.01, 22.02, 22.03 e 2106.90.10 Ex 02, todos da TIPI;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> IX no art. 52 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e altera\u00e7\u00f5es posteriores, no caso de venda de \u00e1gua, refrigerante, cerveja e prepara\u00e7\u00f5es compostas classificados nos c\u00f3digos 22.01, 22.02, 22.03 e 2106.90.10 Ex 02, todos da TIPI;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> X no art. 23 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004, no caso de venda de gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de avia\u00e7\u00e3o, \u00f3leo diesel e suas correntes, querosene de avia\u00e7\u00e3o, g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo &#8211; GLP derivado de petr\u00f3leo e de g\u00e1s natural.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 5 o -A (VETADO)\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 11. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 7 o O montante do cr\u00e9dito presumido de que trata o \u00a7 5 o deste artigo ser\u00e1 igual ao resultado da aplica\u00e7\u00e3o da al\u00edquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco cent\u00e9simos por cento) sobre o valor do estoque, inclusive para as pessoas jur\u00eddicas fabricantes dos produtos referidos no art. 51 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 5 o Os arts. 2 o , 3 o , 10, 12, 15, 31, 35, 51 e 52 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, passam a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 2 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I nos incisos I a III do art. 4 o da Lei n o 9.718, de 27 de novembro de 1998, e altera\u00e7\u00f5es posteriores, no caso de venda de gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de avia\u00e7\u00e3o, \u00f3leo diesel e suas correntes e g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo &#8211; GLP derivado de petr\u00f3leo e de g\u00e1s natural;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> IX no art. 52 desta Lei, e altera\u00e7\u00f5es posteriores, no caso de venda de \u00e1gua, refrigerante, cerveja e prepara\u00e7\u00f5es compostas classificados nos c\u00f3digos 22.01, 22.02, 22.03 e 2106.90.10 Ex 02, todos da TIPI;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> X no art. 23 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004, no caso de venda de gasolinas e suas correntes, exceto gasolina de avia\u00e7\u00e3o, \u00f3leo diesel e suas correntes, querosene de avia\u00e7\u00e3o, g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo &#8211; GLP derivado de petr\u00f3leo e de g\u00e1s natural.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 4 o Fica reduzida a 0 (zero) a al\u00edquota da COFINS incidente sobre a receita de venda de livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos, na forma estabelecida em ato conjunto do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e da Secretaria da Receita Federal.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 3 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o Observado o disposto no \u00a7 15 deste artigo e no \u00a7 1 o do art. 52 desta Lei, o cr\u00e9dito ser\u00e1 determinado mediante a aplica\u00e7\u00e3o da al\u00edquota prevista no caput do art. 2 o desta Lei sobre o valor:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 16. Opcionalmente, o contribuinte poder\u00e1 calcular o cr\u00e9dito de que trata o inciso III do \u00a7 1 o deste artigo, relativo \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de vasilhames referidos no inciso IV do art. 51 desta Lei, destinados ao ativo imobilizado, no prazo de 12 meses, \u00e0 raz\u00e3o de 1\/12 (um doze avos), ou, na hip\u00f3tese de op\u00e7\u00e3o pelo regime de tributa\u00e7\u00e3o previsto no art. 52 desta Lei, poder\u00e1 creditar-se de 1\/12 (um doze avos) do valor da contribui\u00e7\u00e3o incidente, mediante al\u00edquota espec\u00edfica, na aquisi\u00e7\u00e3o dos vasilhames, de acordo com regulamenta\u00e7\u00e3o da Secretaria da Receita Federal.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 10. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> XXII as receitas decorrentes da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os postais e telegr\u00e1ficos prestados pela Empresa Brasileira de Correios e Tel\u00e9grafos;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> XXIII as receitas decorrentes de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos de concession\u00e1rias operadoras de rodovias;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> XXIV as receitas decorrentes da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os das ag\u00eancias de viagem e de viagens e turismo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 12. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o O cr\u00e9dito presumido calculado segundo os \u00a7\u00a7 1 o , 9 o e 10 deste artigo ser\u00e1 utilizado em 12 (doze) parcelas mensais, iguais e sucessivas, a partir da data a que se refere o caput deste artigo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 10. O montante do cr\u00e9dito presumido de que trata o \u00a7 7 o deste artigo, relativo \u00e0s pessoas jur\u00eddicas referidas no art. 51 desta Lei, ser\u00e1 igual ao resultado da aplica\u00e7\u00e3o da al\u00edquota de 3% (tr\u00eas por cento) sobre o valor dos bens em estoque adquiridos at\u00e9 31 de janeiro de 2004, e de 7,6% (sete inteiros e seis d\u00e9cimos por cento) sobre o valor dos bens em estoque adquiridos a partir de 1 o de fevereiro de 2004.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 15. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II no \u00a7 4 o do art. 2 o e nos incisos VI, VII e IX do caput , e no \u00a7 1 o e seus incisos II e III, \u00a7 6 o , inciso I, e \u00a7\u00a7 10 a 16 do art. 3 o e nos incisos XXII a XXIV do caput e nos \u00a7\u00a7 1 o e 2 o do art. 10 desta Lei;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 31. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 3 o \u00c9 dispensada a reten\u00e7\u00e3o para pagamentos de valor igual ou inferior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 4 o Ocorrendo mais de um pagamento no mesmo m\u00eas \u00e0 mesma pessoa jur\u00eddica, dever\u00e1 ser efetuada a soma de todos os valores pagos no m\u00eas para efeito de c\u00e1lculo do limite de reten\u00e7\u00e3o previsto no \u00a7 3 o deste artigo, compensando-se o valor retido anteriormente.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 35. Os valores retidos na quinzena, na forma dos arts. 30, 33 e 34 desta Lei, dever\u00e3o ser recolhidos ao Tesouro Nacional pelo \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico que efetuar a reten\u00e7\u00e3o ou, de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jur\u00eddica, at\u00e9 o \u00faltimo dia \u00fatil da semana subseq\u00fcente \u00e0quela quinzena em que tiver ocorrido o pagamento \u00e0 pessoa jur\u00eddica fornecedora dos bens ou prestadora do servi\u00e7o.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 51. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I -&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> a) para \u00e1gua e refrigerantes classificados nos c\u00f3digos 22.01 e 22.02 da TIPI, R$ 0,0170 (dezessete mil\u00e9simos do real) e R$ 0,0784 (setecentos e oitenta e quatro d\u00e9cimos de mil\u00e9simo do real); e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 52. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o A pessoa jur\u00eddica industrial que optar pelo regime de apura\u00e7\u00e3o previsto neste artigo poder\u00e1 creditar-se dos valores das contribui\u00e7\u00f5es estabelecidos nos incisos I a III do art. 51, referentes \u00e0s embalagens que adquirir, no per\u00edodo de apura\u00e7\u00e3o em que registrar o respectivo documento fiscal de aquisi\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 6 o Os arts. 8 o , 9 o , 14-A, 15, 17, 28, 40 e 42 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004, passam a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 8 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 7 o A importa\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, refrigerante, cerveja e prepara\u00e7\u00f5es compostas, referidos no art. 49 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, fica sujeita \u00e0 incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es de que trata esta Lei, fixada por unidade de produto, \u00e0s al\u00edquotas previstas no art. 52 da mencionada Lei, independentemente de o importador haver optado pelo regime especial de apura\u00e7\u00e3o e pagamento ali referido.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 12. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> VI aeronaves, classificadas na posi\u00e7\u00e3o 88.02 da NCM;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> VII partes, pe\u00e7as, ferramentais, componentes, insumos, fluidos hidr\u00e1ulicos, lubrificantes, tintas, anticorrosivos, equipamentos, servi\u00e7os e mat\u00e9rias-primas a serem empregados na manuten\u00e7\u00e3o, reparo, revis\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o, convers\u00e3o e montagem das aeronaves de que trata o inciso VI deste par\u00e1grafo, de seus motores, suas partes, pe\u00e7as, componentes, ferramentais e equipamentos;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> XII livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos, na forma estabelecida em ato conjunto do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e da Secretaria da Receita Federal.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 14. Ficam reduzidas a 0 (zero) as al\u00edquotas das contribui\u00e7\u00f5es incidentes sobre o valor pago, creditado, entregue, empregado ou remetido \u00e0 pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica residente ou domiciliada no exterior, referente a alugu\u00e9is e contrapresta\u00e7\u00f5es de arrendamento mercantil de m\u00e1quinas e equipamentos, embarca\u00e7\u00f5es e aeronaves utilizados na atividade da empresa.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 9 o &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> III (VETADO) \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o As isen\u00e7\u00f5es de que tratam os incisos I e II deste artigo somente ser\u00e3o concedidas se satisfeitos os requisitos e condi\u00e7\u00f5es exigidos para o reconhecimento de isen\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Produtos Industrializados &#8211; IPI.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o (VETADO)\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 14-A. Fica suspensa a exig\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es de que trata o art. 1 o desta Lei nas importa\u00e7\u00f5es efetuadas por empresas localizadas na Zona Franca de Manaus de mat\u00e9rias-primas, produtos intermedi\u00e1rios e materiais de embalagem para emprego em processo de industrializa\u00e7\u00e3o por estabelecimentos industriais instalados na Zona Franca de Manaus e consoante projetos aprovados pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus SUFRAMA.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 15. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 9 o As pessoas jur\u00eddicas de que trata o art. 49 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, poder\u00e3o descontar cr\u00e9ditos, para fins de determina\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o dos produtos referidos nos \u00a7\u00a7 6 o e 7 o do art. 8 o desta Lei, utilizados no processo de industrializa\u00e7\u00e3o dos produtos de que trata o \u00a7 7 o do mesmo artigo, apurados mediante a aplica\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas respectivas, previstas no caput do art. 2 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 10. As pessoas jur\u00eddicas submetidas ao regime especial de que trata o art. 52 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, poder\u00e3o descontar cr\u00e9ditos, para fins de determina\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o dos dutos referidos nos \u00a7\u00a7 6 o e 7 o do art. 8 o desta Lei, utilizados no processo de industrializa\u00e7\u00e3o dos produtos de que trata o \u00a7 7 o do mesmo artigo, determinados com base nas al\u00edquotas espec\u00edficas referidas nos arts. 51 e 52 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, respectivamente.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 17. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 6 o Opcionalmente, o contribuinte poder\u00e1 calcular o cr\u00e9dito de que trata o \u00a7 4 o do art. 15 desta Lei relativo \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de vasilhames referidos no inciso IV do art. 51 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003, destinados ao ativo imobilizado, no prazo de 12 meses, \u00e0 raz\u00e3o de 1\/12 (um doze avos), ou, na hip\u00f3tese de op\u00e7\u00e3o pelo regime de tributa\u00e7\u00e3o previsto no art. 52 da referida Lei, poder\u00e1 creditar-se de 1\/12 (um doze avos) do valor da contribui\u00e7\u00e3o incidente, mediante al\u00edquota espec\u00edfica, na aquisi\u00e7\u00e3o dos vasilhames, de acordo com regulamenta\u00e7\u00e3o da Secretaria da Receita Federal.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 28. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> IV aeronaves, classificadas na posi\u00e7\u00e3o 88.02 da TIPI, suas partes, pe\u00e7as, ferramentais, componentes, insumos, fluidos hidr\u00e1ulicos, tintas, anticorrosivos, lubrificantes, equipamentos, servi\u00e7os e mat\u00e9rias-primas a serem empregados na manuten\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o, reparo, revis\u00e3o, convers\u00e3o e montagem das aeronaves, seus motores, partes, componentes, ferramentais e equipamentos;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> V semens e embri\u00f5es da posi\u00e7\u00e3o 05.11 da NCM.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Par\u00e1grafo \u00fanico. O Poder Executivo regulamentar\u00e1 o disposto no inciso IV do caput deste artigo.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 40. A incid\u00eancia da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS ficar\u00e1 suspensa no caso de venda de mat\u00e9rias-primas, produtos intermedi\u00e1rios e materiais de embalagem destinados a pessoa jur\u00eddica preponderantemente exportadora.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cArt. 42. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o N\u00e3o se aplicam as disposi\u00e7\u00f5es dos arts. 45 e 46 desta Lei \u00e0s pessoas jur\u00eddicas que efetuarem a op\u00e7\u00e3o na forma do caput deste artigo.\u201c (NR)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 7 o Poder\u00e1 ser efetuada at\u00e9 o \u00faltimo dia \u00fatil do m\u00eas de julho de 2004 a op\u00e7\u00e3o de que trata:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I o art. 42 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004, para as pessoas jur\u00eddicas referidas no art. 3 o da Lei n o 10.485, de 3 de julho de 2002; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II o art. 52 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004, para as pessoas jur\u00eddicas envasadoras de \u00e1gua classificada no c\u00f3digo 22.01 da TIPI.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 8 o As pessoas jur\u00eddicas, inclusive cooperativas, que produzam mercadorias de origem animal ou vegetal, classificadas nos Cap\u00edtulos 2 a 4, 8 a 12, 15, 16 e 23, e nos c\u00f3digos 01.03, 01.05, 0504.00, 0701.90.00, 0702.00.00, 0706.10.00, 07.08, 0709.90, 07.10, 07.12 a 07.14, exceto os c\u00f3digos 0713.33.19, 0713.33.29 e 0713.33.99, 09.01, 1701.11.00, 1701.99.00, 1702.90.00, 18.01, 18.03, 1804.00.00, 1805.00.00, 20.09, 2101.11.10 e 2209.00.00, todos da NCM, destinadas \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o humana ou animal, poder\u00e3o deduzir da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS, devidas em cada per\u00edodo de apura\u00e7\u00e3o, cr\u00e9dito presumido, calculado sobre o valor dos bens referidos no inciso II do caput do art. 3 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003, adquiridos de pessoa f\u00edsica ou recebidos de cooperado pessoa f\u00edsica.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o O disposto no caput deste artigo aplica-se tamb\u00e9m \u00e0s aquisi\u00e7\u00f5es efetuadas de:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I cerealista que exer\u00e7a cumulativamente as atividades de secar, limpar, padronizar, armazenar e comercializar os produtos in natura de origem vegetal, classificados nos c\u00f3digos 09.01, 10.01 a 10.08, exceto os dos c\u00f3digos 1006.20 e 1006.30, 12.01 e 18.01, todos da NCM;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II pessoa jur\u00eddica que exer\u00e7a cumulativamente as atividades de transporte, resfriamento e venda a granel de leite in natura ; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> III pessoa jur\u00eddica e cooperativa que exer\u00e7am atividades agropecu\u00e1rias.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o O direito ao cr\u00e9dito presumido de que tratam o caput e o \u00a7 1 o deste artigo s\u00f3 se aplica aos bens adquiridos ou recebidos, no mesmo per\u00edodo de apura\u00e7\u00e3o, de pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica residente ou domiciliada no Pa\u00eds, observado o disposto no \u00a7 4 o do art. 3 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 3 o O montante do cr\u00e9dito a que se referem o caput e o \u00a7 1 o deste artigo ser\u00e1 determinado mediante aplica\u00e7\u00e3o, sobre o valor das mencionadas aquisi\u00e7\u00f5es, de al\u00edquota correspondente a:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I 60% (sessenta por cento) daquela prevista no art. 2 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003, para os produtos de origem animal classificados nos Cap\u00edtulos 2 a 4, 16, e nos c\u00f3digos 15.01 a 15.06, 1516.10, e as misturas ou prepara\u00e7\u00f5es de gorduras ou de \u00f3leos animais dos c\u00f3digos 15.17 e 15.18; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II 35% (trinta e cinco por cento) daquela prevista no art. 2 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003, para os demais produtos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 4 o \u00c9 vedado \u00e0s pessoas jur\u00eddicas de que tratam os incisos I a III do \u00a7 1 o deste artigo o aproveitamento:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I do cr\u00e9dito presumido de que trata o caput deste artigo;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II de cr\u00e9dito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s receitas de vendas efetuadas com suspens\u00e3o \u00e0s pessoas jur\u00eddicas de que trata o caput deste artigo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 5 o Relativamente ao cr\u00e9dito presumido de que tratam o caput e o \u00a7 1 o deste artigo, o valor das aquisi\u00e7\u00f5es n\u00e3o poder\u00e1 ser superior ao que vier a ser fixado, por esp\u00e9cie de bem, pela Secretaria da Receita Federal. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 9 o A incid\u00eancia da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS fica suspensa na hip\u00f3tese de venda dos produtos in natura de origem vegetal, classificados nas posi\u00e7\u00f5es 09.01, 10.01 a 10.08, 12.01 e 18.01, todos da NCM, efetuada pelos cerealistas que exer\u00e7am cumulativamente as atividades de secar, limpar, padronizar, armazenar e comercializar os referidos produtos, por pessoa jur\u00eddica e por cooperativa que exer\u00e7am atividades agropecu\u00e1rias, para pessoa jur\u00eddica tributada com base no lucro real, nos termos e condi\u00e7\u00f5es estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 10. Os d\u00e9bitos junto \u00e0 Secretaria da Receita Federal ou \u00e0 Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, apurados pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribui\u00e7\u00f5es das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte SIMPLES, relativos aos impostos e contribui\u00e7\u00f5es devidos pela pessoa jur\u00eddica optante nos termos da Lei n o 9.317, de 5 de dezembro de 1996, com vencimento at\u00e9 30 de junho de 2004, poder\u00e3o, excepcionalmente, ser objeto de parcelamento em at\u00e9 60 (sessenta) presta\u00e7\u00f5es mensais e sucessivas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o O parcelamento de que trata o caput deste artigo:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I dever\u00e1 ser requerido at\u00e9 30 de setembro de 2004, n\u00e3o se aplicando, at\u00e9 a referida data, o disposto no \u00a7 2 o do art. 6 o da Lei n o 9.317, de 5 de dezembro de 1996;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II reger-se-\u00e1 pelo disposto nos arts. 10 a 14 da Lei n o 10.522, de 19 de julho de 2002;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> III compreender\u00e1 inclusive os tributos e contribui\u00e7\u00f5es administrados por outros \u00f3rg\u00e3os federais ou da compet\u00eancia de outra entidade federada que estejam inclu\u00eddos no d\u00e9bito apurado pela sistem\u00e1tica do SIMPLES.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o O d\u00e9bito objeto do parcelamento ser\u00e1 consolidado no m\u00eas do pedido e ser\u00e1 dividido pelo n\u00famero de presta\u00e7\u00f5es, sendo que o montante de cada parcela mensal n\u00e3o poder\u00e1 ser inferior a:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I R$ 100,00 (cem reais), se enquadrada na condi\u00e7\u00e3o de microempresa; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II R$ 200,00 (duzentos reais), se enquadrada na condi\u00e7\u00e3o de empresa de pequeno porte.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 3 o O saldo remanescente de d\u00e9bito, decorrente de parcelamento na Secretaria da Receita Federal, concedido na forma deste artigo e posteriormente rescindido, sem preju\u00edzo do disposto no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 13 da Lei n o 10.522, de 19 de julho de 2002, n\u00e3o poder\u00e1 ser objeto de concess\u00e3o de parcelamento no \u00e2mbito da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, mesmo se requerido at\u00e9 a data a que se refere o inciso I do \u00a7 1 o deste artigo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 11. A pessoa jur\u00eddica que tenha d\u00e9bitos inscritos em D\u00edvida Ativa da Uni\u00e3o com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, cuja exigibilidade n\u00e3o esteja suspensa, n\u00e3o ser\u00e1 exclu\u00edda do SIMPLES durante o transcurso do prazo para requerer o parcelamento a que se refere o art. 10 desta Lei, salvo se incorrer em pelo menos uma das outras situa\u00e7\u00f5es excludentes constantes do art. 9 o da Lei n o 9.317, de 5 de dezembro de 1996.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o O disposto no caput deste artigo n\u00e3o impede a exclus\u00e3o de of\u00edcio do SIMPLES:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I com fundamento no inciso XV do caput do art. 9 o da Lei n o 9.317, de 5 de dezembro de 1996, de pessoa jur\u00eddica que tenha d\u00e9bito inscrito em D\u00edvida Ativa do Instituto Nacional do Seguro Social &#8211; INSS, cuja exigibilidade n\u00e3o esteja suspensa; ou\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II motivada por d\u00e9bito inscrito em D\u00edvida Ativa decorrente da rescis\u00e3o de parcelamento concedido na forma desta Lei, observado o disposto no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 13 da Lei n o 10.522, de 19 de julho de 2002.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o A exclus\u00e3o de of\u00edcio, na hip\u00f3tese referida no inciso II do \u00a7 1 o deste artigo, surtir\u00e1 efeito a partir do m\u00eas subseq\u00fcente ao da inscri\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito em D\u00edvida Ativa, conforme o disposto no inciso II do caput do art. 15 da Lei n o 9.317, de 5 de dezembro de 1996, ainda que a inscri\u00e7\u00e3o tenha ocorrido em data anterior ao parcelamento.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 12. Fica mantida a redu\u00e7\u00e3o a 0 (zero) da al\u00edquota do imposto de renda na fonte aplic\u00e1vel aos juros, comiss\u00f5es, despesas e descontos decorrentes de empr\u00e9stimos contra\u00eddos no exterior e de coloca\u00e7\u00f5es no exterior, a que se referem os incisos VIII e IX do art. 1 o da Lei n o 9.481, de 13 de agosto de 1997, na repactua\u00e7\u00e3o dos prazos previstos nos contratos vigentes em 31 de dezembro de 1999, desde que n\u00e3o haja descumprimento das condi\u00e7\u00f5es estabelecidas para gozo do benef\u00edcio, e que a repactua\u00e7\u00e3o atenda \u00e0s condi\u00e7\u00f5es estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, inclusive em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 taxa de juros.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 13. O disposto no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 53 da Lei n o 7.450, de 23 de dezembro de 1985, aplica-se na determina\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS das ag\u00eancias de publicidade e propaganda, sendo vedado o aproveitamento do cr\u00e9dito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s parcelas exclu\u00eddas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 14. S\u00e3o isentas da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS a que se referem as Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e 10.865, de 30 de abril de 2004, as receitas decorrentes da venda de energia el\u00e9trica pela Itaipu Binacional.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 15. As pessoas jur\u00eddicas, inclusive cooperativas, que produzam mercadorias de origem vegetal, classificadas no c\u00f3digo 22.04, da NCM, poder\u00e3o deduzir da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS, devidas em cada per\u00edodo de apura\u00e7\u00e3o, cr\u00e9dito presumido, calculado sobre o valor dos bens referidos no inciso II do caput do art. 3 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003, adquiridos de pessoa f\u00edsica ou recebidos de cooperado pessoa f\u00edsica.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 1 o O direito ao cr\u00e9dito presumido de que trata o caput deste artigo s\u00f3 se aplica aos bens adquiridos ou recebidos, no mesmo per\u00edodo de apura\u00e7\u00e3o, de pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica residente ou domiciliada no Pa\u00eds, observado o disposto no \u00a7 4 o do art. 3 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 2 o O montante do cr\u00e9dito a que se refere o caput deste artigo ser\u00e1 determinado mediante aplica\u00e7\u00e3o, sobre o valor das aquisi\u00e7\u00f5es, de al\u00edquota correspondente a 35% (trinta e cinco por cento) daquela prevista no art. 2 o das Leis n os 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e 10.833, de 29 de dezembro de 2003.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 3 o A incid\u00eancia da contribui\u00e7\u00e3o para o PIS\/PASEP e da COFINS fica suspensa na hip\u00f3tese de venda de produtos in natura de origem vegetal, efetuada por pessoa jur\u00eddica e cooperativa que exer\u00e7am atividades agroindustriais, para pessoa jur\u00eddica tributada com base no lucro real, nos termos e condi\u00e7\u00f5es estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 4 o \u00c9 vedado o aproveitamento de cr\u00e9dito pela pessoa jur\u00eddica e pela cooperativa que exer\u00e7am atividade agroindustrial, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s receitas de vendas efetuadas com suspens\u00e3o \u00e0s pessoas jur\u00eddicas de que trata o caput deste artigo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a7 5 o Relativamente ao cr\u00e9dito presumido de que trata o caput deste artigo, o valor das aquisi\u00e7\u00f5es n\u00e3o poder\u00e1 ser superior ao que vier a ser fixado, por esp\u00e9cie de bem, pela Secretaria da Receita Federal. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 16. Ficam revogados:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I a partir do 1 o (primeiro) dia do 4 o (quarto) m\u00eas subseq\u00fcente ao da publica\u00e7\u00e3o da Medida Provis\u00f3ria n o 183, de 30 de abril de 2004:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> a) os \u00a7\u00a7 10 e 11 do art. 3 o da Lei n o 10.637, de 30 de dezembro de 2002; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> b) os \u00a7\u00a7 5 o , 6 o , 11 e 12 do art. 3 o da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II a partir do 1 o (primeiro) dia do 4 o (quarto) m\u00eas subseq\u00fcente ao da publica\u00e7\u00e3o desta Lei:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> a) os incisos II e III do art. 50, o \u00a7 2 o do art. 52, o art. 56 e o Anexo \u00danico da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> b) os \u00a7\u00a7 1 o e 4 o do art. 17 e o art. 26 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> III (VETADO)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 17. Produz efeitos:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> I a partir do 1 o (primeiro) dia do 4 o (quarto) m\u00eas subseq\u00fcente ao de publica\u00e7\u00e3o desta Lei, o disposto:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> a) no art. 2 o desta Lei;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> b) no art. 4 o desta Lei, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas nos arts. 2 o e 11 da Lei n o 10.637, de 30 de dezembro de 2002;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> c) no art. 5 o desta Lei, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas no \u00a7 1 o do art. 2 o e no art. 51 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> d) no art. 6 o desta Lei, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas no art. 8 o , \u00a7 7 o , da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> II na data da publica\u00e7\u00e3o desta Lei, o disposto:\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> a) nos arts. 1 o , 3 o , 7 o , 10, 11, 12 e 15 desta Lei;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> b) no art. 4 o desta Lei, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas no art. 5 o -A da Lei n o 10.637, de 30 de dezembro de 2002;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> c) no art. 5 o desta Lei, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas no \u00a7 4 o do art. 2 o e nos arts. 3 o , 10, 12, 15, 31, 35 e 52 da Lei n o 10.833, de 29 de dezembro de 2003; e\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> d) no art. 6 o desta Lei, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas no \u00a7 12, incisos VI, VII e XII, e \u00a7 14 do art. 8 o e nos \u00a7\u00a7 9 o e 10 do art. 15 e nos arts. 14-A, 17, 28 e 40 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> III a partir de 1 o de agosto de 2004, o disposto nos arts. 8 o e 9 o desta Lei;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> IV a partir de 1 o de maio de 2004, o disposto no art. 14 desta Lei;\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> V a partir da data de publica\u00e7\u00e3o da Medida Provis\u00f3ria n o 183, de 30 de abril de 2004, quanto \u00e0s altera\u00e7\u00f5es promovidas no art. 42 da Lei n o 10.865, de 30 de abril de 2004. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Art. 18. Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Bras\u00edlia, 23 de julho de 2004; 183 o da Independ\u00eancia e 116 o da Rep\u00fablica.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> LUIZ IN\u00c1CIO LULA DA SILVA \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Antonio Palocci Filho\u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente Lula sancionou na \u00faltima sexta-feira (23) a Lei 10.925\/2004, que reduz a zero a incid\u00eancia do PIS e Cofins sobre a importa\u00e7\u00e3o de diversos produtos, entre os quais livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos. A lei tamb\u00e9m determina a isen\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia da Cofins \u00e0 receita proveniente da venda de livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-670","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Lula sanciona lei que isenta livros do PIS\/Cofins &raquo; Abrelivros<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/lula-sanciona-lei-que-isenta-livros-do-pis-cofins\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Lula sanciona lei que isenta livros do PIS\/Cofins &raquo; Abrelivros\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O presidente Lula sancionou na \u00faltima sexta-feira (23) a Lei 10.925\/2004, que reduz a zero a incid\u00eancia do PIS e Cofins sobre a importa\u00e7\u00e3o de diversos produtos, entre os quais livros t\u00e9cnicos e cient\u00edficos. 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