{"id":5735,"date":"2014-08-20T14:15:57","date_gmt":"2014-08-20T17:15:57","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2014\/08\/20\/aumenta-a-busca-por-conteudo-educacional-na-internet-brasileira-apontam-sites\/"},"modified":"2014-08-20T14:15:57","modified_gmt":"2014-08-20T17:15:57","slug":"aumenta-a-busca-por-conteudo-educacional-na-internet-brasileira-apontam-sites","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/aumenta-a-busca-por-conteudo-educacional-na-internet-brasileira-apontam-sites\/","title":{"rendered":"Aumenta a busca por conte\u00fado educacional na internet brasileira, apontam sites"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O brasileiro est\u00e1 usando cada vez mais a internet para incrementar os estudos. N\u00fameros divulgados &nbsp;pelo YouTube apontam que as buscas por v\u00eddeos na categoria &#8220;educa\u00e7\u00e3o&#8221; cresceram 44% no primeiro semestre deste ano. E quando recorte \u00e9 feito sobre os dispositivos m\u00f3veis, como tablets e smartphones, o salto \u00e9 de 339% no mesmo per\u00edodo. Al\u00e9m disso, a categoria j\u00e1 \u00e9 a quinta mais buscada no maior site de v\u00eddeos da internet.<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Os dados foram apresentados nesta manh\u00e3 pela empresa, durante o evento &#8220;Think with Google&#8221; (&#8220;Pensando com o Google&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o literal), na sede de empresa em S\u00e3o Paulo, que reuniu pesquisadores de diferentes \u00e1reas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Entre os participantes estava a antrop\u00f3loga cultural e professora Mimi Ito, do Departamento de Antropologia e do Departamento de Inform\u00e1tica da Universidade da Calif\u00f3rnia, que concedeu entrevista ao GLOBO antes do encontro. Para ela, todo este quadro registrado pelo site de v\u00eddeos \u00e9 consequ\u00eancia de um cen\u00e1rio que vem sendo constru\u00eddo desde os prim\u00f3rdios da internet.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8211; Comunidades on-line t\u00eam se empenhado em promover aprendizagem atrav\u00e9s de quaisquer plataformas que estejam \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, sejam elas de perguntas e respostas, f\u00f3runs na web ou chats do Twitter &#8211; afirma. &#8211; Os jovens que cresceram junto \u00e0 internet tiveram esses recursos como sua primeira parada quando procuravam informa\u00e7\u00f5es e solu\u00e7\u00f5es de problemas ou estavam interessados em aprender algo novo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">E para tornar esse contexto ainda mais atraente \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es, Mimi lembra que, em paralelo ao desenvolvimento da internet, instaurou-se uma crescente crise naquilo que era tido como &#8220;educa\u00e7\u00e3o formal&#8221;. Para ela, a ideia de que alunos precisam estar acomodados em assentos em salas de aula ou lendo livros para aprender ficou desatualizada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8211; Com o advento dos v\u00eddeos, o conhecimento apresentado on-line n\u00e3o \u00e9 apenas mais conveniente, abundante e relevante, mas apresentado num formato muito mais acess\u00edvel e envolvente do que o livro tradicional. E o fato de estes v\u00eddeos serem produzidos por uma multid\u00e3o de especialistas, amadores apaixonados e qualquer um que queira compartilhar conhecimento deixa os alunos mais propensos a encontrar exatamente o conte\u00fado que est\u00e3o mais interessados &#8211; avalia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">Para ela, tudo isso n\u00e3o inutiliza as escolas, mas demanda uma nova postura por parte das mesmas. O desafio agora \u00e9 promover o encontro entre o ensino tradicional e as novas ferramentas, conduzindo os alunos a serem capazes de fazer o melhor proveito do que vem sendo disponibilizado na web.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt;\">PANORAMA BRASILEIRO<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">O diretor de neg\u00f3cios do Google Brasil, Alessandro Leal, tamb\u00e9m participou do evento. Ele contou que, assim como no YouTube, pesquisas ligadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ocupam uma fatia consider\u00e1vel das pesquisas efetuadas no site de buscas, com destaque para o Exame Nacional do Ensino M\u00e9dio (Enem).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">&#8211; O Enem tornou-se o evento mais relevante do calend\u00e1rio escolar brasileiro e isso se reflete claramente na internet. Em 2013 as buscas por &#8220;Enem&#8221; e as relacionadas \u00e0 &#8220;Fies&#8221; e &#8220;ProUni&#8221; foram 15 vezes maior do que todas as buscas juntas por &#8220;Papa Francisco&#8221;, &#8220;Jornada Mundial da Juventude&#8221;, &#8220;Copa das Confedera\u00e7\u00f5es&#8221; e &#8220;Manifesta\u00e7\u00f5es&#8221;, todos grandes eventos que aconteceram no ano passado &#8211; ilustra. &#8211; Enquanto o n\u00famero de inscritos no Enem 2013 foi 20% maior que em 2012, o n\u00famero de buscas pelo tema foi 227% maior no mesmo per\u00edodo de compara\u00e7\u00e3o.<\/span><br \/><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;\">De acordo com Alessandro, as expectativas s\u00e3o de mais crescimento nos pr\u00f3ximos anos. E a boa not\u00edcia \u00e9 que os estudantes tamb\u00e9m est\u00e3o cada vez mais cr\u00edticos em rela\u00e7\u00e3o a conte\u00fados que n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis com ensino desejado.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O brasileiro est\u00e1 usando cada vez mais a internet para incrementar os estudos. N\u00fameros divulgados &nbsp;pelo YouTube apontam que as buscas por v\u00eddeos na categoria &#8220;educa\u00e7\u00e3o&#8221; cresceram 44% no primeiro semestre deste ano. E quando recorte \u00e9 feito sobre os dispositivos m\u00f3veis, como tablets e smartphones, o salto \u00e9 de 339% no mesmo per\u00edodo. 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