{"id":3061,"date":"2010-05-05T14:53:52","date_gmt":"2010-05-05T17:53:52","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2010\/05\/05\/paises-da-america-latina-podem-trocar-experiencias-em-educacao\/"},"modified":"2010-05-05T14:53:52","modified_gmt":"2010-05-05T17:53:52","slug":"paises-da-america-latina-podem-trocar-experiencias-em-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/paises-da-america-latina-podem-trocar-experiencias-em-educacao\/","title":{"rendered":"Pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina podem trocar experi\u00eancias em educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Apesar das diferen\u00e7as econ\u00f4micas, culturais e sociais, os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, enfrentam desafios parecidos quando o assunto \u00e9 educa\u00e7\u00e3o e podem aprender muito com as experi\u00eancias das na\u00e7\u00f5es vizinhas. \u00c9 o que defende o diretor do Centro de Estudos em Pol\u00edticas P\u00fablicas (Cepp), Gustavo Iaies, que foi vice-ministro da Educa\u00e7\u00e3o da Argentina.<span><span>Na semana passada, a entidade promoveu, em parceria com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) do Brasil, um semin\u00e1rio em Foz do Igua\u00e7u para discutir os principais desafios da regi\u00e3o.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p \/><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/><span \/><span \/> <br \/> <\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span><span>\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span><span><\/span><\/span><\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em entrevista, Iaies defendeu que \u00e9 preciso pensar em sistemas educativos que respondam \u00e0s novas demandas da sociedade e que possam envolver todos os atores &#8211; professores, diretores, pais e alunos &#8211; na busca pelos resultados. &#8220;Nossos sistemas educativos eram para uma coisa e agora s\u00e3o para outra, tinham um modelo de fam\u00edlia e agora t\u00eam outro, eram para uma sociedade com um tipo de conhecimento e agora \u00e9 para uma sociedade inundada de conhecimento&#8221;.\u00a0<br \/>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina vivem uma situa\u00e7\u00e3o parecida na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o? <br \/><\/strong>Parece-me que quase todos os pa\u00edses est\u00e3o terminando uma etapa de escolariza\u00e7\u00e3o, de levar as crian\u00e7as \u00e0 escola. Agora o que precisamos \u00e9 que elas aprendam mais e que as desigualdades entre elas n\u00e3o sejam t\u00e3o grandes.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O problema disso \u00e9 que a organiza\u00e7\u00e3o que foi feita para trazer as crian\u00e7as \u00e9 muito diferente da organiza\u00e7\u00e3o para que aprendam mais. Porque se eu quero trazer as crian\u00e7as para a escola posso montar um sistema ordenado verticalmente em que acima se tomam as decis\u00f5es e abaixo elas s\u00e3o implementadas. Mas, quando elas j\u00e1 est\u00e3o na escola e preciso que aprendam mais, j\u00e1 n\u00e3o funciona a receita de uma ordem que vem de cima e todos fazem o mesmo.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>A pergunta \u00e9 como fazer isso? Como alcan\u00e7ar e articular milhares de escolas com problemas e situa\u00e7\u00f5es diferentes se pretendemos ter um sistema educativo? <br \/><\/strong>Hoje a regi\u00e3o precisa saber como deixar o modelo A e construir o modelo B, ou seja, como deixar o modelo da escolariza\u00e7\u00e3o, ainda que seja preciso trazer algumas crian\u00e7as para a escola, e se armar um modelo que vise muito mais \u00e0 qualidade.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Que pa\u00edses est\u00e3o mais \u00e0 frente nesse debate sobre a qualidade do ensino?<\/strong> <br \/>H\u00e1 pa\u00edses que est\u00e3o liderando isso como o Chile, o Brasil e a Col\u00f4mbia. Eles est\u00e3o mais adiante porque j\u00e1 come\u00e7aram a pensar como se ordena um sistema em que as normas comuniquem aos atores o que o sistema busca. Por exemplo: voc\u00ea \u00e9 professor de uma turma, trabalha todos os dias e seus alunos aprendem. Eu sou professor, vou trabalhar tr\u00eas vezes por semana, e os alunos n\u00e3o aprendem. Se no fim do m\u00eas eu ganhar o mesmo sal\u00e1rio que voc\u00ea, a mensagem que o sistema transmite \u00e9 de que n\u00e3o importa se as crian\u00e7as aprendem ou n\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O problema \u00e9 que os sistemas educativos da regi\u00e3o est\u00e3o organizados todos sob este modelo, porque a ideia era construir uma identidade: todos n\u00f3s fazemos o mesmo, da mesma maneira, com o mesmo reconhecimento. Me parece que agora temos que passar a um sistema em que est\u00e1 claro que nem todos n\u00f3s temos de fazer o mesmo, e n\u00e3o teremos o mesmo reconhecimento. Essa \u00e9 uma discuss\u00e3o pol\u00edtica muito complicada porque se eu sou um dirigente de um sindicato; para mim \u00e9 muito mais conveniente o modelo anterior: se eu negocio um aumento, todos conseguem um aumento.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Esse sistema de reconhecimento por m\u00e9rito j\u00e1 est\u00e1 implantado em muitos pa\u00edses da regi\u00e3o?<\/strong> <br \/>H\u00e1 governos que est\u00e3o avan\u00e7ando muito nessa ideia de que o sistema tem que dar o reconhecimento \u00e0s pessoas pelas coisas distintas que fazem. Por exemplo, o Chile tem um sistema que financia por demanda. Se voc\u00ea manda seu filho para uma escola da prefeitura, mas desiste e o matricula em um col\u00e9gio privado, o Estado deixa de pagar \u00e0 prefeitura por seu filho e paga \u00e0 escola privada.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O resultado \u00e9 que as escolas fazem um grande esfor\u00e7o para reter seus alunos, porque se perdem a crian\u00e7a, perdem o dinheiro. Com isso, muito mais alunos ficaram no sistema p\u00fablico e em 18 anos subiu de 16% para 49% o percentual da popula\u00e7\u00e3o com n\u00edvel universit\u00e1rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>E quais as desvantagens desse modelo?<\/strong> <br \/>Estamos alcan\u00e7ando um sistema que tenta reconhecer o trabalho, o esfor\u00e7o. Isso \u00e9 um movimento pol\u00edtico muito importante porque rompe com a ideia de igualdade que at\u00e9 agora n\u00e3o incentivava, tampouco gerava conflitos. Mas ao mesmo tempo se um professor ganha tr\u00eas vezes mais do que o outro na escola, dificilmente teremos uma equipe que trabalhe em conjunto.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Temos que encontrar um equil\u00edbrio para que n\u00e3o seja um sistema em que cada um luta por si, mesmo porque queremos educar crian\u00e7as que vivam em uma sociedade, transmitir a mensagem de que vale a pena lutar e viver todos juntos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Como a escola latino-americana de ensino m\u00e9dio atende seus jovens hoje?<\/strong> <br \/>O modelo de escola secund\u00e1ria n\u00e3o se sustenta mais e isso ocorre em toda a regi\u00e3o. Existe um problema estrutural: temos uma escola de muitas mat\u00e9rias, muito conte\u00fado para pouco tempo. O que isso gera basicamente \u00e9 que nenhum professor tem tempo de se relacionar profundamente com seus alunos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00c9 uma escola mais pensada em fun\u00e7\u00e3o do que os alunos v\u00e3o fazer na universidade do que naquilo que eles precisam nesta fase da vida. O problema \u00e9 que nessas escolas secund\u00e1rias ningu\u00e9m enxerga o aluno. Quando fui vice-ministro da Argentina, fizemos uma trabalho com professores e diretores de escolas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Perguntamos quando eles se davam conta de que o aluno n\u00e3o ia mais \u00e0s aulas . E eles percebiam ao final do trimestre, quando o estudante n\u00e3o vinha fazer a prova. Como se sente um jovem de 14 ou 15 anos que h\u00e1 um m\u00eas vai \u00e0 escola e ningu\u00e9m se d\u00e1 conta? Se nos atrasamos dez minutos para uma reuni\u00e3o, algu\u00e9m liga para a gente. Creio que esse \u00e9 um sintoma do que acontece nas escolas: ningu\u00e9m enxerga o adolescente. Estamos em um momento em que os jovens e crian\u00e7as est\u00e3o muito sozinhos, os adultos est\u00e3o preocupados com outras coisas.<\/span><\/span> <br \/>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar das diferen\u00e7as econ\u00f4micas, culturais e sociais, os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, enfrentam desafios parecidos quando o assunto \u00e9 educa\u00e7\u00e3o e podem aprender muito com as experi\u00eancias das na\u00e7\u00f5es vizinhas. \u00c9 o que defende o diretor do Centro de Estudos em Pol\u00edticas P\u00fablicas (Cepp), Gustavo Iaies, que foi vice-ministro da Educa\u00e7\u00e3o da Argentina.Na semana passada, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-3061","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina podem trocar experi\u00eancias em educa\u00e7\u00e3o &raquo; 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