{"id":3791,"date":"2011-10-13T19:01:21","date_gmt":"2011-10-13T22:01:21","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2011\/10\/13\/ceos-das-maiores-editoras-do-mundo-analisam-o-presente-e-o-futuro-do-livro\/"},"modified":"2011-10-13T19:01:21","modified_gmt":"2011-10-13T22:01:21","slug":"ceos-das-maiores-editoras-do-mundo-analisam-o-presente-e-o-futuro-do-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/ceos-das-maiores-editoras-do-mundo-analisam-o-presente-e-o-futuro-do-livro\/","title":{"rendered":"CEOs das maiores editoras do mundo analisam o presente e o futuro do livro"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Um dos desdobramentos do Ranking Global do Mercado Editorial, feito anualmente desde 2006 pela consultoria R\u00fcdiger Wischenbart Content and Consulting, \u00e9 o painel que re\u00fane alguns dos presidentes das empresas l\u00edderes durante a Feira do Livro de Frankfurt. <\/span><\/span><\/p>\n<p> <span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/>  <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A edi\u00e7\u00e3o deste ano, com dois CEOs de empresas internacionais &#8211; John Makinson, da Pearson\/Penguin, e Arnaud Nourry, da Hachette, e dois das maiores editoras chinesas e russas &#8211; Yu Chunchi, da China Education Publishing &#038; Media Group, e Oleg Novigm, da Eksmo, foi realizado na tarde destaquarta-feira, dia 12 de outubro. Empresas brasileiras inclu\u00eddas pela primeira vez no relat\u00f3rio, que s\u00f3 aceita grupos editoriais com faturamento superior a 150 milh\u00f5es de euros, foram convidadas, mas n\u00e3o aceitaram o convite.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Neste painel-entrevista, os presidentes foram sabatinados por jornalistas da m\u00eddia especializada internacional, entre os quais Livres Hebdo, Buchreport, Publishers Weekly e PublishNews, e falaram sobre o livro digital, a situa\u00e7\u00e3o das livrarias, pirataria e novos mercados a serem conquistados, com Brasil e China no topo da lista. Boas experi\u00eancias de parcerias internacionais como a da Penguin com a Companhia das Letras e outras frustradas, como a da Hachette com a Escala, tamb\u00e9m foram abordadas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u201cO mercado do livro f\u00edsico est\u00e1 caindo muito rapidamente na Am\u00e9rica e vai cair muito rapidamente nos outros pa\u00edses tamb\u00e9m. Mas a leitura n\u00e3o est\u00e1 caindo. N\u00f3s s\u00f3 teremos que ser mais inventivos no jeito de entregar esse conte\u00fado aos leitores\u201d, comentou Makinson, que al\u00e9m de um dos diretores da maior editora do mundo \u00e9 livreiro independente na Inglaterra, pa\u00eds onde a situa\u00e7\u00e3o das livrarias \u00e9 mais dram\u00e1tica. \u201cTemos que fazer algo radical para mudar a rela\u00e7\u00e3o entre editoras e livrarias e tamb\u00e9m convencer as pessoas a fazerem uma coisa irracional, que \u00e9 comprar um livro em uma livraria de rua\u201d. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O presidente da Hachette tamb\u00e9m comentou essa quest\u00e3o e disse que na hora da expans\u00e3o internacional devem ser evitados pa\u00edses onde o n\u00famero de redes e de livrarias \u00e9 pequeno. Por fim, Makinson disse que em lugar nenhum do mundo as livrarias se comparam com as brasileiras em beleza e sofistica\u00e7\u00e3o [e por falar nisso, Bob Stein, do Instituto para o Futuro do Livro, ilustrou um dos slides de sua apresenta\u00e7\u00e3o no TOC \u2013 Tools of Change na ter\u00e7a-feira com uma foto da Livraria Cultura do Conjunto Nacional].<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u201cVoc\u00ea precisa ver uma crian\u00e7a de dois anos no iPad para ver que tem uma mudan\u00e7a grande acontecendo aqui\u201d, comentou John Makinson. \u201cMas as pessoas s\u00e3o conservadoras e querem ler a mesma coisa que liam no papel no device. Os enhanced e-book n\u00e3o agradaram. Ser\u00e1 que o consumidor vai ficar mais imaginativo no futuro e vai pedir mais enhanced e-books? Ainda n\u00e3o vemos isso\u201d, ponderou.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Para Arnaud, as crian\u00e7as sabem usar as novas tecnologias, mas os professores n\u00e3o querem se modernizar. O chin\u00eas Yu Chunchi concordou, e completou dizendo que um dos maiores desafios hoje \u00e9 prender a aten\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a no livro enquanto est\u00e3o estudando. Mesmo assim, ele acredita que o livro did\u00e1tico continuar\u00e1 sendo impresso na China por mais 10 anos justamente por causa dos professores. Por outro lado, algumas escolas j\u00e1 est\u00e3o pedindo conte\u00fado digital e outro desafio \u00e9 ser flex\u00edvel para oferecer esse material.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Mas essa nova era digital n\u00e3o est\u00e1 mudando apenas a etapa de publica\u00e7\u00e3o de um livro. Ele tem efeito sobre cada parte do processo, desde o recebimento dos manuais, comentou o CEO da Penguin. Arnaud acredita que haver\u00e1 crescimento no mercado de e-books por um per\u00edodo de no m\u00e1ximo dois anos e que ele n\u00e3o deve exceder 30% ou 40% do total do mercado. \u201cMas quanto mais digital \u00e9 o nosso neg\u00f3cio, mais pirataria haver\u00e1 e precisamos nos organizar para combat\u00ea-la\u201d, disse.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Essa tamb\u00e9m \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o de Oleg Novigm, que v\u00ea o mercado russo decaindo 20% nos \u00faltimos meses. O \u00edndice de leitura tamb\u00e9m vai de mal a pior. Enquanto isso, a pirataria aumenta exponencialmente e ele n\u00e3o sabe como resolver isso. O lado bom dos e-books na R\u00fassia \u00e9 que eles v\u00e3o ajudar as editoras a chegar mais perto dos leitores, j\u00e1 que a distribui\u00e7\u00e3o de livros no pa\u00eds \u00e9 cr\u00edtica. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O livro digital, acredita Novigm, ser\u00e1 respons\u00e1vel por 20% do mercado russo daqui a tr\u00eas anos. Hoje, ele \u00e9 estimado em US$ 2 bilh\u00f5es. \u201cLer livros digitais \u00e9 coisa da moda para jovens russos\u201d, comentou. Na China, a expectativa \u00e9 que ele represente 25% dos livros para educa\u00e7\u00e3o de jovens. Penguin e Hachette preferiram n\u00e3o chutar.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Uma experi\u00eancia feliz, e outra nem tanto<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">PublishNews &#8211; Maria Fernanda Rodrigues<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Com o crescimento da ind\u00fastria do livro estagnado nos Estados Unidos e na Europa, Hachette e Penguin, duas das 10 maiores editoras do mundo, est\u00e3o de olho em outros pa\u00edses. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u201cO desafio \u00e9 encontrar algum mercado em crescimento, e claro que os BRICS e a \u00c1frica do Sul t\u00eam potencial, mas n\u00e3o s\u00e3o mercados f\u00e1ceis\u201d, comentou Arnaud Nourry, presidente da Hachette. O grupo tem uma subsidi\u00e1ria na \u00cdndia (publica l\u00e1 em ingl\u00eas e tamb\u00e9m livros de autores indianos), fez joint-venture na China, onde acaba de lan\u00e7ar primeiro t\u00edtulo. Na R\u00fassia, \u00e9 dona de uma parte da quarta ou quinta, ele n\u00e3o soube precisar, maior editora. Mas n\u00e3o foi feliz no Brasil.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0\u201cTivemos 50% de uma editora de livros did\u00e1ticos porque no Brasil voc\u00ea tem que estar no mercado de livros did\u00e1ticos para ser um player. N\u00e3o tivemos sucesso e desistimos\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em 2007, a Hachette comprou 51% da Escala Educacional e a brasileira ficou com 49% da Larousse do Brasil, uma das editoras da gigante francesa. \u201cO jeito como apresentam o programa de compras do governo \u00e9 organizado e muito centralizado. Voc\u00ea tem que criar produtos dois anos antes das sele\u00e7\u00f5es. \u00c9 transparente, mas \u00e9 pol\u00edtico. A escolha era mais em favor de um grupo grande nacional do que em favor de um grupo franc\u00eas.\u201d O neg\u00f3cio com a Escala foi desfeito depois de tr\u00eas anos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u201cPara o mercado de livro did\u00e1tico, tr\u00eas anos \u00e9 um per\u00edodo pequeno\u201d, avaliou Diego Drummond e Lima, diretor geral da Escala Educacional e da Larousse, em Frankfurt. \u201cHavia a expectativa de um crescimento muito grande e a Hachette investiu pesado\u201d. E a brasileira ficou engessada com tanta burocracia.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u201cA Escala perdeu o controle durante esse per\u00edodo. Se tivesse mantido, estaria muito melhor hoje.\u201d Mas a empresa n\u00e3o tem do que reclamar. Pouco mais de um ano depois de comprar o que tinha vendido, a Escala Educacional ganhou uma posi\u00e7\u00e3o no ranking das did\u00e1ticas brasileiras (hoje \u00e9 a 5\u00aa), cresceu 40% no mercado privado, faturou mais de R$ 30 milh\u00f5es no \u00faltimo PNLD, seu recorde, e criou, em 2010, a editora Lafonte. Hoje, a Larousse \u00e9 apenas um selo.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Voltar ao pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 fora dos planos do presidente da Hachette, que n\u00e3o quis entrar em detalhes sobre o neg\u00f3cio frustrado no pa\u00eds. \u201cEu realmente adoro o Brasil e ele \u00e9 um dos pa\u00edses com maior potencial. Se tivermos uma oportunidade de tentar de novo em tr\u00eas ou quatro anos, vamos tentar.\u201d<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">John Makinson teve melhor sorte e est\u00e1 animado com a parceria feita com a Companhia das Letras. Ele disse que est\u00e1 muito satisfeito com a repercuss\u00e3o dos cl\u00e1ssicos da Penguin no Brasil e comentou que n\u00e3o imaginava que a marca deles tinha tanta aceita\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. \u201cNunca pensamos que revolucionar\u00edamos a ind\u00fastria do livro no Brasil, mas me impressionei muito quando fui \u00e0 Flip porque eu, que nunca pensei que os brasileiros j\u00e1 tivessem ouvido falar na Penguin, vi que a marca era um \u00edcone\u201d, declarou ao PublishNews.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u201cEstamos muito satisfeitos com a parceria que temos com a Companhia das Letras. N\u00f3s compartilhamos os mesmos valores. N\u00e3o posso falar nada concretamente porque ainda vou me encontrar com o Luiz Schwarcz, mas acredito que ainda faremos outras coisas juntos\u201d, comentou.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p> <\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos desdobramentos do Ranking Global do Mercado Editorial, feito anualmente desde 2006 pela consultoria R\u00fcdiger Wischenbart Content and Consulting, \u00e9 o painel que re\u00fane alguns dos presidentes das empresas l\u00edderes durante a Feira do Livro de Frankfurt. \u00a0 A edi\u00e7\u00e3o deste ano, com dois CEOs de empresas internacionais &#8211; John Makinson, da Pearson\/Penguin, e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-3791","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>CEOs das maiores editoras do mundo analisam o presente e o futuro do livro &raquo; 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