{"id":5933,"date":"2015-03-24T15:28:25","date_gmt":"2015-03-24T18:28:25","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/cresce-a-lista-de-nomes-para-o-mec\/"},"modified":"2015-03-24T15:28:25","modified_gmt":"2015-03-24T18:28:25","slug":"cresce-a-lista-de-nomes-para-o-mec","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/cresce-a-lista-de-nomes-para-o-mec\/","title":{"rendered":"Cresce a lista de nomes para o MEC"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Continua crescendo a lista de nomes para a chefia do MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o), mas poucos t\u00eam chances reais de assumir a pasta \u2013 talvez nenhum dos aventados at\u00e9 aqui. Nesses momentos, h\u00e1 um fen\u00f4meno parecido com o do conclave papal: quem entra como favorito para ser papa, sai como arcebispo.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"> Al\u00e9m disso, o debate pol\u00edtico brasileiro insiste em um erro de perspectiva: os nomes est\u00e3o, quase sempre, descolados dos projetos. Contra a insist\u00eancia no equ\u00edvoco, j\u00e1 se pronunciaram ANPEd, Campanha Nacional pelo Direito \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o, Mieib e Undime.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Ainda assim, esse paradoxo presente em toda a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica brasileira est\u00e1 agora evidente na educa\u00e7\u00e3o. Ou seja, ao inv\u00e9s de pensar em quem tem mais condi\u00e7\u00f5es de tirar o PNE (Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o) do papel, as informa\u00e7\u00f5es de bastidores, muitas vezes veiculadas na imprensa, mostram que o esfor\u00e7o do Pal\u00e1cio do Planalto tem sido na escolha de um nome para simplesmente compor o governo, em um contexto de escalada da crise econ\u00f4mica e no meio de um processo de acirramento e recomposi\u00e7\u00e3o de for\u00e7as pol\u00edticas no Congresso Nacional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O fato \u00e9 que o projeto educacional est\u00e1 secundarizado, como sempre. Tanto \u00e9 assim que, mesmo no governo que busca fazer do Brasil uma \u201cp\u00e1tria educadora\u201d, o PNE ainda n\u00e3o foi mencionado sequer uma vez em discursos da presidenta, mesmo tendo sido sancionado por ela pr\u00f3pria em junho de 2014.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Diante desse quadro de descolamento entre o projeto educacional e a maior parte dos nomes aventados para o MEC, \u00e9 poss\u00edvel classificar as possibilidades observadas nos bastidores de Bras\u00edlia e na imprensa nacional. Elas podem ser resumidas em tr\u00eas categorias, com alguns nomes estabelecendo uma intersec\u00e7\u00e3o entre elas: solu\u00e7\u00e3o caseira, nomes reconhecidos na \u00e1rea e acerto partid\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">As op\u00e7\u00f5es de solu\u00e7\u00e3o caseira<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">A proposta da il\u00f3gica dan\u00e7a de cadeiras\u2026 Em um primeiro momento, circulou na imprensa, em blogs e nos bastidores bem informados de Bras\u00edlia uma intensa dan\u00e7a de cadeiras que recolocaria Aloizio Mercadante (PT-SP), titular da Casa Civil e coordenador do governo Dilma, na pasta da Educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Esse deslocamento (ou queda!?), faria parte de uma reforma ministerial supostamente idealizada pelo ex-presidente Lula. O objetivo seria atender (novamente!) ao PMDB, que ganharia mais dois&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">minist\u00e9rios: o da Integra\u00e7\u00e3o Nacional (hoje com o combalido PP) e o das Rela\u00e7\u00f5es Institucionais. Al\u00e9m disso, serviria para redimensionar o poder de Mercadante, bra\u00e7o direito da presidenta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Dilma, ciente dos riscos de ficar ainda mais ref\u00e9m, afirmou que \u201creforma ministerial \u00e9 uma panaceia\u201d. Em outras palavras, ela n\u00e3o pretende mexer em Mercadante.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Jacques Wagner, Berzoini e Mangabeira Unger Diante disso, Jacques Wagner (PT-BA), atual predileto do ex-presidente Lula, tamb\u00e9m \u00e9 cotado. Contudo, como governador baiano, n\u00e3o teve bom desempenho justamente na educa\u00e7\u00e3o. Ainda assim, seus defensores argumentam que ele seria um nome forte para coordenar o lema de governo \u201cBrasil: p\u00e1tria educadora\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Falando nisso, por sua influ\u00eancia na elabora\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es relativas ao lema de governo, cresce o nome de Magabeira Unger, que migraria da SAE (Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos) para o MEC.&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">Embora goze de prest\u00edgio em Harvard, Mangabeira n\u00e3o tem apoio da academia nacional. Al\u00e9m disso, se h\u00e1 certezas dentro do governo sobre sua capacidade de proposi\u00e7\u00e3o, h\u00e1 muitas d\u00favidas sobre seu talento para gest\u00e3o. Ademais, no \u00e2mbito pol\u00edtico-partid\u00e1rio, entende-se que ele esteja ligado a uma ala rebelde do PMDB, liderada por Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL). E esse grupo, depois das acusa\u00e7\u00f5es feitas por Cid Gomes na C\u00e2mara dos Deputados, das manifesta\u00e7\u00f5es de 15 de mar\u00e7o e dos resultados da \u00faltima pesquisa Datafolha, tem afirmado que n\u00e3o quer mais nenhuma pasta na Esplanada. Ao contr\u00e1rio, no melhor estilo \u201cacredite quem quiser&#8220;, defende uma dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de minist\u00e9rios: dos atuais 39 para 20.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Por outro lado, circulou a not\u00edcia de que o MEC iria para Ricardo Berzoini (PT-SP), atual chefe do Minist\u00e9rio das Comunica\u00e7\u00f5es. Com isso, o PT recuperaria a educa\u00e7\u00e3o, pasta essencial para o pa\u00eds e para sua milit\u00e2ncia. Como sempre \u00e9 prudente unir o agrad\u00e1vel ao \u00fatil, nessa composi\u00e7\u00e3o, o PMDB ainda n\u00e3o rebelado (leia-se Michel Temer) teria o direito de indicar um substituto para as&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">Comunica\u00e7\u00f5es, aumentando sua interlocu\u00e7\u00e3o com a grande m\u00eddia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">Os nomes reconhecidos na \u00e1rea<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Nilma Lino Gomes Atual Ministra da Seppir (Secretaria de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial do Brasil), Nilma Lino Gomes pode ser considerada uma solu\u00e7\u00e3o caseira, mas ela \u00e9 principalmente uma personalidade p\u00fablica reconhecida na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o. Inclusive, a coloca\u00e7\u00e3o de seu nome para o MEC \u00e9 fruto da mobiliza\u00e7\u00e3o de muitos educadores e de militantes do movimento negro. Nilma foi a primeira reitora negra de universidade federal do pa\u00eds, no caso, a Unilab (Universidade da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira). Al\u00e9m disso, teve participa\u00e7\u00e3o destacada no CNE (Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o). Nesse momento, h\u00e1 uma peti\u00e7\u00e3o p\u00fablica no Avaaz em defesa de sua nomea\u00e7\u00e3o. O colhimento de assinaturas foi iniciado em 19 de mar\u00e7o e contava, na manh\u00e3 de hoje, com 3.885 ades\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que Nilma teria compromisso com o cumprimento do PNE.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Mario S\u00e9rgio Cortella Muito reconhecido no seio milit\u00e2ncia petista, por setores da grande m\u00eddia, por educadores de todos os matizes e respeitado pelo mundo pol\u00edtico-partid\u00e1rio, M\u00e1rio S\u00e9rgio&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">Cortella tamb\u00e9m teve seu nome lan\u00e7ado por educadores e militantes dos movimentos sociais. Durante a administra\u00e7\u00e3o de Luiza Erundina, trabalhou primeiro na equipe de Paulo Freire, depois o sucedeu como Secret\u00e1rio Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo (1991-1992). Seu nome \u00e9 forte por si s\u00f3, resta saber se ele desejaria ou aceitaria assumir o MEC, considerando os limites impostos pelo Pal\u00e1cio do Planalto. Cortella tamb\u00e9m \u00e9 defensor do PNE.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">Acerto partid\u00e1rio<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Izolda Cela (Pros-CE) teve seu nome lan\u00e7ado pelo deputado federal Jos\u00e9 Guimar\u00e3es (PT-CE), l\u00edder do governo na C\u00e2mara dos Deputados. Atual vice-governadora do Cear\u00e1, Isolda foi ex-secret\u00e1ria de educa\u00e7\u00e3o da prefeitura de Sobral e do governo cearense. Em ambos os casos, trabalhou com Cid Gomes. Guimar\u00e3es argumentou que Izolda teria respaldo em setores da imprensa especializada em educa\u00e7\u00e3o e perante as funda\u00e7\u00f5es empresariais dedicadas \u00e0 \u00e1rea, o que \u00e9 verdade. Contudo, ela j\u00e1 carrega a rejei\u00e7\u00e3o do PMDB. O motivo \u00e9 simples: ela \u00e9 ligada a Cid Gomes, atualmente o maior desafeto pol\u00edtico do todo-poderoso Eduardo Cunha (PMDB-RJ).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Tarso Genro Tarso Genro (PT-RS) \u00e9 considerado um dos melhores ministros da educa\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos 12 anos de administra\u00e7\u00e3o petista e tamb\u00e9m tem seu nome ventilado. Pesa contra ele o fato de que, como governador ga\u00facho, n\u00e3o pagou o piso do magist\u00e9rio aos professores da rede estadual. Al\u00e9m disso (e, talvez, principalmente por isso), n\u00e3o conquistou a reelei\u00e7\u00e3o. No entanto, Tarso Genro goza de muito prest\u00edgio no setor, especialmente entre movimentos sociais, acad\u00eamicos e parte significativa do movimento estudantil. \u00c9 um dos nomes mais apoiados pela milit\u00e2ncia petista e lideran\u00e7as do partido. Genro tem afirmado compromisso com o cumprimento do PNE.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Gabriel Chalita O atual secret\u00e1rio municipal de Fernando Haddad, neste momento, \u00e9 o mais forte candidato \u2013 o que n\u00e3o significa que vai emplacar. Conquistou Dilma Rousseff na elei\u00e7\u00e3o de 2010.&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">Naquele pleito, quando emergia a onda de conservadorismo que assola hoje o pa\u00eds, Chalita abriu canais de interlocu\u00e7\u00e3o entre Dilma e setores eclesiais e leigos da Igreja Cat\u00f3lica. Empossada, a&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">presidenta queria seu novo amigo na Esplanada dos Minist\u00e9rios; mais do que isso, desejava ver o ex-tucano na chefia do MEC. A milit\u00e2ncia petista sentiu um frio na espinha, mas Lula brigou por&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">Haddad e conseguiu que seu afilhado ocupasse o posto at\u00e9 janeiro de 2012, quando partiu para concorrer \u00e0 prefeitura de S\u00e3o Paulo e foi sucedido por Aloizio Mercadante.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Em 2012, Chalita tamb\u00e9m disputou a prefeitura paulistana. Considerado leal, cumpriu pacto de n\u00e3o agress\u00e3o com Haddad e apoiou o petista no segundo turno. Embora n\u00e3o tenha concorrido \u00e0s elei\u00e7\u00f5es de 2014, manteve seu capital pol\u00edtico e assumiu recentemente a Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, o que frustrou a milit\u00e2ncia petista e a maior parte da comunidade educacional. Para assumir o novo posto, Chalita teve a ben\u00e7\u00e3o de Michel Temer e de Lula, al\u00e9m do entusiasmo p\u00fablico de Fernando Haddad \u2013 o que aumentou a desmotiva\u00e7\u00e3o de muitos apoiadores do prefeito. Entre outros fatores, al\u00e9m da forte discord\u00e2ncia sobre concep\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, os correligion\u00e1rios de Haddad lembram que Chalita ascendeu na pol\u00edtica pelas m\u00e3os do governador tucano Geraldo Alckmin (PSDB-SP).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Frente a todo esse hist\u00f3rico, ap\u00f3s iniciar conversas durante a concorrida festa de anivers\u00e1rio da senadora Marta Suplicy (hoje PT-SP, amanh\u00e3 PSB), os bastidores de Bras\u00edlia passaram o final de&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">semana comentando que Chalita tinha ido \u00e0 Capital Federal para se reunir com Michel Temer, seu atual l\u00edder pol\u00edtico. O objetivo era discutir sua ida ao MEC, desejada por Dilma e que contaria com o aval de Lula. Parte do boato virou not\u00edcia, em nota da Reuters.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Mas antes de conferir cenas dos pr\u00f3ximos cap\u00edtulos, vale lembrar: nesse jogo todo, n\u00e3o \u00e9 correto desconsiderar que o MEC possui hoje um ministro interino: Luiz Cl\u00e1udio Costa (PT-MG). Foi em&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12pt;\">situa\u00e7\u00e3o parecida, em meados da d\u00e9cada passada, que Fernando Haddad ascendeu na pol\u00edtica nacional. Haddad conquistou Lula rapidamente, Costa precisa encantar Dilma. Em Bras\u00edlia, dizem que a tarefa dele \u00e9 bem mais complexa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Por\u00e9m, dentro do pr\u00f3prio Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 quem aposte mais em Arn\u00f3bio Marques (PT-AC). Mais conhecido como Binho, Marques \u00e9 ex-governador do Acre e titular da SASE\/MEC (Secretaria de Articula\u00e7\u00e3o com os Sistemas de Ensino). Como trunfo, ele contaria com apoio de alguns secret\u00e1rios estaduais de educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">No pr\u00f3prio Minist\u00e9rio muitos lan\u00e7am suas fichas no improv\u00e1vel retorno de Jos\u00e9 Henrique Paim (PT-RS), hoje respons\u00e1vel pelo \u201cS&#8220; do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social). Paim j\u00e1 se estabeleceu no Rio de Janeiro e est\u00e1 muito animado com seu novo papel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Muitos nomes, muitas possibilidades e uma preocupa\u00e7\u00e3o: quem desses nomes \u00e9 capaz de convencer Dilma Rousseff a priorizar a implementa\u00e7\u00e3o do PNE, entendendo o plano como a pr\u00f3pria express\u00e3o do lema de governo: \u201cBrasil: p\u00e1tria educadora&#8221;?<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Continua crescendo a lista de nomes para a chefia do MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o), mas poucos t\u00eam chances reais de assumir a pasta \u2013 talvez nenhum dos aventados at\u00e9 aqui. 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