{"id":18872,"date":"2023-07-13T11:06:06","date_gmt":"2023-07-13T14:06:06","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/?p=18872"},"modified":"2023-07-13T11:06:06","modified_gmt":"2023-07-13T14:06:06","slug":"como-prever-e-fazer-o-futuro-do-mercado-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/como-prever-e-fazer-o-futuro-do-mercado-editorial\/","title":{"rendered":"Como prever (e fazer) o futuro do mercado editorial"},"content":{"rendered":"<p>A cada inova\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria no mundo do livro, ranzinzas conservadores maldiziam os novos tempos e profetizavam o fim da &#8216;boa&#8217; literatura<br \/>\nLivros, como n\u00e3o \u00e9 segredo a ningu\u00e9m, s\u00e3o magias que aprisionam o tempo e entregam ao leitor a habilidade de caminhar pelo infinito, do passado inimagin\u00e1vel aos futuros improv\u00e1veis. Sem eles a popularizar a literatura e portabilizar a palavra, talvez sequer ter\u00edamos ao nosso redor algo que pud\u00e9ssemos chamar de civiliza\u00e7\u00e3o, essa constru\u00e7\u00e3o de cren\u00e7as e saberes transmitidos de pais a filhos, de s\u00e1bios a aprendizes, de gentes a gentes, a metamorfosear constantemente ideias em mundos.<!--more--><\/p>\n<p>Mas essa magia chamada livro, como poucos \u2013 principalmente no ultraconservador mercado editorial \u2013 parecem entender, tamb\u00e9m pode ser chamada de \u201ctecnologia\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nada de novo a\u00ed: a tecnologia da literatura existe desde que as primeiras hist\u00f3rias foram rabiscadas nas cavernas; depois em tabuletas cuneiformes; em pergaminhos; em manuscritos copiados por monges; em impressos com a escala dada por Gutenberg.<\/p>\n<p>A cada inova\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria como as exemplificadas acima \u2013 que ningu\u00e9m se engane \u2013 ranzinzas conservadores maldiziam os novos tempos e profetizavam o fim da \u201cboa\u201d literatura (qualquer que fosse a defini\u00e7\u00e3o de qualidade conferida ao longo dos tempos). Mas a \u201cboa\u201d literatura persistia enquanto os cr\u00edticos de qualquer inova\u00e7\u00e3o ficavam inevitavelmente para tr\u00e1s, falidos ou desempregados.<\/p>\n<p>N\u00e3o estamos em tempos diferentes agora. Pelo contr\u00e1rio, os mesmos pessimistas seguem presentes amaldi\u00e7oando as galopantes evolu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas pelas quais o livro tem passado, ignorando o fato de que a cada uma delas \u2013 da populariza\u00e7\u00e3o do e-book e do audiolivro \u00e0s imensas portas abertas aos autores e editoras independentes por meio da<a href=\"https:\/\/www.publishnews.com.br\/etiquetas\/impressao-por-demanda\"> impress\u00e3o sob demanda<\/a>, para ficarmos apenas em poucos exemplos \u2013 teve como resultado apenas o aumento da quantidade de leitores e de leituras por leitor.<\/p>\n<p>E se essa base segue a crescer em todo o mundo, ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 motivos para os profissionais do setor seguirem pregando o apocalipse e o fim dos seus empregos, das suas empresas, das suas fun\u00e7\u00f5es. A n\u00e3o ser, claro, que eles ceguem-se e, como seus malfadados antecessores, desistam de se adaptar a estas tr\u00eas \u00f3bvias e radicais mudan\u00e7as que est\u00e3o j\u00e1 a galope.<\/p>\n<p><strong>1. O mundo n\u00e3o \u00e9 mais feito de geografias; \u00e9 feito de l\u00ednguas que se espalham com a for\u00e7a das ondas migrat\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p>Circule por qualquer grande cidade do mundo \u2013 como Lisboa ou Londres, S\u00e3o Paulo ou Hong Kong, por exemplo \u2013 e voc\u00ea se deparar\u00e1 com uma Torre de Babel como em nenhum outro momento da humanidade. Seja pela for\u00e7a das guerras e desastres naturais a expulsarem os seus de suas terras origin\u00e1rias, seja pela sagrada busca por uma vida melhor a que todos temos direito, o fato \u00e9 que a globaliza\u00e7\u00e3o dos nossos tempos desagua em uma prolifera\u00e7\u00e3o de diferentes idiomas por metro quadrado.<\/p>\n<p>Isso significa que h\u00e1 mercado para praticamente todas as l\u00ednguas em todos os pa\u00edses, e n\u00e3o apenas para os seus respectivos idiomas oficiais. Com tantos imigrantes espalhados, porque restringir o mercado de massa liter\u00e1rio, feito pelo sempre dominante livro impresso, ao idioma-m\u00e3e? O inverso tamb\u00e9m \u00e9 v\u00e1lido, claro: n\u00e3o h\u00e1 l\u00f3gica alguma na dificuldade que brasileiros e seus irm\u00e3os lus\u00f3fonos encontram para comprar livros em seu pr\u00f3prio idioma enquanto vivem espalhados pelo mundo.<\/p>\n<p>H\u00e1 duas adapta\u00e7\u00f5es important\u00edssimas que precisam ser feitas aqui. Primeiro, de ordem contratual: acordos comerciais entre editoras por pa\u00eds, ao inv\u00e9s de por idioma, s\u00e3o um contrassenso, um apego a um mundo p\u00f3s-medieval que j\u00e1 n\u00e3o existe na pr\u00e1tica. E, segundo, abra\u00e7ar a impress\u00e3o sob demanda integrada a uma distribui\u00e7\u00e3o global via marketplaces \u00e9 um caminho \u00f3bvio para entregar qualquer livro em qualquer lugar \u2013 a pre\u00e7os e prazos racionais, claro. A infraestrutura para tal j\u00e1 existe h\u00e1 anos; basta querer.<\/p>\n<p><strong>2. O ChatGPT e seus correlatos v\u00e3o permear o mercado de servi\u00e7os editoriais<\/strong><\/p>\n<p>Recentemente, uma empresa de intelig\u00eancia artificial chamada Trya.cc foi lan\u00e7ada no Brasil e na Europa. Seu funcionamento \u00e9 simples: a partir de um briefing escrito e de alguma imagem inspiracional qualquer, seu sistema gera \u2013 em instantes \u2013 uma imagem \u00fanica, concebida por um algoritmo, que pode ser utilizada como capa de qualquer livro.<\/p>\n<p>Outros sistemas \u2013 seja para revis\u00e3o de texto, para narra\u00e7\u00e3o de livros e convers\u00e3o em formato de \u00e1udio ou mesmo para tradu\u00e7\u00e3o \u2013 est\u00e3o em diferentes est\u00e1gios de maturidade. N\u00e3o, a maioria ainda n\u00e3o est\u00e1 pronto para ser utilizado com efici\u00eancia\u2026 mas parece ingenuidade supor que eles n\u00e3o chegar\u00e3o l\u00e1 rapidamente.<\/p>\n<p>O que h\u00e1 de se fazer? Adaptar-se. At\u00e9 hoje, nenhuma nova tecnologia n\u00e3o trouxe consigo uma infinidade de novas fun\u00e7\u00f5es e especializa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para oper\u00e1-la de maneira mais eficiente. Resta aos profissionais do setor investigar, experimentar, ofertar e crescer. Tempos de inova\u00e7\u00f5es como os nossos s\u00e3o tamb\u00e9m tempos de desbravamentos, de descobertas. Ao inv\u00e9s de assustar-se, empolgue-se.<\/p>\n<p><strong>3. A tecnologia nunca \u00e9 um fim em si s\u00f3<\/strong><\/p>\n<p>Quando os e-books come\u00e7aram e o Kindle ganhou o mundo, a maioria dos editores profetizou o fim do livro impresso. Passada mais de uma d\u00e9cada, o mercado de e-books, hoje, perde (enormemente) tanto em relev\u00e2ncia quanto em ritmo de crescimento para o impresso.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma li\u00e7\u00e3o importante nisso: leitores n\u00e3o l\u00eaem livros digitais, impressos ou narrados; leitores l\u00eaem hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>E \u00e9 a hist\u00f3ria, n\u00e3o o seu formato ou a tecnologia que a embarca, que deve permanecer como foco prim\u00e1rio do mercado.<\/p>\n<p>Editores, autores e livreiros que buscam o sucesso, portanto, precisam n\u00e3o apenas manter-se abertos \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m essencialmente agn\u00f3sticos, evitando abra\u00e7ar com sua f\u00e9 uma tecnologia em detrimento de quaisquer outras.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>A f\u00f3rmula m\u00e1gica<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>No fim das contas, h\u00e1 uma f\u00f3rmula simples para se prever o futuro de qualquer mercado e que, se observada com rigor e frieza, pode garantir o crescimento de qualquer empresa ou profissional:<\/p>\n<p>Futuro = Presente &#8211; (Tudo o que n\u00e3o fizer sentido)<\/p>\n<p>N\u00e3o faz sentido pagar por tiragens grandes sem a certeza da venda. N\u00e3o faz sentido n\u00e3o vender um livro em todos os locais do mundo onde houver uma m\u00ednima demanda \u2013 e no formato preferido por cada leitor. N\u00e3o faz sentido barreiras financeiras (como custos de confec\u00e7\u00e3o de capas, de revis\u00f5es, de narra\u00e7\u00f5es) impedirem hist\u00f3rias de serem contadas e autores de constru\u00edrem suas carreiras. N\u00e3o faz sentido um livro existir em um \u00fanico formato se h\u00e1 demanda para todos.<\/p>\n<p>D\u00e1 para se perder a conta da quantidade de coisas sem sentido que povoam o mercado editorial. Todas, em mais ou menos tempo, devem cair: este \u00e9 o futuro.<\/p>\n<p>Ganhar\u00e1, como sempre, quem apostar no \u00f3bvio.<\/p>\n<p>Publicado por PUBLISHNEWS &#8211; RICARDO ALMEIDA em 13\/07\/2023.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cada inova\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria no mundo do livro, ranzinzas conservadores maldiziam os novos tempos e profetizavam o fim da &#8216;boa&#8217; literatura Livros, como n\u00e3o \u00e9 segredo a ningu\u00e9m, s\u00e3o magias que aprisionam o tempo e entregam ao leitor a habilidade de caminhar pelo infinito, do passado inimagin\u00e1vel aos futuros improv\u00e1veis. 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