{"id":413,"date":"2003-05-21T11:34:00","date_gmt":"2003-05-21T14:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2003\/05\/21\/biblioteca-na-escola-onde-estais-que-nao-te-encontro\/"},"modified":"2003-05-21T11:34:00","modified_gmt":"2003-05-21T14:34:00","slug":"biblioteca-na-escola-onde-estais-que-nao-te-encontro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/biblioteca-na-escola-onde-estais-que-nao-te-encontro\/","title":{"rendered":"Biblioteca na escola: onde estais que n\u00e3o te encontro"},"content":{"rendered":"<p>De acordo com o Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio, a biblioteca, do ponto de vista etimol\u00f3gico da palavra, remete \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de um \u201clugar onde se guardam livros\u201c (do grego biblioth\u00e9ke) ou de uma \u201cestante\u201c (do latim bibliotheca). Na condi\u00e7\u00e3o de deposit\u00e1ria de informa\u00e7\u00f5es escritas (bibl\u00edon + t\u00e9k\u00e9 = livro + caixa\/dep\u00f3sito \u2013 veja-se Dicion\u00e1rio Houaiss), as bibliotecas surgiram no Oriente M\u00e9dio, entre 3.000 e 2.000 a.C.; se desenvolveram ao longo dos s\u00e9culos III (funda\u00e7\u00e3o, pelos gregos, da Biblioteca de Alexandria) e I a.C. (dissemina\u00e7\u00e3o, entre os romanos, das bibliotecas particulares), dando origem ao com\u00e9rcio de copistas, ao aparecimento de livrarias e ao estabelecimento de bibliotecas p\u00fablicas, estas marcadamente na Roma do s\u00e9culo II d.C. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com a inven\u00e7\u00e3o da imprensa, no s\u00e9culo XV (em 1455, Gutenberg imprime a B\u00edblia), e a expans\u00e3o comercial, os livros tornaram-se relativamente mais acess\u00edveis e o h\u00e1bito da leitura aumentou, pelo menos entre os pouco alfabetizados. Logo mais adiante, ao longo dos s\u00e9culos XVII e XVIII, a Europa se viu em meio a difus\u00e3o de suas bibliotecas nacionais, agora tamb\u00e9m caracterizadas por conter obras de literatura popular, administradas por livreiros. Contudo, \u00e9 somente no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, que o Brasil vem a ter sua Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro, fundada por Dom Jo\u00e3o VI, em 1810, que, ap\u00f3s um s\u00e9culo, veio transferir-se para a sua atual sede, na Avenida Rio Branco, no centro da atual cidade do Rio de Janeiro. Presentemente, o conceito, fun\u00e7\u00f5es e formas de uma biblioteca sofreram diversas transforma\u00e7\u00f5es\u00b8 sobretudo em face das chamadas Bibliotecas P\u00fablicas Eletr\u00f4nicas que, por meio da Internet, disponibilizam uma enorme variedade de t\u00edtulos \u201cvirtuais\u201c &#8211; <a href=\"http:\/\/www.ebookcult.com.br\/ebookzine\/a_biblioteca.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.ebookcult.com.br\/ebookzine\/a_biblioteca.htm<\/a> . \u00a0<\/p>\n<p>  Conforme pode ser observado, a biblioteca n\u00e3o se constitui em uma inven\u00e7\u00e3o recente do homem. Apesar disto, ao que tudo indica, ainda n\u00e3o se tornou realidade efetiva no Brasil, em particular no \u00e2mbito das escolas p\u00fablicas, em que pese os 4 mil anos que nos distancia de seu surgir hist\u00f3rico. Em artigo assinado por Ricardo Prado, sob o t\u00edtulo \u201cBiblioteca, tesouro a explorar\u201c, constante da edi\u00e7\u00e3o n. 162 da Revista Nova Escola, de maio de 2003 &#8211; <a href=\"http:\/\/novaescola.abril.uol.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/novaescola.abril.uol.com.br<\/a>&#8211; , \u00e9 sinalizado que somente 46 mil (26,7%) escolas de Ensino Fundamental no Brasil, de um total de 172 mil, possuem biblioteca ou sala de leitura, cen\u00e1rio que se afigura um pouco menos danoso no \u00e2mbito do Ensino M\u00e9dio, no qual 81% das institui\u00e7\u00f5es escolares apresentam o aparelhamento em quest\u00e3o. Ao par deste cen\u00e1rio, \u00e9 ainda afirmado, agora com base nos resultados do Sistema Nacional de Avalia\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (SAEB), de 2001, que  um em cada quatro alunos de 4\u00aa S\u00e9rie do Ensino Fundamental n\u00e3o \u00fanico livro, o que torna ainda mais  \u00fanico livro, o que torna ainda mais  derradeira a situa\u00e7\u00e3o descrita, na medida em que reafirma a import\u00e2ncia estrat\u00e9gica da biblioteca escolar para o letramento, para a  cultura e forma\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o. Mais curioso, todavia, \u00e9 o fato de que o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) disp\u00f5e de um Programa financiado, gestado e executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o (FNDE), dirigido \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de acervo nas bibliotecas das escolas de Ensino Fundamental da rede p\u00fablica cadastradas no Censo Escolar, denominado Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE). \u00a0<\/p>\n<p>  Caracteristicamente pautado na distribui\u00e7\u00e3o de livros de literatura infanto-juvenil e, em alguns momentos, de hist\u00f3ria, de enciclop\u00e9dias e dicion\u00e1rios, o PNBE, criado em 1997, se insere em um conjunto plural de Projetos e Programas compensat\u00f3rios promovidos pelo MEC, voltados para o apoio \u00e0s escolas municipais, sobretudo face ao processo de descentraliza\u00e7\u00e3o. Esse processo, que vem se dando por interm\u00e9dio da municipaliza\u00e7\u00e3o do ensino, foi globalmente previsto pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 e, logo ap\u00f3s, em 1996, oficialmente deflagrado a partir da promulga\u00e7\u00e3o da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional (LDB) \u2013 Lei n. 9.394\/96 \u2013, da Emenda Constitucional n. 14\/96 e da Lei n. 9.424\/97 que criou o Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valoriza\u00e7\u00e3o do Magist\u00e9rio (FUNDEF), seu principal indutor. Segundo dados do MEC &#8211; <a href=\"http:\/\/www.fnde.gov.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.fnde.gov.br<\/a> , o governo j\u00e1 efetivou a destina\u00e7\u00e3o de cinco acervos \u00e0s escolas p\u00fablicas municipais: o primeiro ocorreu em 1998, tendo beneficiado, com 123 t\u00edtulos e 4,2 milh\u00f5es de livros, a cerca de 20 mil escolas (1a a 8a S\u00e9ries); o segundo, em 1999, atingiu, com 109 t\u00edtulos e 4 milh\u00f5es de livros, a 36 mil escolas (1\u00aa a 4\u00aa S\u00e9ries); em 2000, o foco se deslocou para o professor, tendo havido a destina\u00e7\u00e3o de 577,4 mil obras; o quarto acervo, registrado em 2001, implicou 30 t\u00edtulos distribu\u00eddos em 6 cole\u00e7\u00f5es de 5 livros, totalizando 60,92 milh\u00f5es de livros, atingindo a 139 mil escolas (4a a 5a S\u00e9ries); por fim, em 2002, consta que o quinto acervo abarcou 20,4 milh\u00f5es de livros voltados para 126 mil escolas (4a S\u00e9rie). O sexto acervo encontra-se neste momento sob edital pela Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Fundamental (SEF) do MEC, devendo se pautar em cole\u00e7\u00f5es de obras de literatura voltadas para alunos de 4\u00aa e 8\u00aa S\u00e9ries do Ensino Fundamental, de literatura e informa\u00e7\u00e3o para alunos do   2o segmento do Ensino Fundamental e, ainda, da \u00faltima s\u00e9rie (ou similar) de  cursos presenciais da modalidade de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA). \u00a0<\/p>\n<p>  A primeira vista, os dados divulgados pelo MEC a respeito do alcance do PNBE transmitem a id\u00e9ia de que muito vem sendo feito em torno das bibliotecas escolares. Contudo, se levarmos em considera\u00e7\u00e3o o cen\u00e1rio aqui inicialmente aludido, percebemos que a realidade n\u00e3o \u00e9 bem esta. \u00a0<\/p>\n<p>  De in\u00edcio, h\u00e1 de se considerar que o processo de difus\u00e3o de acervos pelo PNBE n\u00e3o inclui recursos para a constitui\u00e7\u00e3o f\u00edsica e log\u00edstica das bibliotecas escolares, tampouco para a sua manuten\u00e7\u00e3o ou contrata\u00e7\u00e3o de pessoal especializado, ou seja, as escolas que n\u00e3o possuem bibliotecas apenas recebem os livros, guardando-os sabe-se l\u00e1 em que t\u00e9k\u00e9 (em que caixa ou dep\u00f3sito&#8230;). Um outro aspecto remete ao fato de que o crit\u00e9rio de distribui\u00e7\u00e3o de livros pelo MEC se prende \u00e0 quantidade de alunos matriculados na institui\u00e7\u00e3o educacional p\u00fablica, indicados no Censo Escolar relativo ao ano precedente ou, em alguns casos, atual \u00e0quele em que o Programa se encontra sendo executado, o que deve implicar exclus\u00e3o de um grande n\u00famero de escolas, em especial aquelas pertencentes aos munic\u00edpios economicamente mais carentes ou que exp\u00f5em menor popula\u00e7\u00e3o. Veja-se, por exemplo, que o primeiro acervo, em 1998, se destinou a escolas com n\u00famero de matr\u00edculas superior a 500 alunos (1a a 8a S\u00e9ries), enquanto que o segundo acervo, de 1999, a escolas com o limite m\u00ednimo de 150 alunos (1\u00aa a 4\u00aa S\u00e9ries). \u00a0<\/p>\n<p>  No momento em que se assiste na cidade do Rio de Janeiro a realiza\u00e7\u00e3o da XI Bienal Internacional do Livro &#8211; <a href=\"http:\/\/www.bienaldolivro.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.bienaldolivro.com.br<\/a> -, evento que promete superar os marcos atingidos em anos anteriores, h\u00e1 de se recolocar a quest\u00e3o que nos motivou a produzir este artigo: \u201cbiblioteca na escola: onde estais que n\u00e3o te encontro&#8230;\u201c \u00a0<\/p>\n<p>  Lamentavelmente, mais uma vez se constata que no Brasil o acesso, tamb\u00e9m, aos bens culturais, n\u00e3o se apresenta prerrogativa das classes populares, mas de uma elite, se n\u00e3o necessariamente a econ\u00f4mica, pelo menos a intelectual, ou seja, a N\u00d3S (ao autor destas breves reflex\u00f5es e, quem sabe, a voc\u00ea leitor). Eis um dos motivos pelos quais n\u00e3o podemos esquecer que somos co-respons\u00e1veis da d\u00edvida social desta na\u00e7\u00e3o para com aqueles que se encontram \u00e0 margem de um simples livro, seja por n\u00e3o saber manuse\u00e1-lo (l\u00ea-lo), seja por n\u00e3o poder, se quer, t\u00ea-lo em m\u00e3os, menos ainda contempla-lo(s) na t\u00e3o conclamada Bienal. \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p>  Doutor em Educa\u00e7\u00e3o, professor adjunto e coordenador do N\u00facleo de Projetos Especiais (NUPE) da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Uerj \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com o Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio, a biblioteca, do ponto de vista etimol\u00f3gico da palavra, remete \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de um \u201clugar onde se guardam livros\u201c (do grego biblioth\u00e9ke) ou de uma \u201cestante\u201c (do latim bibliotheca). 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