{"id":1797,"date":"2007-03-29T17:15:00","date_gmt":"2007-03-29T20:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/2007\/03\/29\/educacao-publica-nao-e-igual-para-todos\/"},"modified":"2007-03-29T17:15:00","modified_gmt":"2007-03-29T20:15:00","slug":"educacao-publica-nao-e-igual-para-todos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrelivros.org.br\/site\/educacao-publica-nao-e-igual-para-todos\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica n\u00e3o \u00e9 igual para todos"},"content":{"rendered":"<p>O sistema educacional p\u00fablico n\u00e3o atende de maneira igual a todos os brasileiros. Essa \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de um estudo realizado por S\u00e9rgio Haddad, presidente da ONG A\u00e7\u00e3o Educativa, que cruzou os indicadores do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) &#8211; taxas regionais de evas\u00e3o e repet\u00eancia, distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie no Ensino Fundamental, matr\u00edculas por n\u00edvel de ensino, \u00edndices de analfabetismo e acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o Infantil e \u00e0s turmas de Jovens e Adultos (EJA). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Segundo Haddad, que divulgou o estudo, foi poss\u00edvel constatar que o sistema educacional p\u00fablico faz com que as escolas reproduzam as desigualdades sociais das regi\u00f5es em que est\u00e3o inseridas. \u201cNas regi\u00f5es Norte e Nordeste, as mais pobres, h\u00e1 uma oferta de professores com menor qualifica\u00e7\u00e3o, que acabam recebendo menores sal\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o aos que atuam nas demais regi\u00f5es do Pa\u00eds, pois justamente s\u00e3o as \u00e1reas mais carentes que acabam recebendo menor verba do Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valoriza\u00e7\u00e3o do Magist\u00e9rio (Fundef), cuja varia\u00e7\u00e3o \u00e9 dada de acordo com a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos.\u201d \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na cidade de S\u00e3o Paulo, a reprodu\u00e7\u00e3o das desigualdades socioecon\u00f4micas das regi\u00f5es onde as escolas est\u00e3o inseridas tamb\u00e9m impacta na qualidade da educa\u00e7\u00e3o. \u201cNosso estudo teve \u00eanfase na avalia\u00e7\u00e3o dos dados por regi\u00f5es do Brasil, mas \u00e9 evidente que, ao comparar escolas da extrema periferia da Capital com as situadas nas regi\u00f5es centrais, \u00e9 poss\u00edvel constatar que h\u00e1 entre elas uma oferta qualitativamente diferente do pr\u00f3prio ambiente f\u00edsico e at\u00e9 em rela\u00e7\u00e3o aos professores, pois os que v\u00e3o \u00e0s regi\u00f5es mais distantes geralmente t\u00eam menos experi\u00eancia.\u201d \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Dentro da mesma escola<\/B> &#8211; De acordo com M\u00f4nica Peregrino, especialista em educa\u00e7\u00e3o da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), as desigualdades tamb\u00e9m est\u00e3o presentes dentro de uma mesma escola. \u201cAo realizar pesquisas com escolas p\u00fablicas pude constatar diferentes perfis institucionais em uma mesma unidade, como \u00e9 o caso da segrega\u00e7\u00e3o de classes por desempenho. Os considerados maus alunos acabam recebendo atendimento diferenciado dos bons alunos.\u201d \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Universaliza\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 falsa <\/B>&#8211; O estudo de Haddad destaca o dado de que no Brasil ainda quase 68 milh\u00f5es de pessoas acima de 14 anos n\u00e3o t\u00eam acesso a um direito garantido por lei: o Ensino Fundamental de 8 anos. \u201cA universaliza\u00e7\u00e3o que todo mundo fala se restringe ao acesso e n\u00e3o ao tempo necess\u00e1rio \u00e0 qualidade, os 8 anos. Quase 97% das crian\u00e7as de 7 a 14 anos est\u00e3o na escola. Apesar da universaliza\u00e7\u00e3o estar pr\u00f3xima aos 100%, atingir essa minoria que est\u00e1 fora das escolas \u00e9 o maior desafio\u201d, diz Jorge Telles, diretor  de Avalia\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00f5es Educacionais da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Continuada, Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Diversidade do MEC. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O especialista tamb\u00e9m destaca o desafio de reter as crian\u00e7as que chegam \u00e0s escolas. \u201cApenas dois ter\u00e7os das que se matriculam se formam no Ensino Fundamental.\u201d Um dos caminhos apontados por Telles para o poss\u00edvel combate \u00e0 desigualdade da oferta de ensino p\u00fablico no Pa\u00eds s\u00e3o os programas de a\u00e7\u00f5es educativas. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u201cA partir do momento em que reconhecemos essas desigualdades, desenvolvemos programas espec\u00edficos para atuar sobre elas. Como exemplo, as pol\u00edticas de a\u00e7\u00f5es afirmativas para a inclus\u00e3o do negro. Essas a\u00e7\u00f5es, juntamente com merenda e transporte, ajudam a reter o aluno na escola.\u201d \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> J\u00e1 S\u00e9rgio Haddad acredita que o governo deveria criar uma pol\u00edtica que motivasse os professores mais experientes a atender o p\u00fablico das regi\u00f5es mais carentes. \u201c\u00c9 neste contexto que tamb\u00e9m acredito que a cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas compensat\u00f3rias, como a oferta de transporte p\u00fablico para os alunos, ajudariam a combater as desigualdades.\u201d  No Estado de S\u00e3o Paulo, essa proposta j\u00e1 come\u00e7a a ser aplicada: ontem, o governador Jos\u00e9 Serra firmou um conv\u00eanio com 606 munic\u00edpios que ir\u00e1 garantir transporte aos estudantes que moram em locais distantes da \u00e1rea de abrang\u00eancia da escola onde est\u00e3o matriculados. \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B>  EXCLUS\u00c3O X ENSINO<br \/><\/B> \u00a0<br \/> * 57,4% &#8211; dos jovens de 15 a 17 anos da regi\u00e3o Sudeste cursam o Ensino M\u00e9dio. No Nordeste, a taxa cai para 30,1% \u00a0<br \/> * 10.541.043 &#8211; dos moradores da regi\u00e3o Sudeste com 15 anos ou mais s\u00e3o analfabetos funcionais. No Nordeste, o n\u00famero sobe para 13.325.961 \u00a0<br \/>  \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><B> Mais de 1,5 milh\u00e3o n\u00e3o sabem ler<br \/><\/B> Estado de Minas &#8211; Junia Oliveira \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Pesquisa divulgada pelo Instituto Paulo Montenegro, com dados levantados pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), entre 2001 e 2005, mostra que a escolaridade do brasileiro aumentou nos \u00faltimos anos, mas o aprendizado n\u00e3o acompanhou esse crescimento. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> De acordo com os n\u00fameros do Inaf, 9,8 milh\u00f5es de pessoas, com idade entre 15 e 64 anos, podem ser consideradas analfabetas e 37,1 milh\u00f5es t\u00eam alfabetiza\u00e7\u00e3o rudimentar \u2013 s\u00e3o capazes de entender apenas textos pequenos e simples, como os an\u00fancios. O levantamento mostra que Minas tem 9% de analfabetos \u2013 pelo menos 1,6 milh\u00e3o de habitantes \u2013, na faixa et\u00e1ria pesquisada. O \u00edndice repete o do Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> O estudo foi dividido em quatro n\u00edveis de habilidades de leitura e escrita e de matem\u00e1tica. A pesquisa consiste em aplica\u00e7\u00e3o de testes, cujas notas variam de 0 a 200. A m\u00e9dia mineira para leitura e escrita foi de 98. De acordo com a pesquisa, Minas \u00e9 melhor entre os estados da Regi\u00e3o Sudeste no n\u00edvel alfabetiza\u00e7\u00e3o rudimentar, com 33% da popula\u00e7\u00e3o capaz de localizar informa\u00e7\u00f5es expl\u00edcitas em textos curtos, um an\u00fancio ou pequena carta. Rio de Janeiro amarga o pior \u00edndice (22%), seguido por Esp\u00edrito Santo (25%) e S\u00e3o Paulo (32%). \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No n\u00edvel b\u00e1sico, os mineiros se destacam novamente entre os vizinhos e apenas 32% do universo pesquisado t\u00eam capacidade de encontrar informa\u00e7\u00f5es em textos um pouco mais extensos, podendo fazer pequenas conclus\u00f5es. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> No quesito pleno, no qual foi testada a capacidade de ler textos longos e se orientar por subt\u00edtulos, localizar mais de uma informa\u00e7\u00e3o, relacionando partes de um texto, comparando dois textos, fazendo dedu\u00e7\u00f5es e s\u00ednteses, Minas tem um n\u00famero pouco expressivo e ocupa a pen\u00faltima posi\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o. Apenas 26% dos habitantes entre 15 e 64 anos est\u00e3o enquadrados nesse perfil \u2013 igual ao n\u00famero nacional. S\u00e3o Paulo tem os piores \u00edndices, com 24%. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para as habilidades de matem\u00e1tica foram usados os mesmos conceitos de nivelamento. Os mineiros representam 5% da popula\u00e7\u00e3o do Sudeste sem condi\u00e7\u00f5es de fazer tarefas elementares com n\u00fameros, como ler o pre\u00e7o de um produto ou anotar um n\u00famero de telefone. Cada um dos outros tr\u00eas estados registrou 1% dos habitantes nessa situa\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m no estudo num\u00e9rico, Minas registrou os melhores \u00edndices no n\u00edvel rudimentar: 34% t\u00eam aptid\u00e3o para ler n\u00fameros em contextos espec\u00edficos como pre\u00e7o, hor\u00e1rio e n\u00fameros de telefone. A pior condi\u00e7\u00e3o foi registrada no Rio de Janeiro, com 19%.<br \/> \u00a0<br \/><B> INVESTIMENTO \u00a0<br \/> \u00a0<br \/><\/B> A diretora-executiva do Instituto Paulo Montenegro, Ana L\u00facia Lima, afirma que esses resultados s\u00e3o reflexo dos investimentos em educa\u00e7\u00e3o no estado, com a incorpora\u00e7\u00e3o de pessoas que estavam fora do sistema, principalmente em comunidades rurais. \u201cEst\u00e1 ocorrendo a entrada de uma popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o costumava freq\u00fcentar a escola e cujos pais e av\u00f3s tamb\u00e9m n\u00e3o. Minas teve, nos \u00faltimos anos, um acesso maci\u00e7o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, que requer uma escola pronta para atender a demanda\u201d, afirma. \u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Na pr\u00f3xima pesquisa, a dom\u00e9stica Maria de Lourdes Freire, de 47 anos, poder\u00e1 fazer parte de uma estat\u00edstica mais positiva. Ela conta que n\u00e3o p\u00f4de estudar, pois, desde crian\u00e7a foi obrigada a trabalhar em casas de fam\u00edlia, para ajudar a m\u00e3e a criar os irm\u00e3os. Aluna de uma escola municipal no Barreiro, em Belo Horizonte, ela estuda a primeira s\u00e9rie com 20 colegas e est\u00e1 conhecendo o alfabeto e aprendendo a juntar as s\u00edlabas. \u201cTenho muita f\u00e9 que vou conseguir. Meu sonho \u00e9 poder escrever, em \u00e9poca de Natal ou no anivers\u00e1rio das minhas filhas, um cart\u00e3o dizendo \u2018eu te amo.\u2019\u201d\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sistema educacional p\u00fablico n\u00e3o atende de maneira igual a todos os brasileiros. 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