{"id":53,"date":"2013-11-05T15:39:39","date_gmt":"2013-11-05T17:39:39","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2013\/11\/05\/segundo-relatorio-divulgado-pelo-forum-economico-mundial-brasil-aparece-na-88-colocacao-no-ranking\/"},"modified":"2013-11-05T15:39:39","modified_gmt":"2013-11-05T17:39:39","slug":"segundo-relatorio-divulgado-pelo-forum-economico-mundial-brasil-aparece-na-88-colocacao-no-ranking","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/segundo-relatorio-divulgado-pelo-forum-economico-mundial-brasil-aparece-na-88-colocacao-no-ranking\/","title":{"rendered":"Segundo relat\u00f3rio divulgado pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial, Brasil aparece na 88\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no ranking"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">A educa\u00e7\u00e3o brasileira, mais uma vez, est\u00e1 entre as piores do mundo. No Relat\u00f3rio de Capital Humano, divulgado pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial (WEF, na sigla em ingl\u00eas) em outubro, o Brasil aparece na 88\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no ranking, entre 122 pa\u00edses, quando se trata de educa\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">A situa\u00e7\u00e3o alarmante n\u00e3o \u00e9 novidade, mas desafia os governantes e a sociedade. Desde maio deste ano, a Gest\u00e3o Educacional est\u00e1 publicando a s\u00e9rie de reportagens Por uma Educa\u00e7\u00e3o de futuro (veja mais sobre a s\u00e9rie clicando aqui), com os objetivos de apontar os problemas e tamb\u00e9m indicar as poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es. Nas \u00faltimas seis edi\u00e7\u00f5es, ao abordar temas relevantes para o setor, as mat\u00e9rias apresentaram iniciativas que provam que o esfor\u00e7o conjunto pode resultar em educa\u00e7\u00e3o de qualidade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cEduca\u00e7\u00e3o, para ser de qualidade, primeiramente tem que ser para todos; al\u00e9m disso, precisa dar conta dos objetivos fundamentais da na\u00e7\u00e3o brasileira, baseados na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais desenvolvida\u201d, alerta Jos\u00e9 Fernandes de Lima, presidente do Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (CNE). E completa: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"><\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cO primeiro passo \u00e9 ter clareza do que entendemos por educa\u00e7\u00e3o de qualidade\u201d. Para o presidente do CNE, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio ter muito bem definido o que se espera da \u00e1rea na condi\u00e7\u00e3o atual do Pa\u00eds, a fim de que a educa\u00e7\u00e3o possa realmente contribuir para a diminui\u00e7\u00e3o das desigualdades. \u201cN\u00e3o pode ser uma educa\u00e7\u00e3o para a elite, para alguns poucos privilegiados. Temos que deixar claro qual \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o que queremos\u201d, ressalta. A busca pela equidade em todas as regi\u00f5es \u00e9 um dos grandes desafios do Pa\u00eds em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cO ideal \u00e9 que os sistemas educacionais se preocupem em n\u00e3o deixar aluno algum para tr\u00e1s e n\u00e3o permitam [como ocorre atualmente] a exist\u00eancia de escolas que t\u00eam tudo e outras que n\u00e3o t\u00eam nada\u201d, adverte. Para reverter essa situa\u00e7\u00e3o, o presidente do CNE considera fundamentais a conscientiza\u00e7\u00e3o dos envolvidos e da sociedade e a realiza\u00e7\u00e3o de investimentos, principalmente nas escolas com mais dificuldades, \u201cpara traz\u00ea-las para mais perto do n\u00edvel que queremos\u201d, afirma. Lima enfatiza que a educa\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou muito no Brasil, mas ainda h\u00e1 um passivo muito pesado. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"><\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cAinda h\u00e1 jovens fora da escola, escolas sem condi\u00e7\u00f5es de atendimento, sem energia el\u00e9trica, sem sala de professores, sem laborat\u00f3rio, sem bibliotecas. H\u00e1 muitas coisas que precisam melhorar urgentemente. E, para que se possa acelerar a melhoria dessas condi\u00e7\u00f5es, \u00e9 necess\u00e1rio investimento\u201d, observa. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">O presidente do CNE ressalta ainda que o caminho para se chegar \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de qualidade \u00e9 estabelecer o objetivo de onde queremos chegar e concentrar esfor\u00e7os para que todos \u2013 principalmente aqueles que t\u00eam mais dificuldades \u2013 cheguem nesse ponto. \u201cIsso \u00e9 uma mudan\u00e7a de mentalidade\u201d, enfatiza. De acordo com Maria Alice Setubal, presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do Centro de Estudos e Pesquisas em Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e A\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria (Cenpec), para que haja educa\u00e7\u00e3o de qualidade no Brasil \u00e9 preciso, em primeiro lugar, vontade pol\u00edtica. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cDirigentes de ensino precisam ter apoio pol\u00edtico para implementar os projetos necess\u00e1rios para a melhoria do ensino. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso articula\u00e7\u00e3o das diferentes inst\u00e2ncias pol\u00edticas \u2013 federal, estadual e municipal. Essa articula\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 prec\u00e1ria no Brasil e, sem ela, n\u00e3o h\u00e1 como caminhar em dire\u00e7\u00e3o a um sistema nacional de educa\u00e7\u00e3o\u201d, alerta Maria Alice, que \u00e9 soci\u00f3loga, doutora em Psicologia da Educa\u00e7\u00e3o. Ela tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o para outro componente quando se fala em qualidade na educa\u00e7\u00e3o: a escola. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"><\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cTemos de trabalhar a escola [e implementar] desde equipamentos b\u00e1sicos, como infraestrutura e material did\u00e1tico, at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o dos professores, tanto a inicial como a continuada\u201d, frisa. Maria Alice considera, ainda, que o curr\u00edculo deve ser relacionado com a realidade de cada regi\u00e3o, sem deixar de estar conectado com o mundo atual. \u201c\u00c9 importante que nossos alunos saibam Portugu\u00eas, Matem\u00e1tica, Hist\u00f3ria e Geografia, mas eles tamb\u00e9m t\u00eam que ter uma forma\u00e7\u00e3o mais ampla, conectada com os problemas atuais, como mobilidade urbana, meio ambiente, novas tecnologias, artes\u201d, afirma.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"> A presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o do Cenpec tamb\u00e9m acredita que enfrentar as desigualdades \u00e9 fundamental para que o Pa\u00eds possa dar um salto de qualidade e alcan\u00e7ar a equidade na educa\u00e7\u00e3o. \u201cO ensino integral \u00e9 uma forma important\u00edssima para enfrentarmos essa desigualdade\u201d, acredita Maria Alice. E acrescenta: \u201cTemos que pensar na educa\u00e7\u00e3o integral para todas as crian\u00e7as, mas ela pode come\u00e7ar especialmente por escolas que est\u00e3o nas \u00e1reas de maior vulnerabilidade social\u201d. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"><\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">As desigualdades s\u00e3o verificadas principalmente em escolas localizadas nas periferias das grandes cidades e nos pequenos munic\u00edpios do Norte e Nordeste, segundo elenca a especialista. \u201cPara que essa desigualdade seja eliminada, s\u00e3o necess\u00e1rios projetos que recuperem escolas com maior discrep\u00e2ncia cultural. Essas escolas necessitam de professores bem informados e capacitados, al\u00e9m de material did\u00e1tico diversificado\u201d, diz. Nesse contexto, a escola aberta para a comunidade \u00e9 apontada como fator relevante. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201c\u00c9 necess\u00e1rio que a escola se conecte com os equipamentos da comunidade e que a comunidade possa interagir com essa escola\u201d, sugere Maria Alice. Professor A valoriza\u00e7\u00e3o do professor \u00e9 ponto decisivo para a educa\u00e7\u00e3o de qualidade. Na opini\u00e3o do presidente do CNE, \u00e9 necess\u00e1rio dar boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho aos professores para desenvolver as atividades pedag\u00f3gicas, garantir sal\u00e1rios e carreiras, investir na qualifica\u00e7\u00e3o e, sobretudo, ouvi-los. \u201c\u00c9 preciso ouvir os professores para saber deles quais as suas dificuldades. Assim, podemos atuar de forma que essas dificuldades sejam superadas\u201d, considera Lima. Maria Alice tamb\u00e9m acredita que a valoriza\u00e7\u00e3o do professor \u00e9 fundamental para melhorar a qualidade da educa\u00e7\u00e3o brasileira. \u201cPara isso, \u00e9 necess\u00e1rio um trabalho em diferentes dimens\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">A primeira delas \u00e9 trabalhar a dimens\u00e3o simb\u00f3lica do professor. Recuperar a import\u00e2ncia, a valoriza\u00e7\u00e3o e o respeito pela figura do professor\u201d, considera. Ela aponta a\u00e7\u00f5es como a implementa\u00e7\u00e3o de um plano de carreira para a classe e a recupera\u00e7\u00e3o salarial da categoria. \u201cPor fim, investir na sua forma\u00e7\u00e3o, que precisa ter qualidade e ser contempor\u00e2nea\u201d, frisa. Recursos \u00c9 urgente a necessidade de maior investimento na educa\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"><\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">A educa\u00e7\u00e3o de qualidade para todos exige a\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas e voltadas \u00e0 melhora do n\u00edvel de aprendizado dos alunos, da forma\u00e7\u00e3o de professores e da estrutura das escolas. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso existir engajamento da fam\u00edlia e da comunidade. \u201cPara que as a\u00e7\u00f5es realmente aconte\u00e7am, \u00e9 preciso haver um envolvimento da sociedade. O ingrediente necess\u00e1rio para que possamos avan\u00e7ar \u00e9 exatamente essa mobiliza\u00e7\u00e3o, que tem que ser em torno de uma educa\u00e7\u00e3o que contemple todas as pessoas, todas as regi\u00f5es, todas as etnias, toda a sociedade\u201d, salienta Jos\u00e9 Fernandes de Lima. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">A aprova\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 12.858, que prev\u00ea a destina\u00e7\u00e3o de 75% dos recursos obtidos por meio dos royalties do petr\u00f3leo extra\u00eddo da camada pr\u00e9-sal para a educa\u00e7\u00e3o, traz perspectivas positivas.\u201cAl\u00e9m da modifica\u00e7\u00e3o da mentalidade, do esfor\u00e7o e da mobiliza\u00e7\u00e3o da sociedade, vamos precisar tamb\u00e9m de recursos financeiros. Por isso, qualquer recurso, qualquer mobiliza\u00e7\u00e3o ou determina\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de recurso para a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 bem-vinda\u201d, afirma Lima.Maria Alice, do Cenpec, adverte que \u201cn\u00e3o basta ter mais recursos se n\u00e3o houver uma boa gest\u00e3o desse investimento\u201d. Ela ressalta que, mesmo com os recursos dos royalties do petr\u00f3leo, o montante n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para alcan\u00e7ar os 10% do Produto Interno Bruto (PIB) previstos para a \u00e1rea no Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (PNE), que ainda tramita no Congresso Nacional. Maria Alice tamb\u00e9m destaca o atraso na aprova\u00e7\u00e3o do PNE: <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">\u201cO Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial, porque \u00e9 um documento de refer\u00eancia para estados e munic\u00edpios. Mas j\u00e1 estamos dois anos atrasados, pois o plano era para vigorar entre 2011 e 2020. Caso seja aprovado ainda este ano, s\u00f3 vai valer a partir de 2014\u201d. E prossegue: \u201cO Pa\u00eds s\u00f3 poder\u00e1 avan\u00e7ar na educa\u00e7\u00e3o a partir do momento em que o tema estiver no discurso de todos os pol\u00edticos. Mas, infelizmente, s\u00e3o pouqu\u00edssimos que d\u00e3o prioridade para a \u00e1rea. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"><\/span>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\">A educa\u00e7\u00e3o acaba ficando somente no discurso da maioria\u201d. O presidente do Conselho lembra que o PNE foi constru\u00eddo com base em dados e sugest\u00f5es coletadas na Confer\u00eancia Nacional de Educa\u00e7\u00e3o, que teve \u201cgrande participa\u00e7\u00e3o popular. O que precisamos fazer \u00e9 manter essa mobiliza\u00e7\u00e3o popular para que possamos incentivar e cobrar dos governantes que continuem investindo na educa\u00e7\u00e3o\u201d, comenta Lima. Ele ressalta a necessidade de implanta\u00e7\u00e3o de planos de longo prazo para a \u00e1rea.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;\"> \u201cA\u00e7\u00f5es pontuais, \u00e0s vezes, podem servir para dar not\u00edcia, para a inaugura\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o transformam a educa\u00e7\u00e3o. E esse plano tem exatamente essa caracter\u00edstica; as metas s\u00e3o para dez anos \u2013 naturalmente, o plano ter\u00e1 que ultrapassar um per\u00edodo de mandato governamental e, por isso, precisar\u00e1 envolver a sociedade para que realmente aconte\u00e7a\u201d, observa.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A educa\u00e7\u00e3o brasileira, mais uma vez, est\u00e1 entre as piores do mundo. No Relat\u00f3rio de Capital Humano, divulgado pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial (WEF, na sigla em ingl\u00eas) em outubro, o Brasil aparece na 88\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no ranking, entre 122 pa\u00edses, quando se trata de educa\u00e7\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o alarmante n\u00e3o \u00e9 novidade, mas desafia os governantes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-53","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}