{"id":575,"date":"2004-04-08T15:36:00","date_gmt":"2004-04-08T18:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/04\/08\/e-tempo-de-ler\/"},"modified":"2004-04-08T15:36:00","modified_gmt":"2004-04-08T18:36:00","slug":"e-tempo-de-ler","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/e-tempo-de-ler\/","title":{"rendered":"\u00c9 tempo de ler"},"content":{"rendered":"<p>\u201c\u00c9 surpreendente, por\u00e9m ineg\u00e1vel. Da \u00e9poca cl\u00e1ssica aos dias de hoje, o livro, como objeto, mudou muito pouco.\u201c Embora a afirma\u00e7\u00e3o feita na obra \u201cO Livro Depois do Livro\u201c, pela professora e pesquisadora Giselle Beiguelman, da PUC de S\u00e3o Paulo, esteja correta quando se discute o suporte usado para publica\u00e7\u00e3o de obras escritas desde os tempos da inven\u00e7\u00e3o da prensa com tipos m\u00f3veis por Gutenberg, em meados do s\u00e9culo XV, o mesmo n\u00e3o se pode afirmar sobre o mercado editorial e necessidade de se desenvolver uma pol\u00edtica cultural de incentivo \u00e0 leitura, principalmente quando o foco da quest\u00e3o \u00e9 o Brasil. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A abertura da \u201c18 Bienal do Livro de S\u00e3o Paulo\u201c, no Centro de Conven\u00e7\u00f5es Imigrantes, no pr\u00f3ximo dia 15 &#8211; veja mat\u00e9ria nas p\u00e1ginas 4 e 5 deste caderno &#8211; marca o in\u00edcio de uma converg\u00eancia entre o governo, os editores e livreiros do Pa\u00eds. O objetivo comum \u00e9 ampliar o n\u00famero de leitores por meio de uma a\u00e7\u00e3o de longo prazo para assim tamb\u00e9m ampliar o mercado brasileiro de obras n\u00e3o-did\u00e1ticas. Os obst\u00e1culos s\u00e3o muitos e envolvem quest\u00f5es complexas como a m\u00e1 distribui\u00e7\u00e3o de renda do Pa\u00eds e o fato de apenas 25% dos brasileiros dominarem plenamente as habilidades de leitura e escrita, conforme dados recentes divulgados pelo Instituto Paulo Montenegro, do grupo Ibope, no \u00cdndice de Alfabetismo Funcional (INAF), divulgado no final de mar\u00e7o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> S\u00f3 que em vez de ficar esperando pelos futuros leitores, entidades privadas e particulares resolveram partir em sua conquista. \u201cTemos que ser parceiros do governo para que o h\u00e1bito de leitura cres\u00e7a\u201c, defende o presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL), entidade respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o da Bienal do Livro, Oswaldo Siciliano. Com mais de meio s\u00e9culo dedicados ao setor, o livreiro frisa que o Brasil voltou sua aten\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o h\u00e1 uma d\u00e9cada e, desde ent\u00e3o, tem desprendido esfor\u00e7os para estimular cada vez mais a leitura no Pa\u00eds. A pr\u00f3pria Lei n10.753, sancionada pela Presid\u00eancia da Rep\u00fablica em outubro passado, \u00e9 confirma\u00e7\u00e3o disto. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os motivos s\u00e3o \u00f3bvios. N\u00e3o h\u00e1 na\u00e7\u00e3o desenvolvida no mundo em que a leitura n\u00e3o tenha ocupado um papel primordial em seu aprimoramento educacional e social. \u201cO governo brasileiro tem plena consci\u00eancia que o desenvolvimento do Pa\u00eds passa pelo crescimento do h\u00e1bito da leitura\u201c, comenta Siciliano. O novo \u201cPrograma Nacional de Biblioteca P\u00fablica e Leitura\u201c confirma a afirma\u00e7\u00e3o do presidente da CBL. \u201cEste plano \u00e9 muito importante para o Brasil\u201c, observa o presidente da Biblioteca Nacional, Pedro Corr\u00eaa do Lago, \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela implanta\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es na \u00e1rea por parte do Minist\u00e9rio da Cultura (Minc). Seguindo o direcionamento da pasta para outras \u00e1reas culturais, a nova pol\u00edtica do governo \u00e9 receptiva e espera contar com o apoio do setor privado e ONGs para sua realiza\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cMais de 1,2 mil munic\u00edpios no Brasil n\u00e3o possuem biblioteca\u201c, comenta Lago para justificar porque o novo plano, denominado \u201cFome de Livro\u201c, come\u00e7a justamente pelo lado mais ambicioso e caro: a instala\u00e7\u00e3o de bibliotecas p\u00fablicas em todos os munic\u00edpios brasileiros que n\u00e3o a possuem at\u00e9 o t\u00e9rmino do mandato do governo Lula, em 2006. A previs\u00e3o \u00e9 que a a\u00e7\u00e3o consuma aproximadamente R$ 75 milh\u00f5es que vir\u00e3o em parte do Fundo Nacional de Cultura, do Minc e da capta\u00e7\u00e3o de patroc\u00ednio das empresas privadas via Lei Rouanet. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para a coordena\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o do novo programa foi escolhido Galeno Amorim. Ex-secret\u00e1rio da Cultura de Ribeir\u00e3o Preto, o jornalista desenvolveu na cidade o programa \u201cRibeir\u00e3o das Letras\u201c que em tr\u00eas anos implantou na cidade 60 bibliotecas, devendo chegar a 80 at\u00e9 o final deste ano. Segundo Amorim, o fato de o munic\u00edpio paulista possuir uma biblioteca para cada 6 mil habitantes, n\u00famero considerado alto at\u00e9 em pa\u00edses desenvolvidos, aumentou em 50% os \u00edndices de leitura em apenas dois anos, inclusive em \u00e1reas mais carentes da cidade, onde foram montadas bibliotecas dentro de unidades da Febem e associa\u00e7\u00f5es de moradores. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os editores e livreiros, principalmente aqueles ligados ao segmento de obras gerais, t\u00eam total interesse no projeto. O pr\u00f3prio Siciliano comenta que tem feito reuni\u00f5es regulares com membros do Minc e da Biblioteca Nacional para que o plano saia do papel. O mercado sabe que para crescer \u00e9 preciso democratizar o acesso ao livro a todas as camadas da popula\u00e7\u00e3o. A m\u00e9dia de leitura de livros por habitante hoje no Pa\u00eds \u00e9 de 1,8 por ano. Baixa se comparada com a da Fran\u00e7a que atinge 7 obras por ano. Mas o que seduz \u00e9 justamente o potencial de crescimento que o Brasil possui. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cAposto que entre 2010 e 2012 o Pa\u00eds ter\u00e1 um mercado editorial 50% maior do que tem hoje\u201c, calcula Siciliano. O Brasil produz hoje aproximadamente 339 milh\u00f5es de exemplares por ano, o que gera um faturamento de quase R$ 2,2 bilh\u00f5es, segundo dados levantados em 2002 pela pr\u00f3pria CBL. Embora a entidade n\u00e3o tenha divulgado ainda os n\u00fameros referentes a 2003, j\u00e1 se sabe que os n\u00fameros ser\u00e3o bastante parecidos com os do ano anterior. \u201cEm 2003, o mercado ficou estagnado por conta da conjuntura econ\u00f4mica\u201c, confirma Siciliano. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> As an\u00e1lises de crescimento do mercado a m\u00e9dio prazo, se ap\u00f3iam em dois fatores. Primeiro, o n\u00famero de universit\u00e1rios est\u00e1 crescendo anualmente no Brasil, \u201co que pode gerar um aumento de 20% do n\u00famero de leitores s\u00f3 deste segmento no decorrer da pr\u00f3xima d\u00e9cada\u201c, calcula Siciliano. Em segundo lugar, h\u00e1 que se considerar o fato de que qualquer aumento da renda per capita da popula\u00e7\u00e3o, por menor que seja, tem efeito imediato no consumo de livros, como lembra o presidente do Grupo Record, S\u00e9rgio Machado, maior editora de obras gerais do Pa\u00eds, que \u00e9 propriet\u00e1ria tamb\u00e9m de selos tradicionais como o \u201cJos\u00e9 Olympio\u201c , \u201cCiviliza\u00e7\u00e3o Brasileira\u201c e \u201cBertrand Brasil\u201c. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Do alto da experi\u00eancia de quem comanda uma editora que est\u00e1 no mercado desde 1942, Machado cita como exemplo para validar sua afirma\u00e7\u00e3o, o fato de que todas as vezes em que o governo implementou um novo Plano Econ\u00f4mico o consumo de livros cresceu. \u201cO Brasil j\u00e1 avan\u00e7ou bastante na quest\u00e3o da leitura nos \u00faltimos dez anos e a longo prazo tem trajet\u00f3ria ascendente\u201c, observa ele. Machado tamb\u00e9m concorda que a amplia\u00e7\u00e3o do mercado passe necessariamente pelo desenvolvimento do h\u00e1bito de leitura dos brasileiros e comenta que em pa\u00edses desenvolvidos, como a Su\u00ed\u00e7a ou a Fran\u00e7a, \u00e9 mais dif\u00edcil ampliar o consumo de livros. \u201cNestes pa\u00edses, mesmo que a renda per capita dobre, o consumo de livros continuar\u00e1 o mesmo, pois o h\u00e1bito de leitura j\u00e1 est\u00e1 difundido na popula\u00e7\u00e3o.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cDevemos trabalhar voltados para a amplia\u00e7\u00e3o do mercado\u201c, comenta o presidente da Record, criticando o sistema de mecenato desenvolvido pela Lei Rouanet que estimula o escritor a produzir, mas n\u00e3o a publicar sua obra. \u201cA atitude correta \u00e9 estimular o consumo de livros para que a partir das vendas os editores remunerem as cria\u00e7\u00f5es dos escritores por meio de pagamento de direitos autorais\u201c, defende ele, lembrando que o modelo atual de est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria brasileira ainda reproduz os padr\u00f5es de mecenato praticados pelo Imp\u00e9rio no s\u00e9culo XIX. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A bem da verdade, o consumo de livros e, conseq\u00fcentemente, o h\u00e1bito de leitura no Brasil esbarra na velha quest\u00e3o da desequilibrada distribui\u00e7\u00e3o da renda nacional. A afirma\u00e7\u00e3o de Oswaldo Siciliano de que \u201cn\u00e3o \u00e9 o livro que custa caro, mas o poder aquisitivo do brasileiro que \u00e9 baix\u00edssimo\u201c faz de fato sentido, quando se atenta ao dado de que 2,4% das fam\u00edlias det\u00eam 33% da riqueza nacional, como revelou na \u00faltima semana o \u201cAtlas da Exclus\u00e3o Social &#8211; Os Ricos no Brasil\u201c. O estudo foi feito a partir de dados dos Censos do IBGE e publicados pela editora Cortez. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O livro brasileiro custa em m\u00e9dia 50% do valor em d\u00f3lares das publica\u00e7\u00f5es americanas, e isto considerando que a renda per capita nos Estados Unidos \u00e9 infinitamente maior. Siciliano explica que a produ\u00e7\u00e3o de um livro tem custos fixos, como a compra dos direitos autorais, a revis\u00e3o e a divulga\u00e7\u00e3o, que representam mais de 50% do valor total. E que somente o aumento da tiragem \u00e9 que pode reduzir os pre\u00e7os de uma publica\u00e7\u00e3o. \u201cPre\u00e7o no mercado editorial \u00e9 quest\u00e3o de escala\u201c, explica. \u00a0\u00a0<\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/www.gazetamercantil.com.br\/pt\/jornal\/noticia.aspx?CodNoticia=7013551&#038;NomeEditoria=Fim%20de%20Semana&#038;CodEditoria=76\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leia mais<\/a> <br \/><a href=\"http:\/\/www.gazetamercantil.com.br\/pt\/jornal\/noticia.aspx?CodNoticia=7013555&#038;NomeEditoria=Fim%20de%20Semana&#038;CodEditoria=76\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Reina\u00e7\u00f5es do mundo editorial<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c\u00c9 surpreendente, por\u00e9m ineg\u00e1vel. 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