{"id":2394,"date":"2008-10-16T16:10:00","date_gmt":"2008-10-16T19:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/10\/16\/muito-mais-que-livros\/"},"modified":"2008-10-16T16:10:00","modified_gmt":"2008-10-16T19:10:00","slug":"muito-mais-que-livros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/muito-mais-que-livros\/","title":{"rendered":"Muito mais que livros"},"content":{"rendered":"<p>Quanto vale uma biblioteca formada ao longo de d\u00e9cadas por um intelectual, professor ou escritor? Que hist\u00f3rias e influ\u00eancias esses acervos de vidas inteiras t\u00eam a nos contar sobre seus criadores e a \u00e9poca em que viveram? O poeta e diretor executivo da Casa das Rosas, Frederico Barbosa, que cuida da biblioteca do poeta concretista Haroldo de Campos, lembra do descritivo da biblioteca de um c\u00f4nego na cidade de Ouro Preto, interior de Minas Gerais, no s\u00e9culo XIX. \u201cNele havia uma rela\u00e7\u00e3o de livros importantes para a \u00e9poca, livros que tinham acabado de sair na Europa. O descritivo ajudou a revelar um pouco mais da sociedade mineira na \u00e9poca da Inconfid\u00eancia\u201d, lembra.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para a professora aposentada Helo\u00edsa Cerri Ramos, \u201ca preserva\u00e7\u00e3o do acervo de um escritor \u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e da cultura do pa\u00eds. Por\u00e9m, o brasileiro parece n\u00e3o possuir essa mem\u00f3ria\u201d, lamenta. Um exemplo de abandono, at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, era a Funda\u00e7\u00e3o Casa Museu Jorge Amado, localizada no bairro do Pelourinho, Salvador, na Bahia.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVO JORGE AMADO\u00a0<br \/><\/B> Com a diminui\u00e7\u00e3o do repasse estadual no or\u00e7amento de 2007, principal fonte de renda do museu, a dire\u00e7\u00e3o precisou demitir 13 dos 25 funcion\u00e1rios, fechar o Caf\u00e9-Teatro Z\u00e9lia Gattai e racionalizar o uso do ar condicionado, colocando em risco mais de 250 mil documentos hist\u00f3ricos, para manter o museu ativo. A fam\u00edlia de Jorge Amado, indignada com o tratamento dado \u00e0 mem\u00f3ria do escritor, chegou a anunciar que estava pensando em retirar o acervo de Salvador e do\u00e1-lo \u00e0 Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Hoje, o centro de pesquisa se sustenta com 33 mil reais do repasse estadual (que j\u00e1 chegou a ser 74 mil reais\/m\u00eas) e com os direitos autorais de alguns livros de Jorge Amado. Uma das sa\u00eddas sugeridas pela secret\u00e1ria de Cultura da Bahia para a casa \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o do artigo 18 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que permite \u00e0s empresas repassarem at\u00e9 4% do seu Imposto de Renda para uma institui\u00e7\u00e3o cultural. Por\u00e9m, nenhuma empresa, at\u00e9 o momento, repassou dinheiro ao necessitado museu. O pesquisador que deseja conhecer o acervo de Jorge Amado deve entrar em contato com a Funda\u00e7\u00e3o pelo telefone (71) 3321-0122 para agendar sua visita.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVO IMS\u00a0<br \/><\/B> A iniciativa p\u00fablica n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica que se preocupa em manter os acervos intactos. Criado em 1990 pelo embaixador Walther Moreira Salles (1912-2001), o Instituto Moreira Salles (IMS) possui atualmente 15 acervos de escritores distribu\u00eddos em quatro centros culturais e v\u00e1rias galerias por todo o Brasil.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O IMS permite o acesso virtual gratuito a centenas de fotografias e m\u00fasicas pelo site <a href=\"http:\/\/ims.uol.com.br\/ims\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/ims.uol.com.br\/ims\/<\/a>. No caso do material escrito, existe um projeto de digitaliza\u00e7\u00e3o de algumas obras \u201cintoc\u00e1veis j\u00e1 que s\u00e3o raras, not\u00e1veis e \u00fanicas\u201d, explica a coordenadora do IMS, Liliana Serra, \u201cpor\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel conferir o cadastro de muitas delas no site\u201d, completa. O pesquisador deve enviar um e-mail para <a href=mailto:biblioteca@ims.com.br>biblioteca@ims.com.br<\/a> e solicitar o agendamento do material a ser pesquisado.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVOS UNIVERSIT\u00c1RIOS\u00a0<br \/><\/B> Outro ref\u00fagio para o patrim\u00f4nio cultural dos escritores brasileiros s\u00e3o as universidades p\u00fablicas ou particulares. A Universidade de S\u00e3o Paulo criou, em 1962, o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) por iniciativa do historiador S\u00e9rgio Buarque de Holanda. Mantido pela pr\u00f3pria universidade, o IEB re\u00fane cerca de 300 mil documentos na \u00e1rea de arquivo, 140 mil obras na de biblioteca e mais de 3 mil pe\u00e7as na Cole\u00e7\u00e3o de Artes Visuais. Entre seus acervos, destacam-se os de Guimar\u00e3es Rosa (selecionado pela Unesco para integrar o Registro Nacional do Programa Mem\u00f3ria do Mundo), M\u00e1rio de Andrade, Caio Prado Jr. e Anita Malfatti, entre outros.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para visitar a biblioteca, os docentes podem entrar em contato pelo telefone (11) 3091-2399, de segunda a sexta, das 10 \u00e0s 17 horas. As pesquisas ao acervo s\u00e3o marcadas pelo e-mail <a href=mailto:difusieb@usp.br>difusieb@usp.br<\/a>. Parte do material j\u00e1 est\u00e1 digitalizada no <a href=\"http:\/\/www.ieb.usp.br\/online\/index.asp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.ieb.usp.br\/online\/index.asp<\/a>.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVO HAROLDO DE CAMPOS\u00a0<br \/><\/B> Felizmente h\u00e1 exemplos de acervos bem cuidados pelo governo. \u00c9 o caso do poeta concretista Haroldo de Campos (1929-2003), que teve seu patrim\u00f4nio doado para o estado e atualmente se encontra sob a guarda da Casa das Rosas, em S\u00e3o Paulo (SP) e foi rebatizado para Espa\u00e7o Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Por\u00e9m, estar bem agora n\u00e3o quer dizer que ser\u00e1 para sempre. Para Frederico Barbosa o \u201cdinheiro \u00e9 algo perigoso, pois um dia eu posso ter e outro n\u00e3o\u201d.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Assim como a Funda\u00e7\u00e3o Jorge Amado, o Centro Cultural Haroldo de Campos abriga in\u00fameras atividades culturais em suas depend\u00eancias. \u201cN\u00e3o existe um dinheiro destinado \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do acervo do Haroldo, mas sim um bolo que o governo d\u00e1 para financiar tanto o acervo como nossas atividades culturais\u201d, explica Barbosa. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Docentes que desejem marcar uma visita monitorada devem utilizar o e-mail <a href=mailto:thaisfeitosa.cr@poiesis.org.br>thaisfeitosa.cr@poiesis.org.br<\/a>. O pesquisador que queira consultar algum dos livros de Haroldo pode acessar o site <a href=\"http:\/\/www.poiesis.org.br\/casadasrosas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.poiesis.org.br\/casadasrosas<\/a> e se informar sobre o c\u00f3digo da obra. Ap\u00f3s preencher um pequeno cadastro na Casa das Rosas, os livros estar\u00e3o liberados para an\u00e1lise no pr\u00f3prio local. O espa\u00e7o fica aberto de ter\u00e7a a s\u00e1bado, das 10 \u00e0s 18 horas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> CASA MUSEU GUIMAR\u00c3ES ROSA\u00a0<br \/><\/B> A casa em que nasceu o escritor, em Cordisburgo (MG), conta com objetos pessoais, como a m\u00e1quina de escrever Remington que Guimar\u00e3es Rosa usava para escrever seus contos e romances, originais de algumas de suas obras e correspond\u00eancias com a fam\u00edlia, entre outros objetos e documentos. Para marcar uma visita com seus alunos, o professor deve entrar em contato pelo telefone (31) 3715-1425. Caso deseje manusear os documentos hist\u00f3ricos, deve entrar em contato com In\u00eas Candido no telefone (31) 3269-1168, explicando os motivos e documentos que pretende analisar.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVO GILBERTO FREYRE\u00a0<br \/><\/B> A vivenda Santo Antonio de Apipucos, no Recife (PE), foi a casa onde o escritor Gilberto Freyre viveu durante 40 anos e publicou boa parte de sua vasta obra. Al\u00e9m de ser poss\u00edvel visitar todos os c\u00f4modos onde o escritor viveu com sua esposa Magdalena, a moradia conserva sua gigantesca biblioteca, que pode ser pesquisada mediante agendamento pelo e-mail <a href=mailto:bvgf@fgf.org.br>bvgf@fgf.org.br<\/a>.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVO GRACILIANO RAMOS\u00a0<br \/><\/B> Localizado em Palmeira dos \u00cdndios (AL), possui utens\u00edlios pessoais, fotos, capas das edi\u00e7\u00f5es originais, vestu\u00e1rio e documentos hist\u00f3ricos, como um esquema do romance Inf\u00e2ncia ou as vers\u00f5es originais de Ang\u00fastia em braile. Para agendar visitas: (82) 3421-3530.  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> ACERVO MACHADO DE ASSIS\u00a0<br \/><\/B> A biblioteca que pertenceu a Machado de Assis est\u00e1 localizada na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. A ABL divide o patrim\u00f4nio de Machado em dois miniacervos. O primeiro fica na Exposi\u00e7\u00e3o Machado Vive, que traz alguns objetos pessoais do \u201cBruxo do Cosme Velho\u201d. O outro \u00e9 restrito a pesquisadores. Para conhecer, deve-se agendar pelo telefone (21) 3974-2547. O material est\u00e1 dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.academia.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.academia.org.br<\/a>. \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quanto vale uma biblioteca formada ao longo de d\u00e9cadas por um intelectual, professor ou escritor? Que hist\u00f3rias e influ\u00eancias esses acervos de vidas inteiras t\u00eam a nos contar sobre seus criadores e a \u00e9poca em que viveram? 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