{"id":2120,"date":"2007-09-24T11:18:00","date_gmt":"2007-09-24T14:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2007\/09\/24\/mec-bate-recorde-de-compra-de-livros\/"},"modified":"2007-09-24T11:18:00","modified_gmt":"2007-09-24T14:18:00","slug":"mec-bate-recorde-de-compra-de-livros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/mec-bate-recorde-de-compra-de-livros\/","title":{"rendered":"MEC bate recorde de compra de livros"},"content":{"rendered":"<p>O mercado do livro did\u00e1tico no pa\u00eds chegar\u00e1 ao fim de 2007 com um recorde de 152 milh\u00f5es de exemplares comprados para uso em salas de aula de escolas p\u00fablicas e privadas. O crescimento em rela\u00e7\u00e3o a 2002, ano com o maior n\u00famero de vendas at\u00e9 ent\u00e3o, \u00e9 de 5%. O Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) praticamente sustenta esse mercado de R$ 1,3 bilh\u00e3o e \u00e9 considerado o maior comprador de livros do mundo. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Isso porque s\u00e3o raros os pa\u00edses em que a aquisi\u00e7\u00e3o \u00e9 feita de maneira centralizada como aqui. O governo compra livros para todas as escolas p\u00fablicas do Brasil, o que significa adquirir 80% do total de cole\u00e7\u00f5es comercializadas no mercado ano a ano. O processo \u00e9 realizado pelo Programa Nacional do Livro Did\u00e1tico (PNLD). Criado em 1995 no governo Fernando Henrique Cardoso, o sistema atraiu aten\u00e7\u00e3o nesta semana por ter recomendado por anos uma cole\u00e7\u00e3o de hist\u00f3ria com ideologias socialistas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O restante dos livros did\u00e1ticos vai para escolas particulares. O pre\u00e7o pago pelo MEC \u00e9 10% do cobrado de institui\u00e7\u00f5es privadas e pais de alunos. Os 128 milh\u00f5es de livros que chegar\u00e3o ao ensino fundamental e m\u00e9dio em 2008 custaram R$ 746 milh\u00f5es ao governo, R$ 5,80 por unidade, em m\u00e9dia. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Por causa do PNLD, recaiu sobre o MEC a responsabilidade de deixar mais de 20 milh\u00f5es de alunos estudarem com a cole\u00e7\u00e3o Nova Hist\u00f3ria Cr\u00edtica, de Mario Schmidt. Elas aprenderam que Mao Ts\u00e9-tung foi \u201cgrande estadista\u201d e a burguesia busca o lucro pessoal. O livro integrava o guia de obras recomendadas desde 1998. \u201cO minist\u00e9rio n\u00e3o contrata avaliadores. O processo de avalia\u00e7\u00e3o n\u00e3o envolve servidores do MEC\u201d, disse o ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Fernando Haddad. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A avalia\u00e7\u00e3o das centenas de obras que se candidatam a fazer parte do guia foi descentralizada depois dos primeiros anos do programa, quando professores iam a Bras\u00edlia para analisar os livros, conta o ex-ministro Paulo Renato Souza. Hoje, uma universidade federal fica respons\u00e1vel por avaliar cada disciplina. A pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o chama para o trabalho doutores, professores da rede p\u00fablica e especialistas de v\u00e1rios estados. Nenhum deles pode ter liga\u00e7\u00e3o com editoras. \u00a0<br \/>     \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B>  Avalia\u00e7\u00e3o aos pares\u00a0<\/p>\n<p><\/B> Dois professores opinam sobre cada cole\u00e7\u00e3o, sem saber quem \u00e9 o colega que faz o mesmo e, principalmente, sem ter id\u00e9ia de que livro est\u00e1 avaliando. O Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas (IPT) cuida para que as cole\u00e7\u00f5es sejam enviadas a eles sem capa ou identifica\u00e7\u00e3o do autor. As op\u00e7\u00f5es aprovadas formam um guia, com base no qual os professores da rede p\u00fablica escolhem o livro que desejam utilizar. \u201cSe n\u00e3o for avalia\u00e7\u00e3o por pares, o programa est\u00e1 fadado ao fracasso e vamos reinaugurar a censura no Brasil\u201d, diz o ministro. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Como s\u00e3o sempre grupos diferentes que analisam as obras a cada ano, uns acabaram liberando e outros, rejeitando a Nova Hist\u00f3ria Cr\u00edtica. \u201cDeveria ser montada uma comiss\u00e3o do MEC para uma olhada geral nos livros aprovados, porque tem muito professor que faz bobagem\u201d, diz Paulo Renato. \u201cEsse programa conseguiu colocar livros de qualidade e baratos nas escolas. Esse fato n\u00e3o pode deixar a imagem de que o PNLD \u00e9 ruim\u201d, rebate o presidente da <B>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores de Livros, Jo\u00e3o Arinos<\/B>. \u00a0<\/p>\n<p><B> \u00b4N\u00e3o fazemos patrulha ideol\u00f3gica\u00b4 <br \/><\/B> O Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Renata Cafardo <\/p>\n<p> A historiadora Margarida Maria Dias de Oliveira esfor\u00e7a-se para manter o sigilo que ronda a avalia\u00e7\u00e3o dos livros did\u00e1ticos no Pa\u00eds. Segundo regras do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), nada pode ser dito sobre as cole\u00e7\u00f5es exclu\u00eddas e consideradas inadequadas para as salas de aula brasileiras. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o estigmatizar autores ou condenar editoras. Mas a pol\u00eamica recente em torno da cole\u00e7\u00e3o Nova Hist\u00f3ria Cr\u00edtica, analisada e rejeitada pela equipe supervisionada por Margarida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), abriu brechas.<\/p>\n<p> Com cuidado, a professora especialista em ensino de hist\u00f3ria disse ao Estado que o livro do autor Mario Schmidt lembrava cole\u00e7\u00f5es escritas nos anos 80, quando, com o fim da ditadura, foram produzidos materiais repletos de conceitos manique\u00edstas e no\u00e7\u00f5es marxistas. \u201cN\u00e3o exclu\u00edmos o livro porque defende essa ou outra posi\u00e7\u00e3o, mas porque tem informa\u00e7\u00f5es desatualizadas, conceitos n\u00e3o mais trabalhados, estere\u00f3tipos, simplifica\u00e7\u00f5es explicativas\u201d, afirma. A seguir, trechos da entrevista. <\/p>\n<p><B> Quais os crit\u00e9rios para a avalia\u00e7\u00e3o de um livro did\u00e1tico de hist\u00f3ria?<br \/><\/B> <br \/> Um bom livro trabalha bem com fontes hist\u00f3ricas, com a problematiza\u00e7\u00e3o, mas mostra que essa hist\u00f3ria \u00e9 uma possibilidade e pode haver outras. Ele n\u00e3o pode incidir em erros como anacronismos, ou seja, explicar fatos passados com os valores de hoje. Analisa-se tamb\u00e9m a linguagem, as imagens usadas, se a obra est\u00e1 desatualizada, se \u00e9 coerente com o que autor prop\u00f5e pedagogicamente e se tem conceitos errados.<\/p>\n<p><B> A cole\u00e7\u00e3o \u2018Nova Hist\u00f3ria Cr\u00edtica\u2019 tem uma tabela dizendo que, no capitalismo, a burguesia toma as decis\u00f5es e busca lucro pessoal. E, no ideal marxista, tudo \u00e9 feito com honestidade para agradar toda a popula\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 um erro conceitual ou uma posi\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica?<br \/><\/B> <br \/> \u00c9 uma posi\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica, com certeza.<\/p>\n<p><B> \u00c9 poss\u00edvel um livro de hist\u00f3ria sem nenhum posicionamento?<br \/><\/B> <br \/> N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel em nenhuma \u00e1rea. H\u00e1 estere\u00f3tipo e preconceito at\u00e9 em livro de matem\u00e1tica. N\u00e3o existe isen\u00e7\u00e3o, n\u00e3o existe imparcialidade. Mas o papel dessa avalia\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 fazer patrulha ideol\u00f3gica. N\u00f3s n\u00e3o exclu\u00edmos o livro porque defende essa ou outra posi\u00e7\u00e3o. Exclu\u00edmos porque o livro tem informa\u00e7\u00f5es desatualizadas, conceitos que n\u00e3o s\u00e3o mais trabalhados, estere\u00f3tipos, simplifica\u00e7\u00f5es explicativas. O trecho que voc\u00ea comentou \u00e9 uma simplifica\u00e7\u00e3o explicativa.<\/p>\n<p><B> Essa quest\u00e3o ideol\u00f3gica foi discutida durante a avalia\u00e7\u00e3o?<br \/><\/B> <br \/> N\u00e3o podemos divulgar o parecer de exclus\u00e3o, mas se isso aconteceu \u00e9 porque o livro tinha muitos problemas. Uma das proibi\u00e7\u00f5es \u00e9 haver doutrina\u00e7\u00e3o religiosa, pol\u00edtica ou propagandas de produtos. Tamb\u00e9m n\u00e3o podem ter fotos de bebidas, por exemplo. Isso \u00e9 crit\u00e9rio de exclus\u00e3o. Se o parecerista entendeu que alguma frase tinha doutrina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, ele colocou na avalia\u00e7\u00e3o, mas eu n\u00e3o posso dizer.<\/p>\n<p><B> Tivemos acesso ao parecer e uma das observa\u00e7\u00f5es dos avaliadores era de que o livro tinha \u201cconceitos ultrapassados de historiadores de esquerda\u201d. Historiadores de esquerda s\u00e3o ultrapassados? <br \/><\/B> <br \/> N\u00e3o, de forma alguma. Mas uma certa no\u00e7\u00e3o de esquerda simplificada, ortodoxa, est\u00e1 ultrapassada. Isso era comum nos anos 80, quando viv\u00edamos o fim da ditadura e a redemocratiza\u00e7\u00e3o. Esses livros fizeram muito sucesso. No af\u00e3 de se contrapor \u00e0 historia tradicional da ditadura, um marxismo mais simplificado chegou \u00e0s escolas. Hoje n\u00e3o \u00e9 mais assim, h\u00e1 um manique\u00edsmo diminuto nas boas cole\u00e7\u00f5es. Os livros did\u00e1ticos tiveram uma mudan\u00e7a qualitativa impressionante. Mas nenhum livro \u00e9 perfeito.<\/p>\n<p><B> Por que esse livro foi aprovado por outras equipes?<\/p>\n<p><\/B> Os crit\u00e9rios mudam, os editais mudam. Desde 1995, os livros foram se aperfei\u00e7oando e os editais tamb\u00e9m. Houve mudan\u00e7a no n\u00famero de erros que poderiam ser encontrados. O Pa\u00eds tamb\u00e9m come\u00e7ou a se preocupar mais com quest\u00f5es afirmativas, com quest\u00f5es de cidadania e tudo isso incide na avalia\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, as comiss\u00f5es s\u00e3o diferentes e s\u00e3o aut\u00f4nomas. <\/p>\n<p><B> Pais e professores aprovam cole\u00e7\u00e3o criticada <br \/><\/B> O Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Elisangela Roxo <\/p>\n<p><em> \u2018Nova Hist\u00f3ria Cr\u00edtica\u2019 proporciona vis\u00f5es diferentes do passado e leva a debates saud\u00e1veis <br \/><\/em> <\/p>\n<p> Para pais de alunos e professores de escolas que adotam a cole\u00e7\u00e3o Nova Hist\u00f3ria Cr\u00edtica, de M\u00e1rio Schmidt, ouvidos pela reportagem do Estado, n\u00e3o h\u00e1 nada de errado na obra. Eles afirmam que o livro n\u00e3o \u00e9 o elemento mais importante das aulas e acreditam que o material faz as crian\u00e7as terem contato com vis\u00f5es diferentes da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p> A professora da disciplina na Escola Municipal Jo\u00e3o Domingues Sampaio, na Vila Maria, zona norte de S\u00e3o Paulo, Edna Maria Marino, n\u00e3o v\u00ea problemas no material did\u00e1tico. Em sua opini\u00e3o, Schmidt produziu um livro \u201cplural\u201d, que mostra outros lados. \u201cPoderia ser uma das minhas primeiras op\u00e7\u00f5es para o ano que vem, se n\u00e3o tivesse sa\u00eddo da lista de recomenda\u00e7\u00e3o do MEC\u201d, diz. Para Edna, \u00e9 dif\u00edcil trabalhar a leitura com os alunos em sala de aula. Um material did\u00e1tico com textos mais complexos do que os do livro de Schmidt, que tem uma linguagem informal, dificulta o aprendizado, j\u00e1 que os estudantes n\u00e3o t\u00eam o h\u00e1bito de ler.<\/p>\n<p> O professor de hist\u00f3ria da Escola Estadual Fern\u00e3o Dias Paes, em Pinheiros, zona oeste, Marcelo Marins, conta que j\u00e1 foi questionado por pais sobre quest\u00f5es ensinadas nos livros. \u201cNem todos est\u00e3o preparados para as perguntas que as crian\u00e7as fazem quando voltam para casa\u201d, diz. O epis\u00f3dio ocorreu depois das aulas de Hist\u00f3ria Antiga, em que o autor levanta a possibilidade de o movimento de mar\u00e9s ser a explica\u00e7\u00e3o para o milagre b\u00edblico da abertura do Mar Vermelho por Mois\u00e9s.<\/p>\n<p><B> LI\u00c7\u00c3O DE CASA<\/p>\n<p><\/B> Chung I Feng, aut\u00f4nomo e pai de dois estudantes de 7\u00aa e 8\u00aa s\u00e9ries da Escola Benjamin Constant, col\u00e9gio particular na Vila Mariana, acredita que as id\u00e9ias apresentadas no material did\u00e1tico n\u00e3o s\u00e3o um problema. \u201cIdeologia a gente forma em casa\u201d, afirma.<\/p>\n<p> Ele conta que a filha Amy Chung, na 8\u00aa s\u00e9rie, fez v\u00e1rias perguntas sobre socialismo depois das aulas, mas conclui que esse \u00e9 um debate bastante saud\u00e1vel.\u201cVivemos numa democracia, por isso as crian\u00e7as precisam conhecer de tudo um pouco.\u201d <\/p>\n<p> A mesma opini\u00e3o \u00e9 compartilhada por Isabel Olivieri, professora de educa\u00e7\u00e3o infantil e m\u00e3e da aluna da 7\u00aa s\u00e9rie Isabela Olivieri. \u201cO livro n\u00e3o \u00e9 o elemento mais importante da classe. O di\u00e1logo pode ser recurso que complementa a forma\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e as faz mais cr\u00edticas.\u201d<\/p>\n<p> Apesar de n\u00e3o ser uma f\u00e3 da disciplina, Isabela concorda. \u201cEstamos estudando \u00c1frica, o que \u00e9 legal para entender um pouco sobre a desigualdade.\u201d A m\u00e3e conta, orgulhosa, que a menina voltou para casa cheia de perguntas. \u201cAcho saud\u00e1vel quando isso acontece. N\u00e3o vejo problema nenhum com esse livro (de Schmidt)\u201d, arremata Isabel.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado do livro did\u00e1tico no pa\u00eds chegar\u00e1 ao fim de 2007 com um recorde de 152 milh\u00f5es de exemplares comprados para uso em salas de aula de escolas p\u00fablicas e privadas. O crescimento em rela\u00e7\u00e3o a 2002, ano com o maior n\u00famero de vendas at\u00e9 ent\u00e3o, \u00e9 de 5%. 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