{"id":19822,"date":"2024-05-23T13:20:30","date_gmt":"2024-05-23T16:20:30","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=19822"},"modified":"2024-05-23T15:34:59","modified_gmt":"2024-05-23T18:34:59","slug":"numeros-do-mercado-editorial-brasileiro-apontam-para-gargalos-preco-do-livro-demanda-e-modelos-de-vendas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/numeros-do-mercado-editorial-brasileiro-apontam-para-gargalos-preco-do-livro-demanda-e-modelos-de-vendas\/","title":{"rendered":"N\u00fameros do mercado editorial brasileiro apontam para gargalos: pre\u00e7o do livro, demanda e modelos de vendas"},"content":{"rendered":"<p>Um dos destaques da <strong>Pesquisa Produ\u00e7\u00e3o e Vendas do Setor Editorial Brasileiro \u2013 Ano Base 2023,<\/strong> divulgada na quarta-feira (22), foi o crescimento geral do canal de vendas \u201csite pr\u00f3prio\/marketplace\u201d \u2013 ou seja, as vendas diretas das editoras para os leitores\/consumidores. Pela primeira vez, o canal aparece entre os cinco mais importantes: atr\u00e1s de livrarias exclusivamente virtuais, livrarias, distribuidores e escolas.<!--more--><\/p>\n<p>As editoras de did\u00e1ticos (15,7% do faturamento vem dessa venda) e de livros CTP (10,9%) s\u00e3o as casas em que o site pr\u00f3prio tem mais destaque: o efeito \u00e9 menor no subsetor de Obras Gerais (1,3% do faturamento).<\/p>\n<p>Em 2023, o setor editorial brasileiro registrou um faturamento de R$ 4 bilh\u00f5es nas vendas ao mercado, o que representa recuo nominal de 0,8% em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. Em volume, a quantidade de exemplares vendidos caiu 8%. \u00c9 bom lembrar que a Pesquisa avalia a produ\u00e7\u00e3o e as vendas das editoras \u2013 que respondem ao question\u00e1rio da Nielsen BookData, encomendado pela C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).<\/p>\n<p>\u201cO ponto principal, infelizmente, \u00e9 a queda de vendas do setor ao mercado, n\u00e3o s\u00f3 em n\u00famero de exemplares vendidos como em faturamento\u201d, aponta a presidente do Grupo Editorial Record, Sonia Jardim. \u201cO n\u00famero n\u00e3o foi pior porque houve aumento nas vendas para governo. Vale destacar aqui a import\u00e2ncia dos programas de compra de literatura para a forma\u00e7\u00e3o de novos leitores, que s\u00e3o os futuros compradores de livros\u201d.<\/p>\n<p>O publisher do Grupo Editorial Alta Books, J. A. Ruggeri, destaca que \u00e9 preciso uma an\u00e1lise assertiva dos n\u00fameros de vendas ao governo, porque se tratam de recomposi\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o necessariamente um aumento, devido ao car\u00e1ter c\u00edclico dos programas de compra e pagamentos. \u201cNo meu entendimento, uma das mensagens mais importantes da pesquisa \u00e9 a an\u00e1lise da varia\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os. O setor apresentou redu\u00e7\u00e3o de 8% no n\u00famero de exemplares vendidos ao mercado. O recuo no faturamento s\u00f3 n\u00e3o foi ainda mais acentuado em raz\u00e3o do aumento nominal de 7,9% do pre\u00e7o m\u00e9dio do livro. A varia\u00e7\u00e3o foi de 3,2% em termos reais\u201d, explica.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito dif\u00edcil recompor pre\u00e7os com incerteza e depress\u00e3o econ\u00f4mica, o que sufoca as margens e afugenta investimentos. Disso resulta a dif\u00edcil equa\u00e7\u00e3o: como manter os pre\u00e7os em n\u00edveis adequados levando em conta o baixo poder de compra das pessoas? Como entregar valor pelo pre\u00e7o justo e fazer com que as pessoas paguem por isso? N\u00e3o existem respostas f\u00e1ceis para quest\u00f5es assim, que sempre estar\u00e3o presentes no dia a dia dos editores\u201d, reflete.<\/p>\n<p>Para ele, o<strong> cen\u00e1rio econ\u00f4mico brasileiro<\/strong> tem uma rela\u00e7\u00e3o direta com os dados apresentados pela pesquisa. \u201cA infla\u00e7\u00e3o persistente, a alta dos juros e a lenta recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica p\u00f3s-pandemia t\u00eam impacto direto no comportamento do consumidor e nas estrat\u00e9gias das empresas. A retra\u00e7\u00e3o no setor editorial \u00e9 um reflexo dessa conjuntura macroecon\u00f4mica desfavor\u00e1vel, onde os consumidores est\u00e3o priorizando gastos essenciais e reduzindo despesas com bens culturais. Al\u00e9m disso, o acesso limitado ao cr\u00e9dito e o aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o est\u00e3o for\u00e7ando as editoras a reverem suas estrat\u00e9gias e a buscarem solu\u00e7\u00f5es inovadoras para se manterem competitivas em um mercado cada vez mais desafiador\u201d, analisa.<\/p>\n<p>A economista e coordenadora da Pesquisa, Mariana Bueno, sugere olhar para o lado da demanda para entender melhor essa quest\u00e3o. \u201cTem uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o cen\u00e1rio macroecon\u00f4mico do ponto de vista da demanda. Ainda que exista um aumento do emprego e do PIB, algumas pesquisas mostram que o sal\u00e1rio m\u00e9dio \u00e9 mais baixo do que era l\u00e1 atr\u00e1s. Ent\u00e3o existe uma rela\u00e7\u00e3o sim com a renda das pessoas. Tem uma frase da Concei\u00e7\u00e3o Evaristo que eu gosto muito: \u2018ningu\u00e9m come PIB, come alimentos\u2019, ent\u00e3o o PIB cresce, mas a gente precisa entender porque \u00e9 que ele cresce. E qual \u00e9 o impacto dele na renda\u201d, explica.<\/p>\n<p>A presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro, Sevani Matos, ainda aponta outros fatores que contribuem na discuss\u00e3o. \u201cUm deles \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o do consumidor brasileiro de que o livro \u00e9 caro, isso atrapalha bastante o mercado. A gente n\u00e3o pode deixar de levar em considera\u00e7\u00e3o que entre 2018 e 2020 n\u00f3s tivemos um fechamento de centenas de livrarias, sem d\u00favida as lojas s\u00e3o um atrativo uma pessoa entrar, se encanta com um livro e compr\u00e1-lo. A maioria dos munic\u00edpios brasileiros n\u00e3o tem uma livraria. Outro assunto, pol\u00eamico, mas eu acho que tem muita pirataria tamb\u00e9m. Isso tamb\u00e9m contribui para o decr\u00e9scimo nos \u00edndices de aquisi\u00e7\u00e3o de livros\u201d, explica.<\/p>\n<p>Um retrato melhor dessa quest\u00e3o poder\u00e1 ser analisado ainda este ano com a divulga\u00e7\u00e3o da pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o da Pesquisa Retratos da Leitura, realizada pelo Instituto Pr\u00f3-Livro.<\/p>\n<p>Sonia Jardim afirma ainda que a queda do mercado era esperada. \u201cOs n\u00fameros alcan\u00e7ados durante a pandemia, em que o consumidor n\u00e3o tinha outras op\u00e7\u00f5es de lazer, seriam dif\u00edceis de se manter. Agora, est\u00e1 estabilizando num patamar bem superior ao da pr\u00e9-pandemia, e isso est\u00e1 acontecendo nos mercados do exterior tamb\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 aqui no Brasil. Diante deste cen\u00e1rio, a Record est\u00e1 investindo na cria\u00e7\u00e3o de uma editora voltada para livros infantis, a Reco-Reco, que tem essa inten\u00e7\u00e3o de renovar o p\u00fablico, desenvolver novos leitores, para o futuro da ind\u00fastria editorial\u201d, compartilha.<\/p>\n<p>O gerente comercial do Grupo Editorial Global, Andr\u00e9 Luis Cafu, afirma que os n\u00fameros demandam uma an\u00e1lise aprofundada e a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas por parte dos profissionais do setor. \u201c\u00c9 crucial que sejam identificadas as causas desse decl\u00ednio e que tenhamos a busca por solu\u00e7\u00f5es inovadoras para reverter essa tend\u00eancia. A queda apontada nos dados da pesquisa refor\u00e7a a necessidade de adapta\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o no mercado editorial brasileiro, visando a recupera\u00e7\u00e3o e o fortalecimento do setor. \u00c9 um momento que demanda aten\u00e7\u00e3o e a busca por alternativas que possam impulsionar o crescimento e a sustentabilidade do mercado editorial\u201d, analisa.<\/p>\n<p><strong>Vendas em site pr\u00f3prios<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA produ\u00e7\u00e3o total de livros n\u00e3o cabe em uma livraria f\u00edsica, por maior que esta seja\u201d, avalia o CEO da MVB na Am\u00e9rica Latina, Ricardo Costa. \u201cEnt\u00e3o, \u00e9 natural que a editora use outros canais para vender seus livros, e o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico \u00e9 uma \u00f3tima solu\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 preciso tamb\u00e9m considerar o papel fundamental da livraria: \u00e9 ela quem faz o livro chegar \u00e0 m\u00e3o do leitor. E a pesquisa mostrou que as livrarias f\u00edsicas voltaram a crescer sua fatia de participa\u00e7\u00e3o. Para mim, \u00e9 claro que temos um \u201cecossistema\u201d (n\u00e3o gosto desta palavra mas \u00e9 a que me vem agora) bastante complexo, com muitos participantes, e que requer aten\u00e7\u00e3o em cada movimento de cada um; quando um se move, todos sentem. Tenho para mim que, no mundo do livro, n\u00e3o se vive ou se move sozinho\u201d, explica.<\/p>\n<p>Para o Diretor-Executivo da Editora WMF Martins Fontes e da Livraria Martins Fontes Paulista, e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Livrarias, Alexandre Martins Fontes, \u00e9 necess\u00e1rio fazer uma reflex\u00e3o. \u201cTemos aqui uma reflex\u00e3o urgente e important\u00edssima a fazer: as editoras brasileiras precisam decidir se s\u00e3o parceiras ou concorrentes das livrarias. \u00c9 um esc\u00e2ndalo que as editoras ofere\u00e7am aos seus leitores, atrav\u00e9s dos seus sites, descontos comerciais \u2013 para al\u00e9m de frete gr\u00e1tis e mimos diversos \u2013 que as livrarias n\u00e3o conseguem acompanhar. Queremos que as livrarias desapare\u00e7am das ruas das nossas cidades? Se n\u00e3o enfrentarmos esse assunto com coragem e muita seriedade, em breve, s\u00f3 visitaremos livrarias quando viajarmos para Buenos Aires, Lisboa, Madrid, Paris, Mil\u00e3o etc.\u201d<\/p>\n<p>O CEO da Bookinfo, Eduardo Cunha, tamb\u00e9m destaca como a ind\u00fastria continua a enfrentar desafios na recupera\u00e7\u00e3o do verdadeiro valor dos livros. \u201cAl\u00e9m disso, a pesquisa ressaltou uma tend\u00eancia em ascens\u00e3o na ind\u00fastria, com mais editoras vendendo diretamente aos consumidores finais. Esse cen\u00e1rio nos instiga a dedicar uma an\u00e1lise mais aprofundada a esse canal de vendas\u201d, explica \u2013 recentemente, a Bookinfo anunciou uma solu\u00e7\u00e3o em seu sistema para medir as vendas diretas das editoras em seus sites pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Uma editora que se especializou no modelo de venda direta aos leitores \u00e9 a Patu\u00e1. O editor Eduardo Lacerda, afirma que a performance individual da editora foi melhor do que os \u00edndices apontados pela Pesquisa.<\/p>\n<p>\u201cTrabalho apenas com a venda direta em meu site, alguns t\u00edtulos pela Amazon (impressos) tanto marketplace como a venda direta para eles, mas que representam menos de 10% do que faturamos. Em 2023, contratamos mais cinco pessoas e aumentamos em 20% o n\u00famero de t\u00edtulos publicados, talvez mais. O faturamento foi tamb\u00e9m maior nesta propor\u00e7\u00e3o\u201d, compartilha com o PublishNews.<\/p>\n<p>\u201cAs livrarias s\u00e3o fundamentais para o livro, deixo isso sempre muito claro, o que n\u00f3s da <strong>Patu\u00e1<\/strong> sempre questionamos \u00e9 o modelo comercial que a maior parte das livrarias adota, que \u00e9 o do desconto de 50% e de consigna\u00e7\u00e3o\u201d, detalha. \u201cComo fazemos a venda direta aos leitores, em nosso site, marketplaces, lan\u00e7amentos e eventos (e at\u00e9 livraria pr\u00f3pria), n\u00e3o tivemos necessidade de repassar todos os aumentos dos custos aos nossos leitores e temos um pre\u00e7o de capa m\u00e9dia hoje de R$ 50. Al\u00e9m disso, recebemos os valores vendidos quase que imediatamente e conseguimos investir parte desse retorno em novos lan\u00e7amentos, expandindo o trabalho da editora\u201d, conclui.<\/p>\n<p><strong>Alguns n\u00fameros do mercado editorial brasileiro, segundo a Pesquisa Produ\u00e7\u00e3o e Vendas do Setor Editorial Brasileiro \u2013 Ano Base 2023<\/strong>:<\/p>\n<p>Queda nominal de <strong>0,8%<\/strong> nas vendas ao mercado, recuo de <strong>5,1%<\/strong> considerada a infla\u00e7\u00e3o;<br \/>\nRedu\u00e7\u00e3o de <strong>8%<\/strong> no n\u00famero de exemplares vendidos ao mercado;<br \/>\n<strong>45 mil<\/strong> t\u00edtulos produzidos (entre reimpress\u00f5es e lan\u00e7amentos);<br \/>\n<strong>320 milh\u00f5es<\/strong> de exemplares produzidos;<br \/>\n<strong>R$ 6,2 bilh\u00f5es<\/strong> de faturamento total (R$ 4 bilh\u00f5es ao mercado; R$ 2,2 bilh\u00f5es ao governo);<br \/>\n<strong>7,9%<\/strong> de varia\u00e7\u00e3o positiva no pre\u00e7o m\u00e9dio do livro nas vendas ao mercado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos destaques da Pesquisa Produ\u00e7\u00e3o e Vendas do Setor Editorial Brasileiro \u2013 Ano Base 2023, divulgada na quarta-feira (22), foi o crescimento geral do canal de vendas \u201csite pr\u00f3prio\/marketplace\u201d \u2013 ou seja, as vendas diretas das editoras para os leitores\/consumidores. 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