{"id":2857,"date":"2009-12-07T14:22:06","date_gmt":"2009-12-07T16:22:06","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2009\/12\/07\/caem-indices-de-analfabetismo-e-de-alfabetismo-rudimentar\/"},"modified":"2009-12-07T14:22:06","modified_gmt":"2009-12-07T16:22:06","slug":"caem-indices-de-analfabetismo-e-de-alfabetismo-rudimentar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/caem-indices-de-analfabetismo-e-de-alfabetismo-rudimentar\/","title":{"rendered":"Caem \u00edndices de analfabetismo e de alfabetismo rudimentar"},"content":{"rendered":"<p \/><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/>A propor\u00e7\u00e3o dos chamados analfabetos absolutos \u2013 aqueles que n\u00e3o sabem ler nem escrever nada, inclusive o pr\u00f3prio nome \u2013 entre 15 e 64 anos caiu de 9% para 7% entre 2007 e 2009 no Brasil. <span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\" \/> <br \/> <\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div><\/div>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em 2002, esse percentual estava em 12%. Os dados s\u00e3o da pesquisa Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), realizada pelo Instituto Paulo Montenegro, em parceria com a ONG A\u00e7\u00e3o Educativa.<\/p>\n<p>Apurado desde 2001, o indicador mede os n\u00edveis de alfabetismo funcional da popula\u00e7\u00e3o brasileira entre 15 e 64 anos de idade, residente em zonas urbanas e rurais de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds. Dividido em quatro n\u00edveis, o Inaf classifica a popula\u00e7\u00e3o brasileira de acordo com suas habilidades em leitura e escrita e em matem\u00e1tica. <\/p>\n<p>O indicador mostra uma queda expressiva no percentual de alfabetismo rudimentar (capacidade de localizar informa\u00e7\u00e3o em textos curtos e familiares, ler e escrever n\u00fameros usuais e realizar opera\u00e7\u00f5es simples, como contar dinheiro), de 27% para 21% entre 2002 e 2009. Isso amplia consideravelmente a propor\u00e7\u00e3o de brasileiros adultos classificados como funcionalmente alfabetizados.<\/p>\n<p>A pesquisa deste ano tamb\u00e9m aponta que cerca de um ter\u00e7o dos brasileiros de 15 a 34 anos alcan\u00e7aram o n\u00edvel pleno de alfabetismo \u2013 em que n\u00e3o h\u00e1 mais restri\u00e7\u00f5es para compreender e interpretar elementos usuais da linguagem, nem a resolver problemas matem\u00e1ticos com maior grau de dificuldade. Entre as gera\u00e7\u00f5es mais velhas, no entanto, s\u00f3 se enquadram neste n\u00edvel 23% dos brasileiros entre 35 e 49 anos e 10% dos que t\u00eam entre 50 e 64 anos. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><br \/><\/span><\/span> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Luta contra o analfabetismo<\/strong> <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Renata Mariz<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><br \/><\/span><\/span> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Brasil reafirma compromisso internacional em reduzir o n\u00famero de pessoas no pa\u00eds que n\u00e3o sabem ler nem escrever.\u00a0<br \/>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Primeiro a negativa do pai, que temia ver as filhas escrevendo bilhetes aos homens da cidade. Depois, a baiana Valdete de Sousa Leite migrou para Bras\u00edlia e teve oito filhos. A luta di\u00e1ria para dar uma vida decente \u00e0 prole adiou o sonho de saber juntar letras e reconhec\u00ea-las como palavras. \u201cA coisa mais linda que eu achava era ver as pessoas lendo a B\u00edblia na hora da reza\u201d, conta. Hoje, aos 62 anos, ela frequenta uma turma de alfabetiza\u00e7\u00e3o e j\u00e1 consegue acompanhar as ora\u00e7\u00f5es na igreja. A mulher pode se considerar uma vitoriosa, especialmente porque, no Brasil, quase um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o na faixa et\u00e1ria de Valdete \u2013 60 anos ou mais \u2013 n\u00e3o sabe ler nem escrever.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<br \/>Enquanto o pa\u00eds avan\u00e7a na educa\u00e7\u00e3o infantil, com redu\u00e7\u00e3o de 12,3% para 7,3% de crian\u00e7as analfabetas entre 2000 e 2008, no mesmo per\u00edodo, o problema entre pessoas com idade superior a 15 anos diminuiu apenas tr\u00eas pontos percentuais \u2014 12,9% para 9,9%. Dos 50 anos em diante, o \u00edndice dos que n\u00e3o sabem sequer assinar o pr\u00f3prio nome \u00e9 superior a 20%.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Um encontro encerrado na sexta-feira sobre educa\u00e7\u00e3o de adultos, hoje um dos maiores desafios do ensino no Brasil, reuniu mais de 40 ministros de Estado da \u00e1rea e delega\u00e7\u00f5es de 156 pa\u00edses em Bel\u00e9m (PA). O documento final da confer\u00eancia reafirmou o compromisso acordado\u00a0em 2000, no F\u00f3rum Mundial de Educa\u00e7\u00e3o, em\u00a0 Dakar, de reduzir oanalfabetismo entre pessoas com idade superior a 15 anos em 50% at\u00e9 2015. Isso significa, para o Brasil, cair dos atuais 9,9% para 6,75% \u2013 cerca de tr\u00eas pontos percentuais nos pr\u00f3ximos seis anos. Tarefa dif\u00edcil se o ritmo atual se mantiver, uma vez que esse mesmo \u00edndice de redu\u00e7\u00e3o (tr\u00eas pontos percentuais) foi obtido nos \u00faltimos oito anos. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Para acelerar o processo, Andr\u00e9 L\u00e1zaro, secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o Continuada, Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Diversidade do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), pretende fortalecer uma articula\u00e7\u00e3o com outras pastas. Este ano, foram quase 5 milh\u00f5es de matr\u00edculas na educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos no pa\u00eds. <br \/>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<br \/><strong>Est\u00edmulo ao aprendizado<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Estado de Minas<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O problema vai al\u00e9m de garantir a oferta de turmas: tamb\u00e9m engloba o combate \u00e0 evas\u00e3o, estimada em torno de 30% a 40%. \u201cTem que haver um trabalho de motiva\u00e7\u00e3o, at\u00e9 para que o aluno n\u00e3o fique apenas na alfabetiza\u00e7\u00e3o, mas siga em diante\u201d, destaca Salete Camba, diretora de rela\u00e7\u00f5es institucionais do Instituto Paulo Freire. Segundo ela, a desist\u00eancia entre a alfabetiza\u00e7\u00e3o e a continuidade da educa\u00e7\u00e3o, entre jovens e adultos, chega a 60%. \u201cAs raz\u00f5es s\u00e3o diversas. Muitas vezes, a escola fica distante da casa do aluno, a metodologia n\u00e3o \u00e9 atrativa, h\u00e1 falta de professores treinados, al\u00e9m de existirem estudantes que s\u00f3 querem mesmo aprender o b\u00e1sico\u201d, enumera.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ant\u00f4nio Marcos de Sousa, de 67 anos, ainda n\u00e3o se sente preparado para dar o pr\u00f3ximo passo, mas nem pensa em sair da turma de alfabetiza\u00e7\u00e3o que frequenta. H\u00e1 sete anos estudando, aprendeu a escrever e ler \u201cum pouquinho\u201d. \u201cFora de \u00e9poca, \u00e9 muito dif\u00edcil, a cabe\u00e7a da gente n\u00e3o est\u00e1 mais funcionando bem. Mas gosto demais daqui. Pensar que a vida inteira fui analfabeto e hoje eu tenho curiosidade de ler. Quando pego um papel de propaganda na rua, leio logo para saber o que \u00e9\u201d, conta o piauiense de Teresina. Para Maria de Lourdes Pereira dos Santos, coordenadora do Centro de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura do Parano\u00e1 (Cedep), onde Ant\u00f4nio estuda, o mais importante \u00e9 elevar a autoestima dos alunos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O Cedep, com cerca de 100 adultos na alfabetiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 um exemplo de entidade que faz o papel de escola. Sem financiamento permanente do governo, sobrevive com ajuda de volunt\u00e1rios. Para Salete Camba, do Instituto Paulo Freire, o problema da oferta de turmas para adultos nos col\u00e9gios p\u00fablicos est\u00e1 na falta de estrutura das redes de ensino estaduais e municipais, mas tamb\u00e9m em uma cultura que n\u00e3o enxerga tal modalidade como prioridade. Quase 10% dos munic\u00edpios do pa\u00eds n\u00e3o t\u00eam aulas para esse p\u00fablico. <\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em outros, a oferta \u00e9 muito limitada. No n\u00edvel federal, Salete destaca que houve avan\u00e7o, com a educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos contemplada no Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica e de Valoriza\u00e7\u00e3o dos Profissionais da Educa\u00e7\u00e3o (Fundeb) \u2013 que paga valor m\u00ednimo de R$ 1.221,34 anuais por aluno na educa\u00e7\u00e3o fundamental regular e R$ 977,07 para os inseridos nas classes de jovens e adultos. \u201cDinheiro existe. Basta o munic\u00edpio ou o estado querer ofertar.\u201d\u00a0\u00a0<br \/>\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p> <span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"> <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p> <\/span><\/span><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A propor\u00e7\u00e3o dos chamados analfabetos absolutos \u2013 aqueles que n\u00e3o sabem ler nem escrever nada, inclusive o pr\u00f3prio nome \u2013 entre 15 e 64 anos caiu de 9% para 7% entre 2007 e 2009 no Brasil. \u00a0 Em 2002, esse percentual estava em 12%. 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