{"id":432,"date":"2004-02-09T16:34:00","date_gmt":"2004-02-09T18:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2004\/02\/09\/o-valor-da-lingua-na-guerra-dos-dicionarios\/"},"modified":"2004-02-09T16:34:00","modified_gmt":"2004-02-09T18:34:00","slug":"o-valor-da-lingua-na-guerra-dos-dicionarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/o-valor-da-lingua-na-guerra-dos-dicionarios\/","title":{"rendered":"O valor da l\u00edngua na guerra dos dicion\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 28 anos com a editora Nova Fronteira, o Aur\u00e9lio, dicion\u00e1rio mais popular do Brasil, passou \u00e0s m\u00e3os do Grupo Positivo, do Paran\u00e1, que adquiriu os direitos de edi\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o do livro por um prazo de sete anos, renov\u00e1veis por mais sete. O an\u00fancio, feito em Curitiba pelo diretor-presidente do grupo paranaense, Oriovisto Guimar\u00e3es, marca uma segunda fase na guerra dos dicion\u00e1rios, iniciada h\u00e1 tr\u00eas anos com o lan\u00e7amento do Dicion\u00e1rio Houaiss de L\u00edngua Portuguesa pela editora Objetiva, o primeiro a amea\u00e7ar a supremacia do Aur\u00e9lio, que j\u00e1 vendeu mais de 40 milh\u00f5es de exemplares. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O dicion\u00e1rio do professor Antonio Houaiss, morto em 1999 e considerado o maior fil\u00f3logo brasileiro do s\u00e9culo passado, n\u00e3o conseguiu derrubar o do amigo Aur\u00e9lio, mas a Nova Fronteira promete uma ofensiva com a perda de sua maior grife. A editora carioca acaba de anunciar sua nova aquisi\u00e7\u00e3o, o Dicion\u00e1rio Contempor\u00e2neo da L\u00edngua Portuguesa, de Caldas Aulete, 200 mil verbetes em cinco volumes, preparados com a supervis\u00e3o do especialista Paulo Geiger (leia texto abaixo). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Preocupada com a concorr\u00eancia, a editora Melhoramentos, dona do Michaelis, que garante 30% do faturamento anual da empresa (R$ 3,5 milh\u00f5es), promete novidades na pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do dicion\u00e1rio. Uma equipe de 11 lexic\u00f3grafos passou os \u00faltimos tr\u00eas anos recolhendo 26 mil novas palavras &#8212; nem todas candidatas \u00e0 incorpora\u00e7\u00e3o, segundo o diretor-geral da editora, Breno Lerner. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Estrat\u00e9gica, a Larousse entra timidamente na guerra e deve lan\u00e7ar o seu dicion\u00e1rio somente no pr\u00f3ximo ano. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Vi\u00fava do fil\u00f3logo Aur\u00e9lio Buarque de Holanda, Marina Baird Ferreira, aos 81 anos, sai ilesa dessa guerra. Ao participar do lan\u00e7amento do Minidicion\u00e1rio Aur\u00e9lio pelo Grupo Positivo, anteontem, em Curitiba, fez quest\u00e3o de lembrar que Houaiss, o tradutor do Ulysses, de James Joyce, era amigo do marido Aur\u00e9lio Buarque de Holanda e adotou seu dicion\u00e1rio como ponto de partida e refer\u00eancia para o dele. Houaiss trabalhou com 140 especialistas &#8211; portugueses e africanos, entre outros &#8211; e chegou a um total de 228.500 verbetes, quase 70 mil a mais que o Aur\u00e9lio. \u201cHouaiss incorporou muitas palavras arcaicas, em desuso\u201c, rebate dona Marina, respons\u00e1vel pelas edi\u00e7\u00f5es do dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio com a professora Margarida dos Anjos, desde a morte do marido, em 1989. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ela vai continuar supervisionando o trabalho dos lexic\u00f3grafos. O minidicion\u00e1rio (na sexta edi\u00e7\u00e3o) lan\u00e7ado pelo Grupo Positivo incorpora express\u00f5es idiom\u00e1ticas ausentes em edi\u00e7\u00f5es anteriores, como \u201cdar com os burros n\u00e1gua\u201c ou \u201cpisar em ovos\u201c. A \u00faltima express\u00e3o serve para definir a cuidadosa estrat\u00e9gia do grupo paranaense, que se recusa a falar em n\u00fameros. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O diretor da Gr\u00e1fica e Editora Posigraf, Giem Guimar\u00e3es, revela apenas o valor gasto com o minidicion\u00e1rio, ponta de lan\u00e7a para novos produtos que vir\u00e3o depois: R$ 500 mil. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A aquisi\u00e7\u00e3o de uma obra de refer\u00eancia como o Aur\u00e9lio marca uma nova fase na pol\u00edtica de investimento do Grupo Positivo no mercado editorial. Fundado em 1972, em Curitiba, o conglomerado, dividido em tr\u00eas segmentos &#8211; gr\u00e1fico-editorial, inform\u00e1tica e educacional -, fatura anualmente R$ 550 milh\u00f5es. Em todo o Pa\u00eds, 2 mil escolas conveniadas compram os produtos did\u00e1ticos e paradid\u00e1ticos do grupo parananese, um pacote educacional dirigido a mais de 500 mil alunos, que vai da pr\u00e9-escola \u00e0 universidade. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Tendo o grupo como parceiros a Microsoft e a Intel, n\u00e3o \u00e9 preciso ser adivinho para antecipar o futuro da associa\u00e7\u00e3o com o Aur\u00e9lio. A Positivo Inform\u00e1tica, bra\u00e7o tecnol\u00f3gico do grupo, que distribui os softwares da Disney no Brasil, vai disponibilizar o dicion\u00e1rio em seu portal educacional e lan\u00e7a, no segundo semestre, a vers\u00e3o eletr\u00f4nica atualizada em CD-ROM. Em mar\u00e7o, o Aureli\u00e3o, com seus 4 quilos, volta com cara nova, em sua quinta edi\u00e7\u00e3o, numa capa de cores discretas (cinza e azul com uma pequena faixa amarela). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Antes mesmo do lan\u00e7amento do filho menor pela Positivo, o Minidicion\u00e1rio Aur\u00e9lio, 43 mil dos 60 mil exemplares da edi\u00e7\u00e3o j\u00e1 estavam vendidos. O governo foi respons\u00e1vel por metade das aquisi\u00e7\u00f5es. Num pa\u00eds em que as editoras disputam as verbas p\u00fablicas como numa guerra, a dos dicion\u00e1rios deve deixar ainda muitos feridos no campo de luta. Como observador, o usu\u00e1rio s\u00f3 quer saber dos resultados. Seu interesse n\u00e3o \u00e9 tanto pelo n\u00famero de verbetes que cada um dos dicion\u00e1rios de l\u00edngua portuguesa oferece ao consumidor, at\u00e9 porque o vocabul\u00e1rio b\u00e1sico do brasileiro n\u00e3o passa de 1.500 palavras (Machado de Assis usou quatro vezes mais apenas em um de seus romances). Dona Marina, s\u00e1bia, diz que um bom dicion\u00e1rio se mede pela clareza de seus verbetes. \u201cAur\u00e9lio era muito rigoroso com a concis\u00e3o e me obrigava a reescrever in\u00fameras vezes at\u00e9 chegar ao que ele considerava ideal.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Quando o Houaiss foi lan\u00e7ado, em 2001, as opini\u00f5es sobre o concorrente mais antigo convergiam justamente para o car\u00e1ter menos enciclop\u00e9dico do Aur\u00e9lio. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O fil\u00f3logo Houaiss parecia mais aberto a incorpora\u00e7\u00f5es, abra\u00e7ando arca\u00edsmos, africanismos e regionalismos. Aur\u00e9lio foi sempre avesso a incorporar g\u00edrias de curta dura\u00e7\u00e3o e cauteloso com estrangeirismos. Preferia ter uma lista condensada de termos cotidianos que uma pilha de voc\u00e1bulos eruditos. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Dona Marina Baird segue o mesmo racioc\u00ednio. O filho Aur\u00e9lio Baird concorda com o pai e a m\u00e3e. Esclarece que o Aur\u00e9lio n\u00e3o \u00e9 dep\u00f3sito de uma l\u00edngua moribunda, mas viva, embora o Minidicion\u00e1rio registre g\u00edrias com parcim\u00f4nia. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> N\u00e3o se pode incorporar palavras que durem apenas uma esta\u00e7\u00e3o, justifica a vi\u00fava de Aur\u00e9lio Buarque de Holanda. Tampouco admitir termos popularizados pela internet e adaptados de forma capenga para o portugu\u00eas, como \u201catachar\u201c (de anexar fotos ou documentos a uma mensagem pelo correio eletr\u00f4nico, ausente no Minidicion\u00e1rio). Os dez assistentes de dona Marina est\u00e3o atentos ao linguajar das ruas, mas cautelosos quando come\u00e7am a navegar na internet. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Muitos lexic\u00f3grafos se afogam nessa tentativa. Nessa rede, peixe experiente n\u00e3o cai. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<b>Nova Fronteira ataca com o \u201cCaldas Aulete\u201c<\/B>       <br \/> O Estado de S\u00e3o Paulo, Beatriz Coelho Silva <\/p>\n<p> O Dicion\u00e1rio Contempor\u00e2neo da L\u00edngua Portuguesa, conhecido como Caldas Aulete, nome da editora lusa que o lan\u00e7ou no fim do s\u00e9culo 19, vai ser a base para o banco de palavras que a editora Nova Fronteira criar\u00e1 este ano para seus novos dicion\u00e1rios. A coordena\u00e7\u00e3o do trabalho, que j\u00e1 ocupa 20 profissionais, ficar\u00e1 com o lexic\u00f3grafo Paulo Geiger, ex-colaborador de Aur\u00e9lio Buarque de Hollanda e de quase todas as enciclop\u00e9dias lan\u00e7adas no Brasil nas \u00faltimas d\u00e9cadas. O primeiro livro sai ainda este ano. <\/p>\n<p> O valor da transa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi divulgado pelas duas editoras, mas o Caldas Aulete vem substituir o Aur\u00e9lio, cujos direitos de publica\u00e7\u00e3o foram da Nova Fronteira para o Grupo Positivo, de Curitiba. Ao todo, haviam oito edi\u00e7\u00f5es diferenciadas do Aur\u00e9lio (o S\u00e9culo 21, o mini, o b\u00e1sico, o escolar, adotado pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, a vers\u00e3o eletr\u00f4nica, o multim\u00eddia, o da turma da M\u00f4nica e o ilustrado por Ziraldo). Destes, s\u00f3 o eletr\u00f4nico e o escolar ainda continuam com a editora carioca. Na \u00e9poca, a vi\u00fava do dicionarista, Marina Baird Ferreira, ressaltou que n\u00e3o houve lit\u00edgio entre ela e a Nova Fronteira. \u201cS\u00f3 n\u00e3o renovei o contrato que vinha sendo renovado automaticamente havia 28 anos\u201c, disse ela ao Estado. \u201cOs tempos mudaram. \u00c9 preciso rever as bases estabelecidas desde ent\u00e3o.\u201c <\/p>\n<p>  Com isso, esses dois Aur\u00e9lios ainda ficam com a Nova Fronteira pelos pr\u00f3ximos anos, mas a editora pretende lan\u00e7ar produtos semelhantes \u00e0s outras edi\u00e7\u00f5es com base no Caldas Aulete, que teve sua primeira vers\u00e3o abrasileirada no fim dos anos 60 e ganhou atualiza\u00e7\u00e3o na d\u00e9cada de 70, pouco depois do primeiro Aur\u00e9lio. A partir da\u00ed n\u00e3o foi atualizado, o que ocorrer\u00e1 a partir do trabalho de Geiger. <\/p>\n<p>  \u201cOs novos dicion\u00e1rios ser\u00e3o subprodutos do banco de palavras, nossa meta principal. L\u00e1 ter\u00e1 a diacronia e a sincronia de cada termo\u201c, explica Geiger, acrescentando que diacronia \u00e9 o estudo dos significados que as palavras t\u00eam no decorrer dos tempos e sincronia, o que ela significa hoje. Como toda l\u00edngua viva recebe acr\u00e9scimos constantes, nem toda palavra nova \u00e9 \u201cdicionariz\u00e1vel\u201c, diz Geiger. \u201cApenas quando entra no c\u00f3digo da l\u00edngua e \u00e9 preciso sab\u00ea-la para entender o que se fala. N\u00e3o h\u00e1 uma regra sagrada, isso vem do crit\u00e9rio e da sensibilidade do lexic\u00f3grafo.\u201c <\/p>\n<p>  Geiger lembra que, por isso, o banco de palavras nunca \u00e9 fechado, ao contr\u00e1rio dos dicion\u00e1rios que se baseiam nele, que s\u00e3o r\u00edgidos. Mesmo assim, ele reconhece que \u00e9 preciso partir de uma base e o Caldas Aulete, com 200 mil verbetes, vai al\u00e9m do Aur\u00e9lio S\u00e9culo 21, com cerca de 170 mil. \u201cA id\u00e9ia do banco de palavras \u00e9 antiga e o Aur\u00e9lio seria a nossa base, mas com a decis\u00e3o de seus respons\u00e1veis encerrar o contrato com a Nova Fronteira, tivemos de mudar os planos\u201c, afirma o lexic\u00f3grafo. \u201cO banco de palavras n\u00e3o estar\u00e1 dispon\u00edvel ao p\u00fablico em geral, mas os primeiros produtos que ele produzir j\u00e1 devem sair ainda este ano. Mas quem decide se ser\u00e1 um livro, um CD ou outro suporte \u00e9 a editora.\u201c <\/p>\n<p>  De todo jeito, as cifras ser\u00e3o astron\u00f4micas. A parceria do Aur\u00e9lio com a Nova Fronteira rendeu 40 milh\u00f5es de exemplares vendidos em tr\u00eas d\u00e9cadas, quase 200 mil delas da \u00faltima vers\u00e3o, a S\u00e9culo 21, lan\u00e7ada em 1999. Essa experi\u00eancia comercial ser\u00e1 aproveitada pela editora para seu novo produto, mas o Grupo Positivo tamb\u00e9m tem trunfos. Basta lembrar que, h\u00e1 dois anos, quando a fam\u00edlia do economista Roberto Campos decidiu se desfazer da biblioteca dele, os curitibanos cobriram todas as ofertas e levaram a cole\u00e7\u00e3o para l\u00e1.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 28 anos com a editora Nova Fronteira, o Aur\u00e9lio, dicion\u00e1rio mais popular do Brasil, passou \u00e0s m\u00e3os do Grupo Positivo, do Paran\u00e1, que adquiriu os direitos de edi\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o do livro por um prazo de sete anos, renov\u00e1veis por mais sete. 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