{"id":2619,"date":"2009-03-31T12:09:00","date_gmt":"2009-03-31T15:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2009\/03\/31\/reforma-ortografica-pode-gerar-custos-de-r-40-milhoes\/"},"modified":"2009-03-31T12:09:00","modified_gmt":"2009-03-31T15:09:00","slug":"reforma-ortografica-pode-gerar-custos-de-r-40-milhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/reforma-ortografica-pode-gerar-custos-de-r-40-milhoes\/","title":{"rendered":"Reforma ortogr\u00e1fica pode gerar custos de R$ 40 milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Com as mudan\u00e7as ortogr\u00e1ficas na l\u00edngua portuguesa, que entraram em vigor no dia 1\u00ba de janeiro, editoras, livrarias e gr\u00e1ficas come\u00e7am a se adaptar \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es. Entretanto, boa parte das editoras ainda tem como estrat\u00e9gia de a\u00e7\u00e3o atualizar seu acervo paulatinamente, de maneira a minimizar os gastos durante o per\u00edodo previsto de tr\u00eas anos para a ades\u00e3o obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<p> A estimativa, de acordo com Rosely Boschini, presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL), \u00e9 que a conta para que as editoras se adaptem \u00e0s mudan\u00e7as pode passar dos R$ 40 milh\u00f5es ao ano at\u00e9 o final de 2012, considerando-se apenas os gastos para revis\u00e3o e reimpress\u00e3o, j\u00e1 que dois ter\u00e7os dos 45 mil t\u00edtulos trabalhados em 2007 eram reedi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> \u201cSentimos que o apoio das editoras vem sendo gradativo, mas constante. Muitos livros de primeira tiragem j\u00e1 foram incorporados. O pre\u00e7o de revis\u00e3o por t\u00edtulo para segunda tiragem, por exemplo, custa em torno de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil para uma quantidade m\u00e9dia de 250 p\u00e1ginas, e isto representa um gasto extra significativo\u201d, analisa Rosely.<\/p>\n<p> Perante tal exig\u00eancia de investimentos \u2014 e diante da possibilidade de eventuais descartes de estoques nas livrarias \u2014, \u00e9 natural que parte das editoras permane\u00e7a cautelosa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ades\u00e3o, principalmente no que se refere aos gastos que n\u00e3o estavam no or\u00e7amento. \u201cAntes de aderir, o foco deve ser angariar recurso pessoal e financeiro\u201d, completa a presidente da CBL.<\/p>\n<p> E os sacrif\u00edcios podem ser ainda maiores. As normas da nova ortografia \u2014 que alteram a acentua\u00e7\u00e3o de algumas palavras, acabam com o uso do trema e modificam a utiliza\u00e7\u00e3o do h\u00edfen, por exemplo \u2014 foram incorporadas \u00e0 quinta edi\u00e7\u00e3o do Vocabul\u00e1rio Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa (Volp), lan\u00e7ada no dia 19 de mar\u00e7o pela Academia Brasileira de Letras (ABL), depois de diversos t\u00edtulos j\u00e1 terem sido atualizados e colocados nas lojas.<\/p>\n<p> Marcelo Martins, diretor de marketing da Abril Educa\u00e7\u00e3o, que controla as editoras \u00c1tica e Scipione, acredita que o lan\u00e7amento do volume (de 887 p\u00e1ginas) pode ter sido precipitado, j\u00e1 que outros pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa, como Portugal, ainda n\u00e3o ratificaram o documento. \u201cPublicamos o Volp em uma iniciativa isolada e vamos ter de dialogar com os outros pa\u00edses depois, porque ainda existem muitas d\u00favidas e alguns ajustes a serem feitos\u201d, lembra.<\/p>\n<p> O impacto da reforma n\u00e3o se restringe ao mercado editorial. Segundo Alfried Pl\u00f6ger, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Gr\u00e1fica (Abigraf), \u00e9 dif\u00edcil fazer qualquer estimativa neste momento, mas para as gr\u00e1ficas o balan\u00e7o total da reforma pode, ao final, ser lucrativo. \u201cN\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel falar em n\u00fameros neste momento, mas sabemos que, lucrando ou n\u00e3o, as gr\u00e1ficas sofrer\u00e3o press\u00e3o para tentar socializar os gastos adicionais das editoras\u201d, afirma.<\/p>\n<p> Pl\u00f6ger, que tamb\u00e9m preside o conselho da Melhoramentos, acredita que a meta deva ser escoar os estoques, dando aten\u00e7\u00e3o especial a livros de rota\u00e7\u00e3o mais lenta e pre\u00e7o maior, como os de arte. \u201c\u00c9 o consumidor que vai acelerar ou n\u00e3o a atualiza\u00e7\u00e3o. Tenho d\u00favidas em rela\u00e7\u00e3o ao desinteresse dele por livros que, querendo ou n\u00e3o, sofreram pouqu\u00edssimas altera\u00e7\u00f5es. Acho cedo para falar em preju\u00edzo, j\u00e1 que at\u00e9 2012 os t\u00edtulos v\u00e3o manter a dupla ortografia.\u201d<\/p>\n<p> <B>Estrat\u00e9gia<\/B><\/p>\n<p> Entre as empresas que iniciaram a adequa\u00e7\u00e3o de seu acervo est\u00e1 a editora Melhoramentos, que publicou cerca de 300 mil t\u00edtulos atualizados em 2009, entre lan\u00e7amentos e reedi\u00e7\u00f5es. Breno Lerner, diretor geral da empresa, explica que a linha escolar e pr\u00e1tica j\u00e1 est\u00e1 quase toda reformada, assim como 50% dos livros de literatura publicados pela editora, que representam algo em torno de 600 t\u00edtulos. \u201cNosso crit\u00e9rio foi iniciar a adapta\u00e7\u00e3o pelos t\u00edtulos de maior vendagem e pelos dicion\u00e1rios, em julho de 2008. Desde ent\u00e3o, j\u00e1 gastamos cerca de R$ 1 milh\u00e3o e acredito que at\u00e9 o fim a atualiza\u00e7\u00e3o ainda dever\u00e1 nos custar algo em\u00a0<br \/> torno de R$ 300 mil\u201d, calcula.<\/p>\n<p> Nas editoras Nacional e Ibep, a revis\u00e3o demandou a contrata\u00e7\u00e3o de uma equipe extra de 30 pessoas no final de 2008, conta Jorge Yunes, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros) e do Ibep \u2013 Companhia Editora Nacional, que det\u00e9m as editoras Conrad e Nacional.<\/p>\n<p> Na Editora DCL, 20% dos livros j\u00e1 est\u00e3o em dia com a reforma, e a meta \u00e9 finalizar todo o acervo nos pr\u00f3ximos 18 meses. Otac\u00edlia de Freitas, editora executiva da DCL, conta que n\u00e3o h\u00e1 expectativa de preju\u00edzo. \u201cN\u00e3o vamos recolher nenhum livro at\u00e9 2012 e n\u00e3o acho que ser\u00e1 preciso, pois trabalhamos com tiragens baixas. A reforma n\u00e3o ser\u00e1 um peso, afinal, j\u00e1 ir\u00edamos gastar com reedi\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 custo excedente\u201d, avalia.<\/p>\n<p> <B>Primeiros da fila<\/B><\/p>\n<p> Com a volta \u00e0s aulas, a aten\u00e7\u00e3o maior foi para os livros did\u00e1ticos e dicion\u00e1rios, uma vez que o prazo determinado pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o para as editoras entrou em vigor em 2009, e os livros a serem utilizados deveriam estar prontos cerca de seis meses antes do in\u00edcio do ano letivo \u2014 o principal per\u00edodo de vendas para este segmento.<\/p>\n<p> \u201cAs livrarias tiveram uma forte procura pelos did\u00e1ticos e dicion\u00e1rios e trabalharam com um estoque m\u00ednimo neste ano. A estimativa \u00e9 que a perda de estoque no did\u00e1tico tenha sido de 5% no in\u00edcio do ano letivo\u201d, explica o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Livrarias, Vitor Tavares.<\/p>\n<p> No Brasil, o governo federal compra quase metade dos livros did\u00e1ticos publicados. Em 2007, o faturamento relativo \u00e0s obras encomendadas pelo governo foi de R$ 971 milh\u00f5es, de acordo com dados da pesquisa de mercado realizada pela Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas (Fipe) juntamente com a CBL e o Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel). \u201cDe in\u00edcio, haver\u00e1 um forte investimento, mas as editoras que publicam livros did\u00e1ticos v\u00e3o ser compensadas futuramente\u201d, esclarece Rosely.<\/p>\n<p> Na Abril Educa\u00e7\u00e3o, o mutir\u00e3o contou com uma equipe de 200 profissionais, durante dois meses, que trabalharam principalmente nas gram\u00e1ticas e dicion\u00e1rios. \u201cN\u00e3o recolhemos exemplares, mas o gasto com a adapta\u00e7\u00e3o dos did\u00e1ticos e paradid\u00e1ticos foi bastante representativo. J\u00e1 colocamos no mercado, desde agosto de 2008, algo em torno de 4 a 5 milh\u00f5es de livros com a nova ortografia\u201d, conta Martins, da Abril Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A Editora Abril, por meio do N\u00facleo Infantil de publica\u00e7\u00f5es e produtos licenciados, fechou parceria com o cartunista Mauricio de Sousa para o lan\u00e7amento do livro Turma da M\u00f4nica \u2013 A Reforma\u00a0<br \/> Ortogr\u00e1fica em Versinhos. O conte\u00fado foi desenvolvido pela poetisa Yara Maura, autora de diversos livros para crian\u00e7as.<\/p>\n<p> <B>Reforma deve abrir novos mercado<\/B><\/p>\n<p> O portugu\u00eas tem mais de 240 milh\u00f5es de falantes ao redor do planeta, sendo a quinta l\u00edngua mais falada no mundo. Este \u00e9 o principal motivo para que se entenda o acordo ortogr\u00e1fico como uma oportunidade para que o Brasil, mas n\u00e3o s\u00f3 ele, obtenha uma s\u00e9rie de vantagens no mercado editorial, j\u00e1 que a adapta\u00e7\u00e3o do idioma proposta pela reforma deve ajudar a abrir mercado dentro de outros pa\u00edses, como Portugal, Angola, Cabo Verde, Guin\u00e9-Bissau, Mo\u00e7ambique, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe e Timor Leste.<\/p>\n<p> \u201cExiste uma demanda muito grande de feiras de livros por autores brasileiros, e eu tenho absoluta certeza de que esta vai ser uma grande oportunidade para colhermos frutos\u201d, avalia Rosely Boschini, presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL). Alfried Pl\u00f6ger, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Gr\u00e1fica (Abigraf), acrescenta que o Brasil tem uma vantagem competitiva em termos de impress\u00e3o e custo. \u201cEsse mercado foi prospectado por outros pa\u00edses, principalmente Portugal, por isso vimos resist\u00eancias muito grandes por parte deles em aderir \u00e0 reforma\u201d, conta.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com as mudan\u00e7as ortogr\u00e1ficas na l\u00edngua portuguesa, que entraram em vigor no dia 1\u00ba de janeiro, editoras, livrarias e gr\u00e1ficas come\u00e7am a se adaptar \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es. 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