{"id":21456,"date":"2025-06-13T15:47:43","date_gmt":"2025-06-13T18:47:43","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=21456"},"modified":"2025-06-13T15:47:43","modified_gmt":"2025-06-13T18:47:43","slug":"analfabetismo-atinge-minima-de-53-no-brasil-91-milhoes-nao-sabem-ler-e-escrever","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/analfabetismo-atinge-minima-de-53-no-brasil-91-milhoes-nao-sabem-ler-e-escrever\/","title":{"rendered":"Analfabetismo atinge m\u00ednima de 5,3% no Brasil; 9,1 milh\u00f5es n\u00e3o sabem ler e escrever"},"content":{"rendered":"<p>A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais no Brasil recuou de 5,4% em 2023 para 5,3% em 2024, apontam dados divulgados nesta sexta (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica).<!--more--><\/p>\n<p>O percentual mais recente sinaliza a manuten\u00e7\u00e3o da trajet\u00f3ria de queda do indicador, que renovou a m\u00ednima da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2016.<\/p>\n<p>Naquele ano, a propor\u00e7\u00e3o de analfabetos era de 6,7% no pa\u00eds. Os dados integram um m\u00f3dulo de educa\u00e7\u00e3o da Pnad Cont\u00ednua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua).<\/p>\n<p>A taxa de 5,3% significa que o Brasil ainda tinha 9,1 milh\u00f5es de analfabetos em 2024, apesar da queda ao longo da s\u00e9rie. \u00c9 mais do que a popula\u00e7\u00e3o inteira do Par\u00e1 estimada na Pnad (quase 9 milh\u00f5es). O estado \u00e9 o nono mais populoso do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Pelos crit\u00e9rios do levantamento, os analfabetos s\u00e3o aqueles que n\u00e3o conseguem ler e escrever um bilhete simples. O PNE (Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o) estabeleceu, em sua meta 9, a redu\u00e7\u00e3o da taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 anos ou mais para 6,5% at\u00e9 2015 e a erradica\u00e7\u00e3o at\u00e9 2024, afirmou o IBGE.<\/p>\n<p>A exemplo de outras pesquisas, como o Censo Demogr\u00e1fico 2022, a Pnad tamb\u00e9m indica que o problema atinge sobretudo as gera\u00e7\u00f5es mais velhas. Isso ocorre em raz\u00e3o da exist\u00eancia de gargalos mais intensos para o acesso ao ensino no passado, segundo especialistas.<\/p>\n<p>Dos 9,1 milh\u00f5es de analfabetos de 15 anos ou mais em 2024, 5,1 milh\u00f5es tinham 60 anos ou mais, o equivalente a 56,4% do total. Em outras palavras, o dado mostra que os idosos formavam mais da metade do grupo que n\u00e3o sabia ler e escrever um bilhete simples.<\/p>\n<p>Considerando apenas a popula\u00e7\u00e3o de 60 anos ou mais, o percentual de analfabetos foi de 14,9% em 2024. Em 2016, no come\u00e7o da s\u00e9rie, estava em 20,5%.<\/p>\n<p>&#8220;O analfabetismo atinge muito mais as pessoas mais velhas. Ou seja, h\u00e1 um legado hist\u00f3rico de analfabetismo que vem sendo carregado pela popula\u00e7\u00e3o&#8221;, afirmou William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.<\/p>\n<p><strong>TAXA VARIA DE 2,7% A 11,1% NAS REGI\u00d5ES<\/strong><br \/>\nOs dados do instituto tamb\u00e9m refor\u00e7am a exist\u00eancia de desigualdades no pa\u00eds. No Nordeste, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais foi de 11,1% em 2024, a maior e \u00fanica acima de 10% entre as regi\u00f5es.<br \/>\nAs menores foram registradas no Sul (2,7%) e no Sudeste (2,8%). Centro-Oeste (3,3%) e Norte (6%) completam a lista.<\/p>\n<p>Quando o recorte \u00e9 o das unidades da federa\u00e7\u00e3o, Alagoas teve a propor\u00e7\u00e3o mais elevada de analfabetos de 15 anos ou mais: 14,3%. Piau\u00ed (13,8%), Para\u00edba (12,8%) e Cear\u00e1 (11,7%) vieram na sequ\u00eancia.<\/p>\n<p>O Distrito Federal, por outro lado, mostrou a menor taxa do pa\u00eds: 1,8%. Santa Catarina (1,9%), Rio de Janeiro (2%) e S\u00e3o Paulo (2,3%) tamb\u00e9m se destacaram entre as propor\u00e7\u00f5es mais reduzidas.<\/p>\n<p>Os brancos tiveram uma taxa de analfabetismo de 3,1% entre a popula\u00e7\u00e3o de 15 anos ou mais em 2024. \u00c9 menos da metade do percentual registrado pelos pretos ou pardos da mesma faixa et\u00e1ria (6,9%).<\/p>\n<p><strong>ENSINO SUPERIOR AVAN\u00c7A A MAIS DE 20%<\/strong><br \/>\nAs informa\u00e7\u00f5es do IBGE tamb\u00e9m sinalizam que os brasileiros est\u00e3o dedicando mais tempo \u00e0 \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEm 2024, o n\u00famero m\u00e9dio de anos de estudo chegou a 10,2 entre os habitantes de 15 anos ou mais. O patamar \u00e9 o maior da pesquisa, superando os 9,4 anos observados no in\u00edcio da s\u00e9rie, em 2016, e os 10,1 anos de 2023.<\/p>\n<p>Um dos reflexos \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o do ensino superior. A propor\u00e7\u00e3o de brasileiros de 25 anos ou mais com gradua\u00e7\u00e3o completa aumentou de 19,7% em 2023 para 20,5% em 2024. \u00c9 a primeira vez que o percentual fica acima de 20%.<br \/>\nEm trajet\u00f3ria oposta, a parcela da popula\u00e7\u00e3o de 25 anos ou mais sem instru\u00e7\u00e3o caiu de 6% em 2023 para 5,5% em 2024. \u00c9 a primeira vez que o indicador fica abaixo de 6%.<\/p>\n<p>William Kratochwill, do IBGE, afirmou que os dados da Pnad &#8220;mostram claramente uma evolu\u00e7\u00e3o&#8221; do sistema educacional no pa\u00eds, ainda que existam indicadores abaixo do n\u00edvel desejado.<\/p>\n<p><strong>CRIAN\u00c7AS T\u00caM ATRASO COM IMPACTO DA PANDEMIA<\/strong><br \/>\nUma das dificuldades \u00e9 ilustrada pela taxa ajustada de frequ\u00eancia escolar l\u00edquida das crian\u00e7as de 6 a 14 anos. Trata-se do percentual de estudantes que cursavam o ensino fundamental na etapa considerada ideal para sua faixa et\u00e1ria.<\/p>\n<p>Em 2024, esse indicador foi de 94,5% entre as crian\u00e7as de 6 a 14 anos, ap\u00f3s marcar 94,6% em 2023. O dado mais recente \u00e9 o menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica, permanecendo abaixo da meta de 95% prevista no PNE, segundo o IBGE.<\/p>\n<p>O instituto afirma que o resultado tem rela\u00e7\u00e3o com os impactos da pandemia, que paralisou as aulas presenciais nas escolas. A taxa era de 96,7% em 2016 e ficou em patamares superiores a 97% at\u00e9 2019, no pr\u00e9-crise. O n\u00edvel n\u00e3o foi recuperado at\u00e9 o momento.<\/p>\n<p>&#8220;A queda mostrou a fragilidade desse grupo et\u00e1rio para acompanhar as aulas na pandemia, com outro formato, n\u00e3o o presencial. Isso acarretou um d\u00e9ficit que ainda vai ser carregado por algum tempo at\u00e9 que as crian\u00e7as voltem a estar frequentando a s\u00e9rie apropriada para o seu grupo et\u00e1rio&#8221;, afirmou Kratochwill.<\/p>\n<p>Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, disse que a crise sanit\u00e1ria afetou principalmente os alunos mais novos, de 6 a 7 anos, em processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Permanecer em frente a telas por horas seguidas de aula foi uma tarefa mais complicada para essa parcela, avaliou a t\u00e9cnica. &#8220;Muitas crian\u00e7as que estavam com 6 ou 7 anos em 2020 tiveram o aprendizado comprometido&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Entre os jovens de 15 a 17 anos, a taxa ajustada de frequ\u00eancia escolar l\u00edquida alcan\u00e7ou 76,7% em 2024. \u00c9 o maior n\u00edvel da s\u00e9rie, o que sinaliza efeitos menos intensos da pandemia, segundo o IBGE. O percentual, contudo, seguiu abaixo da meta do PNE de 85% at\u00e9 2024.<\/p>\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de pessoas de 25 anos ou mais que terminaram a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica obrigat\u00f3ria no pa\u00eds (pelo menos o ensino m\u00e9dio) chegou a 56% em 2024. \u00c9 o n\u00edvel mais elevado da s\u00e9rie.<\/p>\n<p><strong>TRABALHO, FALTA DE INTERESSE E GRAVIDEZ MOTIVAM ABANDONO<\/strong><br \/>\nEntre as pessoas de 14 a 29 anos que n\u00e3o conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio, o principal motivo de abandono da escola veio da necessidade de trabalhar (42%). A falta de interesse em estudar apareceu na sequ\u00eancia (25,1%).<\/p>\n<p>A necessidade de trabalhar tem um percentual de 53,6% entre os homens de 14 a 29 anos, mais que o dobro do registrado entre as mulheres (25,1%). Entre a parcela feminina, o segundo principal motivo de abandono escolar \u00e9 a gravidez (23,4%).<\/p>\n<p>Uma discrep\u00e2ncia aparece quando a raz\u00e3o \u00e9 a necessidade de realizar afazeres dom\u00e9sticos ou cuidar de outras pessoas.<\/p>\n<p>Entre os homens de 14 a 29 anos, esse motivo de abandono da escola abrange somente 0,8% daqueles que n\u00e3o conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio. A propor\u00e7\u00e3o sobe a 9% entre as mulheres na mesma condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A sobrecarga de tarefas do lar afeta sobretudo a popula\u00e7\u00e3o feminina, como <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2023\/05\/ter-mais-filhos-tira-40-das-mulheres-do-mercado-e-apenas-06-dos-homens.shtml\">j\u00e1 indicaram outras pesquisas<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais no Brasil recuou de 5,4% em 2023 para 5,3% em 2024, apontam dados divulgados nesta sexta (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica).<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-21456","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Analfabetismo atinge m\u00ednima de 5,3% no Brasil; 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