{"id":4608,"date":"2012-02-23T18:41:51","date_gmt":"2012-02-23T20:41:51","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2012\/02\/23\/novos-rumos-da-lafonte\/"},"modified":"2012-02-23T18:41:51","modified_gmt":"2012-02-23T20:41:51","slug":"novos-rumos-da-lafonte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/novos-rumos-da-lafonte\/","title":{"rendered":"Novos rumos da Lafonte"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A Lafonte, editora que faz parte do grupo Escala Educacional, tem como meta para este ano dobrar o faturamento com a venda de livros de interesse geral, afirma Diego Drumond e Lima, principal executivo do grupo. Hoje, segundo ele, essa linha de publica\u00e7\u00e3o representa uma porcentagem \u201cmuito pequena\u201d da receita da empresa, cujo principal neg\u00f3cio \u00e9 a venda de livros did\u00e1ticos.<\/span><\/span><\/p>\n<p> <span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/>  <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A Lafonte \u00e9 mais conhecida pelo uso que faz da marca Larousse, voltada especialmente \u00e0 publica\u00e7\u00e3o de livros de refer\u00eancia, idiomas, culin\u00e1ria e tamb\u00e9m de guias. Agora, a editora quer, com o pr\u00f3prio nome Lafonte, aumentar a presen\u00e7a nas livrarias e abocanhar um peda\u00e7o dos segmentos que vendem mais. \u201cQueremos ter livros nas listas de mais vendidos\u201d, afirma Lima.\u00a0 <br \/>\u00a0<br \/>Um dos objetivos para 2012 \u00e9 investir na compra de t\u00edtulos internacionais que podem se tornar best-sellers no Brasil. \u201cN\u00e3o h\u00e1 um foco espec\u00edfico em fic\u00e7\u00e3o, n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o ou autoajuda, por exemplo. Mas faremos mais apostas para concorrer nesses segmentos\u201d, diz o executivo. <br \/>\u00a0<br \/>Segundo Lima, as mudan\u00e7as na estrat\u00e9gia da Lafonte motivaram a sa\u00edda de Janice Florido da casa, no fim de janeiro. A dire\u00e7\u00e3o editorial que era ocupada por ela agora n\u00e3o ser\u00e1 preenchida por uma pessoa, e sim por duas, que atuar\u00e3o com olhares distintos e complementares. \u201cUm profissional estar\u00e1 voltado para o mundo editorial, para novas apostas. O outro ter\u00e1 um olhar para o mercado, para a forma de fazer neg\u00f3cios\u201d, afirma o executivo. A editora est\u00e1 fazendo a sele\u00e7\u00e3o dos profissionais.<br \/>\u00a0<br \/>Na ocasi\u00e3o de sua sa\u00edda, Janice Florido afirmou ao PublishNews que estava deixando a casa por ela estar mudando seu foco de publica\u00e7\u00e3o e voltando-se para produtos de banca. Lima nega a informa\u00e7\u00e3o. \u201cA Lafonte n\u00e3o vai lan\u00e7ar produtos para banca. \u00c9 nas livrarias onde queremos crescer.\u201d O grupo publica uma s\u00e9rie de t\u00edtulos de revistas com a marca Escala e, segundo o executivo, essa linha de neg\u00f3cios permanecer\u00e1 separada da Lafonte. <br \/>\u00a0<br \/>Para aumentar a venda nas livrarias e cumprir a meta de dobrar o faturamento com livros de interesse geral, a editora planeja investir em modelos diferentes de parceria com o varejo. Segundo Lima, uma das ideias \u00e9 que o grupo Escala imprima, em sua gr\u00e1fica pr\u00f3pria, os tabloides de propaganda das varejistas, em troca de espa\u00e7o para divulgar, nesse material, os livros da Lafonte. \u201cOs tabloides, s\u00e3o ferramentas de propaganda muito interessantes para v\u00e1rias redes, de livrarias a supermercados\u201d, diz.<br \/>\u00a0<br \/>A Escala Educacional funcionou, entre 2007 e 2010, em sociedade com o grupo franc\u00eas Hachette, gigante editorial que detinha 51% da empresa brasileira. A parceria, feita especialmente para explorar o mercado de livros did\u00e1ticos, foi desfeita depois que os resultados nesse segmento n\u00e3o sa\u00edram como o esperado pela multinacional.\u00a0 <br \/>\u00a0<br \/>O grupo brasileiro, hoje, est\u00e1 entre os principais fornecedores de livros para o governo. No Programa Nacional do Livro Did\u00e1tico (PNLD) 2011, foi o oitavo que mais vendeu obras: 2.830.595 exemplares, pelo valor de R$ 26,39 milh\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p> <\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Lafonte, editora que faz parte do grupo Escala Educacional, tem como meta para este ano dobrar o faturamento com a venda de livros de interesse geral, afirma Diego Drumond e Lima, principal executivo do grupo. 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