{"id":3277,"date":"2010-09-20T17:13:58","date_gmt":"2010-09-20T20:13:58","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2010\/09\/20\/ibge-aponta-ligacao-entre-renda-e-nivel-de-educacao\/"},"modified":"2010-09-20T17:13:58","modified_gmt":"2010-09-20T20:13:58","slug":"ibge-aponta-ligacao-entre-renda-e-nivel-de-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/ibge-aponta-ligacao-entre-renda-e-nivel-de-educacao\/","title":{"rendered":"IBGE aponta liga\u00e7\u00e3o entre renda e n\u00edvel de educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (17\/09), indicam que as desigualdades est\u00e3o diminuindo no que diz respeito ao acesso ao sistema educacional. <\/span><\/span><\/p>\n<p \/><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/> <br \/> <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">No entanto, o n\u00edvel do rendimento familiar ainda \u00e9 uma fonte de desigualdade importante, sobretudo nos ciclos de ensino n\u00e3o obrigat\u00f3rios. Entre 1999 e 2009, a educa\u00e7\u00e3o infantil (0 a 5 anos), foi o n\u00edvel de ensino que mais cresceu em termos de frequ\u00eancia (de 32,5% para 40,2%), mas, nessa faixa et\u00e1ria, apenas 30,9% das mais pobres frequentavam creche ou pr\u00e9-escola. Este percentual aumenta para 55,2% entre os 20% mais ricos.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Na faixa dos 6 a 14 anos, que corresponde ao ensino fundamental, o acesso \u00e0 escola era praticamente igual em todos os n\u00edveis de rendimento. Entre 15 e 17 anos a possibilidade de estudar atingia 82,6% em m\u00e9dia. A diferen\u00e7a entre os mais pobres e os mais ricos chegava a quase 13 pontos percentuais. No grupo das pessoas de 18 a 24 anos de idade, 14,7% declararam somente estudar, 15,6% conciliavam trabalho e estudo, 46,7% somente trabalhavam. Outros 17,8% informaram realizar afazeres dom\u00e9sticos e 5,2% n\u00e3o realizavam nenhuma atividade. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">No grupo de 16 a 24 anos, 22,2% recebiam at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo no mercado de trabalho. No Nordeste, esse percentual quase dobrava. Al\u00e9m disso, 26,5% das pessoas nessa faixa et\u00e1ria trabalhavam mais de 45 horas semanais. No universo dos jovens de 15 a 24 anos, quase 647 mil, o que correspondia a 1,9%, eram analfabetos, e a maioria 62 % deles estava no Nordeste, seguido pelo Sudeste com 19. <br \/>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<br \/><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><br \/><strong>Metade dos que t\u00eam de 15 a 17 anos est\u00e1 no n\u00edvel educacional adequado<\/strong>\u00a0<br \/><span><span>O Estado de S\u00e3o Paulo<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span><span>\u00a0<\/span><\/span>\u00a0<br \/>Novas informa\u00e7\u00f5es da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (17\/09), apontam que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 menos favor\u00e1vel para adolescentes de 15 a 17 anos. No ano passado, a taxa de frequ\u00eancia \u00e0 escola alcan\u00e7ou 85,2%, mas a taxa de escolariza\u00e7\u00e3o l\u00edquida &#8211; percentual de pessoas que frequentavam a escola no n\u00edvel adequado \u00e0 sua idade, ou seja o ensino m\u00e9dio &#8211; era de 50,9%, contra 32,7% em 1999. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Norte e Nordeste tinham, respectivamente, 39,1% e 39,2% desses jovens no n\u00edvel m\u00e9dio, n\u00e3o chegando a atingir os 42,1% que o Sudeste j\u00e1 tinha em 1999. Houve tamb\u00e9m um crescimento expressivo da frequ\u00eancia ao pr\u00e9-escolar das crian\u00e7as de 0 de 5 anos de idade. O percentual das que frequentavam escolas ou creche atingiu 38,1%, sendo que em 1999 era de 23,3%. Mesmo nas \u00e1reas rurais, onde a oferta de estabelecimentos para essa faixa et\u00e1ria \u00e9 mais reduzida, o crescimento foi significativo, de 15,2% para 28,4% em dez anos. <\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Na faixa de 6 a 14 anos, desde meados da d\u00e9cada de 90, praticamente todas as crian\u00e7as frequentavam escola.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">As desigualdades no rendimento familiar per capita exercem grande influ\u00eancia na adequa\u00e7\u00e3o da idade e do n\u00edvel de ensino frequentado.\u00a0Entre os 20% mais pobres da popula\u00e7\u00e3o, 32% dos adolescentes de 15 a 17 estavam no ensino m\u00e9dio, enquanto que, nos 20% mais ricos, essa situa\u00e7\u00e3o se aplicava a 77,9%. Em 2009, a m\u00e9dia de anos de estudo das pessoas de 15 anos ou mais era de 7,5 anos, inferior aos 8 anos necess\u00e1rios para a conclus\u00e3o do o ensino fundamental obrigat\u00f3rio. No Sudeste, a m\u00e9dia atingiu 8,2 anos e no Nordeste, 6,7. Para as pessoas de 25 anos ou mais de idade, a m\u00e9dia era de 7,1 anos de estudo. Entre os 20% mais ricos, a m\u00e9dia alcan\u00e7ou 10,4 anos de estudo acima do n\u00edvel obrigat\u00f3rio, mas abaixo dos 11 anos equivalentes ao n\u00edvel m\u00e9dio completo. <br \/>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>\u00a0 <br \/>Apenas 5% dos brasileiros entre 25 e 64 anos continuam estudando<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ag\u00eancia Brasil<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em 2009, apenas 5,7% dos brasileiros entre 25 e 64 anos continuavam buscando a melhoria do seu n\u00edvel educacional. \u00c9 o que aponta a S\u00edntese dos Indicadores Sociais de 2009 divulgada nesta sexta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Segundo o instituto, essa propor\u00e7\u00e3o \u00e9 mais alta entre as mulheres: 6,6%. E quanto mais se eleva a idade, menor \u00e9 a frequ\u00eancia aos estudos. Entre os mais novos (de 25 a 34 anos), o percentual \u00e9 de 10,2% contra 3,6% na <br \/>\u00a0popula\u00e7\u00e3o de 50 a 64 anos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<br \/>\u00c9 tamb\u00e9m entre os mais velhos que se concentra o maior n\u00famero de analfabetos: 32,9% desse grupo \u00e9 maior de 65 anos de idade. A maioria das pessoas que n\u00e3o sabem ler e escrever tamb\u00e9m \u00e9 parda (58,8%) e vive no Nordeste (52,2%). Entre os brasileiros que recebem at\u00e9 meio sal\u00e1rio m\u00ednimo, a taxa chega a 16,4%. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A pesquisa tamb\u00e9m aponta que 2,1 milh\u00f5es de pessoas maiores de 15 anos de idade estavam matriculadas em cursos de educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos, modalidade que se destina \u00e0queles que n\u00e3o frequentaram a escola na idade correta. Nesse grupo, a maioria tem entre 25 e 39 anos (35,8%). Os mais velhos (com 60 anos ou mais) s\u00e3o minoria nessa modalidade de ensino: 6,2%. A maior redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de analfabetos em rela\u00e7\u00e3o a 1999 se deu na faixa et\u00e1ria de 15 a 24 anos: eles eram 10,1% do total da popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o sabe ler e escrever naquele ano e passaram para 4,6%.<\/span><\/span> <br \/>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (17\/09), indicam que as desigualdades est\u00e3o diminuindo no que diz respeito ao acesso ao sistema educacional. \u00a0\u00a0 No entanto, o n\u00edvel do rendimento familiar ainda \u00e9 uma fonte de desigualdade importante, sobretudo nos ciclos de ensino n\u00e3o obrigat\u00f3rios. 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