{"id":2533,"date":"2008-11-28T15:43:00","date_gmt":"2008-11-28T17:43:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/11\/28\/construindo-competencias\/"},"modified":"2008-11-28T15:43:00","modified_gmt":"2008-11-28T17:43:00","slug":"construindo-competencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/construindo-competencias\/","title":{"rendered":"Construindo compet\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p>Desenvolver compet\u00eancias nos alunos \u00e9 a palavra de ordem da educa\u00e7\u00e3o moderna. Para formar pessoas preparadas para a nova realidade social e do trabalho, o professor brasileiro enfrenta o desafio de mudar sua postura frente \u00e0 classe, ceder tempo de aula para atividades que integrem diversas disciplinas e estar disposto a aprender com a turma. De nada adianta, por\u00e9m, exigir mudan\u00e7a do docente se a escola n\u00e3o diminuir o peso dos conte\u00fados disciplinares e a sociedade n\u00e3o se empenhar em definir quais compet\u00eancias quer que seus estudantes desenvolvam. \u00c9 isso que defende o soci\u00f3logo  su\u00ed\u00e7o Philippe Perrenoud, doutor em Sociologia e Antropologia, professor da Universidade de Genebra e especialista em pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas e institui\u00e7\u00f5es de ensino. Autor do livro Dez Novas Compet\u00eancias para Ensinar, ele concedeu por e-mail a seguinte entrevista exclusiva. \u00a0<\/p>\n<p><B> NOVA ESCOLA &#8211; De onde vem a id\u00e9ia de compet\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o? \u00a0<br \/> Philippe Perrenoud<\/B> &#8211; A abordagem por compet\u00eancias \u00e9 uma maneira de levar a s\u00e9rio um problema antigo, o de transferir conhecimentos. Em geral, a escola se preocupa mais com ingredientes de certas compet\u00eancias e menos em coloc\u00e1-las em sinergia nas situa\u00e7\u00f5es complexas. Durante a escolaridade b\u00e1sica, aprende-se a ler, escrever, contar, mas tamb\u00e9m a raciocinar, explicar, resumir, observar, comparar, desenhar e d\u00fazias de outras capacidades gerais. Assimilam-se conhecimentos disciplinares, como Matem\u00e1tica, Hist\u00f3ria, Ci\u00eancias, Geografia etc. Mas a escola n\u00e3o tem a preocupa\u00e7\u00e3o de ligar esses recursos a situa\u00e7\u00f5es da vida. Quando se pergunta por que se ensina isso ou aquilo, a justificativa \u00e9 geralmente baseada nas exig\u00eancias da seq\u00fc\u00eancia do curso: ensina-se a contar para resolver problemas; aprende-se gram\u00e1tica para redigir um texto. Quando se faz refer\u00eancia \u00e0 vida, apresenta-se um lado muito global: aprende-se para se tornar um cidad\u00e3o, para se virar na vida, ter um bom trabalho, cuidar da sa\u00fade. A transfer\u00eancia e a mobiliza\u00e7\u00e3o das capacidades e dos conhecimentos n\u00e3o caem do c\u00e9u. \u00c9 preciso trabalh\u00e1-las e trein\u00e1-las, e isso exige tempo, etapas did\u00e1ticas e situa\u00e7\u00f5es apropriadas, que hoje n\u00e3o existem. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Ou seja, a escola n\u00e3o prepara o aluno para usar o conhecimento no seu dia-a-dia? \u00a0<br \/> Perrenoud<\/B> &#8211; Exatamente. Os alunos acumulam saberes, passam nos exames, mas n\u00e3o conseguem mobilizar o que aprenderam em situa\u00e7\u00f5es reais, no trabalho e fora dele (em fam\u00edlia, na cidade, no lazer etc.). Isso \u00e9 grave para aqueles que freq\u00fcentam aulas somente por alguns anos. A escola b\u00e1sica n\u00e3o deve ser uma prepara\u00e7\u00e3o para estudos longos. Deve-se enxerg\u00e1-la como uma prepara\u00e7\u00e3o de todos para a vida. Formulando-se mais explicitamente os objetivos da forma\u00e7\u00e3o em termos de compet\u00eancias, lutamos abertamente contra a tenta\u00e7\u00e3o da escola de ensinar por ensinar, de marginalizar as refer\u00eancias \u00e0s situa\u00e7\u00f5es da vida e de n\u00e3o reservar tempo para treinar a mobiliza\u00e7\u00e3o dos saberes para situa\u00e7\u00f5es complexas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Quais as compet\u00eancias que os alunos devem ter adquirido ao terminar a escolariza\u00e7\u00e3o? \u00a0<br \/> Perrenoud <\/B>&#8211; Essa \u00e9 uma escolha da sociedade, que deve ser baseada em um conhecimento amplo e atualizado das pr\u00e1ticas sociais. N\u00e3o basta nomear uma comiss\u00e3o de reda\u00e7\u00e3o para se elaborar um conjunto de compet\u00eancias. Certos pa\u00edses contentaram-se em reformular os programas tradicionais, colocando um verbo de a\u00e7\u00e3o na frente dos saberes disciplinares. Onde se lia \u201censinar o teorema de Pit\u00e1goras\u201c, agora l\u00ea-se \u201cservir-se do teorema de Pit\u00e1goras para resolver problemas de geometria\u201c. Isso \u00e9 maquiagem. A descri\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias deve partir da an\u00e1lise de situa\u00e7\u00f5es, da a\u00e7\u00e3o, e disso derivar conhecimentos. Os pa\u00edses que querem ir r\u00e1pido demais se lan\u00e7am na elabora\u00e7\u00e3o de programas sem dedicar tempo \u00e0 observa\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas sociais, sem identificar situa\u00e7\u00f5es com as quais as pessoas s\u00e3o e ser\u00e3o verdadeiramente confrontadas. O que sabemos das compet\u00eancias que precisam um desempregado, um imigrante, um portador de defici\u00eancia, uma m\u00e3e solteira, um jovem da periferia? Se o sistema educativo n\u00e3o perder tempo reconstruindo a transposi\u00e7\u00e3o did\u00e1tica (a transforma\u00e7\u00e3o de um conhecimento cient\u00edfico em conhecimento escolar), n\u00e3o questionar\u00e1 as finalidades da escola e se contentar\u00e1 em verter antigos conte\u00fados dentro de um novo recipiente. Sob a capa de compet\u00eancias, d\u00e1-se \u00eanfase a capacidades sem contexto. Resultado: conserva-se o essencial dos saberes necess\u00e1rios aos estudos longos e os lobbies disciplinares ficam satisfeitos. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; O que \u00e9 preciso fazer para que a forma\u00e7\u00e3o geral acompanhe os objetivos da profissional em termos de compet\u00eancia? \u00a0<br \/> Perrenoud <\/B>&#8211; Eu tentei um exerc\u00edcio para identificar os saberes fundamentais para a autonomia das pessoas. Cheguei a oito grandes categorias: saber identificar, avaliar e valorizar suas possibilidades, seus direitos, seus limites e suas necessidades; saber formar e conduzir projetos e desenvolver estrat\u00e9gias, individualmente ou em grupo; saber analisar situa\u00e7\u00f5es, rela\u00e7\u00f5es e campos de for\u00e7a de forma sist\u00eamica; saber cooperar, agir em sinergia, participar de uma atividade coletiva e partilhar lideran\u00e7a; saber construir e estimular organiza\u00e7\u00f5es e sistemas de a\u00e7\u00e3o coletiva do tipo democr\u00e1tico; saber gerenciar e superar conflitos; saber conviver com regras, servir-se delas e elabor\u00e1-las; saber construir normas negociadas de conviv\u00eancia que superem as diferen\u00e7as culturais. Em cada uma dessas grandes categorias, \u00e9 preciso ainda especificar concretamente os grupos de situa\u00e7\u00f5es. Por exemplo: saber desenvolver estrat\u00e9gias para manter o emprego em situa\u00e7\u00f5es de reestrutura\u00e7\u00e3o de uma empresa. A formula\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias afasta-se, ent\u00e3o, das abstra\u00e7\u00f5es ideologicamente neutras. De pronto, a unanimidade est\u00e1 amea\u00e7ada, e reaparece a id\u00e9ia de que os objetivos da escolaridade dependem de uma escolha da sociedade. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Nesse contexto, quais s\u00e3o as mudan\u00e7as no papel do professor? \u00a0<br \/> Perrenoud <\/B>&#8211; \u00c9 in\u00fatil exigir esfor\u00e7os sobre-humanos dos professores se o sistema educativo apenas adota a linguagem das compet\u00eancias, sem mudar nada de fundamental. O melhor ind\u00edcio de uma mudan\u00e7a profunda \u00e9 a diminui\u00e7\u00e3o do peso dos conte\u00fados disciplinares e uma avalia\u00e7\u00e3o formativa e certificativa, orientada claramente para as compet\u00eancias. As compet\u00eancias n\u00e3o d\u00e3o as costas para os saberes, mas n\u00e3o se pode pretender desenvolv\u00ea-las sem dedicar o tempo necess\u00e1rio para coloc\u00e1-las em pr\u00e1tica. N\u00e3o basta juntar uma situa\u00e7\u00e3o de transfer\u00eancia no final de cada cap\u00edtulo de um curso convencional. Para o sistema mudar, \u00e9 preciso reformular seus programas em termos de desenvolvimento de compet\u00eancias verdadeiras, liberar disciplinas, introduzir os ciclos de aprendizagem plurianuais ao longo do curso, chamar para a coopera\u00e7\u00e3o profissional e convidar o professor para uma pedagogia diferenciada, mudando, ent\u00e3o, sua representa\u00e7\u00e3o e sua pr\u00e1tica. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; O que o professor deve fazer para modificar sua pr\u00e1tica? \u00a0<br \/> Perrenoud <\/B>&#8211; Para desenvolver compet\u00eancias \u00e9 preciso, antes de tudo, trabalhar por resolu\u00e7\u00e3o de problemas e por projetos, propor tarefas complexas e desafios que incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos e, em certa medida, complet\u00e1-los. Isso pressup\u00f5e uma pedagogia ativa, cooperativa, aberta para a cidade ou para o bairro, seja na zona urbana ou rural. Os professores devem parar de pensar que dar o curso \u00e9 o cerne da profiss\u00e3o. Ensinar, hoje, deveria ser conceber, encaixar e regular situa\u00e7\u00f5es de aprendizagem, seguindo os princ\u00edpios pedag\u00f3gicos ativos construtivistas. Para os adeptos dessa vis\u00e3o interativa da aprendizagem, trabalhar no desenvolvimento de compet\u00eancias n\u00e3o \u00e9 uma ruptura. O obst\u00e1culo est\u00e1 mais em cima: como levar os professores, habituados a cumprir rotinas, a repensar sua profiss\u00e3o? Eles n\u00e3o desenvolver\u00e3o compet\u00eancias se n\u00e3o se perceberem como organizadores de situa\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas e de atividades que tenham sentido para os alunos, envolvendo-os e, ao mesmo tempo, gerando aprendizagens fundamentais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Quais s\u00e3o as qualidades profissionais que o professor deve ter para ajudar os alunos a desenvolver compet\u00eancias? \u00a0<br \/> Perrenoud<\/B> &#8211; Antes de ter compet\u00eancias t\u00e9cnicas, ele deveria ser capaz de identificar e de valorizar suas pr\u00f3prias compet\u00eancias, dentro de sua profiss\u00e3o e de outras pr\u00e1ticas sociais. Isso exige um trabalho sobre sua rela\u00e7\u00e3o com o saber. Muitas vezes, o professor \u00e9 algu\u00e9m que ama o saber pelo saber, que \u00e9 bem-sucedido na escola, que tem uma identidade disciplinar forte desde o Ensino M\u00e9dio. Ora, os alunos n\u00e3o s\u00e3o e n\u00e3o querem ser como ele. O professor deve, ent\u00e3o, se colocar no lugar desses alunos. A\u00ed ele come\u00e7ar\u00e1 a procurar meios de interessar sua turma pelo saber n\u00e3o como algo em si mesmo, mas como ferramentas para compreender o mundo e agir sobre ele. O principal recurso do professor \u00e9 a postura reflexiva, sua capacidade de observar, de regular, de inovar, de aprender com os outros, com os alunos, com a experi\u00eancia. Mas, com certeza, existem capacidades mais precisas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Como o professor deve empregar as disciplinas dentro desse conceito? \u00a0<br \/> Perrenoud <\/B>&#8211; N\u00e3o se trata de renunciar \u00e0s disciplinas, que s\u00e3o os campos do saber, estruturados e estruturantes. No Ensino Fundamental, \u00e9 preciso preservar a polival\u00eancia dos professores, n\u00e3o \u201csecundarizar\u201c a escola b\u00e1sica. No Ensino M\u00e9dio, pode-se desejar a n\u00e3o compartimentaliza\u00e7\u00e3o precoce e estanque, com professores menos especializados, menos fechados dentro de uma s\u00f3 \u00e1rea, dizendo ignorar as outras. \u00c9 importante ainda n\u00e3o dedicar todo o tempo escolar \u00e0s disciplinas, deixando espa\u00e7os para as encruzilhadas interdisciplinares e as atividades de integra\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Como deve ser a avalia\u00e7\u00e3o em uma escola orientada para o desenvolvimento de compet\u00eancias? \u00a0<br \/> Perrenoud <\/B>&#8211; Ningu\u00e9m formar\u00e1 compet\u00eancias na escolaridade b\u00e1sica se n\u00e3o forem exigidas compet\u00eancias no momento da certifica\u00e7\u00e3o. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 o que realmente conta. \u00c9 preciso avaliar seriamente as compet\u00eancias, mas isso n\u00e3o pode ser feito com testes escritos. S\u00e3o essenciais os problemas complexos e as tarefas contextualizadas, dentro de uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es (conhe\u00e7a alguns exemplos concretos na reportagem de capa, \u00e0 p\u00e1gina 12). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; Em quanto tempo \u00e9 poss\u00edvel perceber resultados dessas mudan\u00e7as no sistema de ensino? \u00a0<br \/> Perrenoud<\/B> &#8211; Antes de avaliar as mudan\u00e7as \u00e9 melhor coloc\u00e1-las em opera\u00e7\u00e3o. Isso levar\u00e1 anos, se for um trabalho s\u00e9rio. Pior \u00e9 acreditar que as pr\u00e1ticas de ensino e aprendizagem mudam por decreto. As mudan\u00e7as exigidas passar\u00e3o por uma esp\u00e9cie de revolu\u00e7\u00e3o cultural, que ser\u00e1 vivida pelos professores, depois pelos alunos e seus pais. Quando as pr\u00e1ticas forem alteradas em larga escala, a mudan\u00e7a exigir\u00e1 ainda anos para dar frutos vis\u00edveis, pois ser\u00e1 preciso esperar que mais de uma gera\u00e7\u00e3o de estudantes tenha passado por todos os ciclos. Enquanto se espera, \u00e9 melhor implementar e acompanhar as mudan\u00e7as do que procurar provas prematuras de sucesso. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> NE &#8211; O que uma reforma dessa natureza pode fazer por um pa\u00eds como o Brasil? \u00a0<br \/> Perrenoud<\/B> &#8211; Seu pa\u00eds confronta-se com o desafio de escolariza\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes e de forma\u00e7\u00e3o de professores qualificados em todas as regi\u00f5es. H\u00e1 tamb\u00e9m a quest\u00e3o da reprova\u00e7\u00e3o e da evas\u00e3o. A abordagem por compet\u00eancias n\u00e3o vai resolver esses problemas num passe de m\u00e1gica. Entretanto, n\u00e3o vamos negligenciar tr\u00eas suportes dessa abordagem, caso ela atenda suas ambi\u00e7\u00f5es. Ela pode aumentar o sentido de trabalho escolar e modificar a rela\u00e7\u00e3o com o saber dos alunos em dificuldade; favorecer as aproxima\u00e7\u00f5es construtivistas, a avalia\u00e7\u00e3o formativa, a pedagogia diferenciada, que vai facilitar a assimila\u00e7\u00e3o ativa dos saberes; colocar os professores em movimento, incitando-os a falar de pedagogia e a cooperar no quadro de equipes ou de projetos do estabelecimento escolar. Por isso, \u00e9 sensato integrar desde j\u00e1 as abordagens por compet\u00eancias \u00e0 forma\u00e7\u00e3o inicial e cont\u00ednua e \u00e0 identidade profissional dos professores. N\u00e3o nos esque\u00e7amos de que, no final das contas, o objetivo principal \u00e9 democratizar o acesso ao saber e \u00e0s compet\u00eancias. Todo o resto \u00e9 apenas um meio de atingir esse objetivo. \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desenvolver compet\u00eancias nos alunos \u00e9 a palavra de ordem da educa\u00e7\u00e3o moderna. 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