{"id":2193,"date":"2008-05-19T15:00:00","date_gmt":"2008-05-19T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/05\/19\/portugal-aceita-unificacao-ortografica\/"},"modified":"2008-05-19T15:00:00","modified_gmt":"2008-05-19T18:00:00","slug":"portugal-aceita-unificacao-ortografica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/portugal-aceita-unificacao-ortografica\/","title":{"rendered":"Portugal aceita unifica\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica"},"content":{"rendered":"<p>Portugal aprovou na sexta, 16, o acordo que unifica a ortografia em todos os pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa. Segundo decis\u00e3o do parlamento portugu\u00eas, as mudan\u00e7as dever\u00e3o entram em vigor dentro de seis anos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Apesar dos protestos de intelectuais e pol\u00edticos promovidos nas \u00faltimas semanas, apenas 3 dos 230 parlamentares votaram contra. A principal cr\u00edtica ao acordo, levantada pelo partido Centro Democr\u00e1tico Social (CDS), \u00e9 que ele representa uma concess\u00e3o aos \u201cinteresses brasileiros\u201c. \u201cA l\u00edngua portuguesa \u00e9 o maior patrim\u00f4nio que Portugal tem no mundo\u201c, afirmou o deputado Mota Soares.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Uma das iniciativas que geraram maior mobiliza\u00e7\u00e3o foi um abaixo-assinado na internet, iniciado no dia 2 de maio, que recolheu mais de 35 mil assinaturas. Mas dois deputados que encabe\u00e7aram a peti\u00e7\u00e3o na internet contra o acordo &#8211; Zita Seabra e Vasco Gra\u00e7a Moura &#8211; n\u00e3o estavam no plen\u00e1rio na hora da vota\u00e7\u00e3o. Zita alegou que, como \u00e9 editora, havia conflito de interesses.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O QUE MUDA\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo o acordo &#8211; assinado em Lisboa em 1990 e j\u00e1 ratificado pelo Brasil e outros dois pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa -, a norma escrita em Portugal ter\u00e1 1,42% das suas palavras modificadas. No Brasil apenas 0,43% das palavras mudam.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para os portugueses, caem as letras n\u00e3o pronunciadas, como o \u201cc\u201c em \u201cacto\u201c e \u201cdirector\u201c, o \u201cp\u201c em \u201cEgipto\u201c e \u201c\u00f3ptimo\u201c, o acento que distingue o pret\u00e9rito perfeito do presente (em Portugal escreve-se \u201clev\u00e1mos\u201c, no passado, e \u201clevamos\u201c, no presente). A utiliza\u00e7\u00e3o do h\u00edfen tamb\u00e9m ser\u00e1 uniformizada (mais informa\u00e7\u00f5es nesta p\u00e1gina).\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Apesar do acordo, continuar\u00e1 a haver diferen\u00e7as no portugu\u00eas dos dois lados do Atl\u00e2ntico. Os portugueses v\u00e3o continuar a escrever \u201cAnt\u00f3nio\u201c e \u201cg\u00e9nero\u201c com acento agudo, enquanto no Brasil fica o circunflexo. Tamb\u00e9m v\u00e3o manter o \u201cc\u201c em \u201cfacto\u201c, porque \u201cfato\u201c em Portugal \u00e9 roupa &#8211; e tiram o \u201cp\u201c que n\u00e3o pronunciam na palavra \u201crecep\u00e7\u00e3o\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> NEG\u00d3CIOS\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A presidente da C\u00e2mara Brasileira de Livros (CBL), Rosely Boschini, recebeu bem a decis\u00e3o do parlamento portugu\u00eas. \u201cA unifica\u00e7\u00e3o da escrita vai fortalecer a l\u00edngua portuguesa\u201c, afirma. \u201cAl\u00e9m disso, abrir\u00e1 um novo mercado para as editoras brasileiras.\u201c Questionada sobre o potencial risco que as empresas portuguesas podem representar para o mercado de livros no Brasil, Rosely aposta na produ\u00e7\u00e3o editoral do Pa\u00eds. \u201cNossas editoras est\u00e3o bem evolu\u00eddas. A concorr\u00eancia vai ser dif\u00edcil para os portugueses aqui.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> S\u00e9rgio Molina, editor e tradutor da Editora 34, lembra que o acordo pode abrir a \u00c1frica para os brasileiros. \u201cAt\u00e9 agora, (os pa\u00edses africanos) s\u00e3o como uma reserva de mercado de Portugal, pois adotam a mesma ortografia. Com a padroniza\u00e7\u00e3o, as editoras brasileiras, especialmente as maiores, ter\u00e3o mais facilidade para entrar l\u00e1\u201c, afirma. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Mesmo assim, Molina lembra que o \u201cmaior abismo\u201c entre o portugu\u00eas do Brasil e o de Portugal n\u00e3o \u00e9 a ortografia, mas \u201ca g\u00edria, o fraseado, o l\u00e9xico\u201c. \u201cN\u00e3o vamos vender tradu\u00e7\u00f5es de literatura inglesa para os portugueses, por exemplo\u201c, avalia.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> DID\u00c1TICOS\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O diretor presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores de Livros, Jorge Yunes, considera positiva a aprova\u00e7\u00e3o do acordo pelo parlamento portugu\u00eas, mas ainda \u00e9 c\u00e9tico quanto aos impactos comerciais da medida para os livros did\u00e1ticos. \u201cO curr\u00edculo escolar \u00e9 muito diferente de um pa\u00eds para outro. Seria necess\u00e1rio uma unifica\u00e7\u00e3o curricular para que entr\u00e1ssemos em outros mercados\u201c, aponta. \u201cQuanto aos outros livros, precisaremos de grande capacidade comercial, porque as editoras portuguesas tamb\u00e9m s\u00e3o muito boas.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em Portugal, esta semana sa\u00edram os dois primeiros dicion\u00e1rios portugueses que j\u00e1 incluem modifica\u00e7\u00f5es previstas. \u201cT\u00ednhamos certeza de que o acordo seria aprovado\u201c, diz Paulo Gon\u00e7alves, porta-voz da Porto Editora. Mas Gon\u00e7alves chama a aten\u00e7\u00e3o para a resist\u00eancia dos dois maiores pa\u00edses africanos de l\u00edngua portuguesa \u00e0s mudan\u00e7as: \u201cH\u00e1 sinais evidentes de que por parte de Mo\u00e7ambique e Angola o acordo ortogr\u00e1fico n\u00e3o vai ser bem acolhido pelas autoridades.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ainda em sua avalia\u00e7\u00e3o, o acordo n\u00e3o aproxima o portugu\u00eas falado em Portugal do falado no Brasil. \u201cTenho d\u00favidas de que v\u00e1 levar a uma aproxima\u00e7\u00e3o.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No Brasil, o acordo deve entrar em vigor j\u00e1 em 2009 &#8211; s\u00f3 depende da assinatura do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva. O Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o enviar\u00e1 a Lula nos pr\u00f3ximos dias minuta de decreto com essa previs\u00e3o. \u00a0<\/p>\n<p><B> Parlamento portugu\u00eas aprova acordo ortogr\u00e1fico<br \/><\/B> Folha de S\u00e3o Paulo &#8211; Angela Pinho, Johana Nublat<\/p>\n<p> O parlamento portugu\u00eas aprovou na sexta-feira, 16, o acordo ortogr\u00e1fico da l\u00edngua portuguesa j\u00e1 ratificado por Brasil, Cabo Verde e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe. <\/p>\n<p> Em tese, mesmo sem a aprova\u00e7\u00e3o de Portugal, as novas normas j\u00e1 estariam em vigor no Brasil, porque para isso bastam as assinaturas de tr\u00eas pa\u00edses da CPLP (Comunidade dos Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa). <\/p>\n<p> A implanta\u00e7\u00e3o da reforma ortogr\u00e1fica, por\u00e9m, estava sendo adiada devido \u00e0 n\u00e3o-ades\u00e3o de Portugal. Agora, o pa\u00eds europeu estabeleceu um prazo de seis anos para a adapta\u00e7\u00e3o de livros e provas de concurso p\u00fablico, entre outros. <\/p>\n<p> O acordo foi firmado em 1990. Em 1995, o Congresso brasileiro o aprovou. Agora, a implanta\u00e7\u00e3o definitiva depende s\u00f3 de um decreto do presidente Lula, ainda sem data. <\/p>\n<p> O MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o) informou, via assessoria de imprensa, que, na semana que vem, o ministro Fernando Haddad ir\u00e1 procurar o seu par no governo portugu\u00eas para definir um cronograma conjunto. <\/p>\n<p> No Brasil, por\u00e9m, o prazo de adapta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais curto. Recentemente, o MEC determinou que, em 2010, os livros did\u00e1ticos de escolas p\u00fablicas j\u00e1 ter\u00e3o de estar adaptados. As editoras podem come\u00e7ar a mudan\u00e7a j\u00e1 no ano que vem. <\/p>\n<p> O minist\u00e9rio ir\u00e1 definir tamb\u00e9m um cronograma para a implanta\u00e7\u00e3o das novas regras em outros suportes, como livros de literatura e dicion\u00e1rios. <\/p>\n<p> Entre as novas regras, est\u00e3o o fim do trema, do acento agudo nos ditongos abertos \u201cei\u201c e \u201coi\u201c em palavras parox\u00edtonas, como \u201cid\u00e9ia\u201c e \u201cjib\u00f3ia\u201c, e do acento diferencial para distinguir o verbo \u201cp\u00e1ra\u201c da preposi\u00e7\u00e3o \u201cpara\u201c. Tamb\u00e9m deixar\u00e3o de existir consoantes mudas ainda usadas em Portugal (\u201c\u00f3ptimo\u201c). <br \/> A reforma causou pol\u00eamica em Portugal. Nesta semana, um abaixo-assinado contr\u00e1rio a ela obteve 33 mil ades\u00f5es. <\/p>\n<p> Um dos motivos para que Portugal demorasse a aprovar o acordo, que \u00e9 de 1990, foi a press\u00e3o das editoras nacionais, que tinham medo de perder mercado para as brasileiras. <\/p>\n<p> Editoras brasileiras ouvidas pela Folha, por\u00e9m, dizem que ainda h\u00e1 dificuldades para entrar nos mercados africano e portugu\u00eas, como as diferen\u00e7as de vocabul\u00e1rio e de curr\u00edculo. <\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal aprovou na sexta, 16, o acordo que unifica a ortografia em todos os pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa. Segundo decis\u00e3o do parlamento portugu\u00eas, as mudan\u00e7as dever\u00e3o entram em vigor dentro de seis anos.\u00a0 \u00a0 Apesar dos protestos de intelectuais e pol\u00edticos promovidos nas \u00faltimas semanas, apenas 3 dos 230 parlamentares votaram contra. 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