{"id":2163,"date":"2008-06-12T16:22:00","date_gmt":"2008-06-12T19:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/06\/12\/ensino-fundamental-atinge-meta-de-2009\/"},"modified":"2008-06-12T16:22:00","modified_gmt":"2008-06-12T19:22:00","slug":"ensino-fundamental-atinge-meta-de-2009","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/ensino-fundamental-atinge-meta-de-2009\/","title":{"rendered":"Ensino fundamental atinge meta de 2009"},"content":{"rendered":"<p>O aumento das m\u00e9dias dos alunos, especialmente em matem\u00e1tica, e a diminui\u00e7\u00e3o da reprova\u00e7\u00e3o fizeram com que, de 2005 para 2007, o pa\u00eds melhorasse os indicadores de qualidade da educa\u00e7\u00e3o. O avan\u00e7o foi mais vis\u00edvel no ensino fundamental. No ensino m\u00e9dio, praticamente n\u00e3o houve melhoria.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os novos dados a respeito da qualidade da educa\u00e7\u00e3o brasileira foram apresentados ontem pelo MEC (Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o) em Bras\u00edlia na divulga\u00e7\u00e3o do Ideb (\u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o Brasileira). Trata-se de um indicador que leva em conta tanto o aprendizado dos alunos, medido em testes de matem\u00e1tica e portugu\u00eas, quanto os percentuais de aprova\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Numa escala de zero a dez, o ensino fundamental em seus anos iniciais (da primeira \u00e0 quarta s\u00e9rie) teve nota 4,2 em 2007. Em 2005, a nota fora 3,8. Nos anos finais (quinta a oitava), a alta foi de 3,5 para 3,8. No ensino m\u00e9dio, de 3,4 para 3,5.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Embora tenha comemorado o aumento da nota, ela ainda foi considerada \u201cpior do que regular\u201c pelo ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Fernando Haddad.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00c9 por meio do Ideb que o MEC monitora as metas de melhoria da qualidade estipuladas at\u00e9 2022. O objetivo \u00e9 chegar \u00e0s m\u00e9dias dos pa\u00edses desenvolvidos -6 na quarta s\u00e9rie, 5,5 na oitava e 5,2 no ensino m\u00e9dio.\u00a0<br \/> De dois em dois anos, h\u00e1 uma meta intermedi\u00e1ria. Para 2007, as metas do Brasil foram superadas, e o pa\u00eds j\u00e1 atingiu, inclusive, a de 2009, que era de 4,2.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No caso do ensino fundamental, o avan\u00e7o \u00e9 coerente com outras avalia\u00e7\u00f5es do MEC, que, em 2005, j\u00e1 identificavam uma melhoria, ainda que t\u00edmida, no desempenho da quarta s\u00e9rie. J\u00e1 no ensino m\u00e9dio, os resultados n\u00e3o foram t\u00e3o positivos, mesmo considerando que as metas de melhoria eram bastante t\u00edmidas nessa fase.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Quando se analisa cada Estado, dez n\u00e3o conseguiram atingir suas metas: Rio Grande do Sul, Piau\u00ed, Pernambuco, Rio, Alagoas, Goi\u00e1s, Amap\u00e1, Par\u00e1, Esp\u00edrito Santo e Sergipe. Nos tr\u00eas primeiros, o \u00edndice ficou est\u00e1vel. Nos \u00faltimos, piorou.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Uma an\u00e1lise menos superficial nos dados do ensino m\u00e9dio mostra que o Ideb desse n\u00edvel s\u00f3 melhorou de 3,4 para 3,5 por causa de um avan\u00e7o, bastante modesto, no percentual de estudantes aprovados.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Esse percentual variou de 2005 para 2007 de 77,2% para 77,8%. No que diz respeito ao desempenho dos alunos em matem\u00e1tica e portugu\u00eas (a segunda dimens\u00e3o levada em conta no Ideb), a nota do ensino m\u00e9dio ficou est\u00e1vel em 4,4.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Matem\u00e1tica\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> A melhoria do ensino fundamental \u00e9 explicada principalmente pela nota em matem\u00e1tica. Na disciplina, a m\u00e9dia foi de 4,7 para 5,1, na quarta s\u00e9rie, e de 4,7 para 4,9, na oitava. Em portugu\u00eas, os avan\u00e7os foram menores: de 4,5 para 4,6, na quarta, e de 4,4, para 4,5 na oitava.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Outro fator que contribuiu para o desempenho melhor no ensino fundamental \u00e9 que a popula\u00e7\u00e3o com idade adequada para esse n\u00edvel (sete a dez anos) est\u00e1 est\u00e1vel e com tend\u00eancia de diminui\u00e7\u00e3o -pela queda nas taxas de fecundidade. O percentual de crian\u00e7as fora da escola nessa faixa et\u00e1ria desde 2002 est\u00e1 abaixo de 3%.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O mesmo n\u00e3o ocorre no ensino m\u00e9dio, onde h\u00e1 18% da popula\u00e7\u00e3o de 15 a 17 anos fora da escola e outros 34% est\u00e3o atrasados (ainda no fundamental).\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Para Haddad, exame fez escolas se preocuparem \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Fernando Haddad, atribuiu parte da melhoria do Ideb \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o dos indicadores educacionais por escola e por munic\u00edpio, que come\u00e7ou durante a sua gest\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para ele, essa divulga\u00e7\u00e3o fez com que as escolas tivessem um diagn\u00f3stico mais preciso dos problemas e passassem a se preocupar com o que era cobrado nos exames nacionais, por exemplo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cO casamento entre o que se ensina e o que se avalia pelos exames nacionais foi essencial\u201c, disse o ministro ontem em entrevista coletiva, acrescentando que os resultados ir\u00e3o pesar nas elei\u00e7\u00f5es municipais deste ano.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> As primeiras notas divulgadas por Estado e por escola foram as do Enem (Exame Nacional do Ensino M\u00e9dio) de 2005, no ano seguinte, sob a gest\u00e3o de Haddad e de Reynaldo Fernandes, atual presidente do Inep &#8211; o instituto que consolida os resultados.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O ministro diz ter sofrido press\u00e3o, dentro e fora do MEC, para que os resultados n\u00e3o fossem divulgados. Ele chegou a comparar a divulga\u00e7\u00e3o a um ato de \u201ccoragem\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cN\u00e3o s\u00f3 houve uma resist\u00eancia enorme como uma incredulidade se o MEC teria coragem de fazer [os resultados individualizados] e divulgar metas\u201c, afirmou.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No ano passado, ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o pelo MEC das notas por Estado do Pisa -exame internacional de leitura, ci\u00eancia e matem\u00e1tica-, o governador de S\u00e3o Paulo, Jos\u00e9 Serra (PSDB), acusou o ministro de fazer uso pol\u00edtico dos dados. Na ocasi\u00e3o, Haddad havia dito que esperava um resultado melhor do Estado do governador tucano.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> \u201cMelhor dos mundos\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Haddad afirmou que a queda na repet\u00eancia e a melhora nas notas s\u00e3o \u201co melhor dos mundos\u201c.\u00a0<br \/> Ele comemorou o que considerou uma \u201crevers\u00e3o do processo hist\u00f3rico\u201c de piora nos indicadores educacionais, que ocorre desde 1995. Evitou, por\u00e9m, dizer se isso \u00e9 permanente. \u201cA avalia\u00e7\u00e3o precisa mostrar consist\u00eancia no tempo.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Em retrospecto, dados n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o bons assim<br \/><\/B> Ant\u00f4nio Gois\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A melhoria no desempenho dos alunos do ensino fundamental de 2005 para 2007 \u00e9 bem-vinda, mas deve ser celebrada com modera\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Olhando em retrospectiva, os avan\u00e7os recentes nem sequer s\u00e3o suficientes para nos colocar, em termos de qualidade, no patamar -j\u00e1 lament\u00e1vel- que est\u00e1vamos em 1995.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ontem, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o concentrou a divulga\u00e7\u00e3o do Ideb no per\u00edodo de 2005 a 2007. Faz sentido, j\u00e1 que o indicador foi criado no ano passado para monitorar as metas estipuladas at\u00e9 2022. \u00c9, portanto, um \u00edndice que olha para o futuro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Esse olhar para o passado, por\u00e9m, pode ser feito considerando apenas as m\u00e9dias dos alunos nas provas de portugu\u00eas e matem\u00e1tica -o Ideb, al\u00e9m de considerar essa dimens\u00e3o, leva em conta tamb\u00e9m os \u00edndices de aprova\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na compara\u00e7\u00e3o, o otimismo com as melhorias recentes se dissipa um pouco com a constata\u00e7\u00e3o de que em apenas uma prova -a de matem\u00e1tica na 4\u00aa s\u00e9rie- os resultados de 2007 s\u00e3o melhores do que os de 1995.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Nas demais, as m\u00e9dias em 2007 ainda ficam abaixo das de 12 anos antes. O pior resultado \u00e9 verificado no 3\u00ba ano do ensino m\u00e9dio em l\u00edngua portuguesa.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em 1995, o Saeb indicava um patamar de 290 pontos nessa avalia\u00e7\u00e3o. Em 2007, o resultado ficou em 261 pontos, ou seja, 29 pontos abaixo do patamar em que est\u00e1vamos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> De 1995 a 2006, o Brasil conseguiu reduzir de 10% para apenas 2% a propor\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as de 7 a 14 anos fora da escola. Essa inclus\u00e3o, infelizmente, veio acompanhada de queda nas m\u00e9dias dos estudantes. Agora que a cobertura se estabilizou, chegou a hora de avan\u00e7ar e olhar para o futuro, mas sem perder de vista que ainda precisamos recuperar este tempo perdido em termos de qualidade da educa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Resultado diminui desigualdades regionais\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O avan\u00e7o mais intenso em munic\u00edpios das regi\u00f5es Norte, Nordeste e Centro-Oeste do pa\u00eds fez com que as desigualdades regionais em termos de qualidade do ensino diminu\u00edssem, apesar de ainda serem bastante elevadas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No primeiro ciclo do ensino fundamental (primeira a quarta s\u00e9rie), a melhoria mais significativa aconteceu no Nordeste, regi\u00e3o onde o Ideb, em dois anos, passou de 2,9 para 3,5. No mesmo per\u00edodo, o \u00edndice do Sudeste variou de 4,6 para 4,8.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Com isso, em 2005, 1,7 ponto separava as duas regi\u00f5es. Em 2007, essa dist\u00e2ncia passou a ser de 1,3 ponto.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Maior avan\u00e7o\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Nessa etapa da educa\u00e7\u00e3o, os Estados que apresentaram maior avan\u00e7o foram Alagoas, Maranh\u00e3o e Mato Grosso do Sul. Todos verificaram, de 2005 para 2007, um aumento de 0,8 ponto em seu Ideb.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em quase todas as unidades da federa\u00e7\u00e3o, a melhora aconteceu tanto nas m\u00e9dias dos alunos quanto nos \u00edndices de aprova\u00e7\u00e3o, e as metas estipuladas para 2007 n\u00e3o s\u00f3 foram cumpridas como j\u00e1 ultrapassadas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O \u00fanico Estado que n\u00e3o cumpriu a meta no primeiro ciclo do ensino fundamental foi Minas Gerais, apesar de ter chegado bem perto: teve m\u00e9dia no Ideb 4,7, quando a meta para 2008 era 4,8.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para o ministro Fernando Haddad, \u00e9 positivo que os Estados do Nordeste tenham melhorado mais, j\u00e1 que a meta para essa regi\u00e3o era tamb\u00e9m mais r\u00edgida. \u201cAs metas para o patamar mais baixo s\u00e3o mais exigentes. \u00c9 natural, porque o esfor\u00e7o para melhorar vai ficando cada vez mais presente. \u00c9 quase como uma Copa do Mundo. O primeiro jogo n\u00e3o \u00e9 igual \u00e0 final. A dificuldade vai aumentando a cada jogada.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Apesar da melhora, s\u00e3o os Estados do Norte e do Nordeste os que continuam nas piores posi\u00e7\u00f5es no ranking da quarta s\u00e9rie. Os menores Idebs nessa fase de ensino s\u00e3o dos Estados Bahia, Alagoas e Par\u00e1. Os melhores s\u00e3o de Distrito Federal, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Segundo ciclo\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> No segundo ciclo do ensino fundamental, avaliado a partir de provas aplicadas a alunos da oitava s\u00e9rie e pelos \u00edndices de aprova\u00e7\u00e3o, somente dois Estados (Amap\u00e1 e Par\u00e1) n\u00e3o atingiram as suas metas. Nessa etapa, os melhores desempenhos s\u00e3o de S\u00e3o Paulo, Santa Catarina e Paran\u00e1, enquanto os piores s\u00e3o encontrados na Para\u00edba e em Pernambuco e Alagoas.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Ensino m\u00e9dio\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Essa tend\u00eancia de diminui\u00e7\u00e3o das desigualdades regionais s\u00f3 n\u00e3o se mostrou no ensino m\u00e9dio, onde os resultados, em geral, n\u00e3o foram t\u00e3o positivos quanto nos n\u00edveis anteriores. Nesta etapa da educa\u00e7\u00e3o brasileira, dez Estados n\u00e3o cumpriram suas metas e, em sete deles, o resultado at\u00e9 piorou.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O destaque negativo desse grupo \u00e9 de Sergipe, como Estado que j\u00e1 n\u00e3o estava entre os melhores e onde foi verificada maior diminui\u00e7\u00e3o do Ideb.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em 2005, a nota m\u00e9dia dos sergipanos no ensino m\u00e9dio era de 3,3, o que colocava o Estado na 11\u00aa maior m\u00e9dia. Dois anos depois, a nota caiu para 2,9 e, com isso, passou a ser apenas o 22\u00ba do ranking.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No ensino m\u00e9dio, os melhores desempenhos foram verificados no Paran\u00e1, em Santa Catarina, no Distrito Federal e em S\u00e3o Paulo. No final da lista aparecem Piau\u00ed, Amap\u00e1 e Par\u00e1.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> MS: M\u00c9DIA BAIXA EM 2005 CONSCIENTIZOU ESCOLAS, DIZ SECRET\u00c1RIA\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O mau resultado no Ideb em 2005 foi a base da recupera\u00e7\u00e3o de Mato Grosso do Sul em 2007, disse a secret\u00e1ria da Educa\u00e7\u00e3o do Estado, Maria Edilene da Costa. Segundo ela, a avalia\u00e7\u00e3o ruim obtida h\u00e1 tr\u00eas anos deu in\u00edcio a um trabalho de \u201cconscientiza\u00e7\u00e3o\u201c nas escolas. Entre 2005 e 2007, a m\u00e9dia dos primeiros anos do ensino fundamental passou de 3,6 para 4,3. No caso do ensino m\u00e9dio, a m\u00e9dia passou de 3,3 para 3,8, e o Estado subiu da 12\u00aa para a 5\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no ranking nacional.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> MT: GOVERNO ATRIBUI MELHORA NO RANKING A INVESTIMENTOS\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O governo do Estado de Mato Grosso atribui a melhora no Ideb a investimentos em infra-estrutura, capacita\u00e7\u00e3o profissional e pol\u00edtica salarial. \u201cSab\u00edamos que nossa avalia\u00e7\u00e3o era ruim e que precis\u00e1vamos melhorar. Decidimos abrir di\u00e1logo com os sindicatos, diretores de escola e professores\u201c, disse o secret\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o do Estado, S\u00e1guas Moraes. No ensino fundamental, o Estado viu sua m\u00e9dia subir de 3,1 para 3,8, passando da 18\u00aa para a 10\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no ranking nacional.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> AL: PREFEITURAS INVESTIRAM NA QUALIDADE DA EDUCA\u00c7\u00c3O\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Para a secret\u00e1ria da Educa\u00e7\u00e3o de Alagoas, Marcia Val\u00e9ria Lira Santana, o avan\u00e7o no Ideb no ensino fundamental ocorreu principalmente pelo esfor\u00e7o das prefeituras, que investiram em qualidade da educa\u00e7\u00e3o. \u201cQueria parabenizar o esfor\u00e7o do conjunto dos munic\u00edpios, que concentram as matr\u00edculas nesta faixa de ensino.\u201c Em Alagoas, a melhora no Ideb da quarta s\u00e9rie do ensino fundamental foi de 2,5 em 2005 para 3,3 no ano passado.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> SE: SECRET\u00c1RIO DIZ QUE BAIXOS \u00cdNDICES S\u00c3O REFLEXO DA EVAS\u00c3O ESCOLAR\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O secret\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o de Sergipe, Jos\u00e9 Fernandes de Lima, disse que o mau resultado do Estado no Ideb reflete as taxas de reprova\u00e7\u00e3o e evas\u00e3o escolar no ensino m\u00e9dio na rede estadual. \u201cAs taxas de reprova\u00e7\u00f5es e abandonos, somadas, giram em torno de 30% dos alunos.\u201c Para ele, o maior desafio no Estado \u00e9 dar condi\u00e7\u00f5es para que alunos n\u00e3o abandonem as escolas. \u201cPrecisamos colocar o ensino m\u00e9dio nos povoados, mais pr\u00f3ximo aos alunos.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> MA: PARCERIA ENTRE ESTADO E MUNIC\u00cdPIOS MELHORA DESEMPENHO\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> A parceria entre Estado, munic\u00edpios e Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o foi decisiva para a melhora do Ideb no Maranh\u00e3o, segundo o secret\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o do Estado, Louren\u00e7o Vieira da Silva. A nota nas s\u00e9ries iniciais passou de 2,9 em 2005 para 3,7 em 2007. Um dos instrumentos da parceria \u00e9 a Amde (Assessoria aos Munic\u00edpios para o Desenvolvimento do Ensino), que d\u00e1 consultoria para execu\u00e7\u00e3o do PAR (Plano de A\u00e7\u00e3o Articulada), criado para atingir o Ideb 6 em 2022.\u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p> <B><br \/> \u00cdndice de aprova\u00e7\u00e3o alto p\u00f5e SP entre os 4 melhores do pa\u00eds\u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/><em> De 2005 para 2007, Estado registrou aumento das notas dos alunos em portugu\u00eas e matem\u00e1tica no exame do MEC\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para a secret\u00e1ria estadual da Educa\u00e7\u00e3o, boas notas n\u00e3o s\u00e3o determinadas pelo alta taxa de aprova\u00e7\u00e3o, mas pela melhora na nota das provas\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/em> \u00a0<br \/> Nas notas do Ideb (\u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica) divulgadas ontem pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, o Estado de S\u00e3o Paulo aparece sempre entre as quatro melhores unidades da federa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O que mais explica a boa posi\u00e7\u00e3o paulista no ranking nacional s\u00e3o os elevados \u00edndices de aprova\u00e7\u00e3o dos alunos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Isso n\u00e3o significa que, de 2005 para 2007, a nota m\u00e9dia dos estudantes nas avalia\u00e7\u00f5es oficiais do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o tenha piorado nas escolas estaduais e municipais de S\u00e3o Paulo. Tanto nas provas de portugu\u00eas quanto nas de matem\u00e1tica, as notas dos alunos paulistas melhoraram.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Isso mostra que a trajet\u00f3ria de queda na nota dos alunos de S\u00e3o Paulo -verificada em anos anteriores especialmente na oitava s\u00e9rie do ensino fundamental e no terceiro ano do ensino m\u00e9dio- foi interrompida.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Avalia\u00e7\u00f5es locais\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Assim que o resultado do Ideb foi divulgado, a Secretaria de Estado da Educa\u00e7\u00e3o divulgou uma nota chamando a aten\u00e7\u00e3o para a boa coloca\u00e7\u00e3o. O t\u00edtulo: \u201cS\u00e3o Paulo tem a melhor educa\u00e7\u00e3o de quinta e de oitava s\u00e9rie do Brasil\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No entanto, avalia\u00e7\u00f5es criadas pelo governo estadual e pela Prefeitura de S\u00e3o Paulo para monitorar a qualidade das escolas p\u00fablicas chamaram a aten\u00e7\u00e3o por dados que revelam as defici\u00eancias do ensino.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No caso do Saresp, a avalia\u00e7\u00e3o estadual, apenas 7 das 5.183 escolas obtiveram nota de pa\u00eds desenvolvido. Mais de 60% dos alunos do terceiro ano do ensino m\u00e9dio erraram uma quest\u00e3o simples de soma de fra\u00e7\u00f5es.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na Prova S\u00e3o Paulo, a avalia\u00e7\u00e3o municipal, descobriu-se que perto de 15% dos alunos da segunda s\u00e9rie conseguem ler textos simples, mas n\u00e3o compreend\u00ea-los.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para Volmer \u00c1ureo Pianca, um dos diretores da Udemo (entidade que re\u00fane diretores de escolas estaduais de S\u00e3o Paulo), as avalia\u00e7\u00f5es locais s\u00e3o mais fidedignas que as nacionais porque consideram as realidades espec\u00edficas da regi\u00e3o. \u201cAs avalia\u00e7\u00f5es externas incorrem no erro da generaliza\u00e7\u00e3o.\u201c\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A secret\u00e1ria estadual da Educa\u00e7\u00e3o, Maria Helena Guimar\u00e3es de Castro, afirma que a avalia\u00e7\u00e3o nacional e a estadual \u201cn\u00e3o apontam nada diferente\u201c: \u201cAs duas mostram melhoras razo\u00e1veis\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Procurado pela Folha, o secret\u00e1rio municipal da Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, Alexandre Schneider, disse que n\u00e3o comentaria as notas pelo fato de o Ideb ainda n\u00e3o ter os dados espec\u00edficos da rede municipal.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Aprova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> O alto \u00edndice de aprova\u00e7\u00e3o de alunos, que puxa a nota de S\u00e3o Paulo para cima, \u00e9 em boa parte explicado pela pol\u00edtica de aprova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica (ou progress\u00e3o continuada).\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na rede estadual e na rede municipal da capital, a aprova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica vale at\u00e9 a oitava s\u00e9rie. S\u00f3 h\u00e1 reprova\u00e7\u00e3o em casos excepcionais.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A influ\u00eancia da aprova\u00e7\u00e3o no resultado do Ideb fica evidente quando os Estados s\u00e3o colocados separadamente pela sua taxa de aprova\u00e7\u00e3o e pelas notas dos alunos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na oitava s\u00e9rie, S\u00e3o Paulo apresenta a oitava maior m\u00e9dia nas provas de portugu\u00eas e matem\u00e1tica. Mas se \u00e9 considerada apenas a taxa de aprova\u00e7\u00e3o dessa mesma s\u00e9rie (89,2%), o Estado pula para a primeira posi\u00e7\u00e3o. Juntando os dois crit\u00e9rios, a oitava s\u00e9rie de S\u00e3o Paulo fica em primeiro lugar no Ideb.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No ensino m\u00e9dio, em que n\u00e3o h\u00e1 aprova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica, S\u00e3o Paulo fica em quarto lugar na taxa de aprova\u00e7\u00e3o e em s\u00e9timo na nota dos alunos. No final, acaba na quarta posi\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A secret\u00e1ria estadual da Educa\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, afirma que as boas notas de S\u00e3o Paulo n\u00e3o s\u00e3o determinadas pelo alto \u00edndice de aprova\u00e7\u00e3o nas escolas da rede. \u201cS\u00e3o Paulo melhorou foi na nota das provas\u201c, afirma ela.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Secret\u00e1ria de SP comemora, mas admite que n\u00e3o h\u00e1 \u201cmar de rosas\u201c\u00a0<br \/><\/B> Folha de S\u00e3o Paulo &#8211; Ricardo Westin e Vin\u00edcius Queiroz Galv\u00e3o\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A secret\u00e1ria estadual da Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, Maria Helena Guimar\u00e3es de Castro, comemorou os resultados obtidos pelo Estado no Ideb (\u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica). Ela, no entanto, admitiu que a educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica de S\u00e3o Paulo ainda \u201cn\u00e3o \u00e9 um mar de rosas\u201c. O Ideb analisa as redes estadual e municipais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cA melhora foi em S\u00e3o Paulo e no Brasil inteiro. Isso tem de ser comemorado\u201c, disse ela, que j\u00e1 foi secret\u00e1ria-executiva do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> No caminho contr\u00e1rio, a Udemo (entidade que re\u00fane diretores de escolas estaduais de S\u00e3o Paulo) diz que n\u00e3o h\u00e1 motivos suficientes para comemora\u00e7\u00e3o. \u201cAinda estamos no fundo do po\u00e7o. \u00c9 muito cedo para acharmos que houve uma melhora significativa\u201c, diz Volmer \u00c1ureo Pianca, um dos diretores da entidade. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ele critica o baixo sal\u00e1rio dos professores e dos diretores, a falta de infra-estrutura das escolas e a burocracia da rede. \u201cAs escolas n\u00e3o est\u00e3o bem\u201c, diz. \u00a0<br \/> Questionada sobre essas cr\u00edticas, a secret\u00e1ria estadual respondeu: \u201cNenhum lugar \u00e9 um mar de rosas\u201c, afirmou a secret\u00e1ria estadual. A Secretaria Municipal da Educa\u00e7\u00e3o foi procurada pela Folha, mas n\u00e3o quis se manifestar pelo fato de o Ideb ainda n\u00e3o ter dados espec\u00edficos da rede p\u00fablica paulistana. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Aprova\u00e7\u00e3o\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> Pianca tamb\u00e9m critica a aprova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica (ou progress\u00e3o continuada), que \u00e9 adotada na rede estadual e na municipal paulistana at\u00e9 a oitava s\u00e9rie. \u201cVoc\u00ea tem aluno no ensino m\u00e9dio que n\u00e3o sabe fra\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o entende a palavra multiplica\u00e7\u00e3o\u201c, diz ele. A professora Maria M\u00e1rcia Malavasi, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), lembra que a implanta\u00e7\u00e3o da progress\u00e3o continuada trouxe cr\u00edticas de professores, de pais e de parte dos alunos. \u201cTemos crian\u00e7as que dizem que passaram de ano sem aprender nada\u201c, afirma. Ela, por\u00e9m, afirma que a aprova\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para evitar a evas\u00e3o escolar. \u201cA progress\u00e3o continuada n\u00e3o \u00e9 ruim. Ruim \u00e9 a forma como ela foi implantada. Ela foi imposta.\u201c A aprova\u00e7\u00e3o dos estudantes \u00e9 um dos fatores considerados pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o da nota do Ideb. Na quarta e na oitava s\u00e9rie do ensino fundamental, S\u00e3o Paulo aparece em primeiro lugar no crit\u00e9rio taxa de aprova\u00e7\u00e3o. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Resultado \u00e9 positivo, mas metas s\u00e3o baixas, afirma conselheiro\u00a0<br \/><\/B> \u00a0<br \/> Eleito ontem vice-presidente da C\u00e2mara de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica do CNE (Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o, \u00f3rg\u00e3o consultivo do MEC), Mozart Neves Ramos afirmou que s\u00e3o positivos os resultados do Ideb, mas chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de as metas da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica -que foram alcan\u00e7adas pelo Brasil- serem baixas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cAs metas iniciais s\u00e3o modestas. N\u00e3o adianta colocar metas ambiciosas no in\u00edcio. Isso \u00e9 natural quando se est\u00e1 iniciando um processo. Daqui para a frente, os esfor\u00e7os ter\u00e3o de ser cada vez maiores se quisermos atingir as metas\u201c, disse Ramos, presidente-executivo do movimento Todos pela Educa\u00e7\u00e3o.\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> Ele destacou o fato de os resultados positivos mais consistentes terem sido nas primeiras s\u00e9ries. \u201c\u00c9 preciso come\u00e7ar pela base. Os alunos est\u00e3o saindo da\u00ed numa situa\u00e7\u00e3o melhor do que dez anos atr\u00e1s. Isso vai ter conseq\u00fc\u00eancias daqui a algum tempo no ensino m\u00e9dio. O ensino m\u00e9dio de hoje \u00e9, ainda, um reflexo das primeiras s\u00e9ries de dez anos atr\u00e1s.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para Paulo Renato Souza, ministro da Educa\u00e7\u00e3o no governo Fernando Henrique Cardoso, a melhoria no ensino fundamental era esperada. \u201cAchava que ela apareceria antes, porque todos os outros indicadores haviam melhorado, como o percentual de professores com n\u00edvel superior, o financiamento via Fundef e a distribui\u00e7\u00e3o de livros did\u00e1ticos. A melhoria s\u00f3 n\u00e3o aconteceu antes porque, desde 1995, ampliamos bastante a matr\u00edcula com a inclus\u00e3o de alunos que estavam fora da escola. Agora, com praticamente todos estudando, \u00e9 natural que os resultados apare\u00e7am\u201c, disse. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ministro no primeiro ano do governo Lula, afirmou que \u00e9 positiva a melhora do Brasil, mas a avaliou como \u201cmuito lenta\u201c. Ele afirmou que o avan\u00e7o n\u00e3o \u00e9 suficiente porque os outros pa\u00edses tamb\u00e9m est\u00e3o avan\u00e7ando. \u201cMesmo quando a gente melhora, a gente fica atr\u00e1s\u201c, disse. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A presidente da Uni\u00e3o Nacional dos Dirigentes Municipais de Educa\u00e7\u00e3o, Justina Iva de Ara\u00fajo Silva, aponta que os resultados mostram avan\u00e7os, mas n\u00e3o excel\u00eancia. Ela v\u00ea as m\u00e9dias principalmente como resultado de a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o de professores pelos munic\u00edpios e pelo MEC, um dos fatores do melhor desempenho dos alunos em matem\u00e1tica, diz ela. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A professora Maria M\u00e1rcia Malavasi, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), concorda que os resultados do Ideb s\u00e3o positivos, mas lembra que o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o trabalha com m\u00e9dias, e n\u00e3o com as notas individuais. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201c\u00c9 perigoso trabalhar com m\u00e9dias, porque voc\u00ea n\u00e3o considera os alunos ruins. Enquanto eu tiver um aluno com desempenho p\u00e9ssimo, eu n\u00e3o posso dizer que est\u00e1 tudo bem. Na educa\u00e7\u00e3o, temos que cuidar de todos, e n\u00e3o da m\u00e9dia\u201c, afirma. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para a professora, \u00e9 importante que os governos fa\u00e7am avalia\u00e7\u00f5es da educa\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o havia essa cultura at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s. \u00c9 por isso que nos engan\u00e1vamos tanto dizendo que a educa\u00e7\u00e3o no Brasil ia bem. Quando tivemos que nos submeter a exames internacionais, como o Pisa, sofremos um susto grande\u201c, diz ela. \u201cAgora, a partir dos dados, temos que tomar iniciativas para melhorar.\u201c \u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O aumento das m\u00e9dias dos alunos, especialmente em matem\u00e1tica, e a diminui\u00e7\u00e3o da reprova\u00e7\u00e3o fizeram com que, de 2005 para 2007, o pa\u00eds melhorasse os indicadores de qualidade da educa\u00e7\u00e3o. O avan\u00e7o foi mais vis\u00edvel no ensino fundamental. 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