{"id":20943,"date":"2024-12-17T15:06:05","date_gmt":"2024-12-17T18:06:05","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=20943"},"modified":"2024-12-17T15:06:05","modified_gmt":"2024-12-17T18:06:05","slug":"a-interacao-imprensa-mercado-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/a-interacao-imprensa-mercado-editorial\/","title":{"rendered":"A intera\u00e7\u00e3o imprensa &#8211; mercado editorial"},"content":{"rendered":"<p>O relacionamento entre jornais e livros apresenta tanto aproxima\u00e7\u00f5es quanto diverg\u00eancias que variam desde a avalia\u00e7\u00e3o de uma obra at\u00e9 a pol\u00edtica de pre\u00e7os do mercado, mas, em comum, eles compartilham, ao longo da hist\u00f3ria, a luta pela liberdade de express\u00e3o e multiplicidade de vozes.<!--more--><\/p>\n<p>A influ\u00eancia da imprensa no mercado pode ser medida na frase na capa de muitos livros rec\u00e9m-lan\u00e7ados: \u201cbest-seller do The New York Times\u201d. Ela mostra que a lista de mais vendidos do jornal norte-americano ainda \u00e9 um farol.<\/p>\n<p>Mas, com trajet\u00f3rias cruzadas em muitos trechos de suas hist\u00f3rias, jornais e livros passam, com o surgimento das novas tecnologias, por experi\u00eancias diferenciadas que, \u00e0s vezes, resultam em uma imagem equivocada do mercado editorial pela imprensa.<\/p>\n<p>Todas as entidades do livro do pa\u00eds lutam, h\u00e1 anos, pela aprova\u00e7\u00e3o da Lei Cortez em tr\u00e2mite no Congresso Nacional. Mas no \u00faltimo dia 3 ela foi criticada em editorial no jornal Folha de S\u00e3o Paulo sob o t\u00edtulo \u201cTabelar pre\u00e7os de livros \u00e9 caminho errado\u201d.<\/p>\n<p>\u201cLivrarias precisam se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as culturais e tecnol\u00f3gicas sem prejudicar consumidores e autores\u201d, diz o texto. Antes o jornal publicou duas colunas contra a lei assinadas pelo jornalista Elio Gaspari, tamb\u00e9m publicadas pelo jornal O Globo.<\/p>\n<p>Como ocorre com jornais, vendidos ao mesmo pre\u00e7o em qualquer local, a lei, que existe na Argentina, Fran\u00e7a, Portugal, M\u00e9xico, Alemanha, entre outros, prop\u00f5e pre\u00e7o fixo para o livro durante o ano de lan\u00e7amento e tem amplo apoio da popula\u00e7\u00e3o desses pa\u00edses por proteger a bibliodiversidade.<\/p>\n<p>A Veja, revista de maior circula\u00e7\u00e3o no Brasil, publica a lista dos mais vendidos onde abaixo de cada t\u00edtulo h\u00e1 o link compre aqui, direcionando exclusivamente ao site da Amazon, principal alvo da Lei Cortez por praticar dumping: venda de livros abaixo do custo que acaba com a concorr\u00eancia e arrasa a bibliodiversidade.<\/p>\n<p>Para Alexandre Martins Fontes, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Livrarias, a imprensa tem papel fundamental para a sa\u00fade do pa\u00eds e do mercado editorial.\u201d Precisamos de uma imprensa comprometida a trazer informa\u00e7\u00f5es ver\u00eddicas para esclarecer o que realmente \u00e9 a Lei Cortez: uma trincheira de resist\u00eancia da bibliodiversidade contra o monop\u00f3lio no setor livreiro.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ele, a longo prazo, a lei cria um mercado mais justo e sustent\u00e1vel , garante um pre\u00e7o mais acess\u00edvel ao livro e fortalece a cadeia livreira: \u201cprecisamos trabalhar juntos; editoras, livrarias e ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, para que o impacto dessa lei seja amplamente compreendido pelo p\u00fablico.\u201d<\/p>\n<p>A imagem do mercado livreiro transmitida pelos jornais nem sempre reflete a realidade; mat\u00e9ria sobre o fim da livraria Malasartes no jornal O Globo, de 31 de julho, cita, ao final, as livrarias fechadas no Rio desde 2021 precedidas pela fala de uma cliente: \u201cAs livrarias est\u00e3o fechando. Est\u00e1 desesperador esse movimento\u201d. Mas a lista das que foram inauguradas no mesmo per\u00edodo \u00e9 omitida.<\/p>\n<p>Mat\u00e9ria no Caderno Zona Sul do mesmo jornal, em 14 de agosto sobre o com\u00e9rcio de livros usados teve a manchete: \u201c Na contram\u00e3o das livrarias, sebos ganham for\u00e7a com preciosidades no acervo, eventos culturais e bom papo\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Marcos Telles, da rede Leitura : \u201cembora o fechamento de livrarias tenha mais destaque na imprensa que as inaugura\u00e7\u00f5es, o setor vem crescendo desde 2021, com mais aberturas do que fechamentos.\u201d<\/p>\n<p>Ele lembra que a Livraria Leitura abriu oito megastores, entre 2021 e 2024: \u201cAl\u00e9m disso, surgiram muitas novas livrarias de rua, especialmente em bairros, mas essas inaugura\u00e7\u00f5es nem sempre sejam noticiadas pela imprensa, especialmente as nas regi\u00f5es perif\u00e9ricas.\u201d Marcos contabiliza a abertura de 41 livrarias no pa\u00eds em 2024 e o fechamento de 7.<\/p>\n<p>Bancas de jornais n\u00e3o fecharam, mas muitas foram transformadas em quiosques que sequer vendem jornais. Em Copacabana, bairro mais cosmopolita do Rio, quase todas t\u00eam, agora, apenas jornais cariocas, algumas vendem s\u00f3 revistas, e predominam artigos para turistas e bomboniere.<\/p>\n<p>Os jornais , como a m\u00fasica, perderam o suporte f\u00edsico para as m\u00eddias digitais. No metr\u00f4 do Rio \u00e9 comum ver passageiros lerem livros, enquanto algu\u00e9m abrir, durante a viagem, um jornal no formato tradicional da grande imprensa se tornou ato raro e perform\u00e1tico.<\/p>\n<p>O livro se popularizou a partir de 1455 com a inven\u00e7\u00e3o dos tipos m\u00f3veis por Gutemberg. Mas o o primeiro jornal de caracter\u00edsticas atuais, como periodicidade, s\u00f3 surgiu em 1605, em Estrasburgo, o Relation alller Furnemmen und gedenckwurdigen Historien &#8211; Relato de todas as not\u00edcias importantes e memor\u00e1veis.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, os dois formatos se entrela\u00e7am. Cl\u00e1ssicos como Os Tr\u00eas Mosqueteiros de Alexandre Dumas, Os irm\u00e3os Karam\u00e1zov , de Fi\u00f3dor Dostoi\u00e9vsky e Os miser\u00e1veis, de Vitor Hugo foram publicados em cap\u00edtulos pela imprensa antes do lan\u00e7amento em livro.<\/p>\n<p>No Brasil, Mem\u00f3rias P\u00f3stumas de Br\u00e1s Cubas, de Machado de Assis; O Guarani, de Jos\u00e9 de Alencar; e Canudos, de Euclides da Cunha, tiveram o mesmo trajeto. Na colet\u00e2nea O jornal e o livro \u2013 Companhia das Letras, com textos de Machados de Assis publicados em jornais ele questionou em 1859: \u201cO jornal matar\u00e1 o livro? O livro absorver\u00e1 o jornal?\u201d<\/p>\n<p>A conviv\u00eancia foi pac\u00edfica e, entre 1937 e 1944, a revista liter\u00e1ria mais popular no pa\u00eds, com tiragem de 50 mil exemplares era a Dom Casmurro, nome do livro publicado por ele em 1899. Entre os colaboradores, teve Cecilia Meirelles, Graciliano Ramos, Marques Rebelo e Jorge Amado, como chefe de reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Houve ve\u00edculos ef\u00eameros como a Revista de Antropofagia, de Oswald de Andrade, editada entre 1928\/29, mas de impacto cultural: publicou o primeiro cap\u00edtulo de Macuna\u00edma, de M\u00e1rio de Andrade e o poema No meio do caminho tinha uma pedra, de Carlos Drummond de Andrade. Este, teve participa\u00e7\u00e3o ativa na imprensa nacional e fez parte do Conselho Fiscal do Jornal de Letras, criado em 1949.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XX o destaque na imprensa especializada \u00e9 o Jornal Leia Livros, criado em 1978, por Caio Graco Prado, da Editora Brasiliense. Nesse per\u00edodo, a grande imprensa, teve import\u00e2ncia no mercado atrav\u00e9s dos extintos suplementos liter\u00e1rios semanais como o Folhetim, na Folha de S\u00e3o Paulo, o Prosa e Verso, em O Globo e o Ideias, do Jornal do Brasil.<\/p>\n<p>\u201cA propor\u00e7\u00e3o \u00e9 menor, mas ainda temos grandes ve\u00edculos e suplementos que d\u00e3o aten\u00e7\u00e3o \u00e0 literatura\u201ddiz Alexandre Martins Fontes, da ANL: \u201c A coluna Pa\u00ednel das Letras, na Folha de S\u00e3o Paulo, a coluna da jornalista Maria Fernanda Rodrigues, no Estad\u00e3o, o caderno de cultura do Valor Econ\u00f4mico; ve\u00edculos especializados, como o Rascunho, a Quatro Cinco Um, exemplar na divulga\u00e7\u00e3o de cr\u00edtica liter\u00e1ria e resenhas\u201d<\/p>\n<p>\u201cJornais e revistas, ainda t\u00eam capacidade de influ\u00eancia e papel crucial nesse esfor\u00e7o de manter o livro como tema relevante e acess\u00edvel\u201d, diz Alexandre: \u201cHoje, a presen\u00e7a digital \u00e9 mais impactante no consumo liter\u00e1rio, mas a cr\u00edtica liter\u00e1ria foi e continua sendo um pilar essencial para o mercado. Enriquece, amplia a compreens\u00e3o e instiga novos leitores\u201d.<\/p>\n<p>Entre os impressos tamb\u00e9m tem destaque a Revista Brasileira, onde Machado de Assis publicou cap\u00edtulos de Mem\u00f3rias P\u00f3stumas de Br\u00e1s Cubas e em cuja reda\u00e7\u00e3o, na rua do Ouvidor 66, no Centro, se reuniam os escritores que idealizaram a Academia Brasileira de Letras.<\/p>\n<p>Depois de dez fases distintas a Revista Brasileira, fundada em 1879, \u00e9 editada, desde 1941, pela pr\u00f3pria Academia Brasileira de Letras, agora em edi\u00e7\u00f5es trimestrais. \u00c0 venda em livrarias como Travessa e Leitura ela traz no \u00faltimo n\u00famero Carla Madeira, Djamila Ribeiro, Martha Batalha, Sidarta Ribeiro, Gilberto Gil, entre outros, num volume de 215 p\u00e1ginas.<\/p>\n<p>Mas a atual B\u00edblia do mercado editorial nunca foi impressa: \u00e9 o portal PublishNews com not\u00edcias di\u00e1rias que cobrem de Feiras Internacionais do Livro \u00e0 vagas para profissionais do ramo, tem lista semanal dos mais vendidos, podcasts e faz premia\u00e7\u00e3o anual para os destaques do mercado.<\/p>\n<p>Inaugurado em 2015, fundado por jornalistas, o PublishNews tem, segundo a editora-assistente, Talita Facchini, uma m\u00e9dia de 300 mil acessos mensais, uma newsletter para 12 mil assinantes e programa\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria em eventos como a Feira Liter\u00e1ria Internacional de Paraty \u2013 Flip e Bienais do Livro do Rio e de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O portal, segundo ela, \u00e9 voltado para os profissionais do mercado, procura ser imparcial em rela\u00e7\u00e3o a temas como a Lei Cortez, no entanto, h\u00e1 um crescimento de acessos entre os leitores que apenas consomem livros principalmente nas redes sociais do portal, e h\u00e1 um debate interno para que o PublishNews passe a publicar cr\u00edtica de livros.<\/p>\n<p>Talita regressou nesta quinta feira da 43\u00aa Feira Internacional do Livro de Sharjah, que prossegue at\u00e9 domingo, 17, onde ela cobriu para o portal a 14\u00aa Publishers Conference. Um dos mais importantes eventos mundiais do mercado, a feira re\u00fane este ano 114 pa\u00edses, 2,5 mil editoras cerca de 400 autores e tem o tema Come\u00e7a com um livro.<\/p>\n<p>O mundo dos livros tamb\u00e9m produz a sua vis\u00e3o da imprensa em vasta bibliografia como em Hist\u00f3ria da Imprensa no Brasil, de Nelson Werneck Sodr\u00e9 &#8211; Mauad e Hist\u00f3ria dos jornais no Brasil, de Mathias Molina \u2013 Companhia das Letras, ou em obras biogr\u00e1ficas com o trajeto dos principais nomes dos grandes ve\u00edculos:<br \/>\nFernando de Moraes tra\u00e7a o perfil de Assis Chateaubriand, um dos mais importantes empres\u00e1rios da imprensa nacional em Xat\u00f4, o Rei do Brasil \u2013 Companhia das Letras. Samuel Wainer, dono do jornal carioca \u00daltima Hora quis, em suas palavras, \u201cromper com a forma\u00e7\u00e3o olig\u00e1rquica da imprensa brasileira\u201d e conta sua hist\u00f3ria em Minha raz\u00e3o de viver &#8211; Planeta.<\/p>\n<p>A Manchete, uma das mais ic\u00f4nicas revistas brasileiras, publicada entre 1952 e 2007, que gerou o grupo de comunica\u00e7\u00e3o com r\u00e1dio e TV de mesmo nome, tem a saga de seus fundadores, vindos da Ucrania, narrada em tom bem humorado pelo descendente do cl\u00e3 Arnaldo Bloch em obra da Companhia das Letras: Os irm\u00e3os Karamabloch.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O relacionamento entre jornais e livros apresenta tanto aproxima\u00e7\u00f5es quanto diverg\u00eancias que variam desde a avalia\u00e7\u00e3o de uma obra at\u00e9 a pol\u00edtica de pre\u00e7os do mercado, mas, em comum, eles compartilham, ao longo da hist\u00f3ria, a luta pela liberdade de express\u00e3o e multiplicidade de vozes.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-20943","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-da-imprensa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A intera\u00e7\u00e3o imprensa - mercado editorial &raquo; 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