{"id":2240,"date":"2008-09-15T14:02:00","date_gmt":"2008-09-15T17:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/09\/15\/royalties-do-petroleo-nao-melhoram-educacao-no-rio\/"},"modified":"2008-09-15T14:02:00","modified_gmt":"2008-09-15T17:02:00","slug":"royalties-do-petroleo-nao-melhoram-educacao-no-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/royalties-do-petroleo-nao-melhoram-educacao-no-rio\/","title":{"rendered":"Royalties do petr\u00f3leo n\u00e3o melhoram educa\u00e7\u00e3o no Rio"},"content":{"rendered":"<p>Se o pa\u00eds realmente quiser utilizar recursos da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na camada pr\u00e9-sal para investir em educa\u00e7\u00e3o, como tem defendido o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, seria prudente, antes, analisar com lupa os resultados das cidades que mais recebem royalties de petr\u00f3leo em todo o Brasil.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Um estudo da Universidade Candido Mendes mostra que no Rio de Janeiro -Estado que mais recebe royalties no pa\u00eds- os indicadores de qualidade e de infra-estrutura nas escolas dos nove munic\u00edpios mais agraciados com recursos do petr\u00f3leo em nada se destacam em rela\u00e7\u00e3o a escolas do Sudeste.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pesquisa, de Gustavo Givisiez e Elzira Oliveira, ser\u00e1 apresentada no 16\u00ba Encontro Nacional de Estudos Populacionais, que come\u00e7a no final do m\u00eas. O estudo aponta que, na m\u00e9dia, os royalties n\u00e3o fizeram diferen\u00e7a at\u00e9 2006, quando se analisa o conjunto de escolas de Quissam\u00e3, Rio das Ostras, Carapebus, Maca\u00e9, Casimiro de Abreu, B\u00fazios, Campos dos Goytacazes, S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra e Cabo Frio -cidades do Rio.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No trabalho, Givisiez e Oliveira compararam dados de infra-estrutura (computadores e bibliotecas, por exemplo), professores com n\u00edvel superior e desempenho das escolas no Ideb (\u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica).\u00a0<br \/> Foi verificado que, mesmo com recursos significativos de royalties nos \u00faltimos dez anos, as escolas dessas cidades n\u00e3o se destacaram em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demais ao se comparar a evolu\u00e7\u00e3o de \u00edndices entre 2000 e 2006.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O estudo n\u00e3o destaca a situa\u00e7\u00e3o de cada munic\u00edpio separadamente, mas uma an\u00e1lise da Folha s\u00f3 nos resultados do Ideb, de 2005 a 2007, mostra avan\u00e7os em determinadas cidades, entre as 20 que mais receberam royalties no pa\u00eds em 2007. Outras, no entanto, estagnaram ou pioraram.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O Ideb \u00e9 um indicador do MEC que avalia a educa\u00e7\u00e3o pelas taxas de aprova\u00e7\u00e3o e pelo desempenho dos alunos em portugu\u00eas e matem\u00e1tica.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Rio das Ostras (170 km do Rio), por exemplo, avan\u00e7ou de 2005 a 2007 em ritmo superior \u00e0 m\u00e9dia das cidades do Estado.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A rede de educa\u00e7\u00e3o municipal de Rio das Ostras ficou entre as que mais evolu\u00edram e foi a terceira melhor do Estado nos anos iniciais do ensino fundamental (da primeira \u00e0 quarta s\u00e9rie). Nas s\u00e9ries finais (da quinta \u00e0 oitava), a rede de ensino ficou na quarta posi\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> J\u00e1 Cabo Frio ainda n\u00e3o traduziu em melhoria da qualidade os recursos dos royalties de petr\u00f3leo. Em 2007, foi a terceira cidade do pa\u00eds em royalties.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Nas s\u00e9ries iniciais do ensino fundamental, o avan\u00e7o foi de 0,1 ponto no Ideb (em Rio das Ostras, foi de 0,9), o que p\u00f5e Cabo Frio no 55\u00ba lugar entre as 91 cidades comparadas no Estado. Nas s\u00e9ries finais, o desempenho piorou 0,2 ponto no Ideb. Com isso, Cabo Frio ficou em 35\u00aa lugar entre 83 cidades com resultados nessas s\u00e9ries.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Crescimento r\u00e1pido afetou Cabo Frio, diz secret\u00e1rio \u00a0<br \/><\/B> Folha de S\u00e3o Paulo\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><em> Impossibilidade de contratar professor com royalties tamb\u00e9m atrapalhou, diz Paulo Massa. Secret\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o diz que recebe muitos alunos da Baixada Fluminense que chegam para estudar na cidade com defasagem.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/em> \u00a0<br \/> O crescimento acelerado da cidade e a impossibilidade de contratar professores com recursos dos royalties foram as justificativas dadas pelo secret\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o de Cabo Frio, Paulo Massa, para explicar por que a cidade n\u00e3o avan\u00e7ou o que se esperava no Ideb.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Massa argumenta que os resultados das escolas municipais s\u00e3o melhores que os das estaduais -o que \u00e9 comprovado pelos dados do Ideb- e que os resultados em educa\u00e7\u00e3o, especialmente os investimentos em creches e pr\u00e9-escolas, demoram a aparecer.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O crescimento de Cabo Frio n\u00e3o foi t\u00e3o grande, proporcionalmente, quanto o de Rio da Ostras, mas a cidade foi das que mais ganharam popula\u00e7\u00e3o no Rio entre os anos de 2000 e 2007, tendo passado de 127 mil habitantes para 162 mil, uma varia\u00e7\u00e3o de 28%.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cRecebemos muitos alunos da Baixada Fluminense que chegam com defasagem. Eu, ao contr\u00e1rio de uma escola particular, n\u00e3o posso chegar para o pai no meio do ano e dizer que n\u00e3o vou aceitar aquela crian\u00e7a. Por ano, s\u00e3o 3.000 novas matr\u00edculas\u201c, diz o secret\u00e1rio.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Massa n\u00e3o soube precisar quanto do seu or\u00e7amento vem de royalties, mas estima que mais da metade dos cerca de R$ 80 milh\u00f5es se origina dessa fonte adicional.\u00a0<\/p>\n<p> \u201cQuando assumi a secretaria, o or\u00e7amento era de R$ 32 milh\u00f5es. Hoje, \u00e9 de quase R$ 90 milh\u00f5es. Antes, o maior or\u00e7amento era da Secretaria de Obras. Hoje, \u00e9 o da Educa\u00e7\u00e3o\u201c, afirmou ele.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Como Rio das Ostras, o munic\u00edpio de Cabo Frio tem suas escolas consideradas modelo -como a Ant\u00f4nio da Cunha Azevedo, onde a diretora, Elizabeth Leal, conta com uma ativa associa\u00e7\u00e3o de pais. A escola obteve 5,5 pontos no Ideb.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Nas escolas de pior desempenho, no entanto, \u00e9 vis\u00edvel a baixa efici\u00eancia dos diretores, o que impacta nos resultados.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Visita\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> A reportagem da Folha, na companhia do secret\u00e1rio, visitou as escolas Vereador Leaquim Schuindt e Evaldo Sales. Em nenhuma delas os diretores estavam presentes durante o hor\u00e1rio de aula.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> As escolas com baixo desempenho, no entanto, ficam em bairros mais pobres -algumas pr\u00f3ximas de \u00e1reas invadidas- e t\u00eam que enfrentar, al\u00e9m dos problemas pedag\u00f3gicos, situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia e de tr\u00e1fico em seus arredores.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Rio das Ostras usa royalties para criar sistema de avalia\u00e7\u00e3o<br \/><\/B> Folha de S\u00e3o Paulo\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Rio das Ostras j\u00e1 foi s\u00edmbolo do mau uso dos royalties ao gastar, em 2004, R$ 12 milh\u00f5es na reforma de um cal\u00e7ad\u00e3o da orla com piso de porcelanato. A atual administra\u00e7\u00e3o ainda insiste em obras vistosas: no ano passado, inaugurou uma ponte or\u00e7ada em R$ 15 milh\u00f5es com vigas estaiadas iluminadas por mais de 200 l\u00e2mpadas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A cidade, no entanto, agora tem tamb\u00e9m bons resultados a apresentar na educa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> De janeiro a agosto deste ano, dos R$ 240 milh\u00f5es de royalties, R$ 42 milh\u00f5es foram para escolas. Isso representou mais da metade (61%) das despesas da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Como esse dinheiro n\u00e3o pode ser usado para pagar sal\u00e1rios, a secret\u00e1ria Maria Lina Coutinho diz que a op\u00e7\u00e3o foi usar todo o Fundeb (fundo de financiamento da educa\u00e7\u00e3o) na folha de pagamento, enquanto os royalties foram destinados a outros projetos, como constru\u00e7\u00e3o de escolas, merenda e cria\u00e7\u00e3o de um sistema de avalia\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A constru\u00e7\u00e3o de escolas \u00e9 uma das maiores necessidades de uma cidade que, de 2000 a 2007, viu sua popula\u00e7\u00e3o dobrar, de 36 mil para 75 mil.\u00a0<br \/> Com os royalties, foi poss\u00edvel investir na avalia\u00e7\u00e3o anual, que permite identificar, a partir das notas dos alunos, quais professores t\u00eam bom desempenho e quais precisam melhorar.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A secret\u00e1ria diz que o resultado n\u00e3o \u00e9 usado para premiar nem punir professores, mas ajuda a solucionar problemas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Um exemplo disso \u00e9 a escola municipal Ary Gomes de Mariz, a melhor da cidade e uma das 20 com maiores Idebs do Estado. A diretora Andrea Machado tem em sua sala uma lista com o nome de cada aluno e, para os que se sa\u00edram mal, uma anota\u00e7\u00e3o do professor explicando o baixo desempenho.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Andrea diz que o objetivo \u00e9 n\u00e3o deixar os problemas dos alunos se acumularem. \u201cSe notamos que a turma de um professor n\u00e3o est\u00e1 bem, chamamos para conversar e dar sugest\u00f5es\u201c, afirma a diretora.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Outra escola que se destacou foi o Ciep Mestre Mar\u00e7al, que aumentou sua avalia\u00e7\u00e3o no Ideb, de 2,9 para 4,5. A escola atende, principalmente, crian\u00e7as pobres, muitas delas rec\u00e9m-chegadas \u00e0 cidade.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cAt\u00e9 2005, os pais diziam que seus filhos n\u00e3o estudariam de jeito nenhum aqui. Hoje, eles pedem pelo amor de Deus\u201c, diz a diretora, L\u00facia Fernandes.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Desde que assumiu, h\u00e1 tr\u00eas anos, a nova dire\u00e7\u00e3o da escola passou a avaliar os professores com base nos crit\u00e9rios definidos pelo pr\u00f3prio corpo docente. No mural da Mestre Mar\u00e7al, s\u00e3o colocadas, todo m\u00eas, as fotos dos professores e dos alunos que se destacaram.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cN\u00e3o divulgamos os professores mal avaliados, mas eles recebem o resultado e procuramos ajud\u00e1-los\u201c, diz L\u00facia.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o pa\u00eds realmente quiser utilizar recursos da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na camada pr\u00e9-sal para investir em educa\u00e7\u00e3o, como tem defendido o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, seria prudente, antes, analisar com lupa os resultados das cidades que mais recebem royalties de petr\u00f3leo em todo o Brasil.\u00a0 \u00a0 Um estudo da Universidade Candido Mendes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-2240","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Royalties do petr\u00f3leo n\u00e3o melhoram educa\u00e7\u00e3o no Rio &raquo; 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