{"id":1889,"date":"2007-07-30T17:28:00","date_gmt":"2007-07-30T20:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2007\/07\/30\/mercado-de-livro-cresce-e-pressiona-por-profissionalizacao-das-editoras\/"},"modified":"2007-07-30T17:28:00","modified_gmt":"2007-07-30T20:28:00","slug":"mercado-de-livro-cresce-e-pressiona-por-profissionalizacao-das-editoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/mercado-de-livro-cresce-e-pressiona-por-profissionalizacao-das-editoras\/","title":{"rendered":"Mercado de livro cresce e pressiona por profissionaliza\u00e7\u00e3o das editoras"},"content":{"rendered":"<p>Depois de uma d\u00e9cada de incertezas, o mercado editorial d\u00e1 sinais de ter voltado a crescer de maneira mais firme. \u00c9 o que vai revelar a mais recente pesquisa conjunta do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e da CBL (C\u00e2mara Brasileira do Livro), a ser divulgada nos pr\u00f3ximos dias. Alguns n\u00fameros do levantamento foram adiantados \u00e0 Folha por Paulo Rocco, presidente do sindicato que re\u00fane editoras do pa\u00eds.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pesquisa aponta um aumento do faturamento total das empresas de R$ 2,572 bilh\u00f5es para um n\u00famero pr\u00f3ximo de R$ 3 bilh\u00f5es, que reflete tamb\u00e9m um aumento das aquisi\u00e7\u00f5es por programas governamentais. Mas o aumento foi de fato \u201cpuxado\u201c pelo mercado. Em obras gerais (excluindo did\u00e1ticos, religiosos e t\u00e9cnicos), houve um acr\u00e9scimo de 9,51% no faturamento e um aumento no n\u00famero de exemplares vendidos de 4,68%.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Os n\u00fameros refletem a intensa movimenta\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. Depois da onda \u201cdas espanholas\u201c (a entrada dos grupos Planeta e Santillana\/Prisa), no come\u00e7o dos anos 2000, agora o mercado vem sendo sacudido pela compra e fus\u00f5es de editoras, movimento que \u00e9 impulsionado pela Ediouro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Esse grupo brasileiro, fundado em 1939, tem liderado um processo agressivo de aquisi\u00e7\u00f5es, preparando-se para entrar na bolsa de valores. S\u00f3 neste ano, fechou a aquisi\u00e7\u00e3o da Nova Fronteira, fez uma associa\u00e7\u00e3o com a Nova Aguilar e negocia agora a compra dos selos Arx, Futura e Caramelo, da Siciliano. O \u00faltimo lance desse processo teria sido a entrada na Ediouro da Governan\u00e7a &#038; Gest\u00e3o Investimentos, administradora de fundos de \u201cprivate equity\u201c de Antonio Kandir. Luiz Fernando Pedroso, diretor-superintendente da Ediouro, confirma a participa\u00e7\u00e3o de Kandir no conselho editorial do grupo, mas nega que tenha havido mudan\u00e7a na sociedade.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O acirramento da competi\u00e7\u00e3o no mercado de livros for\u00e7a a profissionaliza\u00e7\u00e3o das editoras. Ainda marcado pela tradi\u00e7\u00e3o de empresas familiares e pela falta de transpar\u00eancia, o setor amadureceu a ponto de comportar empresas em bolsa?\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Pedroso diz que para isso \u201cas editoras t\u00eam de aumentar de tamanho [escala], profissionalizar-se e implementar um ambiente de \u201cmelhores pr\u00e1ticas\u201c e inova\u00e7\u00e3o\u201c. Paulo Rocco acha que a op\u00e7\u00e3o da Ediouro \u00e9 um caso isolado e n\u00e3o enxerga concentra\u00e7\u00e3o, considerando que a compra e fus\u00e3o nesse segmento \u201csempre existiu\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Roberto Feith, da Objetiva, que representa o grupo Santillana\/Prisa, lembra que pa\u00edses mais ricos passaram pela concentra\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o digo que isso vai ocorrer aqui, mas \u00e9 uma tend\u00eancia\u201c. A Objetiva tem evitado os leil\u00f5es cada vez mais caros das \u201cpromessas de best-sellers\u201c e aposta no crescimento de longo prazo.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Investiu no selo Alfaguara, para literatura de qualidade, e prepara o lan\u00e7amento de dois selos, um de auto-ajuda e outro de livros de bolso -outra tend\u00eancia no mercado, j\u00e1 seguida pela L&#038;PM e pela Companhia das Letras, e que tamb\u00e9m ter\u00e1 a entrada agressiva da Record em setembro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cConcentra\u00e7\u00e3o do mercado ou abertura de capital em bolsa n\u00e3o t\u00eam a ver com profissionaliza\u00e7\u00e3o\u201c, diz Luciana Villas-Boas, diretora editorial da Record. \u201cO que tem a ver com a profissionaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a concorr\u00eancia, que obriga o propriet\u00e1rio ou os s\u00f3cios do empreendimento a contratar executivos que conhe\u00e7am o livro como produto e como bem simb\u00f3lico, que conhe\u00e7am o neg\u00f3cio. Nem residualmente sobrevive hoje aquele editor que s\u00f3 publica suas pr\u00f3prias prefer\u00eancias e acha que o marketing conspurca o livro\u201c, diz.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para Villas-Boas, \u201ca economia est\u00e1 em um bom momento, e setores da classe m\u00e9dia acabam o m\u00eas com um pouco mais de dinheiro no bolso\u201c. Al\u00e9m disso, \u201co d\u00f3lar baixo diminui agradavelmente o custo de insumos fundamentais, como o papel e o direito autoral do livro traduzido\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Empresas evitam divulgar seus n\u00fameros\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> H\u00e1 entre os editores vis\u00f5es contradit\u00f3rias sobre crescimento, estagna\u00e7\u00e3o ou crise no mercado editorial, e a principal raz\u00e3o \u00e9 a car\u00eancia de dados confi\u00e1veis. Como as empresas t\u00eam capital fechado, n\u00e3o s\u00e3o obrigadas a divulgar seus n\u00fameros de vendas, faturamento ou lucro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A pesquisa anual do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e da CBL (C\u00e2mara Brasileira do Livro) \u00e9 feita a partir de dados enviados pelas pr\u00f3prias editoras. N\u00e3o se questiona a idoneidade no tratamento dos dados, analisados pela Fipe (Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas). Mas h\u00e1 editoras que dizem, sob a condi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o serem citadas, que os n\u00fameros n\u00e3o refletem a realidade, j\u00e1 que todas querem \u201cesconder os n\u00fameros da concorr\u00eancia\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Um dos maiores cr\u00edticos dessa inseguran\u00e7a nos dados \u00e9 Fabio S\u00e1 Earp, economista da UFRJ que h\u00e1 anos acompanha a evolu\u00e7\u00e3o do mercado editorial. Ao analisar as pesquisas anuais Snel\/CBL, Earp chegou a conclus\u00f5es bem diferentes daquelas divulgadas pelos patrocinadores dos levantamentos, que evitavam falar em crise. Ele destacou que, de 1998 a 2005, houve uma queda brutal no faturamento total das empresas (de R$ 4,6 bilh\u00f5es para R$ 2,5 bilh\u00f5es, j\u00e1 levando em conta a infla\u00e7\u00e3o no per\u00edodo).\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Mas o economista considera que 2005 foi um ano de inflex\u00e3o e que, baseado nos n\u00fameros da pr\u00f3xima pesquisa, pode afirmar que 2006 marcou uma virada. \u201cSempre fui visto como aquele que trazia as m\u00e1s not\u00edcias. Com a confirma\u00e7\u00e3o desses n\u00fameros, ficaria contente de anunciar que o mercado realmente voltou a crescer\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Editoras familiares lutam por renova\u00e7\u00e3o\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B><em> Sextante foi fundada pelo filho de Jos\u00e9 Olympio e j\u00e1 vendeu mais de 1,4 milh\u00e3o de exemplares de \u201cO C\u00f3digo Da Vinci\u201c. \u201cEscreveram uma vez que \u00e9ramos uma editora nova para n\u00e3o-leitores. Recebemos isso como um elogio\u201c, diz Marcos Pereira.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/em> A sa\u00edda de Carlos Augusto Lacerda da Nova Fronteira, no in\u00edcio deste ano, \u00e9 um lance simb\u00f3lico dentro de um setor marcado tradicionalmente pelas \u201cdinastias\u201c familiares. A editora fundada em 1965 pelo seu av\u00f4, o pol\u00edtico Carlos Lacerda, agora pertence \u00e0 Ediouro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Enquanto editoras tradicionais se profissionalizam ou s\u00e3o \u201cengolidas\u201c por grupos maiores, afastando fam\u00edlias tradicionais do mercado, outras conseguiram se reinventar e hoje ocupam um espa\u00e7o crescente.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O exemplo mais vistoso desse \u201crenascimento\u201c \u00e9 a Sextante, \u201cpequena grande editora\u201c fundada em 1998 que provocou uma reviravolta no segmento de auto-ajuda. Dos 30 livros da lista de mais vendidos da Folha desta semana, incluindo fic\u00e7\u00e3o e n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o, sete s\u00e3o da Sextante. O sucesso n\u00e3o veio por acaso. Dr. Geraldo (Geraldo Jord\u00e3o Pereira), o patriarca da editora, \u00e9 filho de Jos\u00e9 Olympio, um dos nomes formadores do mercado brasileiro.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Depois de se endividar, a tradicional Jos\u00e9 Olympio acabou absorvida pela Record. Dr. Geraldo tentou nos anos 90 investir no mercado infanto-juvenil, com o selo Salamandra (atualmente abrigada no grupo Objetiva\/Santillana), mas tamb\u00e9m precisou abrir m\u00e3o do sonho de uma casa editorial focada em crian\u00e7as, uma novidade.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O recome\u00e7o em novas bases, com os filhos Marcos e Tom\u00e1s e com a mulher Regina, foi a grande mudan\u00e7a. A Sextante nasceu como uma proposta radical que levou \u00e0 fama de \u201ctoque de Midas\u201c da fam\u00edlia.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O mais famoso best-seller da casa \u00e9 \u201cO C\u00f3digo Da Vinci\u201c, que j\u00e1 vendeu 1,333 milh\u00e3o de exemplares (1,477 milh\u00e3o, levando em conta a edi\u00e7\u00e3o ilustrada). E isso mesmo com o \u201csucesso desastroso\u201c do filme com Tom Hanks, que \u201cmatou\u201c o fen\u00f4meno editorial (depois da adapta\u00e7\u00e3o, as vendas do livro de Dan Brown despencaram em todo o mundo). Outro sucesso da casa, \u201cO Monge e o Executivo\u201c, completa na pr\u00f3xima semana a marca de 1,5 milh\u00e3o de exemplares vendidos.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A fam\u00edlia Pereira leva a s\u00e9rio id\u00e9ias como universalidade. \u201cEscreveram uma vez que \u00e9ramos uma editora nova para n\u00e3o-leitores. Recebemos isso como um elogio\u201c, diz Marcos Pereira. Para ele, \u201ctodos os livros t\u00eam de ser acess\u00edveis em mat\u00e9ria de pre\u00e7o e em facilidade de leitura\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O sucesso n\u00e3o veio apenas por uma vis\u00e3o particular de mercado. A fam\u00edlia, que trabalha junto, acredita e se empolga com todos os livros que edita. Eles s\u00e3o lidos e discutidos por todos. E s\u00f3 se investe em livros que empolgam e convencem.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Tom\u00e1s Pereira d\u00e1 o tom que marcou nova proposta: \u201cNossa id\u00e9ia \u00e9 discutir espiritualidade, n\u00e3o necessariamente religi\u00e3o\u201c. A formata\u00e7\u00e3o para a editora, explica, surgiu com o livro \u201cUma \u00c9tica para o Novo Mil\u00eanio\u201c, do Dalai Lama. \u201cNesse livro ele faz bem essa distin\u00e7\u00e3o entre religi\u00e3o e espiritualidade. Isso nos guiou\u201c, diz.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Zahar cresce mantendo velhos h\u00e1bitos\u00a0<br \/>  \u00a0<br \/><\/B> A \u201cqu\u00edmica familiar\u201c tamb\u00e9m funcionou para a fam\u00edlia Zahar, que dirige uma das editoras mais tradicionais do mercado, com origem nos anos 50. Ana Cristina Zahar, filha do patriarca Jorge Zahar (1920-1998), lembra-se da \u00e9poca em que \u201ctodos os editores eram amigos, havia \u00e9tica e existia espa\u00e7o para todos\u201c.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Ela dirige com a filha Mariana a editora no mesmo pr\u00e9dio que h\u00e1 d\u00e9cadas abriga a casa pioneira em livros de ci\u00eancias sociais no Brasil, no centro da cidade, com vista para o Aterro do Flamengo e a ba\u00eda da Guanabara. H\u00e1bitos antigos, como o almo\u00e7o conjunto com todos os funcion\u00e1rios no terra\u00e7o do edif\u00edcio, continuam sagrados. \u201cAgora, como cresceu, precisamos fazer o almo\u00e7o em dois turnos\u201c, diz Mariana.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cNa Fran\u00e7a n\u00e3o existem mais empresas familiares no mundo editorial. Na Argentina acabou completamente\u201c, diz Cristina. A Zahar soube modernizar a sua proposta editorial, baseada em t\u00edtulos de n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o. Apostas em segmentos como arqueologia, em que poucos se aventuram, t\u00eam dado certo. O investimento no \u201ccat\u00e1logo de fundo\u201c, livros j\u00e1 lan\u00e7ados h\u00e1 muito tempo, tamb\u00e9m \u00e9 apontado por Mariana Zahar como um dos segredos do sucesso da editora.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Muitas empresas se concentram nos novos lan\u00e7amentos, buscam um novo best-seller e tendem a relegar a sua lista de livros j\u00e1 lan\u00e7ados. Roberto Feith, da Objetiva, por exemplo, lembra que os editores que compraram o \u201cnovo best-seller\u201c sempre fizeram a aquisi\u00e7\u00e3o sem saber que estavam levando um novo sucesso.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O segredo de uma casa como a Zahar, segundo Mariana, \u201c\u00e9 manter o equil\u00edbrio entre a inova\u00e7\u00e3o e a valoriza\u00e7\u00e3o do cat\u00e1logo\u201c. \u201cEditora hoje virou um neg\u00f3cio de descobridores de \u201chits\u2019\u201c, brinca Mariana. Al\u00e9m de pioneira, a Zahar virou na d\u00e9cada de 70 a grande refer\u00eancia em humanidades e era apontada pelos \u00f3rg\u00e3os de repress\u00e3o como a grande refer\u00eancia para os estudantes. \u201cMeu pai sempre me dizia que o que o editor precisa ter \u00e9 sensibilidade com o fen\u00f4meno cultural, procuramos manter isso\u201c, diz Cristina.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> A morte do fundador provocou d\u00favidas sobre o futuro da editora. Mas isso \u00e9 passado, e a volta por cima pode ser traduzida em n\u00fameros. Segundo Mariana, desde 1998 houve um aumento de 352% no faturamento, j\u00e1 descontada a infla\u00e7\u00e3o. A Zahar tamb\u00e9m influenciou outros editores. O velho Jorge Zahar foi uma esp\u00e9cie de padrinho de Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras, que at\u00e9 hoje mant\u00e9m um acordo comercial de distribui\u00e7\u00e3o com a Zahar.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de uma d\u00e9cada de incertezas, o mercado editorial d\u00e1 sinais de ter voltado a crescer de maneira mais firme. \u00c9 o que vai revelar a mais recente pesquisa conjunta do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e da CBL (C\u00e2mara Brasileira do Livro), a ser divulgada nos pr\u00f3ximos dias. 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