{"id":665,"date":"2004-08-02T11:43:00","date_gmt":"2004-08-02T14:43:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/08\/02\/elite-ocupa-ate-1-4-das-vagas-na-rede-publica\/"},"modified":"2004-08-02T11:43:00","modified_gmt":"2004-08-02T14:43:00","slug":"elite-ocupa-ate-1-4-das-vagas-na-rede-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/elite-ocupa-ate-1-4-das-vagas-na-rede-publica\/","title":{"rendered":"Elite ocupa at\u00e9 1\/4 das vagas na rede p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p>Estudo avaliou 26 mil estudantes de SP e SC; na 8\u00aa s\u00e9rie, n\u00famero de alunos das classes A e B supera o das classes D e E \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A id\u00e9ia de que na escola p\u00fablica s\u00f3 estudam pobres \u00e9 desmentida por uma pesquisa do projeto Gest\u00e3o para o Sucesso Escolar, realizada com 26 mil alunos de 200 escolas p\u00fablicas dos Estados de S\u00e3o Paulo e Santa Catarina. O estudo -de iniciativa dos institutos Gest\u00e3o Educacional e Protagonist\u00e9s- mostra que, na 8\u00aa s\u00e9rie dessas escolas, a presen\u00e7a de estudantes das classes A e B, de maior poder de consumo, \u00e9 maior do que a das classes D e E. Segundo a pesquisa, 26% dos estudantes da 8\u00aa s\u00e9rie fazem parte das classes A e B, enquanto 22% s\u00e3o das classes D e E. Na 4\u00aa s\u00e9rie, a propor\u00e7\u00e3o de alunos da elite tamb\u00e9m \u00e9 significativa (20%), mas inferior \u00e0 de mais pobres (29%). Para chegar a essa conclus\u00e3o, a pesquisa usou o Crit\u00e9rio Brasil, padr\u00e3o usado pelo mercado publicit\u00e1rio para avaliar o poder de consumo da popula\u00e7\u00e3o. O crit\u00e9rio n\u00e3o leva em conta apenas a renda familiar, mas tamb\u00e9m a posse de bens e outras caracter\u00edsticas. Em ambas as s\u00e9ries, a pesquisa mostra que a maioria dos alunos dessas escolas \u00e9 da classe C (50% na 4\u00aa s\u00e9rie e 52% na 8\u00aa s\u00e9rie). \u00a0<br \/> Para Rose Neubauer, coordenadora da pesquisa e ex-secret\u00e1ria estadual da Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, a maior propor\u00e7\u00e3o de alunos das classes A e B na 8\u00aa s\u00e9rie revela um problema do sistema de ensino: estudantes mais pobres abandonam mais a escola antes do \u00faltimo ano do ensino fundamental. O crit\u00e9rio para a escolha das escolas no projeto Gest\u00e3o para o Sucesso Escolar foi apresentar indicadores que precisam melhorar e a vontade de mudar dos diretores. \u201cN\u00e3o \u00e9 nenhuma surpresa constatar que uma parte da elite est\u00e1 na escola p\u00fablica porque os dados do Censo Escolar do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o mostram que 90% dos estudantes brasileiros estudam na rede p\u00fablica no ensino fundamental\u201c, disse Neubauer. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Francisco Poli, secret\u00e1rio da Udemo (sindicato que representa diretores de S\u00e3o Paulo), lembra tamb\u00e9m que a presen\u00e7a da elite em escolas p\u00fablicas \u00e9 muito maior nas cidades do interior do que na capital de S\u00e3o Paulo. \u201cNas cidades menores, \u00e0s vezes nem tem escola particular no ensino fundamental. Uma escola p\u00fablica de uma cidade do interior atende a uma clientela bem diferente de uma escola p\u00fablica da zona leste de S\u00e3o Paulo\u201c, disse. A compara\u00e7\u00e3o das notas dos alunos por classes mostra que os estudantes mais ricos t\u00eam desempenho melhor do que os mais pobres. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pesquisa indica, no entanto, que o efeito da repet\u00eancia \u00e9 o mesmo em todas as classes. Alunos da classe A que n\u00e3o repetiram tiveram m\u00e9dia de acerto de 67% das quest\u00f5es em uma prova de portugu\u00eas na 4\u00aa s\u00e9rie. Entre os estudantes da mesma classe que estavam repetindo a 4\u00aa s\u00e9rie, a m\u00e9dia de acertos caiu para 52%. Essa diferen\u00e7a a favor dos que est\u00e3o fazendo a 4\u00aa s\u00e9rie pela primeira vez acontece em todas as classes. Na classe E, a m\u00e9dia de acertos dos n\u00e3o-repetentes foi de 55%, enquanto entre os repetentes a propor\u00e7\u00e3o caiu para 47%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na escola municipal Geni Leite da Silva, de Birig\u00fci (SP), que faz parte do projeto Gest\u00e3o para o Sucesso Escolar, a diretora \u00c1urea Serra afirma que os professores t\u00eam que lidar com alunos de todas as classes. \u201cOs problemas que cada aluno apresenta e a solu\u00e7\u00e3o para cada caso variam de acordo com a classe. \u00c0s vezes, a escola pode indicar para pais da classe A que o filho procure um terapeuta ou fonoaudi\u00f3logo por conta pr\u00f3pria. No caso de alunos mais pobres, a escola precisa encaminh\u00e1-los para uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>Escola p\u00fablica boa deve come\u00e7ar em casa <\/b>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Pesquisas mostram que participa\u00e7\u00e3o, interesse e est\u00edmulo por parte das fam\u00edlia melhoram desempenho dos alunos \u00a0<br \/> \t\t\u00a0<br \/> A receita para uma boa escola p\u00fablica \u00e9 simples e d\u00e1 resultados. Seus principais ingredientes s\u00e3o a participa\u00e7\u00e3o dos pais, o interesse da fam\u00edlia pela vida escolar do aluno, o est\u00edmulo \u00e0 leitura e o h\u00e1bito de fazer e corrigir o dever de casa. Junta-se a isso a vontade do diretor em colocar em pr\u00e1tica essas li\u00e7\u00f5es e, como resultado, h\u00e1 uma melhoria no desempenho. O efeito positivo das pr\u00e1ticas acima vem sendo comprovado cientificamente. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Pesquisa com 26 mil alunos de 200 escolas p\u00fablicas de S\u00e3o Paulo e Santa Catarina que fazem parte do projeto Gest\u00e3o para o Sucesso Escolar (voltado para diretores) mostra que os ingredientes citados melhoram o desempenho dos estudantes. Para chegar a essa conclus\u00e3o, foi feito um cruzamento da nota de alunos de 4\u00aa e 8\u00aa s\u00e9rie em provas de portugu\u00eas e matem\u00e1tica com respostas dadas por eles a um question\u00e1rio socioecon\u00f4mico. A pesquisa mostrou que alunos da 4\u00aa s\u00e9rie que afirmaram que os pais tinham o costume de perguntar se eles estavam indo bem na escola tiveram m\u00e9dia de acertos de 62% na prova de portugu\u00eas. Entre os estudantes que disseram que os pais quase nunca faziam essa pergunta, a m\u00e9dia cai para 47%. O resultado foi parecido entre filhos de pais que costumam participar de reuni\u00f5es da escola. Nesse grupo, a m\u00e9dia de acertos foi de 62%. Se os pais quase nunca v\u00e3o \u00e0s reuni\u00f5es, a porcentagem cai para 48%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para Rose Neubauer, diretora-presidente do Instituto Protagonist\u00e9s e coordenadora da pesquisa, ela mostra que mesmo pais com pouca escolaridade podem ajudar os filhos a ter boas notas se demonstram interesse pela vida escolar da crian\u00e7a e participam das atividades do col\u00e9gio. \u201cSe o pai estimula o filho a n\u00e3o faltar e ter boas notas, faz muita diferen\u00e7a entre as crian\u00e7as da 4\u00aa s\u00e9rie.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Um estudo divulgado em julho pelo Inep, do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, a partir de dados do Saeb (exame que avalia a qualidade da educa\u00e7\u00e3o), chegou a conclus\u00e3o id\u00eantica: alunos cujos pais se preocupam com o que acontece na escola e que cobram os deveres de casa t\u00eam m\u00e9dias maiores. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pesquisa nas escolas de S\u00e3o Paulo e Santa Catarina mostra que o h\u00e1bito de fazer dever de casa \u00e9 uma das vari\u00e1veis que mais t\u00eam impacto positivo. Se o aluno tem o h\u00e1bito de fazer dever e os professores cobram dele que o fa\u00e7a, a m\u00e9dia de acertos \u00e9 de 63% em portugu\u00eas na 4\u00aa s\u00e9rie. Se o aluno faz pouca li\u00e7\u00e3o de casa, a m\u00e9dia cai para 44%; quando os professores n\u00e3o cobram, para 43%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para Neubauer, pesquisas que analisam os fatores de sucesso do aluno d\u00e3o um instrumento para as escolas melhorarem. Para Francisco Poli, secret\u00e1rio da Udemo (sindicato dos diretores em S\u00e3o Paulo), os resultados da pesquisa mostram que a escola precisa trabalhar n\u00e3o s\u00f3 com o aluno mas tamb\u00e9m com os pais e traz\u00ea-los para o ambiente escolar. Ele diz tamb\u00e9m que \u00e9 importante que a escola esteja preparada e equipada para oferecer aos alunos mais carentes o que eles n\u00e3o t\u00eam em casa: \u201cA escola n\u00e3o substitui a fam\u00edlia, mas pode ajudar se os mais carentes tiverem aulas de ingl\u00eas, inform\u00e1tica ou passarem mais tempo nela\u201c. (Ant\u00f4nio Gois)\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> <B>\u00a0<br \/> Estudo revela alto interesse dos pais <\/B>\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pesquisa feita entre as escolas que participam do curso de Gest\u00e3o para o Sucesso Escolar mostra ainda que os pais n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o omissos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o dos filhos como muitos diretores e professores reclamam. A partir da resposta dos alunos, o estudo indica que 73,6% dos pais costumam perguntar sempre ou quase sempre se os filhos est\u00e3o indo bem na escola. A porcentagem de familiares que, segundo a resposta dos alunos, nunca ou quase nunca fazem essa pergunta \u00e9 de apenas 3,2%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Outro dado que chama a aten\u00e7\u00e3o na pesquisa \u00e9 a raz\u00e3o para o sucesso na escola apontada pelos estudantes. A maioria (57,9%) afirmou que a raz\u00e3o para o sucesso \u00e9 o pr\u00f3prio esfor\u00e7o. A segunda resposta mais citada (21,2%) foi a ajuda dos professores. Para 15,9%, a raz\u00e3o para o bom desempenho \u00e9 a facilidade de aprender. A pesquisa mostra que alunos que disseram ter facilidade para aprender foram os que tiveram melhor desempenho. Indica tamb\u00e9m que os estudantes que auto-avaliaram sua profici\u00eancia na leitura como excelente tiveram as melhores notas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para Rose Neubauer, o dado indica que a escola precisa saber trabalhar com a auto-estima do aluno. A imagem do sucesso ou fracasso projetada no estudante \u00e9, segundo ela, a principal explica\u00e7\u00e3o para alunos negros terem tido, em todas as classes sociais, desempenho inferior ao de brancos. \u201c\u00c9 a famosa profecia que se auto-realiza. Se o professor j\u00e1 acha que determinado aluno tem problema de aprendizado, gera uma expectativa de desempenho que a crian\u00e7a percebe\u201c, diz Neubauer.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo avaliou 26 mil estudantes de SP e SC; na 8\u00aa s\u00e9rie, n\u00famero de alunos das classes A e B supera o das classes D e E \u00a0 \u00a0 \u00a0 A id\u00e9ia de que na escola p\u00fablica s\u00f3 estudam pobres \u00e9 desmentida por uma pesquisa do projeto Gest\u00e3o para o Sucesso Escolar, realizada com 26 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-665","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Elite ocupa at\u00e9 1\/4 das vagas na rede p\u00fablica &raquo; 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