{"id":2159,"date":"2008-06-16T16:28:00","date_gmt":"2008-06-16T19:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2008\/06\/16\/ministro-portugues-quer-politica-comum-para-lingua\/"},"modified":"2008-06-16T16:28:00","modified_gmt":"2008-06-16T19:28:00","slug":"ministro-portugues-quer-politica-comum-para-lingua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/ministro-portugues-quer-politica-comum-para-lingua\/","title":{"rendered":"Ministro portugu\u00eas quer pol\u00edtica comum para l\u00edngua"},"content":{"rendered":"<p>O principal mote da gest\u00e3o do advogado Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Pinto Ribeiro, 61, ministro da Cultura de Portugal desde 30 de janeiro, \u00e9 a l\u00edngua portuguesa.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Pinto Ribeiro esteve em S\u00e3o Paulo no in\u00edcio desta semana, quando visitou o Museu da L\u00edngua Portuguesa, que pretende replicar em Lisboa, em parceria com a institui\u00e7\u00e3o brasileira.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Em entrevista \u00e0 Folha, o ministro comentou a import\u00e2ncia do acordo ortogr\u00e1fico, aprovado por seu pa\u00eds em 16\/5 (\u201csem uma altera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o temos uma pol\u00edtica internacional comum para a l\u00edngua\u201c), e citou outras a\u00e7\u00f5es conjuntas com o Brasil, como um estudo do valor econ\u00f4mico do portugu\u00eas e a cria\u00e7\u00e3o de um portal na internet, com acesso gratuito a textos de fic\u00e7\u00e3o e n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o, em portugu\u00eas. Leia trechos da conversa.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> FOLHA<\/B> &#8211; A sua antecessora, a ministra Isabel Pires de Lima, n\u00e3o era favor\u00e1vel \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o do acordo ortogr\u00e1fico por parte de Portugal. Como o sr. avalia a decis\u00e3o final? \u00a0<\/p>\n<p><B> JOS\u00c9 ANT\u00d3NIO PINTO RIBEIRO<\/B> &#8211; A proposta que ela vinha defendendo era a de ratificar o acordo ortogr\u00e1fico dizendo, no entanto, que ele s\u00f3 entraria em vigor daqui a dez anos [com a aprova\u00e7\u00e3o, o acordo ser\u00e1 implantado em seis anos]. Isso me parecia uma id\u00e9ia politicamente sem consist\u00eancia. Porque das duas, uma: ou a gente casa ou a gente n\u00e3o casa. A gente n\u00e3o casa dizendo que o casamento s\u00f3 vale dali a dez anos. Ent\u00e3o casa dali a dez anos. Por outro lado, temos que decidir se queremos ou n\u00e3o casar. Se [o acordo ortogr\u00e1fico] \u00e9 uma coisa boa, ent\u00e3o que seja o mais depressa poss\u00edvel. Se \u00e9 m\u00e1, ent\u00e3o n\u00e3o queremos pura e simplesmente. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> FOLHA <\/B>&#8211; Quais as principais cr\u00edticas feitas ao acordo, em Portugal? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> PINTO RIBEIRO<\/B> &#8211; N\u00f3s fizemos cinco revis\u00f5es ao longo do s\u00e9culo 20. E n\u00e3o morreu ningu\u00e9m. Compreende-se que, quando mudou de cisne com \u201cy\u201c para \u201ci\u201c, o Fernando Pessoa disse \u201ceu vou continuar a escrever com y, porque me lembra o pesco\u00e7o do animal\u201c. E n\u00e3o aconteceu nada, ele fez muito bem. Mas, por outro lado, ningu\u00e9m quer que haja nenhuma perturba\u00e7\u00e3o na altera\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o estamos a tratar do l\u00e9xico, da sintaxe, estamos a falar apenas da ortografia. E s\u00e3o muito poucas palavras. Mas, por que \u00e9 necess\u00e1rio alterar? Porque sem uma altera\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica n\u00f3s n\u00e3o temos uma pol\u00edtica internacional comum para a l\u00edngua. N\u00e3o temos motores de busca que v\u00e3o atr\u00e1s de quatro vers\u00f5es gr\u00e1ficas da mesma palavra. N\u00e3o temos um programa inform\u00e1tico que varie em fun\u00e7\u00e3o dessas coisas. E, se variar, fica muito mais caro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O acordo ortogr\u00e1fico nos permite perceber que, se os brasileiros passaram a escrever segundo uma norma fon\u00e9tica, diferente da portuguesa, foi porque dom Jo\u00e3o 6\u00ba, quando veio para o pa\u00eds, trouxe a imprensa, os ju\u00edzes, os funcion\u00e1rios, o Estado todo. Mas n\u00e3o trouxe dicion\u00e1rios. E n\u00e3o trouxe por qu\u00ea? Porque a Academia Portuguesa, em 1793, portanto 15 anos antes da sua chegada, fez a letra \u201ca\u201c do dicion\u00e1rio da l\u00edngua. Mas nunca se fez a letra \u201cb\u201c, \u201cc\u201c etc. Todas as outras academias de l\u00edngua europ\u00e9ia fizeram no s\u00e9culo 18 seus dicion\u00e1rios de l\u00edngua. N\u00f3s n\u00e3o fizemos. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> FOLHA <\/B>&#8211; O sr. defende que o acordo tem impacto pol\u00edtico e econ\u00f4mico&#8230; \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> PINTO RIBEIRO <\/B>&#8211; A l\u00edngua conforma a maneira como apreendemos o mundo, como equacionamos e resolvemos os problemas que ele nos coloca. Quando n\u00f3s queremos utilizar uma norma que seja mais fon\u00e9tica e menos etimol\u00f3gica, estamos a tentar facilitar a aprendizagem, a utiliza\u00e7\u00e3o da l\u00edngua como l\u00edngua de instru\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, de contato. A l\u00edngua \u00e9 muito importante para expans\u00e3o econ\u00f4mica de um pa\u00eds, seja Brasil, Angola ou Portugal, porque, sempre que ele quiser internacionalizar-se, ele n\u00e3o tem de mudar os manuais, de formar t\u00e9cnicos novos, de buscar int\u00e9rpretes. Tudo isso facilita a internacionaliza\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o mais uniforme de interven\u00e7\u00e3o de toda atividade econ\u00f4mica de um pa\u00eds no outro. Se pensarmos um bocadinho, vemos que a economia espanhola n\u00e3o se internacionalizou na China, na \u00cdndia ou na R\u00fassia, ou Europa do leste etc.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Internacionalizou-se onde se fala castelhano, em toda a Am\u00e9rica Latina. S\u00e3o os maiores investidores na Am\u00e9rica Latina, maiores bancos, construtoras etc. E a partir da\u00ed entrou nos Estados Unidos, na Europa&#8230; \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> FOLHA <\/B>&#8211; Que parcerias v\u00eam sendo realizadas entre Portugal e Brasil? \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> PINTO RIBEIRO<\/B> &#8211; A raz\u00e3o da minha visita ao Museu da L\u00edngua Portuguesa em S\u00e3o Paulo foi tamb\u00e9m perceber quais s\u00e3o as possibilidades de colabora\u00e7\u00e3o, o que n\u00f3s podemos usar das solu\u00e7\u00f5es, daquilo que foi feito e criado no Brasil. Gostaria de fazer um museu da l\u00edngua portuguesa em Lisboa, em di\u00e1logo com o de S\u00e3o Paulo. Ainda ao n\u00edvel da l\u00edngua temos um estudo sobre o valor econ\u00f4mico do portugu\u00eas. Outro projeto \u00e9 o de ter escritos cient\u00edficos, t\u00e9cnicos, liter\u00e1rios, on-line, acess\u00edveis a toda a gente. Que estejam em dom\u00ednio p\u00fablico ou tenham autoriza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica dos autores. No s\u00e9culo 18 e 19 dizia-se que l\u00edngua \u00e9 um dialeto que tem ex\u00e9rcito. Se n\u00e3o tem, morre.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Hoje, em parte, a l\u00edngua transformar-se-\u00e1 em dialeto se n\u00e3o for uma l\u00edngua da net, se n\u00e3o for uma l\u00edngua de pesquisa, de busca. Por isso \u00e9 preciso fazer um grande esfor\u00e7o para tornar acess\u00edvel tudo aquilo que forma o patrim\u00f4nio da l\u00edngua.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Outro projeto envolve uma coordena\u00e7\u00e3o pol\u00edtica no \u00e2mbito da Comunidade dos Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa (CPLP), que vai se reunir nos dias 24 e 25 de julho em Lisboa, sob o tema l\u00edngua portuguesa. O Estado portugu\u00eas vai fazer um fundo, entre R$ 100 e 200 milh\u00f5es, para o desenvolvimento, aprofundamento e internacionaliza\u00e7\u00e3o da l\u00edngua portuguesa. Gostar\u00edamos de ver que esse fundo fosse aplicado no \u00e2mbito da CPLP. Gostar\u00edamos de coordenar os centros culturais de modo que eles n\u00e3o fossem centros nacionais de cada pa\u00eds, mas centros das culturas baseadas em l\u00edngua portuguesa.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> H\u00e1 projetos ainda de interc\u00e2mbio. Este m\u00eas, o governo portugu\u00eas vai lan\u00e7ar o projeto InovArt, que consiste em mandar 200 artistas portugueses, de at\u00e9 35 anos, fazer resid\u00eancias profissionalizantes, por nove meses. Onde quiserem, desde que a entidade onde vai ser feita aceite. Gostar\u00edamos que o Brasil pudesse receber os que quisessem vir. E gostar\u00edamos ainda mais que, numa l\u00f3gica da reciprocidade, mandassem seus artistas para Portugal.\u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O principal mote da gest\u00e3o do advogado Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Pinto Ribeiro, 61, ministro da Cultura de Portugal desde 30 de janeiro, \u00e9 a l\u00edngua portuguesa.\u00a0 \u00a0 Pinto Ribeiro esteve em S\u00e3o Paulo no in\u00edcio desta semana, quando visitou o Museu da L\u00edngua Portuguesa, que pretende replicar em Lisboa, em parceria com a institui\u00e7\u00e3o brasileira.\u00a0 \u00a0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-2159","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ministro portugu\u00eas quer pol\u00edtica comum para l\u00edngua &raquo; 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