{"id":2429,"date":"2008-09-19T17:04:00","date_gmt":"2008-09-19T20:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/09\/19\/analfabetismo-cai-no-brasil-mas-ainda-e-um-dos-piores-da-america-latina\/"},"modified":"2008-09-19T17:04:00","modified_gmt":"2008-09-19T20:04:00","slug":"analfabetismo-cai-no-brasil-mas-ainda-e-um-dos-piores-da-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/analfabetismo-cai-no-brasil-mas-ainda-e-um-dos-piores-da-america-latina\/","title":{"rendered":"Analfabetismo cai no Brasil, mas ainda \u00e9 um dos piores da Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil teve em 2007 um dos piores \u00edndices de analfabetismo da Am\u00e9rica Latina, atr\u00e1s de pa\u00edses como Bol\u00edvia, Suriname e Peru, mostra a Pnad 2007 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), divulgada nesta quinta-feira. A pesquisa registrou cerca de 14,1 milh\u00f5es de analfabetos no pa\u00eds no ano passado.  <\/p>\n<p> Com uma taxa de analfabetismo de 10%, o Brasil \u00e9 o 15\u00ba em um ranking de proje\u00e7\u00f5es de \u00edndices de analfabetismo de 22 pa\u00edses na Am\u00e9rica Latina divulgado pelo estudo. A lista \u00e9 liderada por Cuba, que aparece com taxa 0,2%. O pior n\u00edvel foi o do Haiti &#8211;37,9% da popula\u00e7\u00e3o de 15 anos ou mais.  <\/p>\n<p> Apesar de ainda ser um dos piores no continente, o \u00edndice brasileiro melhorou na compara\u00e7\u00e3o com 2006, quando a taxa era de 10,4%. A queda acontece progressivamente desde 1997.  <\/p>\n<p> Dentro do pa\u00eds, o menor \u00edndice foi registrado entre os adolescentes de 15 a 17 anos: 1,7%. J\u00e1 a maior taxa, de 12,5%, foi entre a popula\u00e7\u00e3o com 25 anos ou mais.  <\/p>\n<p> A Pnad, que faz levantamentos socioecon\u00f4micos anuais da popula\u00e7\u00e3o brasileira, coletou dados em 147.851 domic\u00edlios de 851 munic\u00edpios do Brasil par a pesquisa de 2007. <\/p>\n<p> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> MEC diz que pior not\u00edcia da Pnad \u00e9 1,8 milh\u00e3o de jovens fora da escola\u00a0<br \/><\/B> G1\/Bras\u00edlia &#8211; Jeferson Ribeiro\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><em> Ensino m\u00e9dio \u00e9 pouco atraente, diz secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o Continuada. Ele comemora o aumento do n\u00famero de crian\u00e7as na pr\u00e9-escola.\u00a0<br \/><\/em> \u00a0<br \/> O secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o Continuada, Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Diversidade do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), Andr\u00e9 L\u00e1zaro, disse nesta quinta-feira (18) que a pior not\u00edcia da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio (Pnad) \u00e9 o grande n\u00famero de jovens entre 15 e 17 anos que est\u00e1 fora da escola. Pelos c\u00e1lculos do MEC, mais de 1,8 milh\u00e3o de pessoas nessa faixa et\u00e1ria est\u00e3o fora da escola &#8211; a maioria deles, homens. Segundo o secret\u00e1rio, desde 2003 o n\u00famero de jovens nessa faixa et\u00e1ria matriculados na escola \u00e9 quase o mesmo, em torno de 82%.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> De acordo com ele, \u201cesse \u00e9 um drama social brasileiro, porque esses jovens s\u00e3o vitimas da viol\u00eancia\u201d. L\u00e1zaro afirmou que a escola no ensino m\u00e9dio ainda \u00e9 pouco atraente para esses jovens e as oportunidades de trabalho tamb\u00e9m colaboram para que haja mais evas\u00e3o nessa faixa et\u00e1ria. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cTem um pequeno grupo, constante, que n\u00e3o est\u00e1 interessado na escola. A proposta do MEC \u00e9 recuperar o ensino m\u00e9dio e refor\u00e7\u00e1-lo. Estamos investindo na quest\u00e3o tecnol\u00f3gica para garantir a educa\u00e7\u00e3o profissional desses jovens\u201d, afirma.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo ele, \u00e9 preciso parar com a ilus\u00e3o de que o destino de todos \u00e9 a universidade. \u201cN\u00e3o pode se criar a ilus\u00e3o de que o destino de todos passa pela universidade. Isso \u00e9 ilus\u00e3o. Se a pessoa tiver estudo m\u00e9dio mais consistente tem empregabilidade mais garantida. Em lugar nenhum do mundo a universidade \u00e9 o destino de todos\u201d, argumenta L\u00e1zaro. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Educa\u00e7\u00e3o infantil \u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/> Por outro lado, ele comemora os dados que mostram um aumento do n\u00famero de crian\u00e7as com 4 e 5 anos que est\u00e3o na pr\u00e9-escola. Segundo ele, os dados s\u00e3o ainda \u201cmais impressionantes\u201c porque na regi\u00e3o Nordeste os \u00edndices de pr\u00e9-escolariza\u00e7\u00e3o s\u00e3o os mais elevados do pa\u00eds. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cQualquer estudo no mundo mostra que se a crian\u00e7a come\u00e7a mais cedo fica mais tempo na escola. Haver\u00e1 uma evas\u00e3o menor no futuro\u201d, diz. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Analfabetismo \u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/> O secret\u00e1rio revelou ainda que cerca de 1,3 milh\u00e3o de pessoas estavam inscritas no programa de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA) do MEC em 2007. Por\u00e9m, ele n\u00e3o sabe dizer quantas dessas pessoas que buscaram a alfabetiza\u00e7\u00e3o depois de adultas realmente aprenderam a ler e escrever. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cN\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos uma prova que avaliasse o desenvolvimento do estudante. A partir do ano que vem vamos fazer uma avalia\u00e7\u00e3o no ingresso do aluno e na sua sa\u00edda. Isso vai nos dar um par\u00e2metro\u201d, revelou o secret\u00e1rio.\u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p> <B>Para Haddad, analfabetismo ainda cai de forma lenta<br \/><\/B> Ag\u00eancia Brasil &#8211; UOL Educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p> De 2006 para 2007, a taxa de analfabetismo entre a popula\u00e7\u00e3o com mais de 15 anos caiu de 10,4% para 10%. Isso representa um contingente de 14, 1 milh\u00e3o de brasileiros que ainda n\u00e3o sabem ler e escrever.  <\/p>\n<p> Em entrevista \u00e0 EBC (Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o), o ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Fernando Haddad, reconheceu que a queda est\u00e1 se dando de forma lenta. Os dados s\u00e3o da Pnad 2007 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios), divulgada nesta quinta-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica). <\/p>\n<p> \u201cEm 2006 caiu 0,7% e agora, 0,4%. A m\u00e9dia dos \u00faltimos dois anos \u00e9 superior \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica, mas a nossa expectativa, com o novo desenho do programa Brasil Alfabetizado \u00e9 que a taxa em 2008 caia mais rapidamente\u201c, avaliou. <\/p>\n<p> Segundo o ministro, os n\u00fameros se explicam em parte pelo fato de que boa parte dos alunos atendidos pelo programa Brasil Alfabetizados n\u00e3o s\u00e3o analfabetos absolutos.  <\/p>\n<p> \u201cMuitas pessoas que \u00e0s vezes escrevem e l\u00eaem mal se valem do Brasil Alfabetizado para aperfei\u00e7oar seus conhecimentos. Ent\u00e3o, quando a gente fala que o programa atendeu 1 milh\u00e3o, por que a taxa n\u00e3o caiu mais? Porque grande parte desses alunos n\u00e3o se declaram analfabetos absolutos porque j\u00e1 possuem um conhecimento preliminar da l\u00edngua\u201c, explicou. <\/p>\n<p> Mesmo com a queda lenta dos n\u00fameros, Haddad acredita que o Brasil ir\u00e1 cumprir o compromisso assinado em 2000 com a Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e Cultura) para reduzir a taxa de analfabetismo para 6,7% at\u00e9 2015. <\/p>\n<p> A Pnad aponta ainda que o acesso ao ensino superior cresceu 4,3% entre 2006 e 2007, mas a rede privada ainda responde por 76% dessas matr\u00edculas. Para Haddad, o maior acesso pode ser explicado em parte pelo ProUni (Programa Universidade Para Todos), que concede bolsas de estudo a alunos procedentes de escolas p\u00fablicas em institui\u00e7\u00f5es particulares de ensino superior.  <\/p>\n<p> Ele disse ainda que o Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades Federais), que prev\u00ea a cria\u00e7\u00e3o em 2009 de 44 mil vagas em institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino superior, ir\u00e1 diminuir essa discrep\u00e2ncia entre a oferta da rede particular e a da p\u00fablica.  <\/p>\n<p><B>Aumenta matr\u00edcula na educa\u00e7\u00e3o infantil<\/B><br \/> Portal MEC &#8211; Let\u00edcia Tancredi<\/p>\n<p> Em um ano, o percentual de crian\u00e7as de quatro e cinco anos que ingressaram na educa\u00e7\u00e3o infantil aumentou de 67,6% para 70,1%. Os dados s\u00e3o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) de 2007, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) nesta quinta-feira, 18. A pesquisa mostra que a regi\u00e3o Nordeste \u00e9 a que tem mais crian\u00e7as nessa faixa et\u00e1ria estudando: 76,8%, sendo que o Cear\u00e1, a Para\u00edba e o Rio Grande do Norte t\u00eam percentuais de cobertura de 80% ou mais. <\/p>\n<p> \u201cEssa \u00e9 a melhor not\u00edcia da Pnad em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o\u201d, afirma o secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o Continuada, Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Diversidade do MEC, Andr\u00e9 L\u00e1zaro. \u201cTodos os estudos mostram que, se a crian\u00e7a come\u00e7a mais cedo, permanece mais tempo na escola.\u201d L\u00e1zaro destaca o trabalho dos munic\u00edpios como um dos fatores que levaram ao \u00edndice.  <\/p>\n<p> A pesquisa tamb\u00e9m mostra que h\u00e1 no Brasil 56,3 milh\u00f5es de estudantes. \u201c\u00c9 mais do que a popula\u00e7\u00e3o de muitos pa\u00edses do mundo. Esse n\u00famero ajuda a entender um pouco as dificuldades que o pa\u00eds tem\u201c, afirma L\u00e1zaro. Por isso, segundo ele, n\u00e3o h\u00e1 como fazer compara\u00e7\u00f5es entre a educa\u00e7\u00e3o no Brasil e em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul. A Argentina, por exemplo, tem 39 milh\u00f5es de habitantes. <\/p>\n<p> Na faixa et\u00e1ria de seis a 14 anos, 97% da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 na escola. Essa taxa, segundo o secret\u00e1rio, j\u00e1 incorpora o ensino fundamental de nove anos. \u201cO Brasil est\u00e1 escolarizando mais cedo suas crian\u00e7as e criando uma gera\u00e7\u00e3o escolarizada. \u00c9 isso que vai mudar o perfil educacional brasileiro, porque as a\u00e7\u00f5es na educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o de longo prazo\u201d, sinaliza Andr\u00e9 L\u00e1zaro. <\/p>\n<p> O secret\u00e1rio explica que as pol\u00edticas p\u00fablicas para a educa\u00e7\u00e3o infantil combatem uma das dimens\u00f5es do analfabetismo de jovens e adultos: ingresso de jovens analfabetos com 15 anos nesse universo. Para ele, o Plano de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o, a Prova Brasil e a Provinha Brasil s\u00e3o instrumentos que ajudam a identificar problemas no dom\u00ednio da leitura e da escrita desde cedo, permitindo a\u00e7\u00f5es imediatas.  <\/p>\n<p> J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 segunda dimens\u00e3o \u2014 a popula\u00e7\u00e3o de 15 anos ou mais \u2014 o percentual de analfabetismo caiu em rela\u00e7\u00e3o a 2006: era 10,4% e passou para 10%. Segundo Andr\u00e9 L\u00e1zaro, o analfabetismo \u00e9 um fen\u00f4meno adulto, ou seja, os jovens est\u00e3o tendo mais acesso ao ensino. Isso porque, de acordo com os dados da Pnad, a taxa de analfabetismo da popula\u00e7\u00e3o de 15 a 24 anos \u00e9 de 2,2%, enquanto a da popula\u00e7\u00e3o de 25 anos ou mais \u00e9 de 12,5%. Ambas decresceram em rela\u00e7\u00e3o a 2006, quando eram de 2,4% e 13% respectivamente. <\/p>\n<p> Com o programa Brasil Alfabetizado, o atendimento aos jovens e adultos analfabetos cresceu. A meta para 2008 \u00e9 atender a 1,3 milh\u00e3o de pessoas, mas o n\u00famero pode ser maior, de acordo com o secret\u00e1rio. O MEC investiu R$ 300 milh\u00f5es no programa em 2007. A novidade foi a cria\u00e7\u00e3o do teste cognitivo para os alunos que entram e para os que se formam nas turmas de alfabetiza\u00e7\u00e3o, na mesma escala que outros testes de aferi\u00e7\u00e3o, como a Provinha Brasil.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil teve em 2007 um dos piores \u00edndices de analfabetismo da Am\u00e9rica Latina, atr\u00e1s de pa\u00edses como Bol\u00edvia, Suriname e Peru, mostra a Pnad 2007 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), divulgada nesta quinta-feira. 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