{"id":2919,"date":"2010-01-29T16:03:23","date_gmt":"2010-01-29T18:03:23","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2010\/01\/29\/lei-rouanet-sai-da-gaveta-e-enfrenta-o-congresso\/"},"modified":"2010-01-29T16:03:23","modified_gmt":"2010-01-29T18:03:23","slug":"lei-rouanet-sai-da-gaveta-e-enfrenta-o-congresso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/lei-rouanet-sai-da-gaveta-e-enfrenta-o-congresso\/","title":{"rendered":"Lei Rouanet sai da gaveta e enfrenta o Congresso"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00c9 uma mudan\u00e7a radical na filosofia de incentivo \u00e0 cultura no Pa\u00eds. A nova Lei Rouanet, cujo texto foi assinado na ter\u00e7a, 26, pelo presidente Lula, prev\u00ea que o Fundo Nacional de Cultura (FNC) nunca poder\u00e1 ter menos do que 40% do or\u00e7amento do MinC.<\/span><\/span><\/p>\n<p \/><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/> <br \/> <\/span><\/span><\/p>\n<div><\/div>\n<div><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">At\u00e9 hoje, o fundo (que permite o incentivo direto, sem que o produtor precise captar dinheiro no mercado) recebe valores irris\u00f3rios e aleat\u00f3rios. A maior parte dos recursos chega via ren\u00fancia fiscal &#8211; empresas adiantam o dinheiro aos produtores culturais, e depois s\u00e3o reembolsadas na hora de declarar o seu Imposto de Renda (IR).<\/span><\/span><\/p>\n<div><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Leia a <\/span><\/span><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.estadao.com.br\/especiais\/2010\/01\/doc_rouanet.pdf\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00edntegra<\/span><\/span><\/a><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"> da nova Lei Rouanet.<\/span><\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Foram criados nove fundos setoriais &#8211; Artes Visuais, Artes C\u00eanicas, M\u00fasica, Acesso e Diversidade, Patrim\u00f4nio e Mem\u00f3ria, A\u00e7\u00f5es Transversais e Equaliza\u00e7\u00e3o, Audiovisual, Inova\u00e7\u00e3o do Audiovisual (o que compreende curtas-metragens, m\u00e9dias-metragens e experimentalismo) e Livro, Leitura, Literatura e Humanidades (cuja divis\u00e3o, para separar literatura do mercado, ser\u00e1 definida em lei espec\u00edfica). Desses nove fundos, sete ter\u00e3o entre 10% a 30% do total dos recursos &#8211; o restante ir\u00e1 para o audiovisual, segundo o texto, que ainda dever\u00e1 passar pela aprova\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara e do Senado.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Para decidir quais projetos ser\u00e3o incentivados, haver\u00e1 CNICs setoriais, com representa\u00e7\u00e3o parit\u00e1ria do governo e da sociedade civil. O Fundo Nacional de Cultura tamb\u00e9m poder\u00e1 receber dinheiro de doa\u00e7\u00f5es, legados e subven\u00e7\u00f5es, e esse dinheiro n\u00e3o seguir\u00e1 o crit\u00e9rio de partilha acima. N\u00e3o ser\u00e1 permitido o incentivo a obras, produtos, eventos circunscritos a cole\u00e7\u00f5es particulares ou circuitos privados que tenham limita\u00e7\u00f5es de acesso.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A Uni\u00e3o dever\u00e1 enviar 30% dos recursos do FNC para fundos p\u00fablicos de Estados, munic\u00edpios e do Distrito Federal (com a observ\u00e2ncia de serem destinados no m\u00ednimo 10% para cada regi\u00e3o do Pa\u00eds, como forma de promover a descentraliza\u00e7\u00e3o do investimento). Mas, para receber o dinheiro, Estados e munic\u00edpios dever\u00e3o constituir \u00f3rg\u00e3os colegiados e observar as regras da lei.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A ren\u00fancia fiscal continua existindo, mas tamb\u00e9m mudou. Os contribuintes<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">(pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas tributadas com base no lucro real) poder\u00e3o deduzir 40%, 60% e 80% do imposto de renda devido quando financiarem um projeto cultural (valor limitado a 6% do imposto devido, quando se tratar de pessoa f\u00edsica, ou 4% do imposto devido, quando se tratar de pessoa jur\u00eddica).<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Um sistema de pontua\u00e7\u00e3o definir\u00e1 em qual faixa (40%, 60% ou 80%) o incentivador se encaixa.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O recebimento dos projetos culturais ser\u00e1 feito mediante editais de sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica, e a lei estipula um prazo de 30 dias para que sejam avaliados &#8211; um desafio extra para o governo, j\u00e1 que atualmente os atrasos s\u00e3o constantes por falta de pessoal t\u00e9cnico qualificado. Para a an\u00e1lise dos projetos, o governo prev\u00ea na lei contratar especialistas ou institui\u00e7\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Os projetos culturais com potencial de retorno comercial (filmes como os da Xuxa e dos Trapalh\u00f5es, por exemplo, enquadram-se nessa categoria) poder\u00e3o ser financiados em um sistema de parceria, que poder\u00e1 tomar at\u00e9 20% da dota\u00e7\u00e3o anual do FNC. Para tanto, ser\u00e3o direcionados para os Fundos de Investimento Cultural e Art\u00edstico (Ficarts). O Banco Central do Brasil ser\u00e1 o gestor dessa parceria, e os lucros obtidos voltar\u00e3o para realimentar o FNC.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Os institutos e funda\u00e7\u00f5es (ligadas a bancos ou grandes empresas) est\u00e3o enquadrados na faixa dos 40%, e todos t\u00eam de colocar pelo menos 20% do pr\u00f3prio bolso (antes, a ren\u00fancia era de 100%).<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Projetos da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica s\u00f3 poder\u00e3o captar at\u00e9 10%, para evitar concorr\u00eancia com os mercados. \u00c9 o caso, por exemplo, dos museus paulistas, que agora ter\u00e3o de reformular seus or\u00e7amentos &#8211; a Pinacoteca do Estado pediu, para 2009, R$ 13 milh\u00f5es, e obteve autoriza\u00e7\u00e3o para captar R$ 12 milh\u00f5es. Entretanto, os fundos p\u00fablicos dos Estados e munic\u00edpios poder\u00e3o redirecionar seus recursos para essas institui\u00e7\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">&#8220;Na medida em que existe um fundo que tem recursos que ser\u00e3o repassados aos governos, n\u00e3o faria sentido que o setor p\u00fablico captasse. Com um fundo novo, forte, que cumpre um papel importante, esta restri\u00e7\u00e3o nos parece natural&#8221;, disse Alfredo Manevy, ministro interino da Cultura, ao site do Grupo de Institutos e Funda\u00e7\u00f5es (Gife). Segundo estimativa do governo, inicialmente o fundo vai ter cerca de R$ 800 milh\u00f5es, a ren\u00fancia ser\u00e1 de R$ 1 bilh\u00e3o e o or\u00e7amento, exclu\u00edda a ren\u00fancia, de R$ 2,2 bilh\u00f5es (o maior da Hist\u00f3ria, conforme antecipou o Estado no dia 15).<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 uma mudan\u00e7a radical na filosofia de incentivo \u00e0 cultura no Pa\u00eds. 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